RGS


A classe RGS com suas subdivisões permite que o velejador concilie o prazer de uma velejada em alto nível com a satisfação de reunir-se amigos e familiares para formar a tripulação. Por isso, a categoria é a que mais terá atletas na Ilhabela Sailing Week. Serão 52 barcos da RGS.
Ao longo de duas décadas os velejadores formados pela BL3 nas raias de Ilhabela, a partir da classe RGS, encontraram espaço em outras embarcações e, hoje, é fácil identificá-los competindo em barcos como, Jazz, Fantasma, Fran, Bocopluppo, Coccoon, Alisios, Newport e Kanibal, entre outros. Em 2013, os vencedores da RGS foram: Quiricomba (A), da Escola Naval; Mandinga (B), Rainha (C) e Jambock (Cruiser).
“Apesar de nosso objetivo ser o aprendizado e não o resultado, preparamos nossos barcos sempre pensando em cada detalhe que pode influenciar nas regatas. Neste ano vamos velejar por um lugar no pódio tanto na RGS Cruiser com os alunos estreantes, quanto na IRC com os mais experientes”, estipula o comandante da BL3, Pedro Rodrigues. “A Ilhabela Sailing Week é sempre um grande desafio, para nós e para as demais tripulações, acredito. Desejamos a todos os participantes bons ventos!”.
A Regata Alcatrazes por Boreste, em homenagem à Marinha do Brasil, primeira prova da competição, no domingo (20), sendo que a Cerimônia de Abertura está marcada para a véspera. A maioria dos veleiros RGS correrá as 60 milhas (110 km) entre o Yacht Club de Ilhabela e o arquipélago, percurso mais longo da disputa.
“Participo da Ilhabela Sailing Week, com o Suduca II, desde que a RGS se chamava Bico de Proa. Antes, na década de 80, corríamos com o Suduca I. Só deixei de participar em duas edições, primeiro devido a um acidente e depois por motivo de viagem”, recorda Marcelo Claro, comandante do Suduca II, de 38 pés. “Incentivamos a criação da RGS, uma regata simples e que tem se mostrado muito coerente, principalmente para barcos entre 30 e 40 pés”.
Foto: Aline Bassi / Balaio
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