Mulheres ao mar

12/03/2015

Quem pensa que os esportes náuticos agradam apenas aos homens está muito enganado. NÁUTICA traz para você as 10 mulheres brasileiras que podem deixar muito homem “a ver navios” no quesito. Confira:

Bibi Juetz
Nos anos 1950, foi uma das primeiras mulheres a participar de regatas no Brasil, na categoria Snipe, e não parou mais. Com a idade, passou a velejar na categoria máster, na qual conquistou um título mundial.

Camille Rangel
No ano 2000, aos 20 anos, em meio a 50 homens, conquistou o título de campeã mundial de jet na categoria Expert Woman 1200 Runabout, nos EUA.

Karol Meyer
Entre outras façanhas, ficou exatos 18 minutos, 32 segundos e 59 centésimos debaixo d’água, só no fôlego, na categoria de mergulho estático. Apenas um homem passou mais tempo submerso.

Dora Bria
Musa do esporte brasileiro na década de 1990, sagrou-se tricampeã sul-americana e hexacampeã nacional de windsurf, além de figurar entre as cinco melhores do mundo em ondas gigantes.

Lorena Kreuger
Em 2008, aos 24 anos, assumiu o comando da Kalmar, a empresa da família, depois da morte precoce de seu pai, Lars Kreuger. Seu estaleiro é referência em marcenaria naval.

Fernanda Oliveira
Em 2008, fazendo dupla com Isabel Swan, a velejadora gaúcha conquistou nos Jogos Olímpicos de Pequim a primeira medalha olímpica para a vela feminina brasileira, na Classe 470.

Glenda Kozlowski
A agora jornalista e apresentadora do Esporte Espetacular virou celebridade praticando bodyboard, esporte no qual, em 1991, aos 17 anos, já era tetracampeã mundial.

Isabel Ficker
Junto com Laura Zanni, a velejadora conquistou em 2003 o Campeonato Mundial da Classe 420 — título até então inédito para a vela feminina brasileira.

Fabiana Beltrame
Em 2011, na Eslovênia, competindo na prova skiff simples peso leve, a remadora catarinense conquistou a primeira medalha de ouro do Brasil em um Mundial de Remo.

Izabel Pimentel
Em 2006, entrou para a história como a primeira brasileira a cruzar o Atlântico em solitário. Em 2014, nova façanha: sagrou-se a primeira latino- americana a dar a volta ao mundo em solitário.

Essas são apenas algumas brasileiras que de alguma forma superaram os desafios dos esportes. Fica a homenagem de NÁUTICA a tantas outras que fizeram o mesmo pelo mundo.

Foto: Arquivo NÁUTICA

 

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