WWA

Por: Redação -
01/09/2016

O WWA (Wakeboard World Championships) 2016 terminou com um pódio verde e amarelo em todas as categorias concorridas. Foram dois títulos mundiais, uma medalha de prata e uma de bronze em um dos mais importantes campeonatos de wakeboard do mundo, que aconteceu nos dias 24 e 25 de agosto, em Toronto, Canadá.

Na categoria Jr. Men, o atleta Victor Cordeiro garantiu um título inédito para o país com a medalha de ouro. O melhor resultado para o Brasil nesse grupo foi com o Marreco em 1999, quando alcançou o vice-campeonato. “Treinei muito para esse campeonato e fiquei com a sensação de dever cumprido, todo meu esforço valeu a pena. Quero agradecer ao Marreco e ao Guaru que me treinaram, ao meu pai e aos meus patrocinadores”, conta Vitinho, que já se prepara para o próximo ano quando estreará na categoria Jr. Pró.

O segundo título mundial ficou com o treinador da equipe brasileira e ídolo do esporte, Marcelo Giardi (Marreco), pentacampeão brasileiro, medalhista de ouro nos jogos pan-americanos e agora ouro na categoria Masters (30 a 39 anos), que já havia sido vencida por Roberto Pereira Leite em 99 e por Marito Manzolli em 2010. Marreco, que ainda tem mais 6 anos nessa categoria, já anunciou que pretende continuar competindo e que manterá o título para o Brasil.

Apesar da vitória histórica, Marreco denuncia que este ano a equipe não teve o apoio da Associação Brasileira de Wakeboard. “Não poderia estar mais feliz com esse mundial, além de ter sido campeão fui o técnico da equipe e saímos com 100% de aproveitamento nos pódios, de onde não queremos mais sair. Infelizmente, esse ano não tivemos apoio da ABW, mas mesmo assim fomos lá e conseguimos o melhor resultado da história pro nosso país”, comemora.

Na categoria Boys (10-13), o menino prodígio Gabriel Benetton, ficou com o vice-campeonato. Com apenas 12 anos, Gabriel ainda terá mais dois anos na mesma categoria para trazer conquistar a sonhada medalha de ouro. “Estou muito feliz com meu resultado, pois fiquei em 2° lugar. Tenho ainda alguns anos para conseguir esse título e vou treinar muito para conseguir. Tenho que agradecer meus pais por me apoiarem muito, ao Marreco por sempre estar do meu lado me treinando no esporte e aos meus patrocinadores”.

Outro atleta motivado para ganhar o ouro nos próximos campeonatos é o mineiro Henrique Daibert, o mineiro, que ficou com a medalha de bronze na categoria Mens 1 (20 a 24 anos). “Acabei errando uma manobra e isso me custou o primeiro lugar, mas estou motivado para continuar treinando e ano que vem conseguir ganhar essa categoria, agora já sei o nível e sei o que preciso treinar para atingir meu objetivo”.

Foto: Divulgação

Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br

Náutica Responde

Faça uma pergunta para a Náutica

    Relacionadas

    Relíquias: museu nos EUA reúne mais de 270 motores clássicos

    O Tallahassee Automobile Museum abriga um acervo náutico “old school” com barcos históricos, itens de pesca e motores raros que remontam ao início do século 20

    Novo no Canadá, táxi aquático autônomo deve iniciar testes na água em 2026

    Desenvolvida pela canadense Future Marine Inc., embarcação busca integrar o transporte público de forma sustentável e tecnológica

    No Havaí, plástico retirado do oceano está sendo transformado em asfalto

    Alternativa para o combate à poluição plástica integra itens como potes de iogurte e redes de pesca ao material utilizado para pavimentar estradas

    Colete salva-vidas usado por sobrevivente do Titanic é leiloado por R$ 4 milhões

    Item traz autógrafos feitos por Laura Mabel Francatelli e outros sete sobreviventes do mesmo bote

    FOTOS: Expedição científica descobre mais de 100 novas espécies marinhas na Austrália

    Entre as novidades estão tubarões, raias, caranguejos, anêmonas, esponjas e outros animais até então desconhecidos pela ciência