Jet em Santa Catarina


A concessionária de produtos da BRP, Sanáutica, promoveu um passeio de jet pela baía da Babitonga (localizada no litoral norte de Santa Catarina) no último sábado de janeiro, 30, e reuniu 70 embarcações pelo Rio Palmital, berço do robalo no Estado. O passeio incluiu, ainda, as belezas de São Francisco do Sul, Capri e da Ilha da Paz.
“Foi o primeiro evento que realizamos na Baía da Babitonga e os resultados foram surpreendentes. O público tem muita identificação com os produtos da BRP e a região tem carência de eventos direcionados a motos aquáticas, mesmo com enorme área navegável e condições muito boas”, explicou Paulo Sakai, da Sanáutica de Joinville (SC).
“Tivemos 108 pessoas no evento, algumas delas de fora da região, de cidades como Curitiba (PR) e Blumenau (SC). Todos gostaram muito do passeio, que ainda teve paella de almoço no Jet Pier, em Itapoá”, continuou Sakai. No local, houve test drive com a nova linha da Sea-Doo que traz motores de 300 HP, com os modelos RXP-X 300 e RXT-300, e exposição de quadriciclos e UTVs da Can-Am.
“O público pediu mais passeios e já vamos organizar o próximo ainda neste mês de fevereiro, novamente para motos aquáticas, em alguma das ilhas da baía da Babitonga. O objetivo é criar oportunidades para que todos utilizem as suas motos aquáticas e façam novas amizades”, concluiu Sakai. Para participar dos eventos promovidos pela Sanáutica, os contatos são o telefone (47) 3433-2800 e o site www.sawww.nautica.com.br.
Foto: Divulgação
Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingwww.nautica.com.br
Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Relacionadas
Novo acesso, próximo à Baía de Babitonga, foi entregue no último sábado (18). Objetivo é ampliar o fluxo de embarcações de pesca e lazer
Dois wakesurfers profissionais acoplaram um patinete elétrico à moto aquática, que agora consegue acelerar no asfalto
Trajeto de 7,5 km é feito dentro da água, costeando a lagoa em uma experiência imersiva que envolve belas paisagens e a presença de animais nativos
Batizada de Cangarda, embarcação de 125 anos de história já serviu à Marinha Real Canadense na 2ª Guerra Mundial e foi afundada em 1999
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral




