Adeus
Adriana Kostiw é paulista, mas foi em Porto Alegre que ela iniciou a sua carreira olímpica, em 1998, ao lado de Marta Rocha, quando as duas resolveram disputar uma vaga na classe 470 para os Jogos de Sidney 2000. Não conseguiram, mas a semente já estava plantada: ela queria de qualquer jeito disputar o maior evento esportivo do planeta.
De volta a São Paulo até tentou velejar ao lado de Mariana Basílio, mas foi com a gaúcha Fernanda Oliveira que conquistou a vaga para a sua primeira participação olímpica. As duas foram juntas para Atenas, em 2004, e ficaram na 17ª colocação na 470. Adriana não foi para Pequim, mas foi para o Pan do Rio, em 2007, conquistando o bronze na classe Laser Radial, e para o Pan de Guadalajara, em 2011, no México.
Em 2012, em Londres, ela era uma das mais velhas da Laser Radial, com 39 anos, terminando a competição na 25ª colocação, dentre 41 velejadoras. E agora, em 2015, aos 41 anos, ela encerra a sua carreira olímpica. Mas promete não parar de velejar: “Quero me divertir!”, diz ela, que cresceu na beira da Guarapiranga e garante não conseguir ficar longe do água.
Na semana passada Adriana esteve mais uma vez em Porto Alegre, onde disputou o Centro Sul-Americano de Laser Radial, terminando na oitava colocação entre as mulheres.
“Escolhi encerrar a carreira olímpica no Veleiros do Sul, pois foi lá que tudo começou, em 1998. É um lugar que inspira a velejar, com a presença de muitos velejadores de destaque no cenário mundial, basta ver quantos olímpicos saíram de lá. Depois de Londres cheguei a correr o Sul-Americano de Nacra 17, porém a campanha olímpica acabou se tornando algo inviável e esta foi a minha última competição de classes olímpicas oficial da carreira”, disse ela.
Foto: Divulgação
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