Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino se desafiam com Volta à Ilha de Florianópolis de Nacra 17

Por: Redação -
24/02/2021
Foto: Divulgação

Nesta quinta-feira (25), a partir das 10h, a equipe olímpica da classe Nacra 17 Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino realizará o desafio Volta à Ilha de Florianópolis de Nacra 17. Além de servir como treino intensivo para a dupla que representará o país nos Jogos de Tóquio, a ação tem por objetivo estabelecer uma marca de navegação de Nacra em torno da Ilha de Santa Catarina, promovendo valores como superação, resistência e persistência, presentes no esporte olímpico. O desafio também mostra o trabalho em dupla mista, onde a força dos atletas se equivale, reforçando a igualdade de gênero, maior característica da classe Nacra 17.

Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

Para criar o desafio, a dupla se inspirou em uma tradição náutica da vela brasileira e catarinense, a Regata Volta à Ilha de SC, realizada há mais de 50 anos em uma regata de 75 milhas náuticas (120 km) que mobiliza velejadores das mais diversas classes da vela. Na regata, o recordista atual é o barco Itajaí Sailing Team, da classe Oceano, que em 2018 completou o trajeto em 7h43min46s.

Leia mais:

>> Dupla brasileira vence campeonato que reuniu velejadores olímpicos nos Estados Unidos

>> Scheidt conquista o vice-campeonato na primeira prova do ano olímpico, nas Ilhas Canárias

>> Dupla da classe Nacra 17 nos Jogos de Tóquio, Samuca e Gabi projetam passos para 2021

A largada do desafio ocorre diante da sede de Jurerê do Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha e o trajeto percorre o entorno da Ilha de Santa Catarina em Florianópolis, passando por pontos turísticos como o Forte de Sant’Ana e a Ponte Hercílio Luz.

A dupla, que já costuma realizar sua rotina de treinos de mar aberto a partir de Jurerê (navegando uma média de 25 milhas em um dia de treino), projeta contornar a ilha em cerca de 7h, desafio inédito para um barco da classe Nacra 17. “Nosso objetivo, além do treino de resistência, é estabelecer uma marca para quem sabe, no futuro outras equipes possam tentar. É uma forma de divulgar a vela olímpica e promover os valores do esporte trazendo visibilidade aos nossos esforços e objetivos”, pontua o timoneiro Samuel.

Gostou desse artigo? Clique aqui para assinar o nosso serviço de envio de notícias por WhatsApp e receba mais conteúdos.

Náutica Responde

Faça uma pergunta para a Náutica

    Relacionadas

    Maior colônia de corais já documentada fica na Austrália e foi encontrada por mãe e filha

    Formação de quase 4 mil m² ocupa parte da Grande Barreira de Corais da Austrália e, segundo cientistas locais, trata-se da maior colônia já mapeada

    Teste Ross SR 220 Icon: uma 22 pés que agrada

    A nova Ross SR 220 Icon navega bem e oferece boa relação custo-benefício, bom espaço a bordo e até banheiro fechado

    Iniciativa aposta no DNA ambiental para encontrar soldados perdidos no mar

    Projeto testa uso de eDNA para localizar restos de mais de 40 mil militares americanos desaparecidos no mar desde a Segunda Guerra Mundial

    Casco expansor que se acopla ao jet será uma das atrações do Rio Boat Show 2026

    O Raptor Boat é fabricado pela Edy Jet's Náutica, que detém parque fabril próprio em Magé (RJ). Evento acontece de 11 a 19 de abril

    Filhote de tubarão gravemente ameaçado de extinção nasce em aquário no Paraná

    Tubarão-galha-branca-oceânico nasceu ao final de janeiro de 2026 no recém-inaugurado AquaFoz, em Foz do Iguaçu