Balneário Camboriú perde empresário Júlio Tedesco, do Grupo Tedesco, aos 73 anos

Por: Redação -
19/02/2021

Faleceu na manhã desta sexta-feira, 19, o empresário Júlio Andre Ruas Tedesco, aos 73 anos, devido a complicações decorrentes da Covid-19. Júlio estava internado no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, e deixa a esposa Vani, as filhas Patricia e Juliana, além de três netos.

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Nascido em 1948, Júlio assumiu a presidência do Grupo Tedesco aos 29 anos e  fez história como empreendedor em Balneário Camboriú e Santa Catarina. Ele e sua família implantaram o Parque Unipraias, a Marina Tedesco e uma longa lista de empreendimentos, em mais de 50 anos.

Em 2020, Júlio foi escolhido pela Federação das Indústrias para receber a Ordem do Mérito Industrial de Santa Catarina/2020, a maior honraria concedida pela entidade a quem se destaca no desenvolvimento econômico e social do Estado, pela atuação do empresário na produção de papel e celulose através da Primo Tedesco S.A.

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Júlio também recebeu, da Associação Comercial e Industrial de Balneário Camboriú, a medalha Baltazar Pinto Corrêa, como forma de reconhecimento pelo pioneirismo e pela sua relação especial com a história de Balneário Camboriú. O empresário também foi honrado com o título de Cidadão Honorário de Balneário Camboriú.

É mérito de Júlio Tedesco, ainda, a inclusão de Balneário Camboriú no mapa mundial dos cruzeiros marítimos, pois durante anos ele lutou para convencer os armadores a incluírem a cidade em seus roteiros e até construiu uma estrutura para isso, o Atracadouro Barra Sul.

O Grupo Náutica lamenta a perda e se solidariza à dor da família e dos amigos de Júlio.

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    Depois de completar volta ao mundo, velejadora é recebida com festa na Inglaterra

    Por: Redação -

    Depois de 95 dias no mar, Pip Hare, 47, voltou a sua cidade natal na última quinta-feira (18) e foi recebida com festa após completar a Vendée Globe. Neste ano, ela foi a única britânica que conseguiu finalizar a regata mais temida dos sete mares. Ao chegar em Poole, no sul da Inglaterra, foi saudada por simpatizantes e disse que era “ótimo estar em casa”.

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    Nesta edição, a velejadora inglesa se tornou a oitava mulher a completar essa prova, que foi disputada pela primeira vez em 1989. Antes de chegar ao porto da cidade, seu veleiro de 60 pés foi escoltado por um barco patrulha e pequenas embarcações, segundo a BBC News.

    “Havia muitas pessoas acenando, gritando e comemorando. Pedimos para que elas não viessem e ficassem seguras, mas estou incrivelmente tocada que vieram”, disse Hare quando atracou.

    Imagem: Reprodução/BBC

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    A respeito da prova em si, Hare enfatizou que nunca duvidou da sua capacidade. “O mais importante para mim era a competição. Eu tinha o segundo barco mais antigo da frota e, às vezes, estava à frente de barcos quatro gerações mais jovens que o meu”, disse a competidora que terminou no 19º lugar.

    Além disso, Hare disse que um dos momentos mais difíceis durante a corrida foi quando o leme do barco quebrou no meio do Oceano Antártico, onde teve que fazer o reparo em meio a tempestades e a solidão, outro ponto que considerou durante os 95 dias que passou no mar.

    “A principal diferença entre a minha solidão e a solidão que as pessoas estão experimentando no momento é que eu escolhi passar por isso. Sou completamente apaixonada pelo mar”, comentou a competidora em comparação ao isolamento social em terra firme.

    Imagem: Reprodução/Vendée Globe

    Como esportista de elite, ela não precisou entrar em quarentena ao regressar ao Reino Unido. “Meu corpo passou por uma provação e tanto. Preciso ter cuidado, cuidar de mim mesma. Meu sistema imunológico não está tão forte quanto poderia”, disse em fala reportada pela BBC inglesa.

    Depois de percorrer quase 28 mil milhas náuticas, passando pelos pontos mais remotos do mundo, Pip Hare colocou seu nome na história da vela mundial.

    Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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      Conheça a história do violino que resistiu ao naufrágio do Titanic

      Por: Redação -

      Na noite de 14 para 15 de abril de 1912, o mundialmente conhecido naufrágio do Titanic acontecia. O navio Titanic chocara-se com um iceberg no oceano Atlantico.

      Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

      Uma das dificuldades enfrentadas pelos vigias e outros funcionários foi a demora na comunicação, o que certamente fez com que a tragédia fosse ainda maior. Contudo, um objeto sobreviveu desse acidente.

      Em meio à tragédia, um  instrumento musical foi eternizado na história do naufrágio: um violino que pertenceu ao líder da pequena orquestra da embarcação, Wallace Hartley. O qual, foi um presente de noivado de Maria Robinson a Hartley.

      Além disso, uma placa de prata foi fixada no arremate do violino para comemorar o noivado do casal, em 1910, dois anos antes do naufrágio. Originalmente, estudos notaram que o violino tinha sido guardado numa mala, presa às costas do líder da banda no naufrágio.

      Contudo, quando o corpo de Hartley foi recuperado pelo navio CS Mackay-Bennett, nenhuma documentação foi encontrada, o que tornou a identificação ainda mais desafiadora.

      O diário de Maria, noiva de Hartley, contava com agradecimentos ao secretário provincial de Halifax por ele ter devolvido a ela o violino, três meses depois do naufrágio, numa anotação do dia 16 de julho de 1912.

      Outra prova que comprovou a autenticidade do diário veio do censo britânico de 1911, em que foi registrado o endereço de Maria. Assim, a localização escrita no diário era a mesma.

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      No ano de 1939, quando Maria Robinson faleceu, sua irmã doou o violino e a mala para o Exército de Salvação. Lá, ele foi dado como presente ao mestre da banda, e depois repassado a um instrutor musical.

      Sem saber a origem conclusiva do instrumento, os donos da casa de leilões consultaram especialistas de diversas áreas. Michael Jones, do Serviço de Ciência Forense do Reino Unido, afirmou que a corrosão do metal se devia à imersão do violino em água salgada.

      Após as avaliações, a família Aldridge levou o instrumento para realizar uma pesquisa computadorizada minuciosa. Com o exame, diversas rachaduras foram reveladas no ‘corpo’ do violino, condizentes com o trauma do naufrágio.

      Outra conclusão foi que a cola utilizada pela fábrica no violino era extremamente forte, capaz de resistir à água fria do mar.

      O historiador escocês Stuart Kelly disse que a mãe de Hartley acreditava no filho morrendo agarrado ao violino, pois “ele era apaixonado por seu instrumento”. Wallace Henry Hartley, que morreu com 33 anos, integrou a tripulação do Titanic como maestro. Antes, ele havia liderado orquestras em pequenas cidades inglesas perto de Dewsbury, onde morava.

      Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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        Regatta Yachts, representante da Sessa Marine, dá dicas para ajudar na escolha de marina para seu barco

        Por: Redação -

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        Diversos aspectos devem ser levados em consideração para que você tenha maior tranquilidade ao contratar esse tipo de serviço. A localização é um fator importante, mas não deve ser decisivo. Vale a pena pesquisar e reservar um tempo para visitar alguns locais antes de decidir a marina ou o clube em que seu barco irá ficar.

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        Confira:

        • Verifique se o local comporta o porte do seu barco, considerando o peso e espaço de manobra. Fique atento ao tamanho da vaga e profundidade;

        • Avalie a logística do local, além dos serviços de transporte, considere o perfil da sua embarcação. Veja se o espaço oferece suporte com guinchos, tratores, travel lift, guindastes e empilhadeiras. Algumas marinas já oferecem o serviço de “prateleiras” para guarda da sua embarcação no seco;

        • Escolha um local que ofereça segurança em todos os aspectos, como controle de entrada e saída de pessoas, equipamentos de prevenção de incêndio e se possui apólice de seguro adequada à operação que realiza;

        • Observe a infraestrutura, se dispõe de estacionamento seguro e facilidades como: posto de abastecimento de combustível, serviços de limpeza da embarcação, bote de resgate e marinheiros de apoio;

        • Estruturas recreativas também são um bom diferencial, alguns locais já possuem área de lazer, loja de conveniências, restaurantes, locais para esportes e vestiários;

        • Referente à Legislação e Meio Ambiente, confirme se o local de seu interesse possui a licença exigida pelo órgão oficial da região e se está de acordo com todas as normas de funcionamento.

        Wilner Forini, Consultor Comercial na Regatta Yachts, destaca também a importância de escolher um local que ofereça uma estrutura adequada para execução de serviços. “É interessante priorizar uma localização que disponibilize uma boa rede de serviços por perto, com mecânicos autorizados ou técnicos independentes que prestam serviço no local, agilizando no caso da necessidade de algum atendimento”.

        Outro fator que deve ser considerado na opinião do Diretor Comercial da MR Boats Marcelo Bezzi são as facilidades do dia-a-dia. “Verifique como é oferecido o serviço de energia elétrica, o acesso para carregamento das baterias, o fornecimento de água doce… A estrutura de subida e descida do barco também deve ser bem avaliada, analise os equipamentos de movimentação que eles possuem e converse com o seu consultor comercial para saber os detalhes e os cuidados que devem ter no manuseio da sua embarcação”.

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          Jamaicano é resgatado após ficar à deriva por mais de 30 horas no Atlântico

          Por: Redação -

          O jamaicano Orville Lyons foi resgatado na última sexta-feira, 12, com a ajuda de um grupo de pescadores próximo a Fort Pierce, cidade da Flórida, Estados Unidos, após passar 36 horas à deriva no Oceano Atlântico.

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          De acordo com informações do UOL, Orville navegava com outras seis pessoas – dois bahamenses, três guianenses e um jamaicano -, até que na noite de quarta-feira, 10, a embarcação virou. Segundo o canal local WPBF, pescadores viram o jamaicano agarrado à única ponta da embarcação que sobrou do naufrágio e logo partiram para o resgate.

          Segundo o capitão, o homem disse que havia partido de Bimini, um dos distritos das Bahamas, e planejava ir aos Estados Unidos. “Sua pele estava realmente queimada. Suas roupas estavam encharcadas de água do mar e de gasolina”, disse Cornell.

          Então, os pescadores ofereceram comida e cobertores para Orville enquanto esperavam a chegada de ajuda. Agora, ele está se recuperando do trauma em um hospital.

          A Guarda Costeira dos Estados Unidos suspendeu, na segunda-feira, 15, as buscas pelas outras vítimas do naufrágio, já que nenhum deles fora encontrado durante o rastreamento de 140 horas.

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            Estudo aponta que espécie de baleia é capaz de imitar a voz humana

            Por: Redação -
            18/02/2021

            Noc, a beluga criada em cativeiro desde os 2 anos de idade, é o primeiro cetáceo que modificou a mecânica vocal para produzir sons semelhantes aos da fala humana.

