Prepare-se para o verão: veja dicas para navegar com mais segurança

A alta temporada está chegando e é hora de verificar se seu barco está com tudo em dia. Confira as dicas da Vokan Seguros

Por: Redação -
15/12/2022

Com o verão chegando, aumentam o número de embarcações circulando pelas águas brasileiras, assim como cresce o número de acidentes náuticos. E, para prevenir eventuais problemas, a melhor alternativa é se antecipar para garantir a segurança de sua navegação.

Para ajudar os donos de barcos nesta época do ano, a Vokan Seguros reuniu algumas dicas essenciais para evitar dores de cabeça com sua embarcação. Confira!

4 dicas para navegar seguro neste verão

Faça revisões periódicas

Lembre-se: a cada uso da embarcação algum componente se desgasta. Isso vale para todas as partes da embarcação, mas foque principalmente nas revisões dos sistemas elétrico e hidráulico.

Cheque os motores

Uma das partes mais importantes de qualquer embarcação, independente da quantidade de motores instalados, eles precisam periodicamente de cuidados.

Verifique as bombas de porão

Sempre antes da saída do barco, é importante inspecionar e testar todas bombas de porão e seus dispositivos automáticos de acionamento. Anote esses registros no diário de bordo.

De olho na apólice de seguros

Acidentes podem acontecer a qualquer momento e é imprescindível que, para você navegar com tranquilidade, sua embarcação tenha um seguro náutico, para proteger você e seu barco. Antes de sair para navegar, confira se a apólice de seguros está em dia ou se é hora da renovação.

Vokan faz plantão especial

Para orientar os clientes que têm ou que irão adquirir uma embarcação, a Vokan Seguros, especialista em apólices náuticas e aeronáuticas, está fazendo plantões em suas cinco filiais: São Paulo, Ribeirão Preto, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Belo (SC).

 

Nos plantões especiais, a corretora de seguros explica ao público como funciona seu trabalho e toda sua assistência, que é totalmente personalizada de acordo com a necessidade do consumidor. “Nossa intenção é que o cliente não corra riscos desnecessários durante a nova temporada”, afirma Camila Diniz, diretora comercial da Vokan.

 

Segundo ela, a empresa tem o foco de compreender a necessidade de cada cliente antes mesmo de ele contratar a apólice. “Precisamos entender a operação do cliente, o porte de sua embarcação e suas características de uso. Temos de oferecer uma solução completa e estar a par de cada item para que, em um eventual sinistro, possamos assessorá-lo apropriadamente durante a regulação. Um cliente com relacionamento próximo melhora o fluxo, a confiança e o tempo gasto durante o suporte”, explica Camila.

 

Dentre as coberturas garantidas em todos os seguros náuticos da marca estão: assistência de salvamento, medidas contra perda total, roubo ou furto total qualificado, danos parciais e as operações de colocação e retirada da água — desde que dentro do litoral brasileiro. Também é possível contratar coberturas extras com a Vokan.

 

Criada por empreendedores apaixonados por aviação e com grande experiência no mercado segurador, a Vokan se tornou referência em seguros aeronáuticos no país. E, há dois anos, expandiu suas operações, ingressando no mercado de seguros náuticos como especialistas neste segmento.

 

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    Marine Express comemora 30 anos de mercado e fala sobre lançamentos no Loucos por Barcos

    Christiano Sestini conta que para o próximo ano são esperados novos lançamentos de produtos tecnológicos

    Por: Redação -

    Representando a Marine Express, Christiano Sestini é o convidado da vez no Loucos por Barcos. Este é um ano muito especial para a marca, pois são comemorados as três décadas de atuação no mercado.

     

    Christiano conta que para o próximo ano são esperados novos lançamentos de produtos tecnológicos — um dos carros-chefe da empresa é o estabilizador.

     

    Durante o São Paulo Boat Show, a Marine Express apresentou novidades da marca Raymarine. Uma delas é uma espécie de câmera 360°: a Yacht Sense, com um funcionamento parecido com a dos carros. Confira abaixo a entrevista em vídeo:

     

     

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      Submarino-orca: projeto de submergível tem design inusitado

      Imagina estar navegando por aí e encontrar uma orca na água? Pode ser "apenas" um submarino

      O jovem designer Marat Zakirov projetou um inusitado submarino civil que chamaria atenção de qualquer um que cruzasse com ele pelas águas.

       

      O modelo remete a nada mais, nada menos que uma orca. Isso mesmo! O conceito de submarino civil traz até mesmo a barbatana do mamífero marinho.

      Algumas imagens do projeto foram divulgadas recentemente e mostram duas versões dele: uma primeira ideia do que pode vir a ser o início do futuro das viagens subaquáticas, e a segunda versão, que oferece mais conforto e áreas de relaxamento para os usuários.

      Em ambas as versões, pode-se observar as características vindas das orcas, como a estrutura frontal trazendo os olhos e a boca, e suas nadadeiras e cauda na parte mais traseira.

      Formado em arquitetura, Zakirov trabalhou com design de interiores e divide alguns de seus projetos na internet, principalmente, pelo Instagram.

      Claramente o conceito da Orca está longe de ser colocado em produção, mas não dá para negar que é audacioso e curioso! E você, encararia uma voltinha dentro da Orca?

       

       

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        FS Yachts comenta o sucesso das embarcações no Loucos por Barcos

        Durante o programa, Ricardo Fragoso falou sobre como o estaleiro trabalha em seus projetos

        Por: Redação -
        14/12/2022

        Gerente comercial da FS Yachts, Ricardo Fragoso é o convidado do Loucos por Barcos. Durante a entrevista, Ricardo revelou que cerca de 30% da fabricação do estaleiro é destinada ao mercado internacional.

         

        Para os próximos lançamentos, o gerente conta que a empresa ouve muito dos seus clientes, principalmente na parte de personalização das embarcações. Um exemplo são as pinturas dos modelos, que sempre seguem o estilo dos produtos comercializados internacionalmente. Confira a entrevista completa no vídeo abaixo.

         

         

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          Apaixonado por fotos do mar, Clark Little lança seu terceiro livro

          Com fotografias mostrando as grandes ondas do Havaí por outras perspectivas, o fotógrafo americano lança novo projeto e fala com exclusividade à Náutica

          Por: Redação -

          O renomado fotógrafo Clark Little nasceu na Califórnia, mas ainda criança mudou para a ilha de Oahu, no Hawaí. Nos anos 1980 e 1990, a família Little ficou conhecida pelo irmão mais velho, Brock Little, destemido big rider. Clark logo se tornou surfista referência no shorebreak de Waimea Bay, mas foi em 2007 que ele descobriu sua verdadeira paixão: fotografar as ondas de uma perspectiva rara e perigosa — de dentro delas.

          Ele mora e fotografa no North Shore de Oahu, onde ondas muito grandes quebram no raso, o perigoso shorebreak. “Adoro quando as condições do oceano ficam extremas e estou lá capturando imagens que a maioria das pessoas nunca poderia ver tão de perto”.

          Apesar dos riscos envolvidos, Clark Little conquistou o mundo com suas fotos incríveis. Ganhou renome para além do mundo do surf, foi tema de documentários, coleciona prêmios, participou de vários programas de televisão e fez exposições em sua Galeria em Haleiwa e por todos os Estados Unidos.

           

           

          Ao lançar seu terceiro livro, The Art of Waves, Clark deu uma entrevista exclusiva para Náutica.

           

          NÁUTICA: O que é melhor: a adrenalina do surfe ou o risco de ser atingido pela onda?

          Clark Little: Ambos são ótimos. Os dois têm um elemento de perigo e risco, então são grandes descargas de adrenalina. Desde que comecei a fotografar, há 15 anos, quase não surfo mais. Eu amo fotografar ondas. Com uma prancha de surf, posso ser atingido por ela, pode ser perigoso. Além disso, quando caio de uma prancha de surf, às vezes caio do topo da onda — é um longo caminho para baixo.

           

          Ao fotografar ondas, estou mais perto do fundo, mas posso ser atingido pela câmera que está sempre próxima à minha cabeça. Um golpe da câmera e eu posso morrer. Quando estou fotografando e as ondas são muito grandes e vejo que estou com problemas, às vezes deixo a câmera de lado. Tenho um leash que prende a câmera a meu pulso. Mesmo solta, a câmera está conectada ao meu braço. O leash é longo o suficiente para que a câmera não bata na minha cabeça se meu braço estiver esticado.

           

          NÁUTICA: Você já se feriu gravemente ao fotografar?

          CL: Fui atingido na cabeça pela câmera algumas vezes e levei alguns pontos. E também aterrissei com força na areia uma vez e desloquei o ombro. Mas nada de ossos quebrados. Algumas vezes cheguei perto de me afogar quando as ondas estavam realmente grandes. Sem fôlego e debaixo d’água por muitas ondas seguidas, estava começando a ver estrelas. Você realmente tem que prestar atenção e estar em boa forma para não se machucar.

           

          Pode haver alguma sorte envolvida também. Nestes últimos anos aprendi a não sair mais em ondas grandes e loucas, pois é muito perigoso. Tenho uma família que amo e quero estar aqui para eles. Não quero morrer fazendo isso.

          NÁUTICA: Você desenvolveu sua própria técnica para fotografar as ondas por dentro delas?

          CL: Quando eu comecei, ninguém fotografava ondas de shorebreak. Fui o único a fazer isso por alguns anos. E tive que aprender. As pessoas fotografavam surfistas e os fotógrafos registravam ondas que quebram no recife, mas não shorebreak. Shorebreak é onde as ondas quebram muito perto da costa, às vezes bem na costa. Geralmente na areia.

           

          É único. Adoro o fundo de areia porque me sinto um pouco mais seguro. A cor da água também fica linda ao explodir na areia. Essas ondas são diferentes das que pessoas surfam. Por causa disso, tive que criar minhas próprias técnicas para obter as fotos. As praias em que fotografo não têm recifes para desacelerar as ondas grandes ou enfraquecê-las antes que cheguem à praia.

           

           

          Como resultado, ondas muito grandes podem quebrar bem na costa. Na costa norte do Havaí, temos algumas das maiores e mais belas praias do mundo. Quando as ondas quebram assim, não consigo nadar para fotografá-las porque não há água onde elas quebram. Observo da praia e, quando vejo uma boa onda chegando, corro e me jogo na areia seca, às vezes fico sentado, às vezes deitado.

           

          Então tenho alguns segundos para esticar o braço e tirar algumas fotos antes que a onda exploda. Depois que ela explode, a água me manda voando de volta para a praia, às vezes mais longe do que meu ponto de partida original. Fico coberto de areia da cabeça aos pés. Chamo esse método de técnica “Run and Gun”. Ainda assim, posso me machucar se não pegar uma onda com um bom tubo.

           

          NÁUTICA: Depois de tantos anos fotografando ondas, você ainda se encanta com a beleza delas?

          CL: Sempre! Nunca me canso da beleza do oceano e de suas ondas. Cada onda é diferente, cada tempestada que faz ondas é única. Além das ondas, tudo muda com a direção do vento, luz do sol, nuvens, marés, condição da areia, palmeiras ao fundo. Existem muitos elementos que afetam a fotografia, especialmente quando você está fotografando a Mãe Natureza em movimento.

           

          E de vez em quando vejo uma foto que me chama a atenção. Fotografo há 15 anos e provavelmente tirei mais de 1 milhão de fotos. Mesmo assim, ainda me emociono quando clico algo especial. Fotografo de 2 a 6 horas por dia, às vezes saio de manhã, na hora do almoço novamente e depois ao pôr do sol. Tenho um flash que uso à noite também. Em um dia, eu posso tirar cerca de 2 mil fotos, mas apenas 1% ou menos vai chamar minha atenção. Quando capturo uma joia, ainda é tão emocionante como quando comecei a fotografar.

           

           

          NÁUTICA: Nenhuma onda é igual a outra?

          CL: Correto. São como flocos de neve: cada um é diferente. Às vezes, as ondas podem apresentar semelhanças, mas existem tantas condições que nunca são as mesmas. Se parece previsível, pego um flash e fotografo à noite ou vou pela manhã capturar o nascer do sol ou viajo para fora do Havaí a fim de fotografar tubarões e tartarugas. Detesto ficar entediado, por isso sempre adiciono coisas novas que me mantém animado. Se perder o entusiasmo, paro de fotografar. É tudo sobre ter uma paixão que me move.

           

          NÁUTICA: Em seu novo livro há fotos aéreas também. Está explorando as ondas de um novo ângulo?

          CL: Comecei a tirar fotos aéreas quando um vulcão estava em erupção no Havaí, há alguns anos. Subi em helicópteros para fotografar a lava quente que descia a montanha. Fiquei tão animado vendo o mundo do alto, tudo parecia tão diferente que comecei a fotografar a costa e as ondas do céu também.

           

          Gosto de ver as coisas de uma perspectiva diferente. Quando estou fotografando nas ondas, dentro do tubo no shorebreak, estou em uma perspectiva muito próxima, provavelmente um lugar que a maioria das pessoas nunca estará, pois é muito perigoso.

           

          As tomadas aéreas também oferecem uma perspectiva diferente. A visão de um pássaro das ondas. Não é tão perigoso fotografar do ar (a menos que o helicóptero caia), mas oferece uma nova maneira de ver o mundo.

          NÁUTICA: Qual é a sua foto favorita do livro The Art of Waves?

          CL: Eu amo a capa do livro. A foto chama-se Céu Azul e eu nunca pensei que se tornaria capa. Na verdade, eu nem lembrava dela até que minha esposa a viu. Eu estava vendo as imagens que tinha feito em um dia de trabalho e passando por mais de mil fotos rapidamente no meu computador, em casa. Minha esposa estava andando atrás de mim quando essa foto apareceu e chamou sua atenção.

           

          Teria me passado despercebida, mas porque ela perguntou, eu olhei com atenção e me surpreendeu a forma como a foto ficou bonita e desajeitada, e com todo aquele azul e branco e algumas palmeiras no canto! No dia em que cliquei Céu Azul, eu estava fotografando tartarugas e peixes do lado de fora dos recifes no North Shore, numa praia diferente da minha localização normal de ondas shorebreak.

           

           

          Não há areia no fundo, só coral vivo; é muito raso e a sensação da água é de apenas 2 graus. Eu não planejei fotografar nenhuma onda nesse dia, já que eram muito pequenas. Depois de clicar a vida do oceano, nadei sobre os recifes e tirei algumas fotos das pequenas ondas, antes de ir para casa. Por sorte, o foco na minha câmera estava definido como automático porque eu estava fotografando a vida marinha.

