Equipe de Joinville é bicampeã em competição de barcos movidos à energia solar


A equipe Babitonga, da UFSC de Joinville, conquistou o bicampeonato no Desafio Solar Brasil 2020 (DSB). O evento reconhece os melhores projetos de barcos movidos à energia solar e aconteceu de 27 de janeiro a 2 de fevereiro na cidade de São Francisco do Sul (SC).
São dois tipos de provas, as curtas e as de revezamento. Nessas, no final de cada volta, os pilotos têm que descer dos barcos e trocar os coletes. Os barcos precisam fazer um trajeto determinado e o vencedor é quem completar as dez voltas em menos tempo.
Fotos: Divulgação
LEIA TAMBÉM
O Desafio Solar Brasil (DSB) é uma competição de barcos movidos à energia solar que visa estimular o desenvolvimento de tecnologias para fontes limpas de energias alternativas, bem como divulgar o potencial dessas tecnologias aplicadas em embarcações de serviço, recreio e transporte de passageiros. É uma realização da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O objetivo da competição é formar jovens, estudantes de ciências e tecnologias no uso de fontes alternativas energia, promover o intercâmbio entre estudantes e pesquisadores de ciências e tecnologias do mundo inteiro, além de popularizar a cultura marítima e as fontes alternativas de energias.
App Revista Náutica
Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Para compartilhar esse conteúdo, por favor use o link da reportagem ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos e vídeos de NÁUTICA estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem nossa autorização ([email protected]). As regras têm como objetivo proteger o investimento que NÁUTICA faz na qualidade de seu jornalismo.
Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Relacionadas
A italiana Giovanna Vitelli, presidente do Grupo Azimut Benetti, veio ao Brasil para anunciar a ampliação da fábrica em Itajaí, que quase dobrará de tamanho, e a produção do modelo 30 Metri
José Guilherme Caldas e Luiz Bolina descreveram a pernada como a mais tensa da competição até agora. Eles cruzaram a linha de chegada nesta quinta-feira (19)
Empresa canadense por trás da embarcação desenvolveu sistema de controle de voo que realiza 250 ajustes automáticos de asa por segundo
Histórica embarcação oceanográfica foi a primeira a carregar a bandeira brasileira até o continente antártico e operou por mais de 40 anos, até virar atração turística. Saiba quais os próximos passos agora
Novo espaço chega para modernizar um dos lugares mais remotos do Brasil. Estrutura não recebia uma grande reforma desde 2008









