Condomínio Portofino oferece estrutura náutica completa às margens da Represa de Ibiúna
Em Piedade, pertinho da capital de São Paulo, Portofino é cercado pela natureza e terá marina para mais de 400 barcos


Um condomínio de luxo em meio à natureza, com um toque aconchegante, muita segurança, bons serviços e inúmeras opções de lazer ao ar livre para desligar da rotina e desintoxicar a mente — quem já não sonhou com um refúgio assim? E se, para melhorar a receita, esse condomínio estiver integrado a uma grande represa e oferecer uma infraestrutura completa para navegar e guardar o barco?
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Pois essa alternativa existe, em São Paulo. Chama-se Portofino — nome inspirado em uma vila de inabalável vocação náutica na Itália (destino de celebridades que buscam um refúgio maravilhoso, a bordo de seus barcos cinco estrelas) — e que se aplica como uma luva ao empreendimento, localizado em Piedade, a 1h20 da capital paulista.


Com 1,86 milhão de metros quadrados, o condomínio conta, por exemplo, com campo de golfe assinado pelo expert no assunto, Dan Blankenship. Tem também um clube de lazer idealizado pelo arquiteto Gui Mattos.


A atração principal, para quem ama navegar, fica por conta da Represa de Itupararanga (ou Ibiúna, como é mais conhecida). O Portofino ocupa 3,6 km da margem do local, e o projeto conta com uma marina privativa com píer flutuante para embarcações de até 23 pés.


Uma marina de verdade, com estrutura completa: energia e água, bons equipamentos para mover os barcos, área de abastecimento e serviços exclusivos para desfrutar do estilo de vida náutico. “Inicialmente, será construída uma estrutura com 100 vagas secas. No total serão 404 vagas”, garante João Sampaio Neto, sócio-diretor da Eco Lotes, responsável pelo projeto.
O Portofino é um condomínio de campo que tem a natureza como protagonista e a represa de Itupararanga no centro do palco– João Sampaio Neto, da Eco Lotes
Por sua vez, o paisagismo leva a assinatura do premiado escritório Burle Marx, que cria e desenvolve projetos com assinatura exclusiva, valorizando o uso de espécies nativas de cores fortes e vivas. De grande porte, o Portofino possibilitou a criação de diversas paisagens diferentes, que contrastam e se harmonizam.


“É uma oportunidade para navegar de lancha, acelerar o jet, praticar esportes náuticos, como wakeboard e esqui aquático, e velejar de windsurf, porque aqui bate uma brisa constante. Tudo isso sem precisar ir à praia nem percorrer grandes distâncias, graças à localização privilegiada do condomínio”, destaca o sócio-diretor da Eco Lotes.




Tamanho família, a represa que serve de palco para o condomínio Portofino é resultado da barragem que segurou os rios Sorocabuçu e Sorocamirim para formar a Usina Hidrelétrica de Itupararanga.


Para quem tem barco, é garantia de passeios o ano inteiro. Em suas margens alinham-se pequenas praias de areia, muitas das quais só se acessa navegando.


O entorno desse marzão de água limpa é formado por 494 mil m² de área verde, sendo 186 mil m² de preservação de Mata Atlântica. Em meio a esse cenário exuberante, é intensa a presença de gente que pratica windsurfe e esqui aquático, entre outros esportes náuticos. Ou apenas singram de lancha aquelas águas limpas.


A maior parte dos barcos que navegam na represa tem entre 18 e 23 pés e o programa preferido de seus donos é explorar os braços da represa e encontrar uma prainha selvagem.


Mas não importa o tamanho do barco, navegar é sempre uma diversão garantida. Se for em uma represa como a de Itupararanga, melhor ainda. Tendo como ponto de apoio um condomínio como o Portofino, então, nem se fala.


A primeira fase do projeto do Condomínio Portofino foi 100% concluída, já com clube social, spa, academia, restaurante e um campo de golfe de nove buracos com vista para a lâmina d’água.