           

          Quando clico ondas, normalmente tenho o foco definido para infinito. Com o foco no automático, consegui capturar essa pequena onda de perto, com detalhes nítidos. Na fotografia, há sempre um elemento de acaso. Este é um dos meus clicks de sorte, que eu não esperava, e é tão bom que se tornou a capa do meu novo livro. Uau, sou grato à minha esposa por descobri-lo.

          Clark Little – The Art of Waves

          Livro de capa dura com 249 páginas e mais de 150 das melhores fotos de Clark Little, retratando incríveis ondas de um jeito que não estamos acostumados a ver, a vida marinha diversificada do Havaí e fotografias aéreas alucinantes.

           

          É uma coleção de suas fotos mais amadas, trabalhos que nunca foram publicados em livro, com histórias e insights de Little por toda parte. O jornalista Jamie Brisick contribui com ensaios sobre como Clark consegue a foto, como as ondas são criadas, nadar com tubarões e muito mais.

           

          Com prefácio de Kelly Slater, 11 vezes campeão mundial de surf, e um posfácio do autor sobre sua prática e técnica fotográfica, Clark Little: The Art of Waves oferece uma visão rara da onda.

          “Faz 15 anos desde que peguei uma câmera e a levei para o oceano para tirar a foto de uma onda para pendurar na parede do meu quarto, a pedido da minha esposa. Este livro captura a aventura e todas as minhas fotos favoritas desde aquele fatídico dia. É muito louco ver aonde as coisas chegaram”, disse Clark.

           

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            Nova revenda Nx Boats é inaugurada em Curitiba, no Paraná

            A marca está presente em quase todo o território nacional e já conta com modelos exportados para outros países

            Por: Redação -

            A Nx Boats acaba de ganhar uma nova revenda em Curitiba, no Paraná. Trata-se da mais nova unidade da Cia Lake, já presente na Bahia, em Brasília, Florianópolis e Itajaí.

            Na Cia Lake, inaugurada na última sexta-feira (9), os clientes podem conferir toda a linha de lanchas Nx Boats, que inclui os modelos Nx 260 Evolution, Nx 270 Challenger, Nx 280 Xtreme, Nx 290 Exclusive Edition, Nx 340 Sport Coupé, Nx 360 Sport Coupé, Nx 370 HT, Nx 400 HT Horizon e Nx 50 Invictus.

            Comemorando oito anos de mercado em 2022, a Nx Boats está presente em quase todo o território nacional e tornou-se um dos maiores estaleiros do país em fabricação de barcos na categoria de 26 a 50 pés.

            A empresa encerra 2022 com uma marca histórica: 1.400 embarcações na água — sendo 400 delas fabricadas somente este ano — além de 18 revendas autorizadas no Brasil e algumas no exterior.

            A Nx realiza exportações desde 2016 e já conta com mais de 80 barcos em países como Turquia, Suíça, Malta e EUA, por exemplo. Recentemente, a marca construiu uma piscina de testes para embarcações de até 65 pés e ampliou a estrutura fabril e a capacidade produtiva.

            Além disso, o estaleiro montou nos Estados Unidos uma nova operação de fábrica para comercialização e assistência técnica de todas as embarcações exportadas, o que proporcionará um atendimento mais próximo do cliente americano.

             

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              Fibrafort comenta lançamentos do estaleiro no Loucos Por Barcos

              Marca aproveitou o sucesso de seus modelos e só em 2022 lançou três novidades

              Por: Redação -
              13/12/2022

              Representante do estaleiro Fibrafort, Barbara Yamamoto foi a convidada do Loucos Por Barcos. Durante a entrevista, ela falou sobre os três lançamentos na linha Focker deste ano da marca: a 366, a 370 e a 212.

               

              Um dos objetivos da nova embarcação 366 é funcionar como uma “escada”, pois o cliente que quer um modelo maior que a 333, antes só poderia escolher a 388.

               

              Barbara ainda revelou que o projeto da 370 foi pensando no mercado externo e por isso houve a instalação do motor de popa. Para os próximos anos, o estaleiro está fazendo um projeto para consolidar a venda das embarcações no mercado internacional. Para saber mais sobre as novidades, confira a entrevista completa:

               

               

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                Confira 5 dicas de segurança para compra compartilhada de embarcação

                Advogada da Prime Share ensina como se proteger e não passar perrengue ao adquirir cotas de barcos

                O mercado de compartilhamento de embarcações vem crescendo e se popularizando cada vez mais. Pensando nisso, NÁUTICA conversou com uma especialista na área.

                Para ter mais segurança na hora de usar esta modalidade de compra, confira as dicas de Larissa Brandão, especialista em direito de multipropriedade e a advogada da Prime Share.

                Dicas para comprar cotas de barcos

                Regimento interno

                Leia atentamente o regimento interno dos multiproprietários, utilizado pela administradora para gestão do compartilhamento da embarcação, tirando todas as dúvidas existentes com relação aos procedimentos ali dispostos. No caso de não existir regimento interno, pule fora no mesmo momento.

                Verifique histórico da empresa

                Realize a compra de uma embarcação compartilhada que tenha como administradora do compartilhamento uma empresa séria e idônea. Pesquise histórico dessa empresa e número de embarcações administradas por ela. Tudo para ter a maior segurança possível na escolha da administradora correta.

                Número de cotas por barco

                Tenha em mente que quanto maior o número de multiproprietários por embarcação, em que pese o rateio das despesas fixas desta embarcação ser menor por cada um, naturalmente, o uso dessa embarcação vai ser maior e, consequentemente a necessidade de manutenção também vai ser maior. Então, vale analisar se o número de cotistas é ou não adequado aos seus objetivos.

                Conheça a marina

                Antes de efetivar a compra da embarcação compartilhada, é muito importante conhecer pessoalmente a marina onde a embarcação é guardada e, também, a equipe de marinheiros que trabalha para a administradora nos procedimentos diários. Verifique se é uma equipe técnica, qualificada, competente para os cuidados que a embarcação necessita.

                Titularidade

                Compre propriedade da embarcação, exija que a transferência de titularidade seja realizada junto à Capitania dos Portos. Não caia em nenhuma conversa comercial de direito de uso, título de uso, ou qualquer coisa do gênero, porque a propriedade de embarcação se configura com o seu nome registrado na documentação da embarcação junto à Capitania.

                Prime Share atua no mercado há 10 anos

                Na modalidade de compartilhamento da Prime Share, o cliente tem a propriedade de 1⁄4 da embarcação em seu nome. Tudo com a garantia de que o barco está sendo bem cuidado e pronto para ser usado sempre que quiser, afirma a empresa.

                 

                A Prime Share, que já atua no mercado há mais de 10 anos e tem várias franquias pelo país, também oferece barcos do tipo veleiro como opção de compra compartilhada.

                 

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                  Teste Intermarine 24M: recheado de tecnologia, alia conforto, design e navegação

                  O iate singular e imponente é um marco na história do estaleiro paulista Intermarine

                  Por: Redação -

                  O mundo náutico sempre acompanha com expectativa cada lançamento do estaleiro Intermarine, conhecido por combinar em seus grandes cascos beleza, acabamento impecável e performance, tudo na mais perfeita harmonia. Com o iate Intermarine 24M não foi diferente.

                  Tem sido assim desde 1973, quando foi para a água o primeiro barco produzido pela empresa — sim, em 2023, a Intermarine comemorará 50 anos de atividades.

                   

                  Apresentado ao público no São Paulo Boat Show 2019, o iate foi projetado pelo estúdio Luiz de Basto Designs. Com 24,80 metros de comprimento (81,36 pés), o Intermarine 24M representa um grande passo da marca, com o uso ainda mais intenso de materiais nobres e tecnologia de ponta.

                  Apreciar sua beleza milimétrica e a classe de suas linhas fluidas é algo marcante. A imponência do seu porte captura o olhar por onde passa.

                   

                  Tudo é grande nessa Intermarine: tanto o espaço, o conforto e o luxo quanto o desempenho, como se verá nos testes de mar — NÁUTICA avaliou o 24M duas vezes; na primeira, o barco estava totalmente carregado de diesel (6 mil litros) e água (2 mil litros); na segunda, com os tanques com 49% da capacidade total de fluidos.

                   

                   

                  Além disso, esta embarcação com status de superiate tem vários diferenciais, desde o layout da proa e do flybridge até as aberturas laterais, sendo duas na plataforma de popa (que aumentam a área livre em 25%, formando os chamados beachs clubs) e uma varanda no costado, a boreste, que agrega ainda mais espaço ao já grande salão, com jeito de loft.

                   

                  Outra sacada do projeto foi a instalação, próximo ao solário, de uma espécie de lounge de proa, que pode ser montado como o proprietário quiser, que foi uma customização pedida e atendida pelo estaleiro, que oferece aos clientes altos níveis de personalização de layouts e acabamentos.

                  Além disso, por dentro, a distribuição da 24M pode ter três ou quatro camarotes, como o dono preferir, sendo que a suíte máster, toda envidraçada, à meia-nau, ocupa toda a boca do barco, que é de 6 metros.

                   

                  Esse novo patamar da Intermarine reflete a linha de comando introduzida por Roberta Ramalho, sucessora do pai, o visionário Gilberto Ramalho, em cuja gestão, ao longo de 25 anos, o pequeno estaleiro — fundado em 1973, repita-se, pelo empresário Dirceu Fontoura — se transformou em uma grande potência na fabricação de lanchas e iates na América do Sul, com um histórico de cerca de seis mil barcos produzidos, e em uma referência em embarcações de luxo do Brasil.

                   

                  Desde que assumiu a presidência da Intermarine, em 2014, Roberta imprimiu à empresa uma gestão arrojada, reposicionando e atualizando a marca, com o lançamento de produtos ainda mais luxuosos, com design próprio e tecnologia de ponta.

                   

                  Comparável aos melhores modelos importados, o Intermarine 24M é um dos frutos mais simbólicos dessa nova fase.

                  Com 24,8 metros de comprimento (81,3 pés), medida que já o enquadra na categoria dos iates, o Intermarine 24M é um iate de casco bonito e elegante, com leds curvos no casco, e que traz um enorme flybridge no convés superior (50 m² de área útil) e vários diferenciais em todos os outros ambientes, desde o layout da proa até as aberturas laterais (uma varanda a boreste e dois beachs clubs na plataforma de popa, que se desdobram com o barco ancorado).

                   

                  Na proa, o lounge com vista para o mar pode ter uma mesa com dois sofás (ou chaises), ou simplesmente ficar livre, a critério do comprador.

                  Há ainda uma cobertura retrátil ou tenda mediterrânea, e dois grandes solários, além da área operacional com dois guinchos de âncora.

                   

                  A praça de popa, como era de se esperar, acomoda todos os convidados com conforto em uma mesa de madeira com quatro cadeiras removíveis e um sofá fixo.

                   

                  Para animar as reuniões, os privilegiados passageiros contam com um minibar, servido por uma geleira e uma geladeira, além de um aparador de madeira teca.

                  A plataforma de popa, com a abertura (ao toque de um botão) dos beachs clubs (um em cada bordo) e a colocação de duas chaises, vira uma gigantesca praia particular, com 7,78 metros de largura.

                   

                  É uma deliciosa praia ao nível do mar, uma vez que a plataforma é submersível. Ao descer, a parte submersível monta uma escada robô, com um sempre merecedor de elogios pega-mão.

                   

                  E como espaço não é problema, ainda é possível levar ali um grande bote de apoio com motor de 50 hp ou três jets.

                  A área gourmet fica no flybridge, que por sinal está muito bem integrada ao restante do casco (parece uma nave espacial pousada sobre a superestrutura) e oferece nada menos que 50 m² de área útil, em que se distribuem a churrasqueira e um conjunto de sofás e mesas, entre outros itens.

                   

                  O t-top (com teto solar) e a estrutura do casario são de fibra de carbono. A critério do proprietário, o flybridge pode também contar com um bar de 180 graus posicionado no entorno de uma jacuzzi para quatro pessoas, que se integra ao solário de borda infinita, com três espreguiçadeiras soltas, de encostos reclináveis.

                   

                  No posto de comando externo, no flybridge, entre outros equipamentos, há um eletrônico Raymarine Axiom de 21 polegadas no painel, além das telas dos motores. Mas faltou a instalação do rádio VHF em uma posição de acesso e leitura mais fácil, o que é sempre conveniente.

                  O enorme salão, com uma descomunal área envidraçada, proporciona visão 360 graus do exterior.

                   

                  O ambiente, que fica em um único piso (sem degrau algum atrapalhando a circulação), com pé-direito de 2 metros, e dividido em vários ambientes, tem jeito de loft, embora a cozinha, toda envidraçada, tenha um espaço próprio, fechado, com porta pantográfica e vidros inteligentes, que ficam transparentes ou escurecem (ou melhor, ficam esfumaçados) de acordo com o desejo de seus ocupantes.

                   

                  São quatro ambientes limpos e elegantes: sala de estar com tv embutida de acionamento automático, sala de jantar, cozinha completa (com duas geladeiras e dois freezers, entre os muitos recursos) e posto de comando, além de um lavabo, uma ótima opção para a área mais social do barco.

                  Grandes janelas favorecem a entrada de iluminação natural.

                   

                  Mas o que mais chama atenção aqui é a abertura lateral, a boreste, com acionamento hidráulico, que dá acesso a uma varanda rebatível (que só abre com o barco parado, ao toque de dois botões), com uma bela vista para o mar.

                   

                  No convés inferior, onde a altura chega a 2 metros, as três ou quatro suítes (há duas opções de layout) também oferecem uma vista privilegiada do mar, uma vez que as amplas janelas estão posicionadas quase na linha d’água.

                   

                   

                  Na versão com três camarotes, a suíte máster, que ocupa toda a boca do barco, de 6 metros, à meia-nau, tem até um closet (!), além de todos os luxos que se pode esperar de uma embarcação desse nível, como cama king-size com controle do ar-condicionado na cabeceira, divã num dos bordos, tv com tela móvel e banheiro completo e com acabamento digno de hotel cinco estrelas.

                   

                  Por sua vez, a suíte VIP, na proa, tem janelas laterais com dois metros de comprimento, com vigias de ventilação integradas.

                  Entre a porta de entrada e a grande cama, há um hall de acesso, permitindo que as pessoas adentrem o espaço com conforto.

