O Sebrae SC convida a todos os interessados para uma conversa com o Marketing Area Manager da Azimut Yachts, Hemerson Diniz. Na ocasião, serão tratados pontos sobre o papel e os desafios do marketing no setor náutico brasileiro e o convidado irá apresentar o case da Azimut e seu posicionamento no mercado. O encontro acontece hoje, dia 3, a partir das 17h30, no Sebrae da SC 401, localizado no Parque Tecnológico, em Florianópolis. O evento é uma realização do Sebrae em parceria com a Acatmar.
Para confirmar sua presença, ligue (48)9633-4414 ou envie e-mail para [email protected].
A Fairline Boats anunciou ontem que passa a ser administrada pela FRP Advisory. A notícia vem menos de três meses após o lançamento do mais recente modelo da empresa, a Fairline Targa 53GT (foto), que foi apresentado na edição deste ano do Southampton Boat Show.
A empresa, que empregava cerca de 450 funcionários no início do ano, dispensou por volta de 180 deles quando foi comprada pela Wessex Bristol, em setembro. Espera-se que mais funcionários sejam demitidos em curto prazo, mas os administradores afirmaram que irão manter uma equipe de núcleo de trabalhadores na produção das encomendas existentes e no contato com os concessionários.
As concessionárias da marca estão trabalhando para tranquilizar os clientes, com a garantia de que seus acordos serão honrados. Fairline tem, atualmente, instalações em Oundle e Corby, em Northamptonshire, e espaço para teste em Ipswich, em Suffolk.
A loja náutica Pesca Mais, de Ubatuba, litoral norte de São Paulo, está reformada e foi reinaugurada essa semana sob nova direção. A loja mantém-se como revenda Mercury e BRP e foca agora em serviços de manutenção e pós-venda, para garantir ainda maior satisfação aos clientes e suprir uma necessidade da região na área. A intenção dos atuais sócios é tornar a marca como referência em serviços náuticos no litoral norte de São Paulo e sul do Rio de Janeiro.
Com dois pontos – um no centro de Ubatuba, na Avenida Professor Thomaz Galhardo, 175, no coração da cidade, e outro no Saco da Ribeira, Rua Flamenguinho, 80, principal localização náutica do município -, a nova Pesca Mais convida os amantes do setor a conhecerem suas novidades.
São dois telefones de contato: (12) 3833-6467 e (12) 3842-0140.
O estaleiro gaúcho Cimitarra recebeu o título de “Instalação Certificada Volvo Penta”, o que garante mais confiança e credibilidade na montagem dos motores nas lanchas da marca. O Vice-presidente da Volvo Penta Brasil, Gabriel Barsalini, entregou a Marçal Martins, sócio da Cimitarra, a placa de certificado (foto).
Como uma das partes mais importantes da embarcação o motor deve ter atenção tanto do seu fabricante, quanto das marcas que o utilizam e, também, do cliente, que deve ter a qualidade do produto garantida e realizar a manutenção correta.
Confira algumas imagens da entrega do certificado:
A IMS Náutica tem o prazer de convidar os proprietários Beneteau e todos os seus clientes para participarem do 12º Festvela nas águas de Paraty e Angra dos Reis. No dia 12 de dezembro, as classes APS, APS C, APS Novos (barcos sem FCT calibrados na APS; será adotado o FCT máximo do modelo do barco), RGS, ORC e Cruzeiro com e sem balão, reunirão-se para o percurso entre as proximidades da Ilha Rapada e as proximidades da Ilha do Brandão, na Baía da Ribeira.
Lanchas também estão convidadas, com o limite de 10 participações. As inscrições podem ser feitas por meio do telefone (24) 3377-0279 ou pelo [email protected], com a comprovação do depósito. O prazo vai até o dia 11, no valor de R$ 85 por tripulante, para lanchas, e R$ 110 por tripulante, para veleiros – estes tem inscrições limitadas a 50 vagas. A inscrição dá direito à regata, à feijoada (bebidas inclusas) e camiseta.