            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

            Tudo começou em um programa de treinamento nos Estados Unidos com mamíferos marinhos, nos anos 60, que tinha como objetivo ensinar os animais a recuperar torpedos e detectar minas marinhas em épocas de guerra. A Marinha dos Estados Unidos quis investir em animais com sonares embutidos, para realizar esse trabalho nas águas do Ártico — águas de baixa temperatura e visibilidade reduzida.

            Durante os anos seguintes, seis baleias brancas (ou belugas) foram capturadas para este fim. Entre elas, estava Noc, com apenas 2 anos de idade. Essa baleia passou praticamente a vida toda em cativeiro, acompanhada de treinadores humanos no Navy’s Space and Naval Warfare Systems Center, na California. Além de toda a interação, o escritório de seu treinador ainda ficava próximo ao tanque, fazendo com que as baleias vivessem em contato constante com a voz humana.

            O cientista Sam Ridgway comenta, inclusive, que ele e os colegas sempre ouviam sons similares aos de conversas humanas próximas ao local do tanque, apesar de incompreensíveis, mas nunca consideraram a possibilidade das belugas estarem emitindo-os. Ao longo das seções de treinamento, os mergulhadores sempre conversavam com os superiores através de um aparelho chamado “wet phone”. A percepção de Sam mudou quando dois deles emergiram subitamente, perguntando quem havia dado a ordem para que o trabalho parasse, sem que ninguém falasse nada.

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            Ridgway desconfiou das baleias e passou a gravar as vocalizações, transformando Noc no primeiro animal do gênero a ter sua voz gravada na internet. Essa descoberta desencadeou um estudo, feito por um grupo de cientistas americanos na Fundação Nacional de Mamíferos Marítimos dos Estados Unidos, em San Diego, Califórnia, que confirmou a capacidade das belugas em imitar a voz humana.

            O estudo foi publicado pela revista “Current Biology” há alguns anos, e, nele, os cientistas explicam que a baleia precisa modificar sua mecânica vocal para reproduzir sons parecidos com a fala. De acordo com a publicação, os esforços partem da necessidade do mamífero em estabelecer contato. Em outras palavras, Noc precisou modificar o ritmo de emissão sonora e reproduzir os sons em frequências mais baixas que as típicas das baleias. Esse fenômeno é duplamente surpreendente, porque, além de tudo, as baleias se comunicam com ruídos por meio de seu duto nasal, e não da laringe, como os seres humanos. Ou seja, além de tudo, ainda foi necessário variar a pressão no trato nasal e realizar ajustes musculares — o que não parece ser uma tarefa fácil.

            Noc viveu na fundação durante 30 anos até falecer, mas sua voz ainda pode ser ouvida nas gravações feitas pelos pesquisadores. Confira algumas das gravações no vídeo abaixo.

            Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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              Estaleiro holandês lança primeiro modelo de 2021: um superiate de 200 pés. Conheça

              Por: Redação -

              Esta semana, o primeiro Amels 200, de 60 metros, foi lançado nas instalações da Damen Yachting e está esperando para ser entregue ao seu proprietário. O modelo passará por equipamento final e comissionamento no cais do estaleiro para concluir o projeto de Tim Heywood.

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              O designer de interiores Reymond Langton trabalhou no layout do superiate de cinco camarotes para até 12 convidados e um novo design de janela de altura total na suíte master à frente do convés principal. O deck oferece uma área de ginástica fechada e climatizada que pode ser alcançada através do elevador do modelo que conecta seus quatro decks internos.

              Tim Heywood explica as ideias por trás do design exterior, que é uma evolução do Amels Limited Edition 188 completo com decks traseiros maiores e uma plataforma de natação. “O comprimento adicional investido neste projeto só aumentou sua elegância e sofisticação, além de elevar a funcionalidade de seu interior, que é iluminado por janelas ampliadas. As muitas superfícies sinuosas permitem que a luz do sol e os reflexos adicionem à sua magia, só possível pelas formas esculturais e acabamento de alto brilho, alcançados por seus construtores, que investiram tanto tempo e esforço para alcançar a perfeição. As linhas fluidas de seu exterior multifacetado são exatamente como eu imaginava e as dificuldades de suas formas complexas foram criadas com enorme cuidado e talento “, acrescenta Heywood.

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              Construído de acordo com os regulamentos de emissões IMO Tier III, o Amels 200 está em conformidade com alguns dos requisitos mais rígidos definidos pela Associação Marítima Internacional.

              “Foi um prazer trabalhar com Amels e a equipe Damen Yachting na construção de 200-01. Temos um relacionamento de longa data com a Amels e estou muito satisfeito por termos continuado nossa colaboração bem-sucedida com o estaleiro para reunir este projeto excelente e emocionante para o cliente”, disse Richard Lambert, sócio sênior e chefe de vendas da Burgess, quem representou o proprietário.

              “O lançamento de cada iate é um marco maravilhoso na jornada de construção, mas para 200-01 é particularmente especial. É o primeiro de 2021, é o primeiro Amels 200 e é a confirmação da colaboração de sucesso que tivemos com a Burgess para garantir que fomos capazes de oferecer ao cliente a entrega rápida de um projeto incrível”, disse o gerente de vendas da Amels e Damen Yachting , Jorrit Pilaar.

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                Troféu Princesa Sofia de Vela é adiado para outubro

                Por: Redação -

                O Troféu Princesa Sofia, um dos mais prestigiados eventos da vela mundial, teve o seu adiamento anunciado no início deste mês. A competição, que originalmente aconteceria entre os dias 27 de março e 4 de abril, será disputada entre 2 e 9 outubro.

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                A decisão foi tomada após as recomendações do governo das Ilhas Baleares, na Espanha, local onde serão realizadas as disputas do torneio, de acordo com a evolução da pandemia do coronavírus.

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                Segundo Ferran Muniesa, chefe de regatas do troféu, a prioridade é a segurança dos quase mil velejadores e velejadoras de 50 países que disputam as regatas e que tenham as melhores condições, seja na terra, seja no mar.

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                  Barco de pesca de Michael Jordan vence torneio na Flórida

                  Por: Redação -
                  17/02/2021

                  Tido como o maior jogador de basquete de todos os tempos, nada é suficiente para Michael Jordan, que, inclusive, completa 58 anos nesta quarta-feira (17). O ex-astro do Chicago Bulls, seis vezes campeão da NBA (maior liga de basquete do mundo), conquistou mais um título, mas, desta vez, longe das quadras.

                   

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                  A bordo de seu barco de pesca “The Catch 23”, liderado pelo capitão Stetson Turney, Jordan venceu seu primeiro torneio nos mares: a Buccaneer Cup, que aconteceu em Palm Beach, na Flórida, nos dias 21, 22 e 23 de janeiro.

                  Catch 23 – Imagem: Reprodução/Superyachtfan

                  O tradicional torneio concede 200 pontos para cada peixe-vela capturado com isca viva e 300 pontos para cada isca morta. O Catch 23 usou apenas iscas vivas e acumulou 1 400 pontos no total – 200 pontos acima do segundo colocado, segundo o jornal USA Today. Jordan foi o responsável por pescar dois desses peixes.

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                  Michael Jordan e tripulação na popa do Catch 23 – Imagem: Reprodução

                  Além disso, Michael Jordan provou ser um excelente pescador. Durante um torneio em junho de ano passado, na Carolina do Norte, ele pegou um Marlin Azul de 200 kg. De fato, o eterno camisa 23 não consegue viver sem uma competição.

                   

                  Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

                   

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                    Voluntários se unirão na limpeza da Praia da Atalaia nesta sexta-feira

                    Por: Redação -

                    Na manhã desta sexta (19), a Praia da Atalaia, em Itajaí (SC), volta a receber o Praia Limpa. A atividade está marcada para às 9h. Em janeiro, voluntários já passaram pelo local e recolheram 70 quilos de lixo em apenas uma hora de atividade. As ações são uma realização da ONG Eco Local Brasil que, com o apoio da comunidade, vem retirando resíduos de diversas praias. Até março deste ano, o Projeto realiza ações educativas no litoral catarinense, paranaense e paulista.

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                    O idealizador do Projeto, Filipe Pedroso de Oliveira, explica que a data estava previamente reservada para limpeza da Praia Brava, mas a equipe observou uma demanda maior na Praia da Atalaia. “Percebemos que aquela área possui uma concentração de lixo relativamente maior do que a Brava. Acreditamos que isso ocorra por conta dos resíduos que chegam à areia e que são trazidos não apenas pelo mar, mas também pelo Rio Itajaí-Açu”, justifica.

                    Ação gera impacto positivo

                    As atividades do Praia Limpa estão sendo apresentadas pela marca brasileira-canadense Core Case, que além de ser especializada na fabricação de itens utilizados no ramo da mineração, também desenvolve roupas e acessórios feitos a partir de pet reciclado. Eduardo do Rosário, gerente da marca, explica que o Projeto já passou por várias praias este ano e estima que, só em 2021, já tenham sido recolhidos cerca de 800 quilos de lixo.

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                    “É preciso repensarmos nossos hábitos de consumo e optarmos, urgentemente, por um estilo de vida mais consciente. Todos estes resíduos que vêm sendo recolhidos das praias finalmente ganharão um destino correto, deixando de vagar pelos oceanos e de impactar na vida marinha. Mas sabemos que ainda há muito a ser feito pelo planeta. Essa é uma causa que acreditamos e temos muito orgulho de apoiar”, conta.

                    Eduardo explica que, a partir do lixo recolhido das praias neste verão, já foi possível fabricar novos produtos, que saíram da orla para ganhar uma nova utilidade. Na Eco Bus Store, loja física da marca localizada na Praia Brava/Itajaí, é possível sentar um banco feito a partir deste material. Um vaso para plantas também foi fabricado a partir do lixo retirado das praias neste verão.

                    “As duas peças foram construídas por meio de uma mistura de vários resíduos. Foram usados em torno de 40 quilos de lixo para fazer o banco e 330 gramas de resíduos para o vaso. São pequenas ações que, somadas, ganham visibilidade e ajudam a despertar a consciência de mais e mais pessoas para a importância de separar o lixo para a reciclagem”, reforça.

                    Como participar

                    De acordo com a organização do Praia Limpa, a ação reúne todas as pessoas interessadas em manter um meio ambiente mais limpo e sustentável. Para participar das atividades de limpeza das praias, basta ir até o local da ação. Todos os equipamentos e utensílios utilizados para a retirada dos resíduos são disponibilizados pela ONG Eco Local Brasil.