                   

                  O pé-direito de 2 metros se repete no banheiro, outro cômodo de acabamento impecável. Mas falta uma vigia de ventilação.

                   

                  O posto de comando inferior, no salão, é central. Tem duas confortáveis poltronas, com regulagem elétrica, que permitem pilotar em pé ou sentado, com ótima visão através do para-brisa, de folha grande e única, ladeado por outras duas folhas menores.

                  No painel digital, há dois eletrônicos Raymarine Axiom, de 19 polegadas, além das telas dos motores e radar incorporado à carta náutica, entre outros recursos. Tudo personalizado.

                   

                  A direção é elétrica, com sistema de comando por meio de uma rede CAN, que envia um sinal para a unidade hidráulica na casa de máquinas, que controla os lemes. Inteligentes, os lemes se alinham, ficando na posição zero, a partir do momento em que o piloto liga a direção.

                   

                  Além disso, para garantir tranquilidade a bordo, o barco vem com sistema Seakeeper 16 de estabilização giroscópica, além de sistema de estabilização por aletas, ou pás externas fixadas ao casco, para ajudar ainda mais na navegação.

                  Estavam instalados ainda os flapes de interceptação (barras no espalho de popa), que garantem a estabilidade longitudinal (ou seja, no sentido proa-popa) durante a navegação, com sistema de curva coordenada.

                   

                  Isso significa que a Intermarine 24M é capaz de fazer curvas sem inclinar. Quem está a bordo não sai tropeçando nem derruba o vinho do copo.

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                  Outras inovações tecnológicas são o Yacht Controller, um sistema de comando para manobras por controle remoto sem fio que integra (em uma única peça portátil) o comando os motores, os guinchos da âncora, o bowthruster (hélice auxiliar de manobra da proa) e o sternthruster (hélice auxiliar de manobra da popa), facilitando a aproximação e a atracação em qualquer píer; e o sistema inteligente de gerenciamento de energia de cais, que permite dar partida ou interromper cada grupo gerador de acordo com a necessidade, otimizando o consumo de combustível.

                   

                  Na área de tripulação, o iate tem uma cabine de marinheiros com dois camarotes, três camas, banheiro e cozinha exclusiva completa. A altura na entrada é de 1,98 metro.

                   

                   

                  O acesso à casa de máquinas é independente. São dois motores MAN V12, de 1800, 1900 ou 2000 hp cada, dois geradores de 29 kva cada e um boiler de 200 litros, além de sistema anti-incêndio e dois tanques de combustível de 3 mil litros cada, certificados, que oferecem uma autonomia de cerca de 10 horas de navegação.

                   

                  Definitivamente, não é um barco que a gente vê todo dia por aí, mas tudo indica que vai começar a ver muito mais.

                  Navegação da Intermarine 24M

                  Luxo e acabamento de alta qualidade, com o uso de matérias nobres, a gente sabe que o iate Intermarine 24M tem de sobra. Mas, será que esse iate navega bem?

                   

                  Para tirar a prova dos nove, navegamos com ele nas águas da paradisíaca Angra dos Reis. Estava equipado com dois motores MAN V12 de 1900 hp cada, com propulsão de eixo e pé-de-galinha, com semitúnel.

                   

                  A bordo, oito pessoas. Foram duas saídas. Na primeira, o iate estava com 100% da capacidade de diesel, que é de 6.000 litros, e 100% dos tanques de água, de 2.000 litros.

                   

                  Mesmo assim, alcançou a marca de 24,3 nós, e isso com os motores girando 100 rpm menos do que poderiam girar.

                   

                  Já na segunda saída, com os tanques aliviados a 48% da capacidade total de fluidos, a velocidade máxima passou dos 27 nós, sem qualquer ajuste ou trim.

                   

                  Após a tomada oficial de desempenho de NÁUTICA, fizemos ajustes e a máxima atingiu 28,2 nós em sua melhor passagem, uma marca excelente.

                  Em ambos os testes, o mar estava calmo, com ondas de meio metro de altura. Para um iate desse porte, que segundo o estaleiro desloca 73 toneladas quando carregado, não é qualquer mar que põe seu casco à prova.

                   

                  Para enfrentar condições mais duras, cruzamos uma série de cinco marolas altas produzidas por outra lancha de 70 pés e confrontamos várias vezes as ondulações geradas pela própria 24M. Também navegamos contra o vento, com rajadas de 7 a 8 nós.

                   

                  Resultado: o iate praticamente ignorou todas as oscilações, não só pelo seu casco robusto, mas também com o funcionamento do sistema de estabilização Seakeeper e de aletas externas.

                   

                  Em outro momento, fizemos curvas fechadas e o casco com V equilibrado na popa, de 13,7 graus, praticamente não adernou, com todo leme em uso.

                  Mérito também do sistema Humphrey eletrônico de controle dos flapes, que ajustou o barco perfeitamente, de forma automática, assim como os estabilizadores, que, como já mencionado, mantiveram a estabilidade da navegação a todo momento.

                   

                  Em velocidade de cruzeiro econômico, com os motores a 2000 rpm, o consumo do iate Intermarine 24M ficou na casa dos 537 litros/hora, com autonomia de cerca de 230 milhas náuticas, uma marca de acordo com a relação peso/potência do conjunto casco/motores.

                   

                  Resumindo: um iate navegador para quem sonha com longas travessias ao longo de nossa costa.

                  Saiba tudo sobre a Intermarine 24M

                  Pontos Altos

                  • Alto nível de personalização interna e externa
                  • Navegação absolutamente firme e robusta
                  • Enorme lista de itens tecnológicos para navegação e conforto

                  Pontos Baixos

                  • Consumo acima do esperado em cruzeiro
                  • Rádio vhf no flybridge mal posicionado
                  • Nem todos os banheiros têm ventilação natural

                  Características técnicas

                  Comprimento máximo: 24,80 m (81,36’)
                  Boca máxima: 6,00 m
                  Calado máximo: 1,80 m
                  Ângulo do V na popa: 13,75°
                  Deslocamento vazio: 61.000 kg
                  Deslocamento carregado: 73.000 kg
                  Combustível: 6.000 litros
                  Água: 2.000 litros
                  Capacidade (dia): 26 pessoas
                  Capacidade (noite): 10 pessoas
                  Motorização: eixo com pé-de-galinha
                  Potência: 2 x MAN de 1800, 1900 ou 2000 hp cada

                  Para saber mais sobre o modelo testado, acesse o site oficial da Intermarine.

                   

                  Reportagem: Guilherme Kodja
                  Edição de texto: Gilberto Ungaretti
                  Edição de vídeo: Luiz Becherini
                  Fotos: Victor Oliveira e Divulgação

                   

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                    12/12/2022

                    Neste final de semana foi realizada a 54ª Regata Volta à Ilha nos arredores da Ilha de Santa Catarina. A competição começou no sábado (10) e contava com ao menos 30 embarcações disputando o primeiro lugar.

                    Com tantos competidores, a disputa iniciada próximo à Baía Sul tinha como percurso completo cerca de 75 milhas náuticas. Para deixar o confronto mais acirrado, o vento — sempre na direção nordeste — foi ganhando intensidade ao longo do sábado e quase atingiu os 30 nós.

                    Vale lembrar que este evento foi o último do ano realizado pelo Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha.

                     

                    Logo nas primeiras milhas os ventos de popa saíram de cena, e o percurso teve picos de contravento até o Norte da ilha, próximo da Ponte Hercílio Luz e da Baía Norte, chegada da regata.

                    A primeira embarcação que cruzou a linha de chegada foi o Terroso. Contudo, a tripulação foi desclassificada, pois na largada eles tiveram um incidente com uma boia. A equipe pediu a reparação do resultado, o que será analisado pela comissão de protestos.

                     

                    A próxima embarcação a cruzar a chegada foi a Itajaí Sailing Team e, por isso, seus membros levaram o título de Fita Azul.

                    Como diversas embarcações não chegaram a tempo, o evento aconteceu durante a noite e passou até a madrugada do domingo. Os tripulantes do barco Maori foram os últimos a cruzar a linha de chegada, às 10h22 do domingo.

                     

                    A cerimônia de premiação da 54ª Regata Volta à Ilha Santa Catarina, acontecerá nessa quarta-feira (14), às 19h, na Sede Central do Veleiros da Ilha.

                    Conheça os vencedores da 54ª Regata Volta à Ilha:

                    Fita Azul: Itajaí Sailing Team

                    ORC: Galo Cinza II

                    HPE-30: Ponta Firme

                    C30: Zeus Team

                    RGS Geral: Salvo Conduto

                    RGS A: Salvo Conduto

                    RGS Cruzeiro Geral: Açores III

                    RGS Cruzeiro A: Açores III

                    RGS Cruzeiro B: Terra Firme

                    Bico de Proa: Buena Onda

                     

                    Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                     

                    Náutica Responde

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                      Linha 2023 Sea-Doo chega nas concessionárias de todo o Brasil

                      Novidades da marca, incluindo os novíssimos Explorer Pro 170 e RXP-X Apex 300, já estão disponíveis em todo o Brasil

                      Por: Redação -

                      A linha 2023 da Sea-Doo – fabricante de motos aquáticas pertencente ao grupo canadense BRP –, incluindo os novíssimos Explorer Pro 170 e RXP-X Apex 300, já pode ser encontrada na rede de concessionárias da marca em todo o Brasil.

                      Com valores que variam de R$ 59.990,00 (Spark) a R$ 179.990,00 (RXP-X 300 Apex), as motos aquáticas Sea-Doo oferecem experiências emocionantes aos mais variados estilos de pilotos e finalidades de uso, em sete diferentes segmentos.

                      Conheça as opções de cada linha

                      Recreação Leve

                      Spark – Nova cor Branco e Verde Manta
                      Spark Trixx – Disponível na nova cor Verde Manta, e na cor Azul Dazzling

                      Recreação

                      GTI 130 – Disponível na cor Branco e Azul Reef
                      GTI SE 130 – Disponível na nova cor Cinza Iceland e na cor Coral Blast e Preto Eclipse
                      GTI SE 170 – Disponível na nova cor Cinza Iceland e Verde Menta, e na cor Coral Blast e Preto Eclipse

                      Esportes a Reboque

                      Wake 170 – Disponível na cor Verde Menta, traz sistema iDF e sistema de som
                      Wake Pro 230 – Disponível na cor Verde Menta, traz sistema iDF e Pacote Tech (sistema de som + display colorido)

                      Touring

                      GTX 170 – Disponível nas cores Preto Eclipse e Laranja Crush, traz sistema iDF e sistema de som
                      GTX 230 – Disponível nas cores Preto Eclipse e Laranja Crush, traz sistema iDF e sistema de som
                      GTX Limited 300 – Disponível na nova cor Azul Abyss, e na cor Verde Sage, traz capa protetora, sistema iDF e Pacote Tech (sistema de som + display colorido)

                      Desempenho

                      RXP-X 300 – Nova cor Preto Triplo, conta com Pacote Tech (sistema de som + display colorido)
                      RXP-X Apex 300 – Lançamento da marca como edição limitada na cor Verde Racing, traz capa protetora e Pacote Tech (sistema de som + display colorido)
                      RXT-X 300 – Disponível na cor Preto Triplo, conta com sistema iDF e Pacote Tech (sistema de som + display colorido)

                      Pesca Esportiva

                      FishPro Scout 130 – Disponível na cor Branco e Azul Gulfstream, conta com sistema iDF
                      FishPro Sport 170 – Disponível na cor Branco e Azul Gulfstream, traz sistema iDF e sistema de som
                      FishPro Trophy 170 – Novidade para o Brasil, o modelo está disponível na cor Cinza Shark e Laranja Crush e traz capa protetora, sistema iDF e Pacote Tech (sistema de som + display colorido)

                      Aventura

                      Explorer Pro 170 – Lançamento da marca na cor Cinza Iceland, traz sistema iDF e Pacote Tech (sistema de som + display colorido)

                      Pensando nos pilotos aventureiros, a Sea-Doo trouxe o novo Explorer Pro 170, prometendo chegar mais longe com mais conforto e funcionalidade.

                       

                      A proposta é atender aqueles que gostam de expedições de vários dias, pois possui ampla capacidade de armazenamento, eficiência de combustível e muito conforto. O Sea-Doo Explorer Pro 170 lança o novo segmento Aventura da linha de motos aquáticas da marca.

                      O Explorer Pro 170 vem equipado com GPS Garmin de 7”, sistema de bombeamento inteligente livre de detritos (iDF) e recursos adicionais, como o novo para-choque dianteiro e apoios angulados para os pés.

                       

                      A plataforma inclui o casco ST3 em “V” profundo para máxima estabilidade e habilidade em águas agitadas, além de uma plataforma traseira estendida, equipada com três pontos de fixação LinQ adicionais.

                       

                      Para encantar os exploradores e maximizar a capacidade de carga de equipamentos, a Sea-Doo combinou armazenamento frontal de acesso direto com o rack multicargo LinQ e a nova bolsa de 100L.

                      Para maior conforto, o jet traz itens como para-brisa para proteger o piloto do vento e respingos, aprimoramento do assento e o pacote Tech para curtir a playlist favorita durante todo o passeio.

                       

                      Já o modelo mais exclusivo da Sea-Doo até o momento é também uma edição limitada. O RXP-X Apex 300 une máxima potência e estilo e, com isso, se torna o jet dos sonhos dos entusiastas do alto desempenho e da velocidade.

                       

                      Com base na plataforma de maior desempenho do setor (RXP-X 300), conta com componentes de fibra de carbono e um pacote completo de recursos atualizados, incluindo assento do passageiro ergonômico, que permite que a moto aquática seja convertida de um para dois assentos em segundos, e capa de proteção personalizada.

                      O Sea-Doo RXP-X Apex 300 é equipado com casco T3-R, que permite inclinação nas curvas com máxima precisão, e com cockpit Ergolock-R, que conecta perfeitamente o piloto com a embarcação.

                       

                      Como novidade, traz o amortecedor de direção ajustável. Inédito no setor, garante mais conforto e dirigibilidade aprimorada, reduzindo o impacto das ondulações em águas agitadas. Já a coloração Verde Racing, com detalhes em neon, e os emblemas em relevo dão sofisticação ao modelo.

                      Tecnologia iDF e Pacote Tech

                      Lançada há dois anos no modelo FishPro e estendida ao GTX Limited 300 no ano passado, a tecnologia da Sea-Doo batizada de iDF, Sistema de Bombeamento Inteligente Livre de Detritos, veio para ficar e proporcionar mais tranquilidade e conforto aos pilotos.