A premiação da regata será realizada com uma feijoada na varanda do ICAR (Iate Clube de Angra dos Reis), que terá início com a chegada dos primeiros barcos. Durante o evento, haverá também sorteio de brindes. Os velejadores que quiserem pernoitar poderão utilizar os vestiários do clube para banho, a sauna e o restaurante para café da manhã de domingo. Haverá barco de apoio para embarque e desembarque até às 00h do dia da regata e após às 8h do dia seguinte. Após as 18h, haverá música ao vivo para os participantes.
Paolo Vitelli, o presidente-fundador da Azimut-Benetti, fabricante de iates de luxo italiano com unidade de produção no Brasil, foi um dos nomes premiados com o Lifetime Achievement Award em evento de construtores de barcos – Boat Builder Awards for Business Achievement -, em noite de gala realizada em Amsterdã, na Holanda, no dia 19 de novembro. A premiação reconheceu os principais construtores do setor do mundo. Conforme os juízes disseram, Vitelli se tornou um dos grandes nomes mundiais relacionados à produção de barcos italianos. Além de sua filha Giovanna Vitelli, que dirige o Grupo Azimut-Benetti, mais de 200 representantes da indústria náutica participaram do evento para conhecerem os vencedores no evento organizado pela IBI e Mestrade.
“Esta premiação é mais um demonstrativo de que, através do modelo de gestão, da qualidade, da tecnologia, da inovação e do design italiano único implementado há mais de 45 anos por Paolo Vitelli, o Grupo Azimut-Benetti se tornou um dos principais construtores de iates de luxo do mundo. Todo o time da filial Azimut do Brasil se orgulha e parabeniza o fundador da empresa por mais esta conquista”, destaca o CEO da Azimut do Brasil Davide Breviglieri.
“Conquistas como esta reforçam a excelência de nossos produtos e a atenção em cada pequeno detalhe para proporcionar total satisfação aos clientes no Brasil e de várias partes do mundo, este sempre foi o foco de Paolo Vitelli e reflete em todo o seu time de colaboradores”, complementa o diretor comercial da Azimut do Brasil Francesco Caputo.
“Estes prêmios reconhecem personalidades nesta indústria e as inovações que tornam as suas embarcações únicas. Estamos ansiosos para coroar mais vencedores na edição de 2016”, disse o diretor editorial da IBI Nick Hopkinson.
A bordo de uma colorida bateira — tradicional canoa a motor usada por pescadores —, a Dona Alice, Amyr Klink percorreu, durante quatro dias, sua mais nova travessia: cerca de 320 milhas de navegação entre Guaraqueçaba, no Paraná, e Paraty, no Rio. Uma aventura tão inusitada quanto, para ele, divertida. Sabe-se que, por causa do formato do casco, este tipo de canoa é capaz de vencer a arrebentação, mas daí a fazer uma travessia com ela… São cascos marinheiros, mas — ele admite — frágeis em alto-mar. Para “ajudar”, o mar estava um “pandemônio”, em suas palavras, no mês de setembro. A história completa desta travessia você pode conferir na edição do mês de novembro de NÁUTICA, que está disponível nas bancas de todo o Brasil e, também, na loja online.
Na história da humanidade, não se tem ideia exata de quantas almas se perderam nos oceanos, rios e lagos do mundo. Milhares por certo, talvez milhões. Desde o primeiro homem pré-historico que se aventurou a atravessar um rio ou um braço de mar, muitas e muitas almas se perderam. Por isso, fiz uma seleção de alguns naufrágios que, apesar de grande sofrimento e algumas tragédias, trouxe de volta ao nosso convívio alguns de seus participantes, porém outros tantos se perderam, infelizmente. A ideia é analisar de forma mais “seca” cada evento, para que dele possamos tirar procedimentos e comportamentos que venham a nos auxiliar em alguma situação de perigo.
