Ilha privada próxima de Nova Iorque está à venda por US$ 13 mi
A Columbia Island, um pedacinho de rocha ao largo da costa de New Rochelle, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, está à venda pelo seu atual proprietário Al Sutton por nada mais nada menos que US$ 13 mi.
É difícil dar as dimensões exatas da ilha, já que a maré muda sua extensão de maneira muito intensa. Em um artigo de 1966 anunciando a doação da ilha para a faculdade de New Rochelle, o New York Times afirmou que “variava em tamanho entre 0,4 hectare a 16 m²”, embora isso não esteja realmente certo, dado que na mesma época a ilha era o local de um bunker de aproximadamente 460 m² que tinha sido a base de uma torre de transmissão de 121 m de altura.


>>Sessa F5X: conheça a nova lancha que a Intech Boating irá lançar no Brasil
>>Primeiro iate de experiências do mundo tem saída inaugural prevista para agosto
>>2ª etapa da Copa Suzuki terminou neste fim de semana em Ilhabela
Durante grande parte do século 20, a ilha pertenceu ao Huguenot Yacht Club, em New Rochelle. Na década de 1940, o clube, que também era dono da Pea Island, de 1,6 hectare, vendeu a ilha para a CBS, que, no início dos anos 1960, vendeu a ilha, que acabou sendo doada para a faculdade.
Apesar da intenção da instituição de usar a ilha como centro de estudo de biologia marinha, a ilha caiu em desuso. Em 2007, Al Sutton adquiriu a propriedade por US$ 1 milhão. Sutton embarcou em um projeto para transformar a ilha em uma luxuosa residência privada, que está finalizado.
Receba notícias de NÁUTICA no WhatsApp. Inscreva-se!
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app e também na Loja Virtual. Baixe agora!
App Revista Náutica
Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Relacionadas
Seleção considera praticidade ideal para ambientes a bordo, onde espaço, segurança, armazenamento e facilidade no preparo fazem a diferença
Do pioneirismo de Reinaldo Conrad às travessias de Amyr e Tamara Klink, confira documentários nacionais que retratam aventuras e personagens marcantes
Percurso que soma cerca 2.365 praias quer ampliar a permanência dos turistas e impulsionar economia dos municípios
Segundo Guilherme Kodja, consultor técnico do Grupo Náutica, ventos fortes de noroeste já exigem atenção, mas o principal perigo para quem navega deve vir com a atuação de um anticiclone pós-frontal
Modelo reconstrói, com base em décadas de dados, o comportamento dos oceanos e sua influência sobre o clima global. Assista!