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                      Um mergulho na fotografia: veja quais foram as vencedoras do concurso de fotos subaquáticas

                      Por: Redação -

                      Não é novidade que a pandemia afetou ao mundo inteiro, principalmente em relação às viagens. E se fotografar embaixo d’água já não é uma tarefa fácil, depois das limitações impostas pelo Covid-19, os adeptos à essa atividade precisaram usar a criatividade para encarar os desafios. No entanto, a paixão pela arte falou mais alto, e o concurso de fotografias subaquáticas — o Underwater Photographer of the Year 2021 —, que acontece no Reino Unido, seguiu intacto. Nesse ano, em específico, teve somente uma diferença: a criação da categoria “My Backyard” (Meu Quintal).

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                      O Underwater Photographer of the Year 2021 (UPY) não distribuiu prêmios em dinheiro aos participantes. Ainda assim, fotógrafos do mundo inteiro participaram do concurso pela oportunidade de reconhecimento dos seus trabalhos. Para que o evento pudesse se manter de forma justa, os idealizadores criaram a nova categoria, My Backyard, pensando justamente na imparcialidade da execução. Assim, aqueles que seguiram às orientações de prevenção de Covid-19 e realmente não saíram de casa, também puderam participar, sem nenhuma desvantagem.

                      O UPY acontece desde 2014 e foi criado pelos fotógrafos Alex Mustard, Dan Bolt e Peter Rowlands. Na edição do ano de 2019, o concurso teve recorde de participação: 5 500 trabalhos, de 500 fotógrafos subaquáticos de todo o mundo. Na edição de 2020, por conta do corona vírus, o número de inscrições diminuiu. Felizmente, não é o caso das verdadeiras obras-primas enviadas à disputa, que não deixaram a desejar. Confira.

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                      Imagem Vencedora 

                      A grande vencedora (e primeira mulher a vencer esse prêmio) foi a estadunidense Renee Capozzola. Na categoria Grande Angular, a imagem Sharks’s Skylight foi registrada na Polinésia Francesa, em agosto, através de uma Canon, 5D Mark III, Nauticam, Canon 11-24 mm f/4, iso 400, f20, 1/200, Dual Sea & Sea YS-D2’s.

                      “Esta imagem foi tirada na Polinésia Francesa, que por acaso é um dos meus lugares favoritos para fotografar tubarões. Aqui, existem fortes proteções para tubarões, permitindo-lhes prosperar e ajudar a equilibrar o ecossistema marinho. Durante esta visita a Moorea, Polinésia Francesa, eu passei várias noites no raso ao pôr do sol, na esperança de capturar algo único. Ao invés de focar em imagens de nível dividido, como sempre gosto de fazer, decidi tentar algo diferente. Eu tinha como objetivo capturar os tubarões debaixo d’água com o pôr do sol visto pela janela de Snell. Precisei de muitas tentativas, mas nesta noite em particular, a água estava calma, o pôr do sol estava vibrante e eu tive muita sorte com a composição também. Muitas espécies de tubarões estão ameaçadas de extinção em todo o mundo, a minha esperança é que as imagens desses belos animais ajudarão a promover sua conservação. Moorea, Polinésia Francesa.”

                      Categoria Up & Coming 

                      A fotógrafa por trás da imagem vencedora da categoria Up & Coming é SJ Alice Bennett, do México. A foto foi batizada com o nome “Amarrando”. O cenário é um Cenote Mayan Blue, Sistema Ox Bel Ha, Tulum, México (MBY). A câmera é uma Sony, a7S II, Nauticam NA-A7II, Sony FE 24-70mm, f/2.8 GM, iso 2500, f/2.8, 1/125, Big Blue Video Luzes, 30k, 2 x 15k, 2 x 4k lúmen.

                      “Como esta foto foi tirada durante o treinamento em caverna, tínhamos um plano bastante complexo em vigor, que não é geralmente como eu executo ensaios em cavernas. O plano falhou miseravelmente, e o estudante, Max, teve várias falhas de equipamento antes mesmo de passar pela zona da caverna. Essas são situações em que você precisa se adaptar rapidamente, e depois de consertar todos os problemas na superfície, repensamos em toda uma estratégia de acordo com o nosso (agora bastante esgotado) suprimentos de gás. Ainda assim, descemos novamente. Eu nadei na frente e Max esperou um pouco além do início do linha principal. Eu assistia a equipe nadar em minha direção, seguido de perto pela iluminação, e os assistentes iam criando esses belos efeitos de halo. De repente, tudo ficou perfeitamente alinhado, e eu
                      apertei o obturador assim que Max virou para amarrar a linha principal.”

                      Categoria British Waters Wide Angle — My Backyard (Meu Quintal)

                      “Enquanto você dorme” é a fotografia registrada por Mark Kirkland, do Reino Unido, e foi a vencedora desta categoria. O local da imagem é Malls Mire, Glasgow, Escócia. O equipamento por trás desta obra de arte é uma câmera Olympus, OMD Em5 MKii, Olympus PT-EP13, Panasonic 8mm Fisheye, iso 1000, f16, 20s, 2x Mar e mar YS-110a.

                      “Malls Mire é uma pequena floresta em Glasgow, entre um conjunto habitacional, supermercado e fábrica: um refúgio improvável para a vida selvagem. Como degelo de inverno, por algumas noites a cada ano, uma de suas pequenas lagoas lamacentas ganha vida com rãs comuns. Eu as fotografei pela primeira vez em 2018, e, desde aquele dia, eu tive esta imagem na minha cabeça. Levei mais dois anos para capturar as pequenas maravilhas que se movem as noites frias enquanto a cidade dorme. Usando um obturador remoto temperamental ao combinar
                      longa exposição, luz de fundo, foco amplo amplo ângulo e fotografia dividida, eu tive que abandonar quaisquer frustrações para acertar somente na centésima tentativa. Esta é a foto final após 25 horas em 4 noites deitado na escuridão, coberto de lama, esperando elementos imprevisíveis da natureza para alinhar. Tempo bem gasto? Absolutamente.”

                      Categoria Conservação Marinha

                      A responsável por esse take é Karim Iliya, a segunda estadunidense da lista. “Vista aérea de uma ilha movimentada em Guna Yala” venceu no quesito “Conservação Marinha” e precisou de um drone DJI Phantom 4 Pro, DJI Phantom 4 Pro, 20,7 mm, iso 100, f/2.8, 1/500. O local é Guna Yala, no Panamá.

                      “Uma vila habitada perto da costa do Panamá, na região de Guna Yala, serve como um lembrete de como os humanos estão consumindo terra e espaço em uma taxa rápida. A maioria das pessoas em Guna vive nessas ilhas densamente povoadas, sobrevivendo através da pesca e do cultivo de cocos nas ilhas próximas. A importância da relação humana com a natureza e a necessidade de protegê-la torna-se muito aparente quando você olha para nossa espécie de uma perspectiva aérea, e vê quanto espaço ocupamos. Eu vim para a região do Panamá para fotografar a arte da fabricação da roupa tradicional utilizada pelas pessoas de Guna. Enquanto esperava em um barco, eu voei com meu drone sobre esta ilha para obter uma perspectiva maior e dar mais impacto à imagem
                      do que eu poderia ao nível do mar ou debaixo d’água.”

                      Categoria Macro

                      A imagem vencedora na categoria Macro foi a “Pontohi pigmy seahorse”, registrada por Galice Hoarau, da Noruega. Foi tirada em Siladen, Indonésia, através de uma câmera Olympus, E-M1 II, Nauticam, macro 60 mm, iso 200, f22, 1/160, mini-flash retroespalhado + snoot.

                      “O cavalo-marinho pigmeu Pontohi é um dos menores e mais recentemente cavalos-marinhos descobertos. Eles geralmente vivem em recifes e são difíceis de encontrar. Encontramos dois durante o mergulho da manhã, então decidi dedicar a tarde para tirar uma foto com luz de fundo. Tivemos sorte de encontrar este enforcamento individual em particular para fora da parede, permitindo o uso de um snoot para iluminá-lo com a ajuda de Rando, meu guia de mergulho. Depois de configurar a câmera e o estroboscópio, tivemos que esperar ele se acostumar com a gente e, finalmente, voltar para a câmera por um breve momento.”

                      Categoria Wrecks (Naufrágios)

                      A vencedora da categoria Naufrágio é a Bowlander, do alemão Tobias Friedrich, durante a viagem à Nassau, nas ilhas Bahamas. Foi registrada através de uma câmera Canon, EOS 1DX Mark II, SEACAM Silver, Canon Fisheye 8-15 mm, iso 200, 7.1, 1/160, SEACAM Seaflash 150D.

                       “Devido ao mau tempo em Tiger Beach e em Bimini, tivemos que procurar abrigo perto de Nassau, nas Bahamas, e fazer alguns mergulhos regularmente. Este naufrágio era totalmente novo para mim e foi uma grande surpresa quando vimos como a proa está pairando quase completamente sobre a areia.”

                      Categoria Behaviour (Comportamento)

                      Essa é a segunda foto de Karim Iliya, dos Estados Unidos, a aparecer na lista. “Um marlin listrado caçando em alta velocidade no México” venceu a categoria Behaviour (ou, em português, Comportamento). O espetáculo aconteceu em San Carlos, Baja Califórnia, no México. O equipamento responsável pelo registro foi uma Canon, 1D X Mark II, Nauticam, 16-35 mm f2.8L, iso 1250, f/5, 1/800.

                      “Esta é uma cena assustadora para os pequenos peixes, fugindo da caça do marlin listrado. O menor erro significa vida ou morte. Eles enfrentam tanto a caça dos pássaros acima do mar quanto uma dúzia de outros marlins atacando de todos os lados. Marlin é um dos peixes mais rápidos do mar, um predador terrível para um pequeno peixe no grande deserto azul. Eu fui para o México para documentar esse frenesi de alimentação mas não esperava uma caçada tão rápida, quase demais para meu cérebro processar. Em um breve momento, esta cena se desenrolou diante de mim e tive que confiar em todos os meus instintos e prática subaquático para tirar esta foto. Eu usei o modo natural leve e permaneci na periferia da bola de isca, de modo a tentar minimizar a perturbação. Assistir à caça de animais selvagens é um dos maiores espetáculos na natureza.”

                      Categoria Portraits (Retratos)

                      O japonês Ryohei Ito foi o responsável pela foto vencedora na categoria Portraits (Retratos). Ela recebeu o nome de “Guardião das sete chaves” e precisou de uma Canon, 5D Mark4, SEA & SEA MDX-5D MARK 4, EF8-15mm F4L fisheye USM, iso 200, f22, 1/200, retra flash pro x2 para ser retratada com tanta precisão. O flash aconteceu em Tateyama, Prefeitura de Chiba, Japão.

                      “Conforme o bodião asiático envelhece, ele muda o sexo de feminino para masculino e ao mesmo tempo, desenvolve um grande caroço em sua cabeça. Eu pensei  na iluminação e na composição para que tanto a imagem da saliência quanto o rosto poderoso pudessem ser transmitidos. Ele mora em um santuário debaixo d’água e se parece com uma divindade guardiã. Eu gostaria de agradecer ao meu professor, Keigo Kawamura, por me ensinar como tirar fotos subaquáticas, e a Hiroyuki Arakawa, que me guiou.”

                      Categoria Black & White (Preto e Branco)

                      Diana Fernie, da Austrália, recebeu inúmeros elogios por essa fotografia. E, não à toa, “The Cut” foi a vencedora dessa categoria. O local registrado é Leru Cut, nas Ilhas Salomão e foi tirada com uma Nikon, D850, Isotta D850, Nikkor 8-15 mm, iso
                      1250, f/4.5, 1/125, Inon Z330 X 2.

                       

                      “Eu tive a sorte de ganhar uma viagem de 10 dias para Leru Cut, e estava muito animada pela oportunidade de visitar este lugar novamente. Eu já havia mergulhado nessas águas em duas ocasiões, então já sabia o que esperar. No entanto, eu precisava de um modelo elegante como um elemento essencial para esta composição e meus companheiros imediatos não poderiam ser classificados como elegantes… Felizmente, havia outro fotógrafo no meu grupo, cuja esposa costumava posar e se tornou a modelo perfeita. Um pouco atrevidamente eu conseguiu capturar algumas fotos dela enquanto posava para o marido.”

                      Categoria Compacts

                      Diretamente de Nova Caledônia, um território francês, Jack Berthomier foi o fotógrafo que ganhou a categoria Compacts. “Doule perto da superfície” foi retratada no Rio Ouenghi, com uma Sony, RX100, ISOTA, grande angular INON UW-H100, iso 200, 5.6, 1/800 e flash interno.

                      “Eu costumava pescar no rio para tirar algumas fotos, sempre alguns dias depois de grandes chuvas, para aproveitar o leito mais alto do rio. Essa altura provoca grandes inundações, e, consequentemente, uma corrente forte, mas ainda praticável para mergulho livre com plantas, folhas e galhos. Elas trazem muitas cores que mostram esta simples carpa da Nova Caledônia (Kuhlia Rupestris), que são comuns em nossos rios.”

                      Categoria British Waters Macro

                      Tirada por Malcolm Nimmo, do Reino Unido, “Retrato de um blenny variável” foi a vencedora desta categoria. Foi tirada em Plymouth Sound, no Reino Unido, com uma câmera Nikon, D7200, Nauticam, Nikon 60mm, iso 200, f/13, 1/80, estroboscópio Inon 240 com flip snoot pro.

                      “A variável blenny (Parablennius pilicornis) é uma chegada relativamente nova à costa do Reino Unido, com suas origens mais ao sul. A espécie foi encontrada em todo o Mar Mediterrâneo e pode aparecer em uma série de formas e cores diferentes. Este blenny em particular foi destacando-se orgulhosamente em uma borda de recife. A imagem foi capturada usando iluminação snooted para enfatizar apenas o rosto do blenny, com a luz snooted sendo posicionado acima da cabeça, realçando o características faciais.”

                      Categoria British Waters Living Together

                      Representando a última categoria, financiada pela família real no Reino Unido, a imagem vencedora é a “SS Hispania”, de Kirsty Andrews, também do Reino Unido. O local da foto é o Sound of Mull, na Escócia, Reino Unido. O equipamento utilizado foi uma câmera Nikon, D500, Nauticam NA D500, Tokina 10-17mm, iso 800, f11, 1/80, Sea & Sea YS-110a x 2.

                      “O Reino Unido, na minha opinião, tem alguns dos melhores cenários de mergulho em naufrágios no mundo, e o SS Hispania, no Sound of Mull, é um dos meus favoritos. Este naufrágio realmente se tornou um recife artificial: ele atrai a vida selvagem assim como os destroços e a vida selvagem atraem os mergulhadores. Cada centímetro de metal é coberto por anêmonas, algas marinhas ou esponjas, laranja e brancas. Meu amigo investigava a superestrutura acima de uma fileira de vigias e eu recuei, fotografando tão longe quanto eu pude, para dar uma sensação de escala dentro esta cena colorida.”

                      Essas são apenas as fotos vencedoras de cada categoria. Ainda existe uma variedade de repartições em que cada foto se adequa melhor aos requisitos. É possível conferir todas as fotos vencedoras ao baixar o arquivo em PDF do anuário, no site do Underwater Photographer of the Year 2021, clicando aqui.

                      Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                        Por: Redação -

                        O Comando do 2º Distrito Naval, em Salvador, apresentou as Lanchas de Inspeção Naval Blindadas (LINB) “Guaiúba” e “Caraúna” aos órgãos de segurança pública no último dia 8As embarcações de ação rápida com proteção balística e câmeras termais serão empregadas nas atividades de patrulhamento na Baía de Todos-os-Santos e proximidades.

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                        O diferencial de velocidade, autonomia e manobrabilidade da lancha é capaz de oferecer, ainda, pronta e rápida resposta em apoio aos órgãos de segurança pública do estado, nas ações conjuntas para a fiscalização das águas interiores e o combate aos crimes transfronteiriços e ambientais.

                        A área marítima citada apresenta características específicas, marcadas por águas rasas, presença de altos fundos e, principalmente, de pedras. Tais situações representam risco e necessitam de embarcações com baixo calado, casco reforçado, dotado de resistência superior a impactos.

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                        A LINB é um tipo de embarcação tática blindada de alto desempenho, utilizada com sucesso em várias operações militares no mundo, por apresentar mobilidade tática e suporte de fogo em ambientes ribeirinhos e litorâneos. Construída com material de alto peso molecular, possui características exclusivas como retardo de chama, grande reserva de flutuabilidade (por seu casco ter densidade menor que a água) e elevada capacidade de absorção de choques, o que a diferencia das embarcações feitas em fibra de vidro e alumínio. 

                        A lancha possui, ainda, sirene tipo polícia, luzes de navegação e de sinalização estroboscópica, e pode ser equipada com metralhadoras. Além disso, é dotada de radar digital de alcance compatível com a área de atuação, sensores e câmera termal, o que lhe permite atuar em operações noturnas.

                        Um fato que agrega grande vantagem é que o sistema de blindagem das LINB compõe o projeto da mesma, não sendo uma mera adaptação. Sua blindagem suporta até tiros de fuzil. Na opinião do Comandante do 2º Distrito Naval, Vice-Almirante Humberto Caldas da Silveira Junior, as embarcações facilitarão a atuação com mais eficiência na área marítima da Baía de Todos-os-Santos e entorno, o que permitirá à sociedade contar com melhores serviços na área de segurança.

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                          Veleiro é interceptado com 2,2 toneladas de cocaína a 270 quilômetros da costa do Recife

                          Por: Redação -
                          16/02/2021

                          O veleiro Guruçá Cat foi interceptado, na noite do domingo (14), com 2,2 toneladas de cocaína, em uma operação conjunta da Polícia Federal e da Marinha do Brasil, com apoio de informações de agências de Portugal, Estados Unidos e Reino Unido.

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                          No momento da abordagem, a 270 quilômetros da costa do Recife, cinco pessoas, todas brasileiras, que estavam na embarcação foram presas. Segundo a Marinha, o barco teria como destino a Europa. Escoltado, o barco com a droga e a tripulação chegou à capital pernambucana na manhã desta terça-feira (16).

                          Construído em 2010 pelo casal de velejadores Guta Favarato e Fausto Pignaton, que venderam o veleiro há quase um ano – em março de 2020 -, o modelo já participou até de uma volta ao mundo!

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                          Feito todo de madeira, com capacidade para até 10 pessoas, o Guruçá Cat passou por lugares como Polinésia Francesa, Samoa Americana, Ilhas Salomão, Indonésia, Malásia, Tailândia, Madagascar e Moçambique.

                          De acordo com o G1 Pernambuco, Guta relatou que o veleiro já foi vendido outras duas vezes desde o ano passado. Ela e o marido lamentam que a embarcação, que foi lar do casal por uma década, tenha sido utilizada para tráfico internacional de drogas.

                          Apesar do ocorrido, Guta e o marido esperam que o veleiro apreendido pela Polícia Federal e pela Marinha do Brasil tenha um final feliz. “Não acredito que seja o fim do Guruçá. Ele é um barco muito forte, com uma história de vida bonita. Ele foi usado. Não é uma pessoa. Não tem culpa de nada. Esperamos que o barco seja leiloado logo e que possa ficar em boas mãos”, afirmou a velejadora.

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                            Águas da Baía de Todos-os-Santos se transformam em palco para carnaval no mar

                            O carnaval 2021 está diferente! Com as restrições para a folia em terra em decorrência do coronavírus, o cantor baiano Bell Marques fez uma live especial de carnaval, neste domingo (14), no Forte São Marcelo, ponto turístico de Salvador.

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                            Como não podia ser diferente, inúmeros fãs se reuniram nas águas da Baía de Todos-os-Santos para curtir um carnaval diferente, porém não menos animado. Antes mesmo do começo da live, várias embarcações já estavam estacionadas no entorno do Forte para acompanhar o repertório que trouxe um misto de nostalgia e consolo aos amantes do carnaval da Bahia.

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                            Alguns fãs foram com o abadá do bloco Camaleão e chamou atenção do artista que disse estar “surpreso com essa movimentação, mas muito feliz com o retorno. Que evento incrível, galera”, disse Bell, que levou ao palco os filhos Rafa e Pipo, além da banda Olodum.

                            Bell Marques também é um apreciador da náutica e, recentemente, foi flagrado, ao lado de sua mulher, Aninha Marques, navegando pelas águas de Salvador a bordo de sua Schaefer 600.

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                              A Sunreef Yachts, que está lançando uma nova linha de catamarãs ECO, firmou parceria com a equipe Rosberg Xtreme Racing, que também irá competir na série totalmente elétrica de corrida off-road Extreme E.

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                              “O iatismo tem a responsabilidade de ser mais sustentável”, afirma com entusiasmo. “Essa atividade se beneficia da beleza dos oceanos. Estou empolgado e fascinado por trabalhar com a Sunreef Yachts porque eles são pioneiros em iates de luxo sustentáveis. A base da Sunreef é a inovação e como, de certa forma, sou um engenheiro da Fórmula 1, inovações técnicas são incríveis para mim”, diz Nico Rosberg.

                              Os novos catamarãs ECO da Sunreef Yachts estão repletos de inovação sustentável. A característica mais notável é que o casco e o convés são cobertos por painéis solares de alta tecnologia que ajudam a atingir eficiência energética máxima. A Sunreef Yachts produz os painéis solares e usa tecnologia própria para integrá-los aos componentes estruturais para maximizar a geração de energia verde.

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                              Mas esses painéis solares feitos a partir de tecnologia própria são apenas o começo. A linha ECO de catamarãs e catamarãs à vela também apresenta sistemas de propulsão elétrica que prometem economia de combustível, baixa manutenção e operação silenciosa.