Vale pensar que um acidente raramente tem uma única causa. A maioria é um somatório de eventos, alguns causados pelo fator humano, outros pelo clima e alguns por falhas do material, mas muito raramente por um só motivo. Com eles podemos aprender importantes lições e a melhor delas é que precisamos nos manter conscientes de nossas dificuldades e estar sempre preparados para o pior. Afinal, como alguém poderia sobreviver a uma situação tão extrema? Isto depende, sim depende de quão preparada para enfrentar esta situação uma pessoa pode estar.
Antes da leitura, vale lembrar que uma regra básica levantada pelos estudiosos é que no mar, você sobrevive apenas três horas sem um abrigo flutuante (boia, colete, tambor, etc), três dias sem água e a no máximo três semanas sem comida. Alguém duvida?
4 dias: Brad Cavanagh and Deborah Kiley
Em um dia ensolarado no final do outono de 1982, um veleiro partiu numa rotineira viagem entre o Maine e a Flórida. Eram cinco tripulantes, praticamente desconhecidos entre si. John Lippoth e sua namorada Meg Moony, Mark Adams, Brad Cavanagh e Deborah Scaling Kiley. Diferenças de caráter e comportamento logo apareceram, devido ao abuso de álcool do capitão e alguns tripulantes, além da falta de comprometimento quase que geral, com o trabalho de bordo.
No segundo dia de navegação o tempo começou a piorar e ao cair da tarde os ventos batiam nos 60 nós e as vagas alcançavam mais de cinco metros de altura. Brad e Deborah enfrentaram o primeiro quarto da tempestade, permanecendo cerca de onze horas no cockpit, enquanto os outros dois tripulantes e o capitão bebiam na cabine. Quando John e Mark recobraram certa sobriedade, renderam os dois na vigilância, e Deborah e Brad finalmente puderam descer para algum descanso. No meio da noite foram acordados, enquanto vozes em panico alertavam que o barco estava afundando, foi quando perceberam que John e Mark haviam abandonado seu posto, e desceram para dormir, deixando o barco sem suporte.
Ao lançarem a balsa salva-vidas, a mesma foi carregada pelo forte vento deixando-os apenas com um bote zodiac de apoio como opção, este mesmo foi muito difícil de ser manobrado. Ao abandonar o Trashman, Meg ficou presa nas ferragens abrindo grandes e profundos ferimentos nos braços e pernas. Como o vento era muito frio e cortante, decidiram emborcar o bote, e ficaram todos por baixo dele, dentro da água que estava ao menos 15 graus mais quente que o ar. Durante 18 horas permaneceram mergulhando para dentro e para fora do bote, para conseguir respirar, enquanto a tempestade continuava soprando com violência.
No dia seguinte, a tempestade amainou e puderam colocar o bote em sua posição normal, subindo para o interior do mesmo. Ao fazê-lo, puderam identificar centenas de tubarões ao seu redor, percebendo que não eram chutes que haviam sentido durante o tempo dentro d’água, mas sim focinhadas de tubarões.
No terceiro dia, as lacerações de Meg tomaram conta de seu organismo, e ela ficou deitada em estado catatônico, sem reação por horas. Naquela noite, Mark e John começaram a beber água do mar, tornando-se cada vez menos coerentes e confusos mentalmente. John foi o primeiro a partir, ao dizer que podia ver terra e que iria buscar cigarros, escorregou pela lateral do bote e nadou uma pequena distancia desaparecendo na noite. Ouviu-se então um grito e depois apenas silêncio. Por volta da mesma hora, o delirante Mark disse que precisava se refrescar e saltou para as águas infestadas de tubarões. Houve então uma forte movimentação ao redor do bote, e a água se tornou vermelha de sangue, quando Mark desapareceu por completo.
Na quarta noite, Meg faleceu devido aos ferimentos, sendo lançada na água. Pouco depois do amanhecer Brad e Deborah avistaram um barco vindo em sua direção, que realizou seu resgate.
