Tradicional regata da Bahia completou 50 anos e reuniu mais de 150 veleiros


Os veleiros Maguni e Adrenalina Pura cruzaram a linha de chegada em primeiro e segundo lugar, respectivamente, na Regata Aratu-Maragojipe 2019. As embarcações fizeram o percurso em pouco mais de duas horas. De acordo com Marcelo Froes, organizador da competição, o Adrenalina Pura ficou 10 anos sem competir e já chegou marcando posição.
A regata Aratu-Maragojipe completa 50 anos e teve 180 inscritos nesta edição. Para o medalhista Olímpico, Lars Grael, essa regata é única, “pois navega pelo mar, depois entra pelo rio (Paraguaçu), sendo algo indescritível”, descreve.
Principal competição náutica do Norte/Nordeste e uma das mais tradicionais do país, a regata Aratu-Maragojipe conta com a participação de mais de mil velejadores. Os organizadores do evento náutico estimam que mais de 40 mil pessoas circulem por Maragojipe (a 140 quilômetros de Salvador), já que a data coincide com as comemorações do padroeiro da cidade, São Bartolomeu.
Além de Lars Grael, que foi do Rio de Janeiro, o navegador baiano Júlio Esteves também participou do evento. São duas categorias principais de primeira classe na disputa, Monocasco e Multicasco, e mais 20 subclasses. Além dos barcos que competem, a expectativa é que a prova seja acompanhada por um cortejo de cerca de 700 embarcações, entre lanchas, jet skis e barcos.
Foram três largadas, de acordo com o tamanho das embarcações, saindo da base naval de Aratu, nas imediações da Ilha de Maré: às 10 horas, para os barcos menores; às 10h30, para os intermediários; às 10h45, para os de maior porte. A festa de premiação aconteceu a partir das 18 horas no antigo mercado municipal, com apresentação da banda Marana.
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