Governo Federal zera imposto de importação sobre jets

Por: Redação -
03/03/2022

O Governo Federal, sob o comando do presidente Jair Bolsonaro, zerou as alíquotas do imposto de importação sobre jets, informou o Ministério da Economia nesta quarta-feira (2). A decisão da Câmara de Comércio Exterior, publicada no Diário Oficial da União, entrará em vigor em 10 dias.

Atualmente, importadores desses produtos pagam 18% de imposto de importação. Em dezembro, o governo já havia autorizado a importação de motos aquáticas e barcos à vela usados, com até 30 anos de fabricação, alegando que a medida contribuiria para impulsionar o turismo náutico.

“A redução tarifária alinha as alíquotas aplicadas pelo Brasil para bens do setor aeronáutico ao preconizado pelo Acordo sobre Comércio de Aeronaves da Organização Mundial de Comércio (OMC)”, disse o ministério.

Para acessar a publicação no Diário Oficial da União, clique aqui.

Náutica Responde

Faça uma pergunta para a Náutica

    Relacionadas

    Tal pai, tal filha: lição de Amyr à Tamara Klink sobre navegação

    Neste Dia dos Pais, relembre o principal ensinamento que Amyr Klink transmitiu à filha Tamara e que ajudou a formar uma das maiores navegadoras brasileiras da atualidade

    Inverno a bordo: confira 3 pratos leves para preparar em uma lancha

    Seleção considera praticidade ideal para ambientes a bordo, onde espaço, segurança, armazenamento e facilidade no preparo fazem a diferença

    Dia do Documentário Brasileiro: produções náuticas para assistir e navegar por grandes histórias

    Do pioneirismo de Reinaldo Conrad às travessias de Amyr e Tamara Klink, confira documentários nacionais que retratam aventuras e personagens marcantes

    Rota das Praias SP-Rio: projeto promete roteiro que conecta 15 cidades no litoral de SP e RJ

    Percurso que soma cerca 2.365 praias quer ampliar a permanência dos turistas e impulsionar economia dos municípios

    Ciclone-bomba não é o maior risco para navegação no Sudeste; alerta vem no domingo e segunda

    Segundo Guilherme Kodja, consultor técnico do Grupo Náutica, ventos fortes de noroeste já exigem atenção, mas o principal perigo para quem navega deve vir com a atuação de um anticiclone pós-frontal