OBS: Um período tão curto de deriva não poderia resultar em um fim tão trágico, o total despreparo das pessoas envolvidas e a falta de liderança do capitão, foram os motivos que mais chamaram nossa atenção.
6 Dias: Troy e Josh
Em um 25 de Abril, Josh Long (17) e seu melhor amigo Troy Driascoll (15) decidiram sair para pescar em um bote. Ao se lançar, não levaram em consideração as bandeiras de aviso de correnteza forte assinaladas na praia. O bote foi puxado para longe e, em seu esforço para remar de volta, Troy acabou largando seu remo, irritado, jogou suas iscas e material de pesca na água em um desabafo.
Assim iniciaram sua dura jornada sem comida, água e sem meios para consegui-las. Como o barco não possuía cobertura ou qualquer abrigo, tinham apenas as roupas para se proteger da forte insolação. A fim de reduzir o calor, passaram a dar alguns mergulhos, mas a aparição de um tubarão fez com que parassem.
Eles assim ficaram por seis dias inteiros, sem água ou alimento. No sexto dia, quando já haviam escavado mensagens de adeus a seus familiares no interior do bote, avistaram um barco, que os salvou. Após o resgate foram levados para um hospital, onde foram constatadas severas queimaduras e desidratação. Os médicos disseram que o estado de Troy era o pior, e que não viveria mais do que algumas horas.
OBS: Adolescentes aprontando sem noção dos perigos. Sem mais comentários.
12 dias: Amanda Thorns e Dennis White
Amanda Thorns (25), seu pai Willie (64) e o padrinho Dennis White (64), partiram de Cape Cod a bordo do veleiro Emma Goldman de 45 pés, no início de novembro de 2009. Mesmo já tendo velejado muitas vezes pela região, aquele seria o batismo dela em águas profundas, e planejavam singrar até a Ilha de Bermuda.
Ao meio-dia, uma tempestade atingiu o barco obrigando-os a se esconder na cabine, enquanto aguardavam que o pior passasse. Na quarta noite, com a tormenta ainda forte, o capitão Thorns ficou de vigília enquanto Amanda e White tentavam dormir na cabine. Enquanto enfrentavam ondas de 10 metros de altura, uma onda maior ainda envolveu o barco todo, fazendo-o capotar. O mastro, todo o estaiamento e o capitão preso a linha de vida foram arrancados e lançados ao mar. Eles tentaram tudo para puxá-lo novamente para o barco, mas uma nova capotagem fez com que o cabo partisse e ele fosse levado pelas vagas.
Pelos três dias seguintes tentaram se recuperar da enorme perda, e sem energia ou qualquer equipamento de comunicação passaram a utilizar os foguetes sinalizadores, na esperança de serem vistos por algum navio de passagem na área, porém sem sucesso.
Dez dias após a perda do capitão, conseguiram montar o mastro de apenas três metros do barco de apoio em um tipo de mastreação de fortuna e conseguiram velejar cerca de 50 milhas no primeiro dia, tentando chegar às rotas comerciais. No segundo dia, conseguiram ser vistos por um navio petroleiro, que os salvou. No dia 21 de novembro, chegaram à Bermuda, muito abalados pela perda do pai e melhor amigo, porém aliviados por estarem vivos.
OBS: Novembro, em pleno outono, costuma ser um mês extremamente instável no litoral norte-americano, e cuidados redobrados são indicados. Se propor a uma aventura nesta região e nesta época do ano foi sinal de excesso de confiança.
Daremos sequência a esta lista, esticando o prazo de mar pouco a pouco, até chegar ao nosso recordista atual e sua historia confusa.
Alvaro Otranto é navegador de longas travessias, um dos mais antigos colaboradores da revista Náutica e criador da Moana Livros, primeira livraria na internet especializada em temas de mar e aventura.
