“Não há tempo a perder” é o novo livro de Amyr Klink

Por: Redação -
22/11/2016

O que se passa na mente de um navegador que já viajou por mais de 250 mil milhas, em mares revoltos e desafiadores do mundo, enfrentando o medo, a escassez, superando desafios e sempre seguindo adiante? O que ele poderia nos dizer?  O livro “Não há tempo a perder” destrincha a pessoa de Amyr Klink – empresário, escritor, inventor, planejador – num relato autobiográfico de um dos homens mais inspiradores do nosso tempo.

O livro está nas livrarias e vai ser lançado no dia 10 de dezembro, às 17h30, com palestra do autor e exposição de fotos no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo. A mostra de fotos inéditas de grandes viagens, além das imagens pessoais incluídas no livro, vai ser lançada depois da palestra, quando Amyr Klink dará os autógrafos.

Em “Não há tempo a perder”, o maior navegador do Atlântico Sul evoca sua experiência de vida, lembrando de momentos difíceis que precisou enfrentar ou driblar, para realizar seus planos. Passando pela sua infância em Paraty, percorrendo a adolescência e revelando as vitórias e erros que já cometeu, Amyr garante que a pressão pode ser um estímulo para sobrevivermos.

Amyr fala sobre a importância da resiliência, uma qualidade pouco valorizada entre nós, a necessidade de ter um planejamento, trabalhar duro e, acima de tudo, agir, ter atitude contra a burocracia, a inércia, a falta de recursos, a dúvida, o cansaço ou mesmo o desconhecimento técnico. Tudo isso com a proficiência de alguém que palestra há mais de 30 anos no meio empresarial.

“Não existem planos perfeitos nem viagem perfeita. Mas há um momento em que você precisa partir. Sou obstinado, meticuloso e posso adiar a partida muitas vezes se ainda não considerar o projeto suficientemente seguro. Isso já aconteceu muitas vezes. Mas há quem permaneça viajando no sonho. E nunca parte para colocá-lo em prática. É muito triste, dar-se conta dos sonhos que encalharam, dos barcos que nunca saíram do quintal. Os planos reduzem os riscos, mas não podem assegurar que tudo vai dar certo na viagem”.

Esta é uma obra sobre a escassez, o medo e a nossa misteriosa capacidade de realizar nossos sonhos, fazendo o máximo com o mínimo.

A abertura da exposição será no sábado, dia 10 de dezembro, com a palestra do autor, que depois vai autografar seu novo “Não há tempo a perder”.

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