Um dos principais recursos da nova Evolve Titanium Fly quase não existiu; entenda

Ricardo Wilges, CEO do estaleiro, deu detalhes de uma das áreas mais aclamadas da lancha de 50 pés em entrevista ao Estúdio NÁUTICA

25/10/2025
Foto: Victor Santos / Revista NÁUTICA

Fundada em 2009, a Evolve Yachts, de Palhoça (SC), começou sua trajetória fabricando barcos da antiga Evolution. Atualmente, contudo, detém um repertório próprio cheio de personalidade, recentemente contemplado com a maior lancha do estaleiro, a nova Evolve Titanium Flybridge, de 50 pés.

Não bastasse o tamanho de respeito, a lancha ainda traz recursos que chamam a atenção. Para falar melhor de todos eles, nada melhor que dar o microfone ao próprio dono do estaleiro, neste caso, Ricardo Wilges, que marcou presença no estúdio NÁUTICA para um papo com Márcio Dottori.

Mesmo com rabeta D6 440 hp ela deu velocidade final de 32 nós– destacou Wilges sobre o desempenho da lancha

 

A velocidade, que faz brilhar os olhos dos amantes da potência, foi registrada durante o teste NÁUTICA da embarcação, realizado em Florianópolis (SC). Mais do que rápido, o barco ainda detém uma boa capacidade de combustível, convertida em uma autonomia de mais de 300 milhas náuticas. Para Dottori — que testou o barco —, “você pode pegar essa lancha e sair de Santos até o Rio de Janeiro”.

Ela fez um cruzeiro econômico também, de 27 nós com 130 L nos dois motores juntos– complementou Wilges

Não poderia passar batido do papo da dupla, também, o layout diferenciado dessa 50 pés, especialmente na cozinha. Por ali, é inevitável reparar a sacada do estaleiro em manter um conceito aberto e em como isso refletiu positivamente no design do barco. O recurso, contudo, quase não existiu.

Foto: Victor Santos / Revista NÁUTICA

Wilges conta que, a princípio, o projeto inicial mantinha a tradicional porta que separa a praça de popa do cockpit. Em uma conversa com o primeiro comprador do barco, contudo, surgiu a ideia, que foi comprada pelo cliente.

Foto: Victor Santos / Revista NÁUTICA

Engana-se quem pensa que a ousadia inviabiliza o contato com quem está na área interna do barco — o estaleiro pensou em tudo. Há uma janela com vidro elétrico que integra o salão com a praça de popa, além de uma porta, logo ao lado. Fechadas, elas ainda garantem que o cheiro do preparo dos alimentos não invada a cabine.

A gente tem tido um feedback bem bacana de todas as pessoas que têm visitado o barco– revela Wilges

Ficou curioso (a) para conhecer mais detalhes do barco? Assista ao teste NÁUTICA feito com o especialista Márcio Dottori:

 

 

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