Ondas debaixo d’água

09/08/2015

Um grupo de cientistas da Universidade de Miami está estudando a existência de um tipo de onda diferente do que estamos acostumados a ver. Trata-se de ondas de subsuperfície, que podem chegar a 170 metros de altura e estão presentes em cada um dos nossos oceanos. Também conhecidas como ondas internas, elas têm início pelos efeitos da gravidade da Terra e raramente quebram na superfície.

Para entende-las, pode-se imaginar o oceano separado em camadas de água que vai ficando mais densa, e as ondas internas acontecem em uma camada inferior à do nível do oceano. As ondas de subsuperfície são mais lentas do que suas irmãs externas e, enquanto a altura da superfície do oceano permanece essencialmente inalterada, as camadas de águas sofrem ascensão e queda dramáticas à medida que as ondas internas passam. O estudo sobre estas ondas deve ser aprofundado, já que elas podem representar risco significativo para as operações submarinas.

Foto: Fotolia

Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingnautica.com.br

Náutica Responde

Faça uma pergunta para a Náutica

    Relacionadas

    Fotos inéditas do Titanic prometem revelar detalhes nunca vistos dos destroços

    Expedição ao naufrágio conta com dois robôs ultra tecnológicos, que farão imagens e mapeamentos 3D no fundo do oceano

    Brasília Boat Show terá presença da NX Boats com lancha de luxo assinada pela Pininfarina

    Modelo estará nas águas do Lago Paranoá de 14 a 18 de agosto; ingressos para o salão já estão disponíveis

    Lancha resistente a fuzil é o novo reforço da Polícia Militar do Paraná; conheça o barco

    Embarcação militar Aruanã 29-CM-P atuará junto à Patrulha Costeira no combate à criminalidade e segurança de 39 comunidades

    Rei e cerveja: conheça a pequena ilha que tem ‘monarca’ próprio e pub centenário

    Pertencente à Inglaterra, Ilha de Piel é habitada há pelo menos 3 mil anos e conta com um antigo castelo

    Olimpíadas de Paris: você sabia que o surfe não será disputado na França?

    Em decisão polêmica, Comite Olímpico escolheu outro país para sediar todas as baterias do esporte; entenda