A segunda está em implantação, com lotes entre 1,12 mil e 3,5 mil metros quadrados, perfeitos para a construção de uma linda casa, que pode ser de veraneio ou mesmo a residência principal, por conta do conforto e da estrutura que o Condomínio Portofino oferece. Para saber mais sobre o empreendimento, visite o site oficial da empresa.
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Um setor que conversa consigo mesmo
Somos estaleiros, marinas, garagens náuticas, clubes, escolas de vela, operadores de passeio, fornecedores, mecânicos, marinheiros, guias, pescadores esportivos, agências de turismo. Cada elo da cadeia tem sua associação, seu grupo de WhatsApp, sua pauta. E, enquanto conversamos entre nós, as decisões que definem o nosso futuro são tomadas em outros lugares, quase sempre sem a gente na mesa.
Pense em quantas instâncias de poder tocam a náutica. O licenciamento ambiental de uma marina. A alíquota de ICMS sobre a embarcação. As normas da Marinha. O plano diretor que define o uso da orla. O ordenamento de praias e acessos públicos à água. As linhas de crédito para o pequeno empreendedor. A formação de mão de obra. O saneamento. Câmaras municipais, assembleias legislativas, Congresso Nacional, conselhos, órgãos ambientais, ministérios. Em cada um desses espaços, alguém está falando sobre o nosso setor. A pergunta é: somos nós?
Na maioria das vezes, não. E quem não está na mesa costuma estar no cardápio.
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Advocacy não é palavrão
Por isso defendi, no encerramento do fórum, que o mercado náutico precisa se unir para construir um trabalho permanente de advocacy. Não se trata de lobby no sentido pejorativo, nem de defender o interesse de uma empresa isolada. É representação organizada: uma agenda comum, dados confiáveis, propostas técnicas e presença constante em todos os espaços onde se decide algo que afeta o setor.
Tenho visto de perto o que isso produz. Em São Paulo, o Fórum Náutico Paulista reúne voluntariamente empresários, gestores públicos e pesquisadores há quase duas décadas. Foi esse trabalho paciente, reunião após reunião, que ajudou a construir o plano de desenvolvimento do turismo náutico sustentável que virou programa de estado, o decreto de fomento ao setor, a nova regulamentação ambiental para estruturas náuticas e a agenda de redução de ICMS e de crédito para o setor. Nada disso caiu do céu. Aconteceu porque havia alguém, em nome do setor, sentado à mesa certa, com a proposta pronta.
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Explicar para quem não navega
O segundo ponto da minha fala é tão importante quanto o primeiro: precisamos de assessoria de imprensa e de comunicação profissional para o setor.
Para boa parte da população, a náutica ainda é "coisa de rico". Uma marina nova é vista como ameaça ao acesso à praia; um projeto de garagem náutica, como problema ambiental. E, quando não explicamos, alguém explica por nós, quase sempre mal.
Temos uma história poderosa para contar e não contamos. Um estudo do Fórum Náutico Paulista mostrou que a cadeia náutica de lazer movimentava cerca de R$ 5,3 bilhões por ano no estado de São Paulo e gerava mais de 27 mil empregos. E apenas 0,8% da população paulista usava embarcações de lazer, contra 5,3% no Reino Unido. Ou seja, o potencial de crescimento é enorme, e esse crescimento significa renda para o marinheiro, para o mecânico, para o laminador, para a cozinheira do restaurante da marina, para o operador de passeio caiçara que se formaliza.
Essa é a náutica que precisa chegar ao jornal, à TV, às redes sociais, à conversa de bar. O cidadão que entende que a cidade náutica gera emprego para o filho dele deixa de ser opositor e passa a ser aliado. E o político que percebe que a população apoia o setor passa a apoiá-lo também. Comunicação e advocacy andam juntas.
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Náutica precisa de água limpa
Não poderia falar de união do setor sem lembrar de uma bandeira que o Dr. Castello Branco, presidente do Fórum Náutico Paulista, repete há anos e que se tornou princípio do nosso trabalho: náutica precisa de água limpa.
É simples e é definitivo. Não existe turismo náutico, não existe marina, não existe regata, não existe mergulho, não existe passeio de barco em água poluída. O setor náutico é, por natureza, o maior interessado em rios, represas, baías e mares saudáveis. E é exatamente por isso que essa bandeira deveria estar no centro do nosso advocacy.
Quando o setor náutico se coloca como defensor do saneamento, da qualidade da água e da conservação dos ambientes aquáticos, ele inverte a narrativa. Deixa de ser visto como ameaça ambiental e passa a ser reconhecido como guardião da água. Um setor unido, que cobra investimento em saneamento nas mesmas instâncias em que discute tributo e licenciamento, ganha legitimidade para todo o resto da agenda.
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