No páreo


O segundo dia de regatas do Mundial da Juventude foi típico de Tavira, Portugal, sede da competição. Sol e o ventinho ‘social’, na casa dos 10 nós (18 km/h), alegraram os 367 velejadores com idade até 18 anos que disputam o evento em oito classes. O Brasil segue com boas colocações nas classes SL16 e Laser Radial. Na 420, a briga pelo pódio segue aberta e o Brasil luta para chegar mais uma vez ao lugar mais alto.
Martin Lowy tem se destacado na classe Laser Radial em todas as competições que disputou. O paulista, que de vez em quando treina com Robert Scheidt, subiu uma posição e está em segundo lugar.
Kim Vidal, que disputa a competição pela quarta e última vez, desta vez ao lado de Antonio Lopes, caiu duas posições na SL16, mas ainda segue com chances de conquistar o ouro. “O campeonato começou muito bem. O nervosismo dos estreantes facilita um pouco as coisas para mim, mas mesmo assim eles não deixam de me passar ou chegar bem perto todas as vezes que erro nos detalhes”, diz.
Tiago Brito, da 420, segue na briga para levar novamente o troféu pra casa. Nesta terça-feira ele e seu proeiro Philipp Essle subiram três posições e finalizaram o dia na sexta colocação. Entre as meninas Giuliana Tozzi e Marina Issler ocupam a 27ª colocação.
Nas pranchas da classe RS:X, Maria Carolina Cruz segue na 20ª posição, enquanto Breno Francioli, que não teve um bom dia, caiu para 22º. Na Laser feminina, Maria Carolina Boabaid também sofreu com o vento mais fraco e terminou o dia na 18ª posição. Na 29er, Antonio Aranha e Stephan Kunath ocupam a 28ª posição.
A competição é realizada todo ano pela Federação Internacional de Vela, a Isaf, e reúne velejadores do mundo inteiro com idade até 18 anos. O Brasil tem um ótimo retrospecto, com 13 medalhas conquistadas até hoje, sendo seis de ouro, duas de prata e cinco de bronze. As regatas em Tavira seguem até o dia 19 de julho.
Foto: Neuza Aires Pereira/Divulgação
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