                       

                      O sistema permite desentupir a admissão da moto aquática a partir do acionamento de um botão no guidão, que inverte a rotação da turbina, expelindo detritos, algas e vegetação que podem entrar pela grade, principalmente em águas rasas.

                      Agora na linha 2023, o iDF equipa ainda mais modelos: Wake 170, Wake Pro 230, GTX 170/ 230, GTX Limited 300, Explorer Pro 170, RXT-X 300, FishPro Scout 130, FishPro Sport 170 e FishPro Trophy 170.

                       

                      O Pacote Tech, composto pelo sistema de som bluetooth à prova d’água e painel com display colorido de 7,8 polegadas, lançado no Brasil no ano passado, também equipa mais modelos da linha 2023: Wake Pro 230, GTX Limited 300, RXT-X 300, RXP-X 300, RXP-X 300 Apex, Explorer Pro 170 e FishPro Trophy 170.

                      Universo de possibilidades

                      Acessórios completamente novos estão à disposição dos consumidores na linha 2023, como a Extensão da Plataforma Traseira LinQ, disponível para os modelos GTX, GTX Limited, Wake Pro, RXT-X, projetada com várias configurações de carga convenientes e versáteis, permitindo melhores soluções nos passeios com mais facilidade ou criação de espaço adicional para descansar, pescar e muito mais.

                       

                      Compatível com os modelos GTX, Wake Pro, RXT-X, GTI, GTI SE, Wake, RXP-X e FishPro, a Bolsa Estanque 100L é capaz de levar tudo e mais um pouco.

                      E para ampliar em até três vezes a colocação de acessórios LinQ, o Rack Multicargo LinQ pode ser usado nas motos aquáticas GTI, GTI SE, GTX, GTX Limited, Explorer Pro, RXT-X, RXP-X, Wake, Wake Pro, FishPro Scout, FishPro Sport.

                       

                      A Bolsa de Assento LinQ, que pode ser utilizada nos jets GTI, GTI SE, GTX, GTX Limited, Explorer Pro, RXT-X, RXP-X, Wake, Wake Pro, FishPro Sport, FishPro Trophy, mantém todos os pertences pessoais à mão e otimiza o espaço da plataforma traseira graças ao seu posicionamento inteligente.

                       

                      Para mais informações sobre a linha 2023 Sea-Doo de motos aquáticas, acessórios e vestuário, localize a concessionária mais próxima.

                       

                       

                      Náutica Responde

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                        11/12/2022

                        Segundo homem mais rico do mundo, o bilionário Jeff Bezos está prestes a desfrutar do seu megaiate de 127 metros de comprimento.

                         

                        O modelo escolhido teve a inspiração no famoso iate à vela Black Pearl. Contudo, Jeff preferiu equipá-la com novas tecnologias, deixando o produto final mais sofisticado e caro.

                        Reprodução: Autoevolution

                        O projeto idealizado pela Oceanco tem o nome de Y721 e ao longo dos seus quase 130 metros é equipado com três mastros. Porém, nem a Oceanco, muito menos Bezos confirmam ele como comprador da embarcação. Atualmente, ela se encontra ancorada no cais do estaleiro, esperando seu dono.

                        Reprodução: Autoevolution

                        Uma das polêmicas envolvidas neste projeto é que, para serem realizados testes em alto mar, o Y721 passaria por uma ponte histórica na cidade de Koningshaven, próximo de Roterdã. E, para comportar seus mastros montados, a ponte precisaria ser desmontada. 
                         

                        Os moradores, no entanto, não gostaram da ideia e fizeram tanta reclamação que outra rota foi criada para o megaiate pudesse fazer seus devidos testes.

                        Reprodução: Autoevolution

                        Segundo a marca, o custo final do projeto é de US$ 500 milhões, aproximadamente R$ 2,6 bilhões (valores convertidos em dezembro de 2022). Na hora da entrega, o Y721 ganhará o primeiro lugar no ranking dos iates a vela mais caros de Roterdã.

                         

                        Essa também é a maior embarcação deste tipo construída na Holanda, além de ser o projeto mais demorado da Oceanco.

                         

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                          Teste Sea-Doo Fish Pro Scout 130: Aliando conforto e estabilidade, jet faz sucesso entre os pescadores

                          Embarcação com itens inovadores virou febre entre os amantes da pesca esportiva nos Estados Unidos

                          10/12/2022

                          Passeio ou pesca? Os dois! Indicado para um pescador ocasional, o jet Sea-Doo Fish Pro Scout 130 tem uma proposta que parece slogan publicitário. A embarcação promete aliar o conforto, a hidrodinâmica, a estabilidade e a velocidade de uma moto aquática de passeio com os recursos de um jet de pesca.

                           

                          Para isso, entre outros recursos, o Sea-Doo Fish Pro Scout 130 vem equipado com localizador de peixes (fishfinder), sistema que expulsa sujeira e detritos capturados pelo rotor (iDF) e uma gama enorme de apetrechos para o pescador (neste caso, já como itens de série), como um cooler térmico de pesca de 51 litros, suportes de varas e até puçá, ajuste de velocidade para pesca de corrico e GPS com carta náutica com tela colorida de 6 polegadas, da Garmin.

                           

                          Um dos itens que mais diferenciam este modelo é o assento para pesca “Ergolock”, que é diferente dos modelos de passeio e favorece a ação do pescador para qualquer lado que ele estiver virado. Tudo isso com a poderosa marca canadense estampada no casco. Mas, será que é 100% fiel a esse conceito?

                           

                          Para tirar a prova dos nove, pegamos uma unidade do Fish Pro Scout na concessionária Casarini (líder de vendas da Sea-Doo no Brasil, com três endereços em São Paulo, e uma das melhores revendas BRP em todo o mundo) e levamos para as águas do Guarujá.

                          Antes de embarcar, na Praia da Enseada, chama atenção o desenho da plataforma desse jet, de 13 pés de comprimento, construída sobre a base de casco da linha GTI.

                           

                          O casco é confeccionado com um material mais leve, exclusivo da Sea-doo, o Polytec, já de segunda geração. É um casco largo, com 1,25 m de boca, com centro de gravidade mais baixo e a promessa de melhor estabilidade.

                           

                          E como menos peso (apenas 355 kg) sempre significa maior desempenho (além de economia de combustível), é fácil imaginar o que o Fish Pro Scout entrega, mesmo com um motor Rotax 1630 ACE de 130 hp — na versão Fish Pro Sport, com plataforma alongada, a potência salta para 170 hp. No nosso teste, a velocidade máxima foi de 83 km/h (perto de 45 nós, ou ainda 51,5 mph).

                          Junto com NÁUTICA, embarcou o pescador Felipe Bogomoltz, craque no assunto há mais de 30 anos, que listou as vantagens de se pescar com um jet, em vez de uma lancha. “Há vários pontos a favor. Em primeiro lugar, a facilidade de se colocar o jet na água (é uma operação muita mais rápida). Depois, o consumo de combustível, que é muito menor.

                           

                          Pesa também o fato de o pescador estar mais perto da água, mais perto dos peixes. Além disso, é muito mais fácil lavar um jet do que uma embarcação de maior porte. Sem contar o fato de se poder entrar e sair da água com mais rapidez e, consequentemente, com mais economia.

                           

                          Entre os recursos de série desse jet — como área estanque para o celular, conexão USB e os vários itens para a pesca já listados — está um amplo espaço de carga frontal, com sacola removível, que, somado ao sistema de engate rápido (LinQ) na parte traseira, que permite adicionar o cooler de 51 litros, sobra espaço para o armazenamento de todos os equipamentos de pesca, e muito mais.

                          O sistema de engate rápido, com dois pontos de fixação integrados, permite adicionar facilmente vários itens de conforto, de porta-copos e porta-varas (nos bordos dianteiros) a um cooler e uma bolsa, entre outros acessórios disponibilizados pela Sea-Doo.

                           

                          Como tudo é removível — dos suportes das varas de pesca à geleira na popa —, em poucos segundos o jet de pesca se transforma em uma embarcação de passeio de três lugares, com todos os recursos de uma moto aquática Sea-Doo, como degrau de reembarque, freio e reverso, além do sistema que permite a limpeza da grelha com um simples botão, ou seja, sem que o piloto tenha de sair do seu assento.

                          Na hora do desembarque, Felipe Bogomoltz rasgou elogios ao Fish Pro Scout. “Girei 360 graus, puxei para trás, fui para frente, para um lado, para o outro, testei os acessórios, e me senti bastante confortável. É um belo de um brinquedo”, afirma o pescador.

                           

                          “Gostei muito do espaço na geladeira, onde dá para transportar bebidas e gelo. Há ainda um belo lugar para colocar a caixa de pesca, e um Garmin incrível para colocar a carta náutica e o transducer. É um jet muito estável, confortável e possante. O único senão é a falta de um suporte inclinado para trás. Assim mesmo, dá para corricar numa boa”, conclui Bogomoltz, que, durante o teste, fisgou três peixes: um xaréu olhudo e dois xareletes.

                           

                          Não por acaso, esse jet, com número crescente de usuários no Brasil, já conquistou os pescadores nos Estados Unidos.

                          Saiba tudo sobre o Sea-Doo Fish PRO Scout 130

                          Velocidade: 51,5 mph (45 nós)
                          Capacidade: 355 kg (3 pessoas)
                          Combustível: 60 litros
                          Potência: 130 hp
                          Preço: a partir de R$ 119.990,00 (pesquisado em dezembro/2022)

                           

                          Reportagem: Guilherme Kodja e Felipe Bogomoltz
                          Edição de texto:
                          Gilberto Ungaretti
                          Edição de vídeo: Luiz Becherini
                          Fotos: Victor Oliveira e Divulgação

                           

                           

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                            09/12/2022

                            Criado e idealizado por Alexeev Rotislav para fazer ataques relâmpagos aos navios rivais, o ecranoplano MD-16, serviu apenas por três anos para os soldados da antiga União Soviética. Sua intenção era atuar na Guerra Fria, por isso foi equipado com potentes mísseis guiados e que poderiam chegar até 100 quilômetros de distância.

                             

                            Na época seus principais alvos eram os porta-aviões. Por fazer parte de um projeto ultrassecreto da extinta União Soviética, o MD-16 foi pensado de uma forma que nem os radares aéreos poderiam notá-lo, muito menos os sonares, pois o modelo voava cerca de seis metros de altura da água. Desta forma, seu ataque era rápido e feito como uma surpresa aos seus rivais.

                             

                             

                            Um dos fatores mais impressionantes é seu tamanho, cerca de 73 metros de comprimento. Já a distância entre suas asas, chega em 44 metros. Para efeito de comparação, até o começo do ano o maior avião ativo era o Antonov An-225, com 84 metros ao total. Para movimentar as 380 toneladas do ecranoplano, foram acoplados oito motores a jato e juntos permitiam uma velocidade máxima de mais de 500 km/h.

                             

                             

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                            Internamente existiam salas de descanso, camas, e até uma cozinha, os quais podiam atender até 15 pessoas. Para evitar qualquer tipo de surpresas, havia também radares e sistemas voltados para a detecção de eventuais problemas.

                             

                             

                            Depois de cair em desuso, o Lun foi abandonado em uma base naval russa, em Kaspiysk. Recentemente, houve uma tentativa de levá-lo para um museu em Derbent, na Rússia. Contudo, dada as dificuldades de locomoção, o avião-barco começou a afundar e por isso foi deixado em uma praia e se tronou um ponto turístico bem diferente.

                             

                             

                            Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                             

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                              O treinamento aconteceu no Iate Clube Caiobá e contou com 70 marinheiros e funcionários do clube

                              Por: Redação -

                              A Campos Yacht Paraná, representante da Schaefer Yachts, recebeu um treinamento com produtos ecoeficientes de limpeza náutica — em outras palavras: produtos limpam as embarcações sem agredir o meio ambiente.

                              O evento aconteceu no Iate Clube Caiobá, e contou com 70 participantes, entre marinheiros e funcionários do iate clube.

                              O treinamento da Schaefer, em parceria com a marca Nautispecial, capacitou nas técnicas e no bom uso dos produtos ecoeficientes de limpeza e preservação.

                               

                              “Foi muito importante, e como representante da Schaefer Yachts, foi um sucesso o Workshop, pois trata de trabalho, materiais e produtos para manutenção, conservação e cuidado com as embarcações”, disse Renato Campos.

                              Com o treinamento no estaleiro catarinense, que completa 30 anos de história em 2022, os marinheiros aprendem a evitar mofo nas embarcações, acabar com manchas nos vidros e resolver odores desagradáveis em banheiros de embarcações.

                               

                              Além disso, os participantes têm noções de sustentabilidade e de educação ambiental. Outro assunto comentado foi sobre o lixo orgânico e reciclável das embarcações, instruindo de separar para facilitar os outros envolvidos.

                              A Nautispecial está há mais de 25 anos no mercado e oferece produtos biodegradáveis, feitos com matérias-primas selecionadas e não-agressivas ao meio ambiente. A sua linha verde, por exemplo, usa componentes naturais na sua formulação, como plantas, em vez de minerais.

                               

                              A empresa vem realizando diversos treinamentos pelo Brasil, passando por São Paulo, Paraná e Santa Catarina somente neste mês de dezembro.

                               

                               

                               

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                                08/12/2022

                                Um curioso prato de carne folheado a ouro roubou a cena em um dia de folga da Seleção Brasileira no Catar. Mas a refeição, entre uma partida e outra da Copa do Mundo, não é a única extravagância em que o ouro é protagonista — há até embarcações usando o material.

                                 

                                O iate de 100 pés History Supreme, por exemplo, foi muito além. A pedido de um magnata da Malásia, o joalheiro britânico Stuart Hughes afirma ter aplicado 100 mil quilos de ouro sólido e platina na embarcação.

                                 

                                Hughes é famoso por anunciar gadgets de alto luxo e tem entre suas criações extravagantes uma versão do iPhone produzida com 135 gramas de ouro 24 quilates, 600 diamantes brancos e um raro diamante preto.

                                 

                                Tudo indica que o dono do opulente iate History Supreme é Robert Kuok. Com o intuito de ser exclusivo, a embarcação, ao longo dos 100 pés (cerca de 30,5 metros) ostenta o brilho do metal precioso.

                                Reprodução

                                A pintura do casco é feita com finas camadas da folha do produto, assim como as cadeiras do deck e a âncora. Mas não para por aí. O iate ainda tem uma parede adornada com pedras de meteoro e ossos de Tiranossauro Rex de verdade, além um aquário feito com 70 quilos de ouro.

                                Reprodução: Autoevolution

                                Segundo Hughes, o valor do History Supreme é estimado em mais de 3 bilhões de libras esterlinas, aproximadamente 19 bilhões de reais (valores convertidos em dezembro de 2022).

                                Mas não é só sobre as águas que a ostentação pode aparecer. Carros superesportivos, como o Lamborghini Aventador e o Bentley Mulsanne também já tiveram uma versão “gold”.

                                 

                                O primeiro modelo foi encomendado em 2015 e será entregue no dia 18 de dezembro deste ano, em comemoração ao fim da competição mundial e também ao Dia Nacional do Catar. O outro tem a tampa do porta-malas, capô e teto feito do metal precioso e foi produzido em 2014.

                                Reprodução: Luxury Launches

                                 

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                                  Equipe Jetco Racing Yamaha garante vaga para mundial de jet

                                  Além dos campeões nas principais categorias, a Yamaha esteve presente no alto do pódio em mais 5 categorias do 33° Campeonato Brasileiro de Jet

                                  Por: Redação -

                                  A Equipe Jetco Racing Yamaha consagrou-se campeã nas duas principais categorias do 33° Campeonato Brasileiro de Jet, competindo com os WaveRunners GP 1800R SVHO e FX Cruiser SVHO.

                                  O campeonato brasileiro organizado pela BJSA (Brazilian Jet Sport Association) foi composto por duas etapas neste ano, que aconteceram em Caraguatatuba e Rifânia, em São Paulo.

                                   

                                  A Equipe Jetco Racing Yamaha ganhou ambas as etapas. Sendo assim, campeã e vice-campeã geral da categoria Runabout Turbo GP Pro, obtendo o primeiro lugar com o piloto Júnior (Valdir Brito Júnior) e o segundo lugar com o seu irmão “Beto” (Umberto Brito).

                                   

                                   

                                  Júnior obteve grande sucesso na categoria Runabout Turbo Stock Pro, na qual ficou em primeiro lugar do ranking.

                                   

                                  Além disso, a equipe foi campeã nas categorias Runabout Turbo Stock Novatos e Supercourse Turbo Stock Novatos, categorias que são exclusivas para pilotos iniciantes.

                                   

                                  Como conquistaram pódio em duas categorias profissionais, os pilotos garantiram suas vagas no campeonato mundial de jet, que tem previsão para acontecer em Lake Havasu no Arizona (EUA) no mês de outubro de 2023.

                                   

                                  Os dois principais pilotos da equipe (Júnior e Beto) juntos, possuem mais de 30 títulos e são referências quando o assunto é competições de Jet. Os pilotos escolhem sempre utilizar os WaveRunners Yamaha, exaltando suas habilidades e atestando o favoritismo nos pódios.

                                   

                                  Além dos campeões na principal categoria do campeonato, a Yamaha esteve no pódio em mais 5 categorias, representada pelos pilotos Rogério Schröder na categoria Ski Aspirado Stock 2 tempos, Matheus Fiorin Gimenez na categoria Runabout Aspirado Stock 1651cc acima Novato, Marcello Fiorin Gimenez (Chulinha) na categoria Runabout Pro Aspirado Stock, Daniel Soares Silva na categorias Supercourse estr nov asp stock acima 1651cc e também no feminino, Luciano de Avelar Siqueira na categoria Supercourse Stock 1800.

                                   

                                   

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                                    Por: Redação -

                                    Ter sua embarcação segurada é um item essencial para navegar com tranquilidade. Mas, na hora de procurar a melhor opção para seu barco, muitas dúvidas podem surgir.

                                     

                                    NÁUTICA conversou com a Vokan, corretora de seguros náuticos que está no mercado desde 2013, para elencar alguns pontos importantes aos quais os donos de lanchas, veleiros, iates ou jets devem ter atenção na hora de contratar uma apólice.

                                    De acordo com Camila Diniz, diretora comercial da Vokan, o primeiro ponto ao qual se deve ficar atento é na escolha do corretor de seguros.

                                    Ele é especialista no segmento náutico? É um corretor que tem experiência com regulação de sinistros náuticos? Isso é muito importante porque, no momento do sinistro, a experiência do corretor vai fazer toda a diferença para o cliente receber a indenização de forma correta e rápida – Camila Diniz, diretora comercial da Vokan

                                    O segundo passo que Camila ressalta é checar quais as coberturas oferecidas pela empresa e o que cada seguro oferece. “Nós temos as coberturas de remoção de destroços, por exemplo. Essa é uma operação extremamente custosa e muitas pessoas não sabem disso”, explica a diretora.

                                    “A cobertura de responsabilidade civil cobre todos os danos causados a terceiros; também tem a cobertura casco, que é o valor de mercado da embarcação — essa cobertura é para a embarcação em si, para os dados causados à embarcação, então é importante verificar se ela está contratada de forma correta”, detalha Camila.

                                     

                                    Segundo a diretora comercial, a Vokan preza muito pelo atendimento prestado aos clientes e tem um time de especialistas em seguros. A empresa tem planos de seguros náuticos que protegem contra incidentes e acidentes que possam ocorrer com embarcações, tripulação ou terceiros.

                                     

                                    Dentre as coberturas garantidas em todos os seguros náuticos da marca estão: assistência de salvamento, medidas contra perda total, roubo ou furto total qualificado, danos parciais e as operações de colocação e retirada da água — desde que dentro do litoral brasileiro.

                                     

                                    Também é possível contratar coberturas extras com a Vokan, que incluem a navegação sob custódia de terceiros, roubo ou furto qualificado de equipamentos (sob consulta), participação em regatas (inclusive danos a mastros e velas), participações em competições de pesca, remoção de destroços e extensão para viagens internacionais.

                                     

                                    Criada por empreendedores apaixonados por aviação e com grande experiência no mercado segurador, a Vokan se tornou referência em seguros aeronáuticos no país. E, há dois anos, expandiu suas operações, ingressando no mercado de seguros náuticos.

                                     

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                                      Teste Triton Flyer 37 HT: casco marinheiro, lancha esbanja espaço no cockpit

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                                      Por: Redação -
                                      07/12/2022

                                      Apresentada como uma das grandes vedetes do São Paulo Boat Show 2021, a Triton Flyer 37 instantaneamente encantou o público. Fez tanto sucesso que estimulou o estaleiro a apresentar, durante o Rio Boat Show 2022, uma versão com hard-top: a Triton Flyer 37 HT.

                                      Como era de se imaginar, essa 37 pés também causou furor, por conta do layout com ótimo aproveitamento interno e externo. Sem contar que, durante o salão náutico carioca, a lancha podia ser testada nas águas da Baía de Guanabara, no entorno da Marina da Glória, o que deixou os ânimos ainda mais elevados.

                                       

                                       

                                      Mas essa não é a sua única qualidade. Longe disso. A Triton Flyer 37 HT tem virtudes de sobra para conquistar o brasileiro e até os gringos. Tanto na aparência quanto no conforto e na eficiência, eis aqui um grande barco.

                                      Com uma campanha de marketing ancorada na palavra “Flyer”, do inglês, que significa “algo que voa”, o estaleiro paranaense Triton Yachts — que antes do Rio Boat Show 2022 somava 17 modelos, de 23 a 52 pés — anunciou a chegada do mais novo membro da família: a lancha Triton Flyer 37 HT, que tem como um dos pontos altos — além do hard top com teto solar elétrico — uma plataforma lateral (a boreste) que, quando aberta, aumenta consideravelmente a área “útil” e social do barco, formando com a plataforma de popa um verdadeiro beach club.

                                       

                                      Fundada em 1984, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, e já com cerca de 2.000 lanchas navegando, a Triton Yachts caprichou na receita de sua nova lancha, projetada sob o conceito open, com teto solar elétrico no salão.

                                      Trata-se de um passo a mais na história da marca, comandada pelo engenheiro José Maria Cechelero Júnior e que tem o seu filho, Allan Cechelero, como porta-voz e diretor de marketing.

                                       

                                      Feita para o sol e muito adequada para passeios em família, a Triton Flyer 37 HT é uma lancha do tipo hard-top, com cobertura rígida de fibra e teto solar elétrico (o mesmo casco tem a versão T-Top).

                                      Com 11,25 metros de comprimento por 3,30 metros de boca, ela foi homologada para 14 pessoas durante os passeios diurnos, o que significa aproveitamento máximo de espaço. Para isso, com o barco parado, o cockpit conta com uma gostosa abertura lateral, a boreste, com acionamento hidráulico.

                                       

                                      Para ampliar ainda mais a generosa área de popa, o móvel gourmet (contando com grelha elétrica ou a carvão, tábua de carne, pia pressurizada etc.) foi descolado para bombordo, abrindo espaço para um sofá voltado para a popa, permitindo interação dos ocupantes do cockpit com quem está na água.

                                      Detalhe: esse sofá tem encosto rebatível, podendo ser utilizado também como solário. Todos esses truques fazem uma diferença e tanto porque, com o deck aberto, feito uma varanda, a área da popa (incluindo a plataforma, que pode ser fixa ou submersível) se transforma em um verdadeiro beach club, perfeito para curtir bem pertinho do mar.

                                       

                                      Já na proa do mais novo modelo da Triton Yachts há um amplo solário triplo com encostos reclináveis e porta-copos nos braços, além de um banco de madeira no guarda mancebo. Destaque para a ampla passagem por uma abertura no para-brisa, a bombordo, integrando o cockpit com a proa. Abaixo dela, no corredor que dá acesso à proa, há uma porta de acrílico com trava.

                                      Por privilegiar os banhos de sol, o projeto excluiu a gaiuta que tradicionalmente ocupa esse espaço. Em compensação, incluiu uma vigia adicional na parte da frente do solário, pois o mesmo fica um degrau acima do piso. Uma grande sacada, que ilumina e ventila a cabine sem prejudicar a parte externa da proa.

                                       

                                      No cockpit, há um sofá em L a boreste, atrás do posto de comando, e outro sofá em L, esse bem maior, com assentos para seis pessoas, que se estende da popa até a caixa de gelo, por bombordo. A mesinha de centro, de madeira, é removível. O acesso interno para inspeções de rotina se dá por aqui, com a abertura de uma porta no piso com sistema de amortecimento hidráulico.

                                       

                                      E há ainda uma segunda entrada na casa de máquinas, para acesso total aos motores, só visível com o deslocamento do móvel gourmet.

                                      O caprichado banco duplo do posto de comando também merece destaque, por conta da posição de pilotagem, muito confortável, com ótima visão frontal. Para isso, além dos assentos rebatíveis e com ajuste de altura, contribui a perfeita transição do para-brisa (com limpador de série) para o hard-top. Na unidade testada por NÁUTICA, porém, o assento do piloto estava muito reclinado, tema que o estaleiro já se prontificou a corrigir.

                                       

                                      O painel tem espaço para vários instrumentos, podendo ser 100% digitais ou mesclados com os eternos reloginhos analógicos. O revestimento do painel tem um toque emborrachado, material que, mesmo no calor do Rio de Janeiro, onde a lancha foi testada, não aquece muito, deixando a pilotagem mais agradável, além de não refletir a luz.

                                      Outro item que agrada são as janelas laterais com aberturas nos dois bordos do hard top. Especialmente para o piloto, é um conforto e tanto, porque além de ventilarem facilitam a comunicação durante as manobras de atracação.

                                       

                                      Por dentro, a cabine (com 1,90 m de altura) da Triton Flyer 37 HT agrada tanto pela decoração clean, de bom gosto, quanto pela amplitude e excelente fluidez, bem iluminada e ventilada por janelas laterais, a vigia à frente do solário e outra sobre a cozinha.

                                      São dois camarotes, sendo um aberto na proa, em que o sofá com mesinha se transforma em uma enorme cama em que podem dormir um casal e uma criança. O outro fica à meia-nau, bem iluminado pelo vidro do casco e com uma ampla cama de casal e um pequeno sofá.

                                       

                                      O banheiro completo, a boreste, conta com box fechado com vidro temperado. A cozinha, a bombordo, tem micro-ondas, cooktop, uma pequena geladeira, pia pressurizada e armários para utensílios e mantimentos. Para ventilar o ambiente, há ainda uma larga vigia acima da bancada, que funciona como “coifa” para quem curte cozinhar a bordo.

                                      Como as janelas de vidro da cabine avançam por quase toda a lateral do casco, o camarote de proa permanece bem iluminado — mesmo sem a tradicional gaiuta no teto, substituída por uma vigia abaixo do solário.

                                       

                                      Para avaliar o potencial de navegação da Triton Flyer 37 HT, navegamos nas águas da Baía de Guanabara, com direito a saída para mar aberto, num dia de vento forte de leste e ondulação de sudeste, condição ideal para testar uma lancha desse porte. Estava equipada com dois motores V8 Mercruiser 6.2 litros de 300 hp cada, a gasolina.

                                      Ao embarcar, o barco chama atenção pela estabilidade. Manetes acionados, com mar encarneirado de través e vento de proa, o casco reage muito bem. Ignorando as ondas, permanece firme e estável sem tendência a caturrar e sem respingos. Pelo contrário: sua proa volumosa propicia maior flutuação e, consequentemente, ajuda a vencer as vagas, sem deter a velocidade.

                                       

                                      Nas manobras, fazendo curvas fechadas, mesmo com a superfície do mar não estando lisa, o barco manteve o curso firme, sem bater e quase sem inclinar.

                                      Voltando do mar aberto para a baia, com a Flyer 37 HT surfando com vagas pela popa, a proa bojuda manteve sua atitude navegadora, preparando o casco para a próxima onda sem embicar nem reduzir o andamento.

                                       

                                      Dentro da cabine, os passageiros não perceberam que a lancha passou a navegar com mar ondulado de popa/través. Isso acontece porque, navegando tanto a favor como contra o vento, a reação é muito similar. Dá gosto acelerar um barco tão marinheiro.

                                      Navegação da Triton Flyer 37 HT

                                      Outro aspecto interessante é que durante a navegação a construção se mostra muito rígida, principalmente na parte estrutural, porque o hard-top é muito firme. Tanto em mar calmo como com ondas, o conforto é o mesmo.

                                       

                                       

                                      No teste de aceleração a Triton Flyer 37 HT precisou de 10,6 segundos para ir do zero aos 20 nós. No desempenho, levantando os flaps gradualmente, a lancha também fez bonito, alcançando 36,4 nós de máxima, velocidade muito boa, considerando-se o peso do barco e seu foco maior no conforto e espaço. Mesmo no vento forte e navegando contra ondas de porte médio — uma boa condição para colocar o casco à prova —, a velocidade final se sustentou acima dos 35 nós.

                                      Em suma, a Triton Flyer 37 HT — que na motorização aceita dois centro-rabeta a gasolina de 300 a 380 hp ou dois diesel de 270 hp a 320 hp — é um barco impressionante tanto no aproveitamento do cockpit e da cabine como na navegação, com seu casco extraordinariamente marinheiro, como se verá adiante. 

                                      Saiba tudo sobre a Triton Flyer 37 HT

                                      Pontos altos

                                      • Cockpit muito espaçoso
                                      • O casco marinheiro e ágil
                                      • Layout moderno e criativo

                                      Pontos baixos

                                      • Assento do piloto muito reclinado
                                      • Quinas no armário do painel elétrico
                                      • Trava ruim na junção da abertura do para-brisa

                                      Características técnicas

                                      Comprimento total: 11,25 metros
                                      Boca: 3,30 m
                                      Altura da cabine: 1,90 m
                                      Calado com propulsão: 1,0 m
                                      Ângulo de V na popa: 17 graus
                                      Capacidade dia: 14 pessoas
                                      Capacidade pernoite: 5 pessoas
                                      Combustível: 500 litros
                                      Água: 200 litros
                                      Peso do casco: 5.000 kg
                                      Peso com motor: 6.000 kg
                                      Motorização: centro-rabeta
                                      Potência: 2 x 300 a 380 hp (gasolina) / 2 x 270 a 320 hp (diesel)

                                      Quanto custa a Triton Flyer 37 HT

                                      O preço da Triton Flyer 37 HT é a partir de R$ 1,4 milhão, com dois motores centro-rabeta de até 300 hp cada. Preço pesquisado em dezembro/2022. Para saber mais sobre o modelo testado, acesse o site oficial da Triton Yachts.

                                       

                                      Consultor técnico: Guilherme Kodja
                                      Edição de texto: Gilberto Ungaretti
                                      Edição de vídeo: Luiz Becherini
                                      Fotos: Victor Oliveira e Divulgação

                                       

                                       

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                                        A vela amanheceu triste nesta quarta-feira, dia 7 de dezembro, com notícia da morte do velejador apaixonado pelo esporte Dionysio Sulzbeck, aos 87 anos.

                                        Didi, como era conhecido entre os velejadores, deixa um imenso legado na história da vela no Brasil. Foi, por muitos anos, juiz do circuito de vela oceânica mais importante do Brasil, que é a Semana de Vela de Ilhabela, e presidiu a FEVESP (Federação de Vela do Estado de São Paulo).

                                        Pessoa do bem, de bom coração. Fazia parte dos eventos e da vela sem interesse que não fosse o amor pelo mundo náutico. Não conheço nem sequer uma pessoa que não gostasse dele. Era sempre uma alegria encontrá-lo – Ernani Paciornik, presidente de NÁUTICA. 

                                        Nas redes sociais, muitos amigos e admiradores do velejador lamentaram sua partida. “Triste notícia! Um grande juiz, deixou uma lição de serenidade e paciência, ele deixa a vela para entrar na história. Nossos sentimentos à família”, disse um deles.

                                        “Sentirei muita falta dos nossos bate-papos, como ocorreu na última Semana de Vela. Meus profundos sentimentos à Família. Que navegue em Paz”, relatou outro.

                                         

                                        “Um dos mais respeitados juízes de regata brasileiros, foi fundamental para a consolidação da vela paulista por várias décadas. Dono de um humor peculiar, contagiava os ambientes por onde transitava e ajudou na formação de gerações de velejadores. Veleje em paz por novas águas”, publicou os organizadores da Copa Mitsubishi de Vela.

                                         

                                        A Confederação Brasileira de Vela – CBVela, também prestou sua homenagem à Dionysio: “A vela está triste pela sua partida, mas celebrando todo seu legado. Descanse em paz, amigo Didi, bons ventos onde estiver!”

                                         

                                        NÁUTICA lamenta a partida de Dionysio e presta sentimentos à família e amigos do velejador.

                                         

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                                          Por: Redação -

                                          Cerca de 6.000 quilômetros de beira-mar e perto de 1.000 ilhas são alguns dos atrativos da Croácia, país que enfrenta o Brasil nesta sexta-feira (9), pelas quartas de final da Copa do Mundo do Catar.

                                           

                                          Você leu certo: o destino concentra quase 1.000 ilhas — muito mais do que Angra dos Reis, dona da maior concentração de ilhas do litoral brasileiro, com 365 ilhas. Só isso já bastaria para despertar a atenção de qualquer pessoa que goste de navegar.

                                          Mas, melhor ainda, é a qualidade do mar que banha tudo isso — um mar translúcido, cristalino e com um impressionante tom verde-esmeralda, que está entre os mais bonitos do mundo.

                                          Por tudo isso (uma costa generosa, ilhas em profusão e um mar com cor de Photoshop), não é de admirar que a Croácia tenha hoje um dos litorais mais desejados da Europa.

                                           

                                          Até porque é o melhor lugar do mundo para praticar um tipo de turismo que agrada em cheio quem quer conhecer um país de maneira diferente, interativa e que tem tudo a ver com um cenário dessa magnitude: os charters em flotilha — grupos de pessoas navegando juntas, a bordo de veleiros alugados, mas cada um no seu barco.

                                           

                                          O sistema, que difere da simples locação de veleiros porque a navegação acontece em regime de flotilha, mas não de comboio (ou seja, com diversos barcos avançando na mesma direção, mas não juntos, para não tirar o prazer de navegar individualmente), atrai, sobretudo, quem não se sente seguro em aventurar-se em águas desconhecidas, ou busca companhia nas travessias.

                                          Perfeito, portanto, para quem quer unir dois prazeres numa só viagem: o de navegar com segurança e num dos litorais mais espetaculares da Europa. Nisso, a Croácia é imbatível.

                                           

                                          Outra vantagem de embarcar em uma viagem como essa pelo litoral da Croácia é que são tantas ilhas e baías que as velejadas de um ponto a outro não duram mais do que um par de horas — geralmente, bem menos que isso. Não dá nem tempo de enjoar, com o benefício extra de que a paisagem é de babar.

                                           

                                          Das quase 1.000 ilhas que há no litoral da Croácia, apenas 47 são habitadas — e isso em plena Europa, o continente mais desenvolvido do planeta. E muitas não passam de charmosíssimos cocurutos preenchidos com casinhas impecáveis, que mais parecem montagens.

                                          É o caso da minúscula e histórica Trogir, uma ex-fortaleza medieval transformada em ilha-cidade (e com um castelo tão perfeito que parece cenográfico), que ocupa pouco mais do que seria o espaço de uma grande praça numa metrópole moderna — tanto que não há espaço para automóveis nas suas ruelas.

                                           

                                          Em compensação, sobram barcos e grandes iates atracados ao redor desta espécie de Paraty croata, que é uma das joias mais preciosas da costa da Croácia. Mas não a única.

                                           

                                          Há, também, a ilha de Hvar (não estranhe os nomes difíceis de pronunciar, porque uma das características do idioma croata é a supressão das vogais entre consoantes), repleta de montanhas, perfumados campos de lavanda (dizer que a ilha inteira cheira a roupa de bebê não é nenhum exagero) e muitos bares e beach clubs.

                                          No verão, entre julho e agosto, Hvar vira uma espécie de Ibiza croata — destino obrigatório para quem gosta de diversão e baladas à beira-mar. E ainda fica diante de uma das praias mais bonitas da região, a de Jerolim, numa ilhota bem em frente.

                                           

                                          Mas, obrigatório mesmo é conhecer a praia número 1 da Croácia, que também já foi eleita a mais bonita de todo o Mar Adriático: Zlatni Rat — algo como “Chifre Dourado”, em português, porque o seu formato lembra uma ponta bem fina de areia avançando mar adentro.

                                           

                                          Quer dizer: pedrinhas, em vez de areia, como em 90% das praias croatas — o que exige certa destreza ao caminhar e a proteção de sapatinhos de borracha, à venda em qualquer lugar. Nna Croácia, em vez de tirar o calçado ao chegar à praia, é preciso calçá-lo.

                                          A diferença em relação às outras praias da Croácia é que, em Zlatni Rat, as pedrinhas são brancas, o que potencializa ainda mais a cor do mar, um espetacular degradê entre o verde e o azul. Zlatni Rat fica no charmoso povoado de Bol, cujo pequeno porto lembra os das ilhas gregas, na ilha de Brac, que, por sua vez, está a uma hora de barco do continente — tudo lá é muito perto quando o caminho é feito pelo mar.

                                           

                                          Perto de Bol, mas já em outra ilha, a de Vis, uma das menos exploradas do litoral croata (porque, no passado, foi usada como refúgio do ex-líder supremo da extinta Iugoslávia, da qual a Croácia fazia parte, o lendário Marechal Tito), fica outra praia cinematográfica: a de Stiniva, praticamente escondida dentro de uma garganta.

                                           

                                          E um pouco mais adiante, na também vizinha ilha de Bisevo, a quase mágica Modra Spilja (“Gruta Azul”, em croata), onde, por conta da luz, o mar parece acender debaixo dos barcos.

                                          Nada, porém, se compara à incrível experiência de sair do mar e penetrar, com um barco, no mais famoso rio da Croácia, o impronunciável Krk (lembra-se das vogais que foram abolidas nos nomes croatas?), que permite navegar até o Parque Nacional de Krka (melhor também não tentar pronunciar), 70 quilômetros continente adentro.

                                           

                                          O Krk é um bonito curso de água também muito verde, que, a caminho do mar, escorre dentro de cânions que mais parecem fiordes noruegueses. Só a paisagem já valeria a investida, mas a natureza achou que era pouco e fincou uma série de cachoeiras no tal parque de nome impossível, ao qual você pode chegar de barco.

                                           

                                          E, não satisfeita, criou piscinas naturais diante das cachoeiras, para você apreciar as quedas d’água imerso na própria água do rio. É o que acontece em Krka. Se você acha que não faz sentido ir à Europa para ver cachoeira, algo que temos aos montes no Brasil, prepare-se para mudar de opinião ao visitar Krka.

                                          A base para a grande maioria dos charters em flotilha pelo litoral da Croácia é a cidade de Split, a segunda maior do país, e que também fica à beira-mar.

                                           

                                          É lá que estão as maiores empresas que organizam esse tipo de cruzeiro coletivo, geralmente de uma ou duas semanas de duração, mas apenas entre os meses de maio e outubro, quando a temperatura é quente — no verão, bem quente — em toda a Croácia.

                                           

                                          Os veleiros variam entre 30 e 42 pés, bem como o tamanho da flotilha. Cada um comanda o seu próprio barco, mas há um veleiro líder, que vai junto, com um skipper, um mecânico e uma hostess, para guiar, orientar e ajudar no que for preciso.

                                          Nos charters em flotilha, não há um roteiro rígido, cada um determina o próprio ritmo, “escapadinhas” e paradas não previstas são incentivadas, mas os locais de pernoites precisam ser obedecidos, porque não é permitido navegar à noite nesse tipo de cruzeiro.

                                           

                                          Essa é a única regra, além de ter de participar das reuniões diárias que o comandante da flotilha faz com todos os participantes, para explicar o roteiro do dia seguinte e dar dicas gerais de paradas e passeios.

                                           

                                          A rigor, o único empecilho nas ancoragens é o idioma croata, que não se parece com nada que você já tenha ouvido — “Croácia”, por exemplo, é “Hrvatska”, em croata. Mas, felizmente, simpatia é uma língua universal e, nisso, os croatas são poliglotas. Especialmente com brasileiros, que são sempre recebidos com entusiasmo, por conta do futebol (basta lembrar que a Croácia foi vice-campeã na última Copa do Mundo, em 2018).

                                          A simpatia do povo croata, pouco mais de quatro milhões de pessoas, é um dos pontos altos de qualquer viagem para este lindo país, banhado pelo incrível verde do Adriático, o mar mais translúcido da Europa. Mas a beleza de algumas das suas cidades históricas não fica nada atrás.

                                           

                                          A começar pela mais famosa de todas, a linda Dubrovnik, que é a cereja do bolo da Croácia. E que também fica na beira do mar.

                                           

                                          Dubrovnik, que soma mais de 1.500 anos de História e brilha feito mármore (porque foi construída com esse material), vive tão cheia de turistas, que, nos dias mais críticos (quando, por exemplo, atracam mais de dois navios de cruzeiro ao mesmo tempo), os portões da cidade antiga precisam ser fechados para que quem estiver lá dentro consiga, ao menos, caminhar.

                                          É praticamente impossível curtir Dubrovnik com a mesma tranquilidade do restante do litoral croata. Mas é igualmente verdade que não existe cidade mais bonita em toda a Croácia.

                                           

                                          Dubrovnik também serve como ponto de partida para visitar outras ilhas do litoral croata, como Korcula, que tem uma cidade murada que parece saída dos contos de fadas, e Mljet, com praias ainda virgens e eternamente vazias.

                                           

                                          Ao redor de Spit também há muitas ilhas e praias que merecem ser visitadas, mas, relaxe: mesmo a bordo de um barco, não dará tempo de ver tudo o que o interessantíssimo litoral da Croácia tem a oferecer. Para isso seria preciso, no mínimo, um ou dois meses inteiros do calendário.

                                           

                                          Mesmo assim, uma ou duas semanas a bordo de um veleiro navegando suavemente entre algumas das quase mil ilhas da Croácia já deixará boas lembranças desse país, cujo litoral é uma espécie de Angra dos Reis da Europa.

                                           

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                                            06/12/2022

                                            A seleção da Holanda navegou pelo mar da Arábia após a vitória nas oitavas de final da Copa do Mundo 2022. Depois de viver a intensidade de treinos físicos e também uma preparação mental mais elaborada, os jogadores holandeses tiveram um dia de folga nesta segunda-feira (5).

                                             

                                            O programa escolhido pela equipe foi relaxar a bordo de uma embarcação nos arredores de Doha, no Catar.


                                            Para aliviar as tensões do mundial, jogadores como Memphis Depay, Gakpo, Van Dijk, Berghuis e Dumfries divertiram-se com o passeio de barco, stand up paddle e até jogo de cartas a bordo.