Último brasileiro a entrar na água para disputar um Campeonato Mundial em 2015, o velejador Jorge Zarif encerrou a sua participação na competição da classe Finn, em Takapuna Beach, em Auckland, na Nova Zelândia, na 7ª posição na classificação geral. No último domingo (29), ele chegou em 5º na regata da medalha, terminando o Mundial com 125 pontos perdidos.
“Foi uma boa participação. Comecei o campeonato devagar, perdendo pontos bobos. Tive um pouco de dificuldade de pegar o jeito do barco novo. Mas foi um bom resultado. Estamos no caminho certo para 2016. Quando os Jogos Olímpicos do Rio chegarem, estaremos preparados”, disse Zarif, campeão mundial em 2013 e já classificado para os Jogos Rio 2016.
Na Nova Zelândia, o brasileiro de 23 anos deu prosseguimento à parceria com o técnico Rafael Trujillo, retomada no evento-teste dos Jogos Olímpicos, em agosto. O espanhol havia se ausentado para disputar a Volvo Ocean Race, famosa regata de volta ao mundo.
“Estou com uma equipe muito bem preparada e que vem me ajudando nos últimos meses. Isso faz muita diferença. É muito bom poder trabalhar com o Trujillo, um técnico muito competente. Com ele, disputei cinco regatas da medalha em seis campeonatos”, finalizou o velejador brasileiro.
Campeão mundial em 2011 e 2014, o britânico Giles Scott voltou a ficar no ponto mais alto do pódio. O vencedor do evento-teste deste ano terminou a competição com 48 pontos perdidos. A prata ficou com o francês Jonathan Lobert, terceiro colocado nos Jogos Olímpicos de Londres-2012, com 93 pontos perdidos. E o bronze foi para o esloveno Vasilij Zbogar, com 112 pontos perdidos.
Projetado pelo designer Sebastian Campos Moller com o objetivo de servir de palco para festas a bordo, o iate de 40 metros Pegasus é de alto padrão e oferece, também, privacidade. Com design futurista, o modelo inclui flybridge com espaço para o DJ e pista de dança, além de louge vip para os convidados e bar.
O estaleiro gaúcho Cimitarra reuniu clientes, amigos, patrocinadores e fornecedores na loja Universo Náutico, em São Paulo, no último fim de semana, para celebrar os resultados conquistados em 2015. Na ocasião, a marca também apresentou os modelos Cimitarra 360, 400 e 440, aprovados por quem compareceu ao evento, segundo a marca, que estima a presença de mais de 150 visitantes durante os três dias de Cimitarra Celebration.
Nesta última sexta-feira, 27 de novembro, o grupo nordestino Jacaré Náutica realizou um coquetel para apresentar a primeira Sea Ray a navegar nas águas da Paraíba.
O modelo exposto, a Sea Ray 375 Sundancer, é um dos maiores sucessos do estaleiro norteamericano, que aposta em seu versatil espaço gourmet instalado na plataforma de popa estendida. Dessa maneira, a lancha permite que se explore melhor o cockpit e a tropicalidade do clima brasileiro, ainda mais em se tratando do calor do Nordeste.
A Sea Ray é um estaleiro americano parte do Grupo Brunswick, um dos maiores grupos náuticos do mundo, e se destaca, dentro do próprio aglomerado, com seu acabamento de luxo e excelência, aliado à soluções tecnologicas avançadas e boa navegação.
A Jacaré Náutica ainda disponibiliza o modelo para test-drive via agendamento. Mais informações em (83) 3248-2460 ou [email protected]
O maior barco já produzido pela Coral (esta grande lancha de 46 pés de comprimento, com duas ou três cabines e todos os confortos de um barco deste porte, incluindo máquina de lavar roupas, na suíte à meia-nau, o que não é comum) foi um dos grandes destaques do recente São Paulo Boat Show, inaugurando uma linha de barcos do sólido (existe há 25 anos) estaleiro carioca: a dos modelos maiores e sofisticados. Além do grande hardtop com teto solar, há ainda duas boas janelas nas laterais do cockpit, o que aumenta a circulação de ar.
