Team Brunel quebra recorde na Volvo Ocean Race
A Volvo Ocean Race 2017-18 confirma a quebra do recorde de milhas náuticas velejadas em 24 horas do Team Brunel nesta quinta-feira (24). O barco comandando pelo holandês Bouwe Bekking andou 555 milhas náuticas em um dia durante a disputa da nona etapa da regata no Atlântico.
A marca anterior para um modelo VO65 era de 550.82 milhas náuticas feitas pelo Abu Dhabi Ocean Racing, obtida na edição anterior da Volvo Ocean Race, durante a passagem pelo Cabo Horn.
As condições de vento devem fazer com que o recorde seja quebrado novamente nas próximas horas pelo Team Brunel ou por outras equipes, como o team AkzoNobel, que está na mesma velocidade do barco compatriota no caminho entre Newport (Estados Unidos) e Cardiff (País de Gales).
Integrante do Team Brunel, o campeão olímpico e da America’s Cup Peter Burling já cheirava a possibilidade de quebrar o recorde pouco antes de consegui-lo. “Há uma grande tempestade a oeste que está nos dando boas condições de vento. Há uma grande possibilidade de que a velocidade seja mantida nos próximos dias”.
As velocidades médias nas últimas horas superam 23 nós, com picos de até 30 nós no Atlântico. A nona etapa tem ao todo 3 300 milhas náuticas.
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora!
App Revista Náutica
Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Relacionadas
Mestra 212, escolha de Hélio Castroneves, será um dos quatro barcos da Mestra Boats no salão náutico que acontece em julho
Estrutura no Raymond James Stadium, do Tampa Bay Buccaneers, dispara “canhões”, fumaça e confetes ao melhor estilo estadunidense de celebrar
Empresa brasileira especializada em limpeza náutica alerta para os riscos da maresia e reforça a importância de produtos próprios para barcos
Segundo ranking do Tripadvisor, oito dos 10 lugares mais bem avaliados para viagens a dois são conhecidos por suas praias paradisíacas
Para o Kiribati, participar do torneio em 2030 simboliza, também, voltar os olhos do mundo à crise climática e ao aumento do nível do mar