                              “Estamos mais do que entusiasmados com essa parceria, pois ela leva nosso compromisso com sustentabilidade a uma nova dimensão”, diz Lapp. “Eu acredito que a filosofia da Sunreef Yachts Eco pode cruzar oceanos e continentes. Ser um parceiro da Rosberg Xtreme Racing nos dá a chance única de atrair a atenção do mundo para questões ambientais urgentes”, declara o fundador e presidente da Sunreef, Francis Lapp.

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                                Submarino japonês colide com navio comercial ao emergir no Oceano Pacífico

                                Por: Redação -

                                De acordo com informações das autoridades governamentais, um submarino japonês colidiu com um navio comercial enquanto tentava emergir na costa do Pacífico do país.

                                 

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                                Três membros da tripulação do submarino da Força de Autodefesa Marítima Soryu sofreram ferimentos leves, e as fotos da Guarda Costeira japonesa mostraram que o veículo sofreu danos a seus aviões fairwater (aviões de mergulho), as estruturas em forma de asa em sua torre de comando.

                                 

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                                O Soryu, comissionado em 2009, é o primeiro em sua classe de submarinos elétricos a diesel japoneses. Ele desloca cerca de 3 000 toneladas e tem uma tripulação de cerca de 65 pessoas.

                                 

                                O Ministério da Defesa disse que o equipamento de comunicação do submarino também foi danificado, embora ainda possa operar. O acidente ocorreu na ilha principal de Shikoku, no sul do Japão, disse o Ministério da Defesa. O navio comercial não relatou danos, acrescentaram oficiais da Guarda Costeira. A mídia japonesa informou que o navio pode ter sido o Ocean Artemis, um graneleiro com bandeira de Hong Kong.

                                 

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                                  Por: Redação -

                                  O Venice Boat Show e a e-Regatta — regata de barcos elétricos —, ambos adiados no último ano por conta da pandemia de Covid-19, estão programados para acontecer de 29 de maio a 5 de junho deste ano, na histórica cidade do canal “La Serenissima”.

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                                  Aproveitando o status marítimo da cidade, os organizadores focaram no histórico da mostra e no objetivo de superar a marca de 27 mil visitantes na última edição, em 2019, aumentando, assim, o alcance do evento.

                                  Para colocar o salão náutico em prática, o Venice Boat Show conta com o apoio da própria cidade de Veneza, do Vela (principal fornecedor de transporte público da região) e da Marinha Italiana. O local escolhido foi o Arsenale de Veneza, um antigo complexo de estaleiros, no centro do poderio naval de Veneza, da época em que a cidade governava os mares. Esse apogeu aconteceu no século 15, em que era produzido um navio por dia.

                                  Unindo beleza e ancestralidade, o Arsenale é o cenário perfeito para o evento. Além de toda a sua tradição, o local ainda possui 50 mil metros quadrados (5 hectares), mais 30 mil metros quadrados de área de exposição externa e 10 mil metros quadrados de pavilhões internos.

                                  Um dos destaques da última edição foi a grande adaptação do público às embarcações elétricas ou híbridas. Inclusive, na abertura do show, o prefeito Luigi Brugnaro declarou, junto a presidenta do Senado italiano, Maria Elisabetta Alberti Casellati, que o objetivo é permitir somente barcos elétricos e híbridos no futuro da cidade.

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                                  Em relação à e-Regatta, o intuito é elucidar a viabilidade para o uso do canal na cidade. Na apresentação, eles devem abordar principalmente a propulsão elétrica como alternativa para os barcos de recreio e comerciais. A regata de barco elétrico está sendo organizada pela Venice Agenda 2028  (VA2028), pelo Triumph Group International e pela Assonautica Venezia, sob a bandeira da Inland Waterways International (IWI) .

                                  Uma forma que os idealizadores encontraram de julgar a capacidade das embarcações é pelas provas de velocidade, slalom e enduro. Em uma das ocasiões, elas serão julgadas pela “e-ballerina”: uma combinação de manobras de patinação no gelo e esqui aquático que requer muita destreza dos barcos.

                                  As atrações não param por aí: já é o segundo ano em que a exposição internacional de produtos e projetos voltados para a vela sustentável entra em cena. Esse projeto convida inscrições de profissionais e estudantes, de forma individual ou em associação, para expor suas propostas durante o salão, desde as criações já estruturadas à simples esboços. Eles podem estar relacionados ao projeto geral de uma embarcação, interiores, componentes detalhados, sistema de propulsão, estrutura, etc. É possível, inclusive, abordar mais de um parâmetro de uma vez só.  A exibição dos trabalhos vencedores será realizada no Arsenale durante o show e, talvez, em alguns dos outros museus de Veneza, posteriormente. O comitê de seleção é um painel de especialistas nomeado pelo próprio prefeito de Veneza.

                                  Os interessados ​​em competir devem entrar em contato com o cofundador da e-Regatta Kevin Desmond em [email protected] e os interessados em se inscrever no último concurso devem contatar o [email protected] ou visitar a página de informações do projeto no site da Fondazione. É necessário conferir os requisitos. Confira abaixo o vídeo promocional do evento.

                                  Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                    Por: Redação -
                                    15/02/2021

                                    Longe das selvas de pedra e rodeados pela natureza, é à base da pesca, caça e agricultura de subsistência que vivem os povos ribeirinhos na Amazônia. Adaptando-se aos períodos de chuva e ocupando o que seria a terceira margem, são os rios que comandam a vida de milhares de famílias que vivem em casas de madeira suspensas em palafitas.

                                    Diante de uma perspectiva em que saneamento básico e eletricidade são luxo, o povo esquecido é visitado uma vez por ano pelos Doutores das Águas, um projeto criado em 2011 por um grupo de médicos e pescadores de São Paulo que, a cada viagem que faziam à floresta, se sensibilizavam com as histórias dos ribeirinhos que conheciam.

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                                    Povo ribeirinho sob visita dos Doutores das águas – Imagem: Rodrigo Larrabure/Doutores das Águas 

                                    Há dez anos o projeto leva atendimento médico e odontológico a centenas de famílias que vivem em comunidades isoladas nas bacias do Rio Negro e do Rio Madeira, ao norte e ao sul de Manaus, respectivamente. 

                                    A primeira viagem foi em abril de 2011. Um grupo de seis pessoas constatou que os ribeirinhos precisavam de qualquer apoio possível. De lá para cá, o projeto cresceu e se tornou importante para as comunidades. 

                                    “Durante quatro anos a gente só trabalhou com barcos emprestados. Era muito complicado, não se podia fazer nada nos barcos, tínhamos que montar toda a infraestrutura quando chegávamos nas comunidades. Perdíamos horas nessas montagens”, disse Rubens de Almeida Prado, 65, coordenador-geral e um dos idealizadores do projeto, à reportagem de NÁUTICA.

                                    Além disso, essa infraestrutura era muito precária para os médicos. “Os atendimentos eram debaixo de árvores, dentro de igrejas, em banquinhos de madeira”, relata Rubinho. 

                                    O barco ambulatório – Imagem: Rodrigo Larrabure/Doutores das Águas

                                    No quinto ano, em 2015, o projeto, que vive através de doações, conseguiu os recursos necessários para montar um barco que servisse tanto para a locomoção dos médicos quanto para os próprios atendimentos. “Fizemos um barco pronto: com quatro salas médicas, quatro consultórios odontológicos, farmácia e salas para intervenções cirúrgicas”. 

                                    Consultório odontológico – Imagem: Rodrigo Larrabure/Doutores das Águas

                                    Com capacidade para 32 voluntários, há no barco ambulatório oito suítes para essas acomodações. Visto que toda ação é completamente voluntária, todos os profissionais, de instituições renomadas, pagam a própria passagem para Manaus.

                                    Saindo da capital manauara, em direção ao norte, a primeira comunidade atendida está a cerca de 30 horas de navegação. Sete comunidades são visitadas através da Bacia do Rio Negro. Depois disso, o barco retorna para Manaus onde é reabastecido e segue, desta vez, em direção ao sul, na Bacia do Rio Madeira, onde mais cinco comunidades são assistidas.

                                    “A gente para em doze comunidades, mas atende cerca de trinta. Ao parar em uma comunidade, recebemos moradores de locais próximos”, explica. 

                                    Hoje, quando o barco e os voluntários chegam em uma comunidade ribeirinha é sinônimo de festa no local. No entanto, no começo, não foi fácil mostrar aos ribeirinhos que eles seriam ajudados e não prejudicados. “ ‘O que vocês estão fazendo aqui?’ Era o que eles diziam”, conta Rubinho e ainda enfatiza que, aos poucos, o projeto foi ganhando credibilidade nas comunidades. 

                                    “No primeiro ano, antes de ir embora, dissemos a eles que voltaríamos e eles não acreditaram. Quando voltamos, um ano depois, já foi uma surpresa”, detalha. Segundo dados do projeto, no primeiro ano foram atendidos 1.000 ribeirinhos. Enquanto na última visita, em 2019, esse número chegou a 3.200, seja o atendimento médico ou odontológico. 

                                    Atendimento médico é realizado, sobretudo, em crianças – Imagem: Rodrigo Larrabure/Doutores das Águas

                                    “O ribeirinho é esquecido, é carente. Eles nunca tiveram médicos. Quando chegamos lá, havia crianças de quinze anos com todos os dentes perdidos. Precisamos ensinar tudo para eles”, desabafa Rubinho. O impacto causado pelo Doutores das Águas vai além de quadros clínicos.

                                    “Dar a capacidade de sorrir para uma pessoa é uma mudança radical na sua autoestima”. 

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                                    Infelizmente, pela pandemia de covid-19, o ano de 2020 quebrou a sequência de nove visitas seguidas às comunidades espalhadas pela Floresta Amazônica. Segundo infectologistas do projeto, era arriscado colocar os ribeirinhos em risco. Entretanto, foi possível ajudá-los de uma outra maneira: doando insumos. “Tudo que nos foi doado nós repassamos para eles: remédios, luvas e máscaras”, conta Rubinho. 

                                    Em abril de 2020, uma pequena equipe a bordo de um barco alugado distribuiu os insumos pelas comunidades atendidas pelo projeto. “Foi nossa maneira de ajudar, sem colocá-los em perigo”. 

                                    Equipe do projeto – Imagem: Rodrigo Larrabure/Doutores das Águas

                                    Quando toda equipe médica do projeto estiver vacinada, o atendimento pode voltar a acontecer. “Adiamos nossa visita para julho. Acreditamos que boa parte da equipe médica já estará vacinada”, pontua Rubinho. 

                                    Fora os atendimentos em si, existem diversas campanhas de conscientização que ensinam, por exemplo, os ribeirinhos a terem regularidade na escovação dos dentes. Tal ação não é um ato de modificar a cultura desses povos, mas, sim, um aprimoramento na vida dessas pessoas. 

                                    “Esse é um trabalho que nos deixa enaltecidos. Faz até melhor para nós do que para eles, na nossa maneira de enxergar e de lidar com o mundo e as diferenças”, finaliza Rubinho.

                                    Em dez anos de projeto, são dez visitas em cada comunidade. Pode não parecer, mas faz toda diferença. A falta de recursos impede que os Doutores estejam mais presentes nessa região. Do mesmo modo, os resultados são revolucionários. 

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                                      Grupo norueguês apresenta nova linha de iates pensada para aliar conforto e sustentabilidade

                                      Por: Redação -

                                      O grupo norueguês Ulstein, especialista em construção naval, design de embarcações, sistemas e soluções marítimas, lançou uma série de conceitos de design para novos iates. Trata-se da série X-Bow, que conta com o modelo CX126, de 97,8 metros de comprimento.

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                                      O megaiate CX126 visa ter estética diferenciada, além de soluções pensadas para dividir a distribuição das ondas, diminuindo, assim, o impacto e as vibrações em comparação com outros modelos.

                                      A forma inspirada na natureza tem vários propósitos funcionais, como maior eficiência energética, maior conforto e redução de batidas. Anteriormente usada em mais de 100 embarcações, a tecnologia de Ulstein só foi adotada no mercado de superiates recentemente.

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                                      Projetado para explorar e lidar com uma variedade de condições, o CX126 pode acomodar até 36 convidados em suítes de luxo, 36 tripulantes e uma gama completa de brinquedos. Para melhorar a experiência do hóspede, seu exterior é equipado com áreas de estar amplas e confortáveis ​​- incluindo uma sala de observação na proa – e uma área de pouso de helicóptero na popa.

                                      Além dos benefícios ecológicos fornecidos pelo X-Bow, o CX126 pode ser projetado para incluir outras iniciativas sustentáveis, permitindo que seus convidados explorem algumas das áreas naturais mais preservadas do mundo.

                                      Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                        Como nasce uma praia? Estudo desvenda esse mistério e NÁUTICA conta para você. Confira

                                        Por: Redação -

                                        Quem navega por paraísos náuticos como a baía de Angra dos Reis e já circundou a Ilha Grande, por exemplo, certamente já deve ter se perguntado mais de uma vez, frente àquelas espetaculares faixas de areia que contrastam com o azul-turquesa do mar: como é que as praias se formam? De que fontes de areia elas se valem? Por que existem areias de cores tão diferentes nas praias do mundo? Por que algumas areias são brancas como a neve, enquanto outras praias são cobertas de pequenas ou grandes pedras? Enfim, por que as paisagens de praia são diferentes umas das outras?

                                        Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                        Resposta: as praias têm vida e se formam, e transformam, por meio de um processo muito, muito lento. “Diga-me como são as ondas no mar e eu lhe direi como será a praia em alguns meses”, diz o oceanógrafo americano Steve Elgar, do Instituto Oceanográfico Woods Hole (WHOI), que — quase duas décadas atrás, ao lado da então doutoranda brasileira Fernanda Hoefel — comandou um estudo sobre o assunto, analisando diferentes hipóteses.

                                        Entender como a areia se desloca da praia para o mar é a parte fácil. São as tempestades que induzem essa migração: nessas condições, as ondas fortes vão quebrando nos bancos de areia e empilhando grande quantidade de água; quando o limite é alcançado, acontece um refluxo — e a corrente criada nele arrasta consigo a areia. O difícil era entender como a areia volta para a praia. Nada mais imprevisível.

                                        O pulo do gato para matar a charada, segundo Steve Elgar, foi perceber que as ondas pequenas são tão importantes nesse processo quanto os vagalhões. “Até então, ninguém havia imaginado que as ondas fracas pudessem desfazer o serviço das tempestuosas, mas é o que acontece”, diz o pesquisador.

                                        Em outras palavras, as ondas baixinhas, quando se aproximam dos bancos de areia, são forçadas a se inclinar, e isso aumenta a sua aceleração, fazendo com que carreguem a areia na direção da praia. Ok: a água é sempre uma excelente transportadora de material solto, que é exatamente do que as praias são feitas. Agora você já deve estar se perguntando: “Mas qual é a origem da areia?”

                                        Bem, é supersimples. Tudo começa em uma montanha ou estrutura rochosa localizada mais ou menos longe da costa, que, pela ação dos ventos, da chuva, de raízes e de microorganismos, desprendem pequenas partículas, ou sedimentos. Sob a ação do vento, da gravidade e das enxurradas, esses sedimentos descem a ladeira e são transportados para rios e córregos, ficando em suspensão (no caso da argila) ou depositando-se no fundo de seu leito (caso do da areia e do cascalho).

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                                        Eventualmente, esses sedimentos são canalizados para o oceano, através da boca dos rios. Aí, vêm as ondas e as marés, que com seus movimentos fazem com que a areia se acumule perto da costa. Bingo, os grãos — que costumam demorar milhões de anos para se formar — estão prontos para fechar o círculo.

                                        Normalmente, para uma praia se formar, é necessário que haja um ambiente relativamente protegido, como uma pequena baía ou enseada. Na costa, a areia muda de lugar por causa do movimento das marés. E o mar e os rios também trazem outros ingredientes para a mistura, como conchas, algas e outros restos de animais que dão a fórmula final da areia.

                                        É a origem da rocha que determina a cor e o tipo de areia em que você deita e rola nas praias durante o verão. Por exemplo, aquela areia branca e fina, comum nas praias brasileiras, é composta principalmente de quartzo, mineral que vem do granito, um dos tipos de rocha mais abundantes na serra do Mar, que margeia o litoral do país. Por sua vez, a areia mesclada tem origem especialmente no irregular e esbranquiçado silício, com grãos cujo diâmetro varia entre 0,12 mm e 0,25 mm. Mas essa areia também costuma apresentar muitos fragmentos de corais e algas vermelhas, que dão uma coloração mais forte à mistura. Ou seja, a paleta de cores da areia da praia é vasta e às vezes surpreendente, variando de tons de cinza e marrom a vermelho, preto e até verde.

                                        Por sua vez, os bancos de areia — formados pelo movimento das ondas e das correntes — são depósitos de areia ou sedimentos próximos à praia, de formação longa e estreita, situados paralelamente à linha costeira. Têm como base os mesmos sedimentos. Alguns bancos de areia podem chegar a dezenas de quilômetros de comprimento.

                                        Engana-se, porém, quem imagina que as areias são eternas. Depois de milhões de anos, seus grãos também morrem. Tudo acontece ali na praia mesmo: empilhado pelo peso enorme das novas camadas de areia que continuamente chegam à costa, o grão desce a centenas de metros de profundidade e volta a ser pedra, formando o assoalho oceânico. Da pedra ao pó, do pó à pedra.

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                                          Grupo Ferretti e Sanlorenzo anunciam sociedade para assumir Perini Navi

                                          Por: Redação -

                                          O Grupo Ferretti e a Sanlorenzo anunciam a criação de uma joint venture para assumir a Perini Navi, que foi declarada falida pelo tribunal de Lucca em 29 de janeiro.

                                          Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                          De acordo com nota divulgada, as duas empresas manifestaram interesse em formular uma oferta que inclua a aquisição das marcas italianas da Perini Navi, ativos e atividades, também, possivelmente, após a locação de uma unidade de negócios, de modo a garantir um trabalho mais ágil e rápida recuperação das atividades produtivas e manutenção dos níveis de emprego.

                                          “Dia importante para a navegação italiana, para os funcionários e familiares da Perini Navi. Paixão, experiência e competências únicas que continuarão a ser protegidas desta forma. Assim como o negócio da Perini Navi, que hoje está tutelado, é composto por muitos fornecedores aos quais a serenidade será devolvida e assegurada”, comentou Alberto Galassi, CEO do Grupo Ferretti.

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                                          “O Grupo Ferretti busca constantemente a excelência e as competências que se integram às nossas: muitas vezes, como no caso de hoje, as encontramos na Itália. Temos a certeza de que nosso compromisso se traduzirá em um maior crescimento com efeitos benéficos no território e maior esplendor. Para a indústria italiana de iates. Também gostaria de sublinhar a importância histórica da aliança com a Sanlorenzo, em linha com o novo espírito de colaboração que existe no país: uma expansão benéfica do horizonte que nos permitirá aproveitar ainda mais oportunidades e sucessos”, concluiu Galassi.

                                          Massimo Perotti, presidente executivo da Sanlorenzo, lembra-se de ter “iniciado a história profissional na navegação em Viareggio, precisamente no lugar e ano em que Perini Navi nasceu a poucos passos de distância”.

                                          “Desde 1983, sempre olhei com grande admiração para o modelo de negócio desta extraordinária marca: barcos de excelente qualidade, rigorosamente feitos à medida para um número limitado de experientes especialistas em iates. Características únicas que anos depois encontrei em Sanlorenzo. Pelas semelhanças e com a forte determinação em salvar uma marca italiana com uma história incomparável, no interesse do território e de todos os stakeholders, antes de mais nada colaboradores e fornecedores, manifestei desde o primeiro momento a disponibilidade de Sanlorenzo para intervir para o seu relançamento”, disse Perotti.

                                          “Hoje estou feliz por poder fazer isso em parceria com o Grupo Ferretti. Esta é uma aliança histórica para o nosso setor, que estou convicto que terá mais desenvolvimentos e será um exemplo para outras iniciativas que visam fortalecer a liderança do nosso setor no mundo”, concluiu.

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                                            Por: Redação -

                                            O México sediará o primeiro salão náutico de Cancún, de 16 a 18 de julho de 2021. O México é considerado o segundo maior mercado de exportação de produtos náuticos recreativos para os Estados Unidos, de acordo com informações do IBI. A unificação da indústria em nível nacional alimentará o crescimento na disponibilidade de produtos, atrairá famílias para o esporte e promoverá o tão necessário turismo.

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                                            O evento acontecerá na Marina Puerto Cancun em Cancún, Quintana Roo. O sofisticado centro comercial de entretenimento ao ar livre e a marina ficam no bairro de Puerto Cancún, conhecido por suas marinas, campo de golfe e casas luxuosas de milhões de dólares. Marina Puerto Cancun é o lar de muitas marcas de luxo, incluindo Azimut, Pardo Yachts e Yachts Cancun.

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                                            >> NHD 280 será primeira lancha da marca a navegar por águas internacionais

                                            >> Lançamento no Boat Show, NHD 340 une espaço e versatilidade. Conheça a lancha

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                                            Cancún em si é um destino de iatismo mundialmente conhecido e um playground para muitas das pessoas mais ricas do México e do mundo. Além disso, o turismo faz do estado de Quintana Roo o líder mundial em atividades relacionadas a esportes aquáticos. A quantidade de passeios de barco, balsas, barcos de mergulho, barcos de pesca, jets, brinquedos aquáticos e acessórios são incomparáveis. Como o mercado náutico mais forte do México, Cancún é o lugar ideal para sediar uma mostra internacional de barcos.