                                             

                                            O técnico da nação, Louis Van Gaal, também curtiu o momento mais descontraído e depois deu uma entrevista para uma equipe jornalística de Amsterdã.

                                            Eu acredito em equipes. Não acredito em jogadores individuais. É claro que jogamos contra times com muita qualidade individual e ela pode decidir uma partida– Louis Van Gaal

                                             

                                             

                                            Os holandeses voltarão a entrar em campo na próxima sexta-feira (9), em uma partida contra a Argentina, no estádio Lusail. Se vencer esta disputa, a Holanda vai para a semifinal da Copa do Mundo 2022, onde pode ter o Brasil como rival — desde que a seleção canarinho passe vitoriosa pela Croácia.

                                            Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida

                                             

                                            Náutica Responde

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                                              Fórum Náutico Paulista realiza reunião virtual nesta quarta-feira. Saiba como participar

                                              O Fórum Náutico Paulista tem, entre suas principais metas, as melhorias das instalações náuticas

                                              Por: Redação -

                                              O Fórum Náutico Paulista realiza todos meses reuniões virtuais com palestrantes e convidados, abordando diferentes temas, com o intuito de orientar e esclarecer diversos assuntos do setor náutico.

                                              próximo encontro do Fórum será nesta quarta-feira (7), às 14h30, para retrospectiva 2022 e metas 2023.

                                               

                                              Seguindo os protocolos das sessões anteriores, ela será realizada pela plataforma Zoom e é aberta para o público acompanhar. Para acessar, o ID da reunião é 845 8160 2071 e a senha é 386321.

                                               

                                              Na primeira parte do encontro será apresentada a ata da reunião de novembro de 2022 e, logo em seguida, será realizada a aprovação do calendário das reuniões plenárias para 2023.

                                               

                                              Durante o encontro haverá também representantes das seguintes câmaras temáticas:

                                              • Indústria Náutica
                                                Coordenada por Marcio Dottori
                                              • Marinas e Meio Ambiente
                                                Coordenada por Mario Fontes
                                              • Navegação e Segurança
                                                Coordenada por Mario W. Bandeira
                                              • Turismo Náutico
                                                Coordenada por Bianca Colepicolo

                                              O próximo encontro do grupo está previsto para o  dia 15 de fevereiro de 2023. Para assistir aos encontros anteriores, acesse o Facebook do Fórum Náutico Paulista.

                                               

                                              O Fórum Náutico Paulista tem, entre suas principais metas, as melhorias das instalações náuticas, formação de mão-de-obra qualificada, criação de um ambiente econômico favorável ao setor e ordenamento das questões ambientais.

                                               

                                              Para atingir esses objetivos, o Fórum conta com o apoio de um grande grupo técnico de voluntários, do Sebrae, da Invest São Paulo, da Desenvolve São Paulo, e de várias entidades para fomentar o setor, e com várias Secretarias de Estado, para eliminar os gargalos, como a racionalização tributária e criação de novos marcos regulatórios que ofereçam aos empresários e investidores a segurança institucional e econômica necessária.

                                               

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                                                Duas regatas foram disputadas para todas as classes no último dia de competições da Copa Mitsubishi 2022, um dia decisivo para aqueles que chegaram ao final do campeonato em condições de vencer as disputas.

                                                É exatamente o Caso do Rudá, de Mario Martinez, e o Xamã, de Sergio Klepacz, que iniciaram o dia fazendo contas para saber quem levaria o campeonato 2022 na ORC.

                                                 

                                                O Lucky V/Alforria, de Luis Villares, entrou na raia para complicar as contas, vencendo a primeira regata do dia. O Xamã ficou na segunda colocação e o Zorro, de Gonçalo Sá, na terceira.

                                                 

                                                Já a segunda regata teve vitória do Rudá, enquanto o Argos, de Jaime Cupertino, ficou em segundo e o Inaê Amstel Ultra, de Bayard Umbuzeiro, na terceira colocação.

                                                 

                                                Com isso, o Campeonato 2022 termina com a vitória do Rudá, com 50 pontos, e o Xamã acumulando 52, em segundo. Na terceira colocação do ano, com 71 pontos, o Orson, de Kalu Silva.

                                                Zeus leva na RGS

                                                A primeira regata do domingo teve a vitória do Cangrejo, de Thiago Marques, com o Zeus em segundo e o Sossegado em terceiro. Na segunda regata, o terceiro colocado foi o mesmo e os dois primeiros inverteram posições: Zeus à frente e Cangrejo em segundo.

                                                 

                                                Com as regatas do ano finalizadas, o Zeus termina a temporada com a liderança absoluta de 17 pontos acumulados. Em segundo está o Bl3 Urca, com 49 pontos, e o Cangrejo, com 63, em terceiro.

                                                 

                                                C30 tem Caballo Loco em primeiro

                                                Na C30, o Caballo Loco, de Mauro Dottori, fecha a temporada em primeiro, com 21 pontos. Em segundo, com 38, ficou o Caiçara, de Marcos de Oliveira César. Na terceira colocação, o Team 06 Loyalty, de Alex Leal, com 51. Kaikias e Kairós, encerram o ano na quara e quinta colocações, respectivamente, com 53 e 57 pontos.

                                                 

                                                Na HPE25, o ano foi do Ginga, que fecha a temporada com 22 pontos, contra 27 do Pé de Vento e 29 do Conquest, segundo e terceiro, respectivamente.

                                                 

                                                Duplas e Bico de Proa

                                                Na nova dinâmica das classes Bico de Proa e Duplas, que correram regatas apenas em um sábado de cada etapa, o Nautilus, de Aziz Constantino, foi o vencedor da classe Bico de Proa, com 4 pontos ao longo do ano. Em segundo, o Blu, de Marcelo Ragazzo, com 8 e, com 11, o Cambada, de Luiz Giovaninni, ficou em terceiro.

                                                 

                                                Finalmente na Classe Duplas, o Helios, de Marco Gama Lobo, foi o vencedor, com 5 pontos, enquanto o H2Orça, de Hilpert Zamith, foi segundo, com 7 pontos.

                                                A competição da vela paulista já está confirmada para 2023

                                                A Copa Mitsubishi de Vela 2022 terminou e ,por mais um ano, reuniu os velejadores não apenas de São Paulo, mas do Rio, Florianópolis e Salvador, consagrando o evento como um dos melhores do calendário nacional.

                                                 

                                                Para 2023, as datas da Copa Mitsubishi de Vela já foram definidas. Confira abaixo!

                                                1ª Etapa: 11, 12, 18 e 19 de março

                                                2ª Etapa: 17,18, 24 e 25 de junho

                                                3ª Etapa: 23, 24, 30 de setembro e 1 de outubro

                                                4ª Etapa: 25 e 26 de novembro e 2 e 3 de dezembro

                                                 

                                                 

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                                                  Por: Redação -

                                                  A BRP alcançou números recordes no terceiro trimestre fiscal de 2023, com resultados bem acima das expectativas. A empresa canadense reportou um crescimento no varejo de 43% para esportes motorizados na América do Norte.

                                                  De acordo com José Boisjoli, presidente e CEO da BRP, as fortes linhas de produtos, a capacidade de produção adicional e a abordagem proativa para enfrentar os desafios da cadeia de suprimentos – com o apoio dos fornecedores e revendedores – foram fatores-chave para alcançar estes resultados.

                                                   

                                                  “Diante desses excelentes resultados e da visibilidade que temos nas entregas para o restante do ano, estamos aumentando nossa projeção para um EPS (Ganhos por Ação) normalizado esperado de CA$ 11,65 a CA$ 12,00 para todo o período. Olhando para o futuro, graças às nossas marcas líderes, inovação implacável, desempenho comprovado e produtos de qualidade, o crescimento será certo”, pontuou o Boisjoli.

                                                   

                                                  Dentre os principais números alcançados no período, destaque para receitas de 2.709 milhões de dólares canadenses, 71% a mais em relação ao mesmo período do ano anterior, um desempenho recorde para um único trimestre na história da empresa.

                                                   

                                                  No mesmo comparativo, o EBITDA normalizado de 488 milhões de dólares canadenses ficou 94% acima, enquanto as vendas no varejo de produtos Powersports aumentaram 43%, com ganhos de participação de mercado para motos de neve, motos aquáticas, quadriciclos e UTVs na América do Norte.

                                                  Em relação ao mesmo período do ano passado, o EPS diluído normalizado de CA$ 3,64 registrou um aumento de CA$ 2,16 por ação — ou 146%, novamente desempenho recorde para um único trimestre.

                                                   

                                                  Já o EPS diluído de CA$ 1,76 teve um incremento de CA$ 0,23 por ação, ou 15%. O aumento da projeção anual para receitas, EBITDA normalizado e EPS normalizado (diluído para cima em CA$ 0,35, agora variando de CA$ 11,65 a CA$ 12,00), representa alta de 17% a 21% sobre o ano fiscal de 2022.

                                                   

                                                  Resultados do terceiro trimestre

                                                  Apesar da pressão na rede da cadeia de suprimentos global e do recente incidente de segurança cibernética, a empresa aumentou as receitas durante o terceiro trimestre do ano fiscal de 2023, notadamente aumentando sua produção e a taxa de conversão de unidades substancialmente concluídas disponíveis para varejo.

                                                   

                                                  O aumento nas receitas nos períodos de três e nove meses deste ano fiscal em comparação com o ano fiscal de 2022 é explicado pela forte demanda do consumidor, apoiada pela capacidade disponível adicional, como a nova instalação de Juarez 3 dedicada à produção de motos de neve, motos aquáticas, quadriciclos e UTVs.

                                                   

                                                  No entanto, as entregas de motos aquáticas e veículos de três rodas no trimestre ocorreram após o pico da temporada de varejo e acabaram por impulsionar o aumento do estoque da rede de concessionárias ao final do terceiro trimestre.

                                                   

                                                  Os resultados completos estão disponíveis no site da BRP.

                                                   

                                                  Náutica Responde

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                                                    Por: Redação -
                                                    04/12/2022

                                                    O Brasil ampliou em 42% o número de praias e marinas certificadas com a Bandeira Azul, a maior premiação global dedicada à gestão de praias, marinas e embarcações de turismo.

                                                    Ao todo, 40 Bandeiras Azuis foram conferidas a 29 praias e 11 marinas brasileiras, uma alta de 12 locais em relação à última temporada, quando 28 locais foram certificados pelo programa.

                                                     

                                                    Para se qualificar para o Bandeira Azul, que promove o desenvolvimento sustentável em áreas de água doce e marinhas, uma série de critérios com foco em gestão ambiental, qualidade da água, educação ambiental, segurança e serviços, turismo sustentável e responsabilidade social devem ser atendidos, mantidos e comprovados anualmente.

                                                     

                                                    Antes do reconhecimento internacional, as praias e marinas passaram por avaliação de júri nacional, composto entre outros órgãos pelo Ministério do Turismo.

                                                    O principal objetivo do Programa é elevar o grau de participação e, consequentemente, de conscientização da sociedade, empresários do segmento náutico e gestores públicos quanto à necessidade de proteger os ambientes marinho/costeiro, incentivando a realização de ações que conduzam à resolução dos problemas existentes na busca da qualidade e proteção ambiental.

                                                     

                                                    Ao longo dos anos, o Bandeira Azul tornou-se um rótulo ecológico altamente respeitado e reconhecido trabalhando para reunir os setores de turismo e meio ambiente de maneira local, regional e internacional.

                                                     

                                                    O Programa Bandeira Azul foi criado pela FEE – Foundation for Environmental Education, uma instituição internacional com diversos integrantes representando seu respectivo país.

                                                     

                                                    No Brasil, o Operador Nacional do Programa é o IAR – Instituto Ambientes em Rede.

                                                    Conheça as novas praias com Bandeira Azul:

                                                    – Lagoa do Peri, Florianópolis (SC);
                                                    – Praia de Itaúna, Saquarema (RJ);
                                                    – Praia do Cerro, Barra Velha (SC);
                                                    – Praia do Forno, Armação de Búzios (RJ);
                                                    – Praia de Taquaras, Balneário Camboriú (SC);
                                                    – Praia do Cumbuco, Caucaia (CE);
                                                    – Praia Grande e do Ervino, em São Francisco do Sul (SC).

                                                    Novas marinas com Bandeira Azul:

                                                    – Voga Marine, Ubatuba (SP);
                                                    – Iate Clube de Santos, Angra dos Reis (RJ);
                                                    – Iate Clube de Santos, Guarujá (SP);
                                                    – Marina da Conceição, Florianópolis (SC);
                                                    – Yacht Clube da Bahia, Salvador (BA).

                                                    20 praias tiveram a Bandeira Azul renovada:

                                                    – Praia do Tombo – Guarujá, SP;
                                                    – Praia da Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe, Salvador – BA;
                                                    – Praia Grande, Governador Celso Ramos – SC;
                                                    – Praia do Peró, Cabo Frio – RJ;
                                                    – Praia do Estaleiro, Balneário Camboriú – SC;
                                                    – Praia do Estaleirinho, Balneário Camboriú – SC;
                                                    – Praia de Piçarras – Balneário Piçarras – SC;
                                                    – Praia de Guarajuba, Camaçari – BA;
                                                    – Praia de Itacimirim, Camaçari – BA;
                                                    – Praia de Quatro Ilhas, Bombinhas – SC;
                                                    – Praia de Mariscal, Bombinhas – SC;
                                                    – Praia da Conceição, Bombinhas – SC;
                                                    – Prainha, São Francisco do Sul – SC;
                                                    – Praia do Forte, São Francisco do Sul – SC;
                                                    – Praia Grande, Penha – SC;
                                                    – Praia da Bacia da Vovó, Penha – SC;
                                                    – Praia da Saudade, Penha – SC;
                                                    – Praia da Sereia, Vila Velha – ES;
                                                    – Praia do Patacho, Porto de Pedras – AL.

                                                    6 marinas tiveram a Bandeira Azul renovada:

                                                    – Marina Costabella, Angra dos Reis – RJ;
                                                    – Marinas Nacionais, Guarujá – SP;
                                                    – ICSC, Florianópolis – SC;
                                                    – Marina Kauai, Ubatuba – SP;
                                                    – Tedesco Marina – Balneário Camboriú – SC;
                                                    – Marina Itajaí, Itajaí – SC.

                                                     

                                                    Náutica Responde

                                                    Faça uma pergunta para a Náutica

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                                                      O objetivo é fazer da capital baiana a número um do turismo náutico brasileiro

                                                      03/12/2022

                                                      Dona de duas das três maiores baías do Brasil — a número 1, Baía de Todos-os-Santos, com um espelho d’água de 100 quilômetros de extensão, e a número três, Baía de Camamu, que vem logo atrás da Baía de Guanabara —, a Bahia reúne um sem-fim de atrações, destacando-se como um dos principais centros náuticos do país.

                                                      Não é exagero dizer que um Caribe em miniatura se difunde pelas águas limpas e translúcidas que banham a capital baiana, Salvador. A visão paradisíaca se estende ao Sul pela Costa do Dendê, como é chamada a região da ilha de Tinharé, de Morro de São Paulo e da cada vez mais hypada Boipeba.

                                                       

                                                      Águas cristalinas, peixes em abundância, praias quase desertas e enseadas de areia branca e vegetação exuberante. Tudo pontilhado por 56 ilhas! É só sair navegando pela Baía de Todos-os-Santos para encontrar uma extensão de terra escondida, onde se pode tomar sol no mais completo sossego, ou uma pequena praia de águas calmas e piscinas naturais rodeada de coqueiros, de beleza de tirar o fôlego.

                                                      Contudo, apesar da incontestável beleza do lugar e das inúmeras atrações naturais, faltava uma estrutura náutica de peso para consolidar esse paraíso como um importante destino turístico internacional. Não falta mais!

                                                       

                                                      Com financiamento do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), por meio do Prodetur (Programa Nacional de Desenvolvimento do Turismo), a Secretaria de Turismo do Estado da Bahia (Setur-BA) investiu US$ 70 milhões na construção de uma série de estruturas náuticas.

                                                       

                                                      São garagens, píeres, atracadouros, bases e rampas de acesso ao mar, num total de 12 intervenções, sendo 11 de infraestruturas náuticas e uma de valor cultural — a restauração do Museu do Recôncavo Wanderley Pinho, em Candeias, patrimônio histórico do Recôncavo Baiano. O objetivo é fazer da capital baiana a número 1 do turismo náutico brasileiro.

                                                       

                                                      A melhor notícia é que mais de 90% das obras estão prontas, faltando apenas a Base Náutica da Penha (que deve ser concluída ainda no segundo semestre de 2022) para “cerejar” o bolo.

                                                      “As intervenções no entorno da Baía de Todos-os-Santos representam um marco no turismo náutico do estado, para a geração de emprego e renda. Os equipamentos de padrão internacional podem ser comparados ao que existe de mais moderno no mundo nesse segmento. Empresas do Brasil e do exterior têm demonstrado interesse em administrar as bases náuticas baianas”, conta o Secretário de Turismo, Maurício Bacellar.

                                                       

                                                      “Além das obras físicas, o Governo do Estado tem o compromisso com a preservação do patrimônio natural e o envolvimento das comunidades, que integram as ações socioambientais da Setur-BA”, acrescenta, referindo-se à formação técnica de jovens em condições de vulnerabilidade, apoio a planos de gestão de resíduos sólidos, campanhas em prol da sustentabilidade e da preservação do meio ambiente e suporte a associações de catadores de materiais recicláveis.

                                                       

                                                      Segundo o Secretário de Turismo, o conjunto de ações beneficiará os 18 municípios que compõe o Recôncavo Baiano — aquela porção de terra que, partindo de Salvador, contorna toda a Baía de Todos-os-Santos e encosta do outro lado na Ilha de Itaparica, o segundo polo turístico mais conhecido da região.

                                                       

                                                      O turista que chegar embarcado na Bahia — a partir de agora — vai se surpreender com a múltipla variedade de marinas, bases, garagens náuticas e atracadouros distribuídos por essa região, que comemorou 520 anos de história no dia 1º de novembro de 2021 — a Baía de Todos-os-Santos foi “descoberta” em 1501, quando uma expedição portuguesa comandada por Gaspar de Lemos foi enviada para mapear as novas terras, descobertas um ano antes por Pedro Álvares Cabral. São, repita-se, 12 intervenções, sendo 11 náuticas e uma cultural.

                                                      Dá para resumir de maneira concisa e precisa essa estrutura de serviços: estrutura completa!

                                                       

                                                      Uma das ações do governo estadual foi a reconstrução do atracadouro do Solar do Unhão, que ganhou uma plataforma elevatória flutuante, permitindo embarque e desembarque seguros, independentemente das condições da maré. Junto com a reforma do píer, a Setur fez a requalificação do restaurante local.

                                                       

                                                      Importante cartão-postal da capital baiana, o Solar do Unhão é um complexo arquitetônico integrado por um casarão (o solar propriamente dito, que abriga o MAM, Museu de Arte Moderna da Bahia), por uma igreja barroca (a Capela Nossa Senhora da Conceição), que agora faz parte do circuito náutico de Salvador.

                                                       

                                                      Por sua vez, a Marina de Itaparica passa a funcionar como uma completa e moderna base náutica, com rampas móveis, cais de atracação flutuante da Metalu Brasil, sede administrativa, posto de combustível e espaços para lojas, restaurante, café e lanchonete.

                                                      São 36 vagas secas na área aberta e píeres com 114 vagas molhadas para embarcações. Entregue em janeiro de 2022, a estrutura, de 7.443 m², oferece serviços de água, energia elétrica e retirada de resíduos sólidos, além do abastecimento das embarcações.

                                                       

                                                      “Com a oferta desse equipamento de padrão internacional, que pode ser comparado aos melhores do mundo, começa um novo ciclo no turismo náutico da Bahia”, acredita o secretário estadual de Turismo, Maurício Bacelar.

                                                       

                                                      Outro município contemplado com uma nova estrutura de navegação marítima — a Base Náutica de Cacha Pregos — foi o de Vera Cruz, também localizado na ilha de Itaparica, na borda leste.

                                                       

                                                      Com a requalificação do atracadouro, Cacha Pregos agora conta com 18 vagas molhadas e um posto de gasolina, além de um novo píer de atracação flutuante. Com isso, passará a receber escunas de turismo procedentes de Morro de São Paulo e de Salvador.

                                                      O entorno dessa Base Náutica também passou por requalificação urbanística e paisagística, e os quiosques da praia de Cacha Pregos também foram requalificados. A área total das intervenções chega a mais de 11,5 mil m².

                                                       

                                                      Para qualquer lado que se olhe operários e engenheiros celebram a conclusão de alguma obra. Como a Base Náutica de Salinas da Margarida, que oferece um novo píer para atracação de embarcações no terminal turístico, posto de abastecimento e oficinas de manutenção, além de vagas secas e molhadas.

                                                       

                                                      Sem contar a requalificação dos quiosques, a urbanização e o paisagismo no entorno, a construção de um centro de comércio e oferta de serviços turísticos. Localizada no sul do Recôncavo Baiano, Salinas destaca-se pela gastronomia e pela beleza de suas praias, como a de Barra do Paraguaçu, a do Camboruí e a de Ponta do Dourado.

                                                       

                                                      Outro ponto de chegada e partida de embarcações restaurado, ampliado e modernizado é o Terminal Turístico de Botelho — localizado na tranquila Ilha de Maré, uma das três ilhas da Baía de Todos-os-Santos que pertencem a Salvador —, que recebeu novas rampas e escadas, além da recuperação de uma ponte fixa e da implantação de uma rampa móvel e de um cais flutuante de atracação.

                                                      Na Ilha de Maré não circulam carros, as praias são de mar calmo e a gastronomia típica é de frutos do mar.

                                                       

                                                      Estalando de novo está também o Terminal Turístico de Jaguaripe, que teve a rampa de concreto do atracadouro reformada, com a instalação de um flutuante com ponte móvel gang way de aço inox.

                                                       

                                                      Localizado no Recôncavo Baiano, próximo às cidades de Maragogipe e Salinas da Margarida, o município de Jaguaripe tem entre os atrativos turísticos a Praia do Garcez, na Ilha d’Ajuda, que fica entre o mar e um rio e está cercada por coqueirais e uma reserva de Mata Atlântica.

                                                       

                                                      A região é palco de diversas manifestações culturais, como a Festa da Burrinha e o Terno de Reis, e todo ano sedia a regata Jaguaripe-Cacha Pregos.

                                                      E o que dizer do Terminal Turístico de Bom Jesus dos Passos? A antiga estrutura, já castigada pelo tempo, passou por um rigoroso processo de requalificação, com a reforma do píer e do piso e a substituição do guarda-corpo por uma estrutura de aço inox tubular.

                                                       

                                                      Vizinha das ilhas de Madre de Deus e dos Frades, a Ilha de Bom Jesus dos Passos abriga manguezais e uma floresta densa. O mar de águas calmas é propício à prática de esportes náuticos. As praias mais procuradas para o banho são as de Pontinha e Ponta do Padre. Nesse cenário, destaca-se a Igreja de Bom Jesus dos Passos.

                                                       

                                                      A requalificação náutica chegou também ao Atracadouro de Mutá, povoado que pertence ao distrito de Jaguaripe. A obra incluiu a construção do guarda-corpo da ponte, iluminação e pavimentação do piso, além de urbanização do entorno.

                                                       

                                                      Com vocação para sol e mar, o vilarejo é conhecido pela bela praia, que atrai muitos veranistas, além da vocação para a pesca e o artesanato. No passado, foi cenário dos tradicionais saveiros, que entre as décadas de 1930 e 1960 eram fonte de renda dos mutaenses.

                                                      No roteiro de transformações produzido pela Setur-BA, a cidade Cachoeira foi outra que conquistou uma estrutura náutica de primeira linha, com a construção do Terminal Turístico de Cachoeira.

                                                       

                                                      O equipamento dispõe de píer com pontes de acesso e flutuante, produzidas pela Metalu Brasil, às margens do rio Paraguaçu, além de infraestrutura moderna para a atracação de embarcações e circulação de passageiros, que inclui intervenções urbanísticas no entorno.

                                                       

                                                      Cachoeira é um dos mais belos municípios da Baía de Todos-os-Santos, com rico patrimônio histórico e cultural e manifestações religiosa de matriz afro-baiana.

                                                       

                                                      A gastronomia é outro ponto alto, com destaque para a maniçoba, prato com raízes na culinária indígena semelhante à feijoada, com os feijões substituídos por folhas de mandioca trituradas (manivas).

                                                      Mas a estrutura náutica da Bahia que sofreu a guinada mais notória foi a Marina da Penha —agora Base Náutica da Penha —, no bairro da Ribeira, em Salvador, famoso pelas sorveterias, incluindo o Museu do Sorvete, e pela bela paisagem marítima.

                                                       

                                                      Com 85% das obras já concluídas (a parte de terra está praticamente pronta), a instalação passou por uma completa requalificação e ampliação.

                                                       

                                                      Nesse processo, ganhou um espaço com restaurante, cafeteria, prédio administrativo e pequenos auditórios, além da rampa de acesso, dos flutuantes e de mais de 140 vagas para embarcações, divididas entre secas e molhadas. Inserida em uma área de 5,4 mil metros quadrados, será a cereja do bolo de um programa que destinado a fazer da capital baiana a número 1 do turismo náutico brasileiro.

                                                       

                                                      Se já era um é um privilégio navegar na Bahia, com todas as bênçãos da Baía de Todos-os-Santos, imagina agora, com essa infraestrutura náutica de primeiro mundo.

                                                       

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                                                        02/12/2022

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                                                        José ainda revelou que, para o próximo ano, uma das novidade é uma embarcação de 38 pés. Para saber mais detalhes das novidades, confira a entrevista no vídeo abaixo.

                                                         

                                                         

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                                                          Nos dias 3 e 4 de dezembro, os velejadores se reunirão no litoral Norte de São Paulo para as últimas regatas da etapa e as comemorações do fim da temporada.

                                                          Foto: Victor Oliveira

                                                          No sábado (3), a competição será seguida de uma macarronada regada a muito rock’n’roll ao vivo com George Moon Band, que promete não deixar ninguém parado durante a canoa de cerveja.

                                                           

                                                          Os presentes ainda contarão com degustação de frutos do mar, promovida pela Associação dos Maricultores do Estado de São Paulo, que leva o Projeto Mar é Cultura pelos quatro municípios do litoral Norte divulgando a maricultura.

                                                           

                                                          No domingo (4), após as regatas, acontece a premiação tanto da etapa quanto a do campeonato 2022. No Instagram de NÁUTICA você acompanha em detalhes a cobertura do evento.

                                                           

                                                          Náutica Responde

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                                                            Por: Redação -
                                                            01/12/2022

                                                            Ruínas de uma antiga cidade grega que estava submersa foram reveladas na Turquia, que, assim como outros países da Europa, enfrenta uma seca severa após um verão muito quente.

                                                            Construída no final do século 21, a represa Bayramiç de Çanakkale — onde as ruínas foram encontradas — hoje abriga apenas 10% de sua capacidade máxima de água, devido à falta de chuvas.

                                                            Uma igreja e uma casa de banho de 1.500 anos, que pertenceu à cidade de Scepsis, apareceram no terreno descoberto. Os pesquisadores acreditam que Scepsis tenha pelo menos 2.500 anos e foi construída no que era conhecido como Anatólia, porção asiática da Turquia.

                                                            Para aprender mais sobre a história da cidade que ganhou destaque nos séculos 4 e 5, uma equipe iniciou escavações no local – mais precisamente, em sua necrópole. De acordo com Oğuz Koçyiğit, da Universidade Çanakkale Onsekiz Mart, sabe-se que também existem túmulos nesta necrópole que remontam aos períodos helenístico e romano.

                                                             

                                                            Além disso, foi encontrada a estrutura da Casa de Banho, que, segundo Koçyiğit é uma das raras estruturas conhecidas, especialmente no período bizantino, e é importante por causa de suas características decorativas.

                                                            Esse tipo de estrutura fornece informações importantes sobre arquitetura, técnicas de construção, hábitos e tradições.

                                                             

                                                            Outro ponto interessante sobre a cidade submersa reside no fato de que há indícios de que era em Scepsis que ficava a famosa biblioteca do filósofo estagirita Aristóteles. A biblioteca foi palco de inspiração de diversas figuras notáveis, como o gramático Demétrio de Scepsis.

                                                             

                                                            Apesar de ser uma ótima notícia para os arqueólogos que exploram a cidade antiga, a produção de alimentos e o abastecimento hídrico podem ficar comprometidos.

                                                             

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