Soling


As equipes de Nehm e Hartmann velejaram sempre próximas uma da outra na disputa pela liderança da competição. Nada mais certo neste torneio que o duelo de timoneiros fosse entre descendentes germânicos. Na única regata realizada neste domingo no Guaíba a equipe do Don’t Let Me Down cruzou a linha de chegada em primeiro e o Bossa Nova em segundo, mas na classificação final as posições ficaram invertidas.
“Hoje fomos para raia sabendo que o tempo permitiria somente a disputa de uma prova e por isso apenas administramos o resultado na água. Chegamos a velejar na frente, depois o Cícero arriscou um pouco mais e nos passou, mas naquela condição tínhamos o título em nossas mãos. Foi uma competição legal, pena que não saiu todas as regatas do torneio”, comentou o timoneiro George Nehm.
As condições do tempo não colaboraram com o Troféu. No sábado, o vento apareceu fraco muito rondado, o céu nublado e caiu uma garoa. No domingo o céu abriu, mas o vento entrou somente na metade da tarde, mas manteve-se firme na direção sul com média de 8 nós de intensidade. O Troféu teve apenas três regatas realizadas com a participação de nove barcos.
A premiação foi realizada no início da noite no salão social do Clube com a presença da Comodoria, do presidente do Conselho Deliberativo, Newton Aerts, representantes da Comissão Executiva das Comemorações dos 190 anos da Imigração Alemã no Brasil, Silvio Aloysio Rockenbach, Hans Peter Gerwy, representante da Delegacia da Capitania dos Portos em Porto Alegre, capitão-tenente Darcy Dalbon, presidente da Associação das Federações Esportivas do RS, Nelson Ilha, vice-presidente da FEVERS, Paulo Ruano, comodoro do Iate Clube Guaíba, Vanderlei Valdir Wacholz.
Fotos e informações: Ricardo Pedebos/VDS/ Divulgação
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