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                                              Navegamos com o novo Galaxy Z Fold2, o moderno smartphone dobrável da Samsung

                                              12/02/2021

                                              Quem tem barco sempre está em busca de novas soluções em tecnologia que podem ser aplicadas na navegação. O novo Galaxy Z Fold2 5G, modelo top de linha da segunda geração de smartphone com tela dobrável da Samsung, é um ótimo exemplo disso. E, ainda por cima, tem tudo a ver com passeios náuticos.

                                              Para avaliar sua eficiência na prática, levamos o moderno aparelho a bordo da lancha Triton 52 Fly e navegamos nas encantadoras águas de Belém, no Pará. Veja nossa análise no vídeo abaixo.

                                              Logo de cara, destaque para seu principal recurso: a incrível tela dobrável de 7,6 polegadas (do tamanho de um tablet!) que se fecha para o aparelho ser acomodado no bolso, ou se abre na hora de assistir, por exemplo, um vídeo da Netflix e do YouTube. Na parte externa há outra tela, de 6,2 polegadas, para visualizar notificações e responder mensagens sem precisar abrir o celular. Muito prático.

                                              UMA TELA DE NAVEGAÇÃO PORTÁTIL

                                              No comando de um barco, a pedida é usar o aparelho com a tela aberta, como um tablet, exibindo todos os instrumentos de navegação, como carta náutica, os sistemas de medição que usam gps e, obviamente, a tela, que favorece o uso multitarefa dos aplicativos.

                                              O display exibe vídeos com grande quantidade de movimentos deixar rastros na tela, que por sua vez emite menos luz azul, o que permite que você tenha uma visualização do tamanho de um tablet e possa aproveitá-la por horas sem cansar a vista. Outro detalhe importante dessa tela é que ela tem frequência de até 120 Hz, que se adapta automaticamente à necessidade de cada aplicativo, evitando travamentos e oferecendo imagens mais vivas e nítidas.

                                              Destaque também para a dobradiça, com vários aprimoramentos em relação à geração anterior, como sistema de molas, amortecedores e (atenção para o detalhe) proteção contra a entrada de resíduos e de poeira. O resultado é um smartphone mais maleável, reforçado nas dobras. Na tela grande interna é possível usar até três aplicativos simultaneamente — e dois na tela externa — e você ainda pode salvar seu layout preferencial para usá-lo quando quiser.

                                              Por conta dos amortecedores nas dobradiças, a tela se fixa em qualquer posição que se desejar (ângulos entre 75º e 115º). Se você quiser um ângulo mais fechado, tudo bem, ela se fixa em uma posição quase fechada. Se quiser um ângulo mais aberto, idem.

                                              Isso é legal porque permite fazer (no mesmo momento em se faz a captura do vídeo ou da foto) a verificação da qualidade das imagens na tela. E há ainda a opção flex para mãos livres, que permite manter a câmera filmando, deitada ou em pé, bastando para isso apenas acomodar o aparelho numa superfície plana.

                                              PARA REGISTRAR OS MOMENTOS A BORDO

                                              O Samsung Galaxy Z Fold2 traz uma câmera frontal e uma câmera central— localizada na parte de dentro do celular — com 10 MP. O conjunto traseiro usa três sensores, distribuídos entre principal, ultra wide e teleobjetiva, todos com 12 megapixels.

                                              Na opção de vídeos profissionais, você controla abertura de câmera, entrada de luz, cor etc. Essas câmeras têm um processamento que usa inteligência artificial. Ou seja, é possível fazer fotos e vídeos sem precisar de qualquer acessório, a partir de ângulos impossíveis de serem obtidos com a maioria dos smartphones.

                                              Nas selfies com a câmera traseira é possível ativar simultaneamente na tela as imagens que estão sendo captadas. Assim, você consegue saber como a foto vai ficar — algo impossível nos smartphones convencionais.

                                              Um dos recursos muito interessantes é o foco automático que acompanha a pessoa que está em movimento, deixando ela como destaque na gravação — o que torna a experiência com as fotos durante a navegação ainda melhor.

                                              RECURSOS ADICIONAIS

                                              Além do carregamento tradicional, o Galaxy Z Fold2 compartilha a tecnologia de recarga sem fio — o que é interessante, pois alguns modelos de barcos já oferecem base sem fio de fábrica no posto de comando, nas suítes e em outros ambientes a bordo.

                                              Compatível com a tecnologia de redes de internet de quinta geração (5G), o aparelho tem leitor de impressão digital na lateral, permite pagamentos por aproximação, e trabalha com um conjunto de duas baterias de 4 500 mAh. O que significa muita autonomia.

                                              O preço? Cerca de R$ 12 600, pelo site shop.samsung.com/br/galaxy-z-fold2-5G/. Está disponível nas cores bronze e preta.

                                              CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

                                              Tela: 7,6 polegadas (externa) e 6,7 polegadas (interna)
                                              Resolução tela (externa): QXGA+ (2208 x 1768 pixels)
                                              Resolução tela (interna): HD+ (2260 x 816 pixels)
                                              Processador: Exynos 990 (octa-core de até 3,09 GHz)
                                              Memória: RAM 12 GB
                                              Armazenamento: 256 GB
                                              Câmera principal: tripla, 12, 12 e 12 MP
                                              Câmera frontal: dupla, 10 e 10 MP
                                              Sistema operacional: Android 10
                                              Bateria: 4 500 mAh
                                              Dimensões: 159,2 x 128,2 x 6,9 mm
                                              Peso: 282 gramas
                                              Cores: preto e bronze

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                                                A catarinense NHD Boats acaba de apresentar sua mais nova lancha ao mercado. Trata-se da NHD 365, de 11,2 metros de comprimento, criada para unir o máximo de aproveito de espaço externo com uma cabine projetada para pernoite de até cinco pessoas. De dia, a lancha pode levar até 15 passageiros, além do piloto.

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                                                A proa com passagem lateral conta com amplo solário para até 3 pessoas e trampolim que serve também como assento. Entre os destaques do modelo, está a ampla plataforma de popa, com 2,1 m de comprimento, que somada ao open deck, chega a 16 m² de área útil. O espaço gourmet está equipado com pia, lixeira, espaço para tábua de carne e churrasqueira a carvão. Os porta copos estão espalhados por toda a embarcação dando mais comodidade às pessoas a bordo.

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                                                A cabine possui pé-direito de 2 m de altura, já a altura do banheiro é de 1,8 m e conta com box com chuveiro fechado. A cama de proa e meia-nau são amplas com mais de 2 m de comprimento. A cama de proa tem a possibilidade de conversão em mesa, possibilitando o uso para refeições. A cabine ainda possui uma cozinha com espaço para geladeira, pia com cooktop de indução, forno micro-ondas e muito mais.

                                                O design da embarcação segue a progressividade das linhas da NHD Boats. O Full LED já característico da NHD assume parte da composição visual da embarcação. A iluminação visa comunicar inovação e tecnologia, assim como o painel que está preparado para instrumentos de navegação touch screen de até 20”. A motorização fica por conta de dois motores de  220 a 300 hp de potência.

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                                                  Por: Redação -

                                                  No último domingo (7), o Tampa Bay Buccaneers venceu o Super Bowl (a final da NFL, principal liga de futebol americano dos Estados Unidos) pela segunda vez em sua história. O time comandado por Tom Brady, marido de Gisele Bündchen, saiu às ruas, ou melhor, às águas, para celebrar o título, na última quarta-feira (10).

                                                   

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                                                  Visando evitar aglomerações, foi organizado um desfile de barcos no rio Hillsborough, no centro de Tampa. Quatro barcos suportaram os jogadores do time que foram ovacionados pelos fãs.

                                                  Tom Brady a bordo de sua lancha Wajer55S – Imagem: Reprodução/Los Angeles Times

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                                                  O heptacampeão da liga e centro das atenções, Tom Brady, fez jus ao espetáculo e chegou ao desfile com sua própria lancha: uma Wajer 55S, do estaleiro holandês Wajer Yachts. Batizada de “Viva a Vida”, para homenagear os esforços ambientais da esposa, a lancha é avaliada em US$ 2 milhões.

                                                   

                                                  Como se não bastasse, o ápice das comemorações veio quando Brady arremessou o troféu para o amigo e companheiro de time, Rob Gronkowski, que estava em outro barco. Por sorte ou talento do jogador, nada de ruim aconteceu.

                                                   

                                                   

                                                  No entanto, a prefeita da cidade, Jane Castor, enfatizou que os participantes do desfile deveriam estar usando máscaras e respeitar as regras de distanciamento social. Infelizmente, pouco disso aconteceu.

                                                   

                                                  Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                    Nesta quinta-feira (11), a Mercury Marine anunciou seu maior e mais potente motor de popa já feito! Trata-se do V12 de 4 tempos de 7,6 L 600 hp.

                                                    Este motor foi projetado para impulsionar barcos na faixa de 35 ‘a 55’ (10,66 ma 16,76 m) e tem 64 graus V naturalmente aspirado com corpos de aceleração dupla que cria um pacote para produzir grande quantidade de torque.

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                                                    Para aproveitar este poder, Mercury usou uma unidade inferior com dois suportes de rotação contrária que apresentam um suporte de quatro pás na frente e um suporte de três pás atrás. O novo V12 tem diâmetro e curso de 3,8 ”x 3,4” (9,65 cm x 8,63 cm) e opera com combustível regular de 87 octanas, ao contrário do 400R, que requer combustível de alto teste. A unidade possui 14 litros de óleo. É um motor de popa de alta rotação com uma faixa WOT de 5600-6400 RPM.

                                                    A Mercury se juntou ao à alemã ZF para produzir uma transmissão automática de duas velocidades que usa uma relação de transmissão superior de 2,97: 1 para ajudar os barcos pesados ​​a embarcarem rapidamente antes de mudar para a segunda (2,5: 1) quando a carga diminui para melhor alta velocidade desempenho.

                                                    Com comprimentos de eixo de 20 “(50,8 cm), 25” (63,5 cm), 30 “(76,2 cm) e 35” (88,9 cm), o V12 Verado pode ser montado em qualquer configuração de casco que possa lidar com seu forte peso, torque e potência.

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                                                    Toda a manutenção de rotina, como verificar o óleo ou fluido da transmissão automática, pode ser realizada abrindo uma escotilha no topo da capota. Apesar de sua sofisticação, o V12 Verado de 600 hp não requer manutenção programada para 200 horas.

                                                    A segunda manutenção programada é de 1 000 horas ou cinco anos, o que ocorrer primeiro. Nenhum procedimento de manutenção exige que o barco seja içado para fora da água. Mesmo procedimentos como a troca do óleo podem ser feitos com um dispositivo de sucção que usa o tubo da vareta medidora.

                                                    Uma bitácula nova, mais ergonomicamente correta e mais cheia de recursos, também foi revelada para o V12 Verado e todos os outros motores de popa Digital Throttle and Shift (DTS) até o 175 FourStroke. A parte superior da caixa de controle está livre de qualquer obstrução ou botões, então os proprietários podem colocar suas mãos sobre ela para aqueles que gostam de usar o acelerador para baixo na alavanca.

                                                    Isso também permite que o motorista curve sua mão sobre a parte superior para acessar os botões de compensação manual do motor com os dedos. Há uma tela de exibição integrada na face da base da bitácula para permitir que o motorista role facilmente pelo menu usando botões virtuais. A luz indicadora neutra verde foi movida da base da bitácula – onde poderia ser obstruída pelas alavancas – para o topo da empunhadura da alavanca para facilitar a leitura.

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                                                      Por: Redação -

                                                      O último sábado (6) marcou o início de uma importante obra que beneficiará a população de Cananéia, mais propriamente os proprietários de embarcações. Trata-se de um novo píer flutuante, que chegará para facilitar o embarque e desembarque de turistas que visitam a região.

                                                      Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                      De acordo com informações, a construção do píer se dará na Avenida Beira-Mar e é viabilizada por meio de uma parceria firmada com o Governo de SP, através do DADE (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias), ligado à Secretaria do Turismo.

                                                      O valor de R$ 680 mil, obtido através desta parceria, foi repassado à prefeitura de Cananéia, que imediatamente contratou uma empresa que fará a construção do píer, a Metalu. Segundo o empresário do grupo, havia uma única pendência até que a obra pudesse ser iniciada e que dizia respeito a uma autorização da Ambiental, que já foi emitida.

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                                                      O local recebeu visita técnica no sábado e já conta com uma placa que sinaliza a nova obra e informações referidas, como o valor investido e o prazo até a sua conclusão – 180 dias a partir da data de início – 08/09/20.

                                                      A estrutura, que terá 40 metros de comprimento e 25 metros de largura, será construída visando atender a demanda de embarcações de lazer, sendo vetado o uso às embarcações de pesca comercial.

                                                      Até março, a obra estará concluída, de acordo com a previsão do empresário ligado à equipe que comandará a obra.

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                                                        Por: Redação -
                                                        11/02/2021

                                                        A sétima edição do Rally dos Mares, realizada entre 2 e 6 de fevereiro, reuniu 180 competidores entre Salvador e Ilhéus, batendo novo recorde com 50 participações a mais que no ano passado. A competição foi acompanhada de perto por três oficiais da Marinha, que participaram do percurso de 435 quilômetros, quase todo em mar aberto, para garantir a segurança.

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                                                        Tinha gente de Alagoas, de Brasília, do Espírito Santo, de Goiânia, da Paraíba, de São Paulo, de Sergipe, do Rio de Janeiro e até de fora do país (o francês Olivier J. Alain Joseph), além da Bahia, claro, em uma formidável mistura.

                                                        Um grupo de mulheres vindas de São Paulo estreou na flotilha, e adorou a experiência, apesar de o tempo ruim ter predominado ao longo dos seis dias de prova, com muitas ondas, ventos e correnteza pelo caminho. “O mar aqui é bem diferente do litoral paulista. Mas, mesmo assim, foi uma delícia”, disse a engenheira Patrícia Theodoro.

                                                        Como explicar o milagre da multiplicação da flotilha, que cresce a cada ano em proporção geométrica? “É que a cada ano vamos incrementando e melhorando a estrutura e a segurança. Temos até jet para alugar para quem vem de longe, caso precise, além de tudo incluído na taxa de inscrição, desde alimentos e bebidas até hotel e combustível”, conta Orlando Sousa Oliveira Jr., diretor de marketing e eventos e um dos organizadores do rali.

                                                        Todo mundo que participa da festa gosta tanto que não apenas confirma uma repetição para a edição seguinte como faz questão de convidar novos amigos e trazer os filhos, quando estes completam 18 anos. Este ano, nada menos que nove jovens pilotos seguiram a trilha do pai. “Quando fomos ver, já eram quase duas centenas de ralizeiros”, diverte-se Orlando. O número inicial era de 195 pilotos, mas, após o teste swab, 15 deles ficaram de fora por estarem infectados (assintomáticos) pelo coronavírus.

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                                                        Outro fator que pesa para que o número de amadores seja tão expressivo é o caráter familiar que a prova adquiriu. “Já estou no meu quarto Rally dos Mares”, contabiliza Geraldo Greco, que pelo segundo ano teve a companhia do filho, o estudante Geraldo Greco Filho. “É gratificante participar de um evento grande como esse. Ano que vem, estaremos aqui de novo”, planeja ele, movido pelo prazer de praticar esporte e, ao mesmo tempo, pelo desafio de chegar ao fim da prova.

                                                        A competição também se mantém fiel ao seu primeiro objetivo, que é o de promover a confraternização entre os participantes e servir de incentivo para quem está se iniciando no esporte.

                                                        Os integrantes da flotilha são divididos em equipes, cada uma tendo à frente um diretor com mais de 300 horas de experiência de navegação em mar aberto. Durante o percurso, os jets devem manter uma distância de 20 metros uns dos outros, para evitar colisões. E a cada 90 minutos de navegação há um intervalo para hidratação dos pilotos. O importante é alcançar o destino final a cada dia, e não chegar na frente, aflorando assim o espírito de companheirismo.

                                                        O segundo dia do Rally é sempre reservado a uma prova velocidade (o “arranque”), com os pilotos separados por categorias. Cada campeão ganha uma medalha, enquanto os pilotos do jet mais rápido recebem o cinturão de Reis dos Mares — neste ano, a dupla Olívio Neto e Adilsom Cruz.

                                                        A cada etapa completada os pilotos são recebidos com festas ou sunsets (celebrações realizadas nos fins de tarde), com muita cerveja, refeições temáticas, DJs e bandas. Quem chega ao fim da prova na frente (em sua respectiva categoria) recebe um troféu de campeão, que este ano ficou com Matheus Esquivel (categoria 130 hp), Adalberto Alves (155 hp), Kiko Lions (230 hp), Felipe Ribeiro (Svho), Piter das Virgens e Leo Ekipar (330 hp).

                                                        Mas a maior parte dos “rallyzeiros” não está interessada em conquistar o primeiro lugar nem subir ao pódio. Chegar em Ilhéus inteiro, superando os próprios limites e vencendo seus desafios, já é uma vitória. Mais que um evento esportivo, o Rally dos Mares é uma celebração.

                                                        O Rally dos Mares começou em 2015, com sete proprietários de jets e um misto de competição (uma dura prova de resistência) com festa entre amigos que cruza toda a Costa do Cacau e do Dendê, entre Salvador e Ilhéus, um dos mais belos trechos do litoral brasileiro.

                                                        Fotos: Monik Garcia de Oliveira e Thiago da Silva Pereira

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                                                          O novo Otam 65 HT, o barco mais rápido já construído pelo estaleiro genovês Otam foi concebido a partir dos pedidos específicos do proprietário, que não queria um produto de série, mas algo nunca antes feito, sem limites de personalização.

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                                                          O novo 65 HT é demonstra a capacidade de customização do estaleiro, podendo encarnar os conceitos de experiência, pesquisa, desenvolvimento, flexibilidade e  desempenho de design com eficiência.

                                                          A nova lancha promete ser a mais rápida da marca, atingindo os 60 nós de velocidade máxima, graças ao casco com 21° de calado na popa, garantindo a navegação e a vedação de mar. Mesmo com essa velocidade, a embarcação promete eficiência de consumo.

                                                          A capota rígida do Otam 65 HT foi customizada com novos detalhes, atendendo às solicitações do proprietário: entre as soluções, destaca-se a eliminação das portas do cockpit, de forma a criar um único grande espaço aberto para aproveitar ao máximo a vista. Tudo isso sem abrir mão de um ambiente abastecido com todo o conforto, tendo a área externa equipada com ar condicionado.

                                                          No cockpit, em vez da clássica teca optou-se por usar pranchas Esthec cinzas, posicionadas transversalmente para acentuar a largura e não o comprimento. Foi criado um armário lateral grande o suficiente para acomodar não apenas uma pia e uma geladeira, mas também outros eletrodomésticos como uma máquina de fazer gelo e uma adega, além de bastante espaço de armazenamento para louças.

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                                                          Os interiores e detalhes do novo barco do estaleiro, são totalmente customizados e representam uma nova referência para o design de interiores de iates esportivos, graças ao seu estilo vanguardista que se expressa com geometrias elegantes, conferindo ao barco um personagem atemporal.

                                                          A iluminação também exigiu um estudo muito cuidadoso. Como não há janelas no casco, o arquiteto responsável pelo design interno do barco, teve que construir três camarotes abaixo do convés, arejadas e acolhedoras, sem recorrer à luz natural. Toda a iluminação é indireta e utiliza as superfícies brancas para refletir a luz nas cabines e enfatizar as formas esculpidas.

                                                          A bordo também encontramos camas e móveis laterais forrados de couro, que lembram as cadeiras-ninho que podem ser encontradas na primeira classe de um avião. Um elemento marcante na cozinha é o mármore Striato Olimpico. É o único material tradicional utilizado a bordo, mas suas arrojadas listras horizontais pretas e cinzas conferem-lhe um aspecto muito moderno, que combina perfeitamente com o resto da decoração. Nos banheiros, as tradicionais pias foram substituídas por “tótens” em aço inox escovado e o vaso sanitário também é oculto por uma tampa de aço inox.

                                                          Por Amanda Ligório, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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                                                            A australiana Silent-Yachts vendeu três unidades do iate Silent 80 Tri-Deck, um catamarã elétrico solar de 24,3 metros. A venda do modelo carro-chefe da marca demonstra a “confirmação dessa tendência por um futuro muito mais verde” na indústria de iates, de acordo com o fundador e CEO da Silent-Yachts , Michael Köhler.

                                                            Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

                                                            O Silent 80 Tri-deck expande o modelo principal anterior, o Silent 80. Projetado e desenvolvido por Marco Casali e MICAD, é o catamarã solar mais espaçoso da empresa até agora, embora o estaleiro tenha indicado que planos de design estão em andamento para um novo e maior modelo Silent.

                                                            Uma das características mais notáveis ​​do catamarã é a opção de um lounge ao ar livre ou um convés aberto de 90 metros quadrados no convés superior do iate. Das três unidades vendidas, opções abertas e fechadas foram comissionadas. Dentro, seu convés principal apresenta um amplo salão. No convés inferior, entre quatro e seis camarotes para convidados estarão equipadas com banheiros privativos.

                                                            Seu interior pode ser personalizado de acordo com o gosto do proprietário e apresenta materiais leves e recicláveis ​​no espírito da natureza ecológica do iate. O Silent 80 Tri-Deck é equipado com painéis solares SunPower que podem produzir até 26kWp e um gerador suplementar para recarregar suas baterias em caso de mau tempo. Ele possui dois motores totalmente elétricos e os sistemas de produção de energia e propulsão não produzem fumaça ou ruído.

                                                             

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