A ABVC (Associação Brasileira de Velejadores de Cruzeiro) Interior convida navegadores e suas famílias para o VIII Churrasco de Contraternização dos Velejadores do Interior. O encontro acontece no próximo sábado, dia 5, na Sede Campestre da ABVC Interior, no Condomínio Broa Golf Resort, em Itirapina. A participação no evento custa R$ 40 por pessoa, que inclui churrasco, saladas, bebidas (3 caixas de garrafas de cerveja, refrigerante e caipirinha), além de sobremesa. Quem levar pratos prontos terá desconto na taxa. O evento terá, ainda, atividades como amigo ladrão secreto de Natal, brechó náutico e sorteio de brindes. Para quem quiser estender o fim de semana e passar, também, o domingo (6) no local, os organizadores têm indicações de hospedagem e passeios, com descontos para quem participar do encontro. As confirmações podem ser feitas por meio do [email protected] ou pelo telefone (11) 98457-3879.
O verão é a época mais movimentada do ano no litoral brasileiro, principalmente, para quem tem barco. Por isso, a BR Marinas está efetuando a reserva antecipada das vagas para pernoite em três unidades da rede. São elas: Marina da Glória, no Rio de Janeiro, Marina Piratas e Marina Ribeira, ambas em Angra dos Reis. Nesta época do ano, muitos barcos vão para Angra e para o Rio, para a temporada e para a virada do ano. A BR Marinas oferece todo o conforto e comodidade para quem navega. Para fazer sua reserva, entre em contato pelo telefone (24) 3421-4090 ou no e-mail [email protected]. As vagas são limitadas.
A Tedesco Marina, em Balneário Camboriú, litoral catarinense, irá receber o Azimut Red Carpet no próximo fim de semana, dias 5 e 6 de dezembro. Na ocasião, quatro modelos de embarcações produzidas na unidade brasileira da Azimut Yachts estarão expostas para visitação. São elas: Azimut 42, Azimut 50, Azimut 60 e Azimut 70 – embarcações de 12,8 metros a mais de 21,8 metros de comprimento.
Todas com confortáveis suítes; salões equipados com sala de estar, jantar, cozinha e posto de comando principal; espaçoso flybridge com segundo posto de comando e área de convivência; espaço gourmet na plataforma de popa, e área de relaxamento à proa. Destaque também para o design inconfundível com grandes janelas recordadas e alto padrão em mobiliários, acabamentos e tecnologia de ponta.
“Aproveitando o agradável clima para navegação nesta época do ano e às vésperas do verão, a Azimut Yachts realizará praticamente um “boat show” da marca para apresentar aos clientes e amigos quase toda a gama de produtos fabricados na unidade brasileira, que trazem a excelência e o padrão italianos, para proporcionar experiências maravilhosas a bordo. Também é uma oportunidade para que os interessados possam conhecer os últimos lançamentos Azimut Yachts”, diz o diretor comercial da Azimut Yachts do Brasil, Francesco Caputo.
Representantes do estaleiro estarão à disposição para apresentar em detalhes as embarcações. As visitas também podem ser agendadas através do telefone (47)3405-0505 ou pelo e-mail [email protected]. A Tedesco Marina fica à avenida Normando Tedesco, 4004, Barra Sul.
O Rally Náutico da Bahia aconteceu no último sábado, 28, como parte dos eventos do Festival Náutico de Salvador. A sétima edição da competição reuniu 70 competidores em suas lanchas e jets. Quatro duplas levaram o ouro. Na categoria geral, Marcos Rupollo e Ana Maria Heyse e Luiz Fernando Souza e Adriano Ribeiro, já na categoria “Aventura”, os campeões foram Rilson e Lucas Moitinho, e em jets ganhou a dupla Vitor e Luiza Granjo.Você acompanha em breve um vídeo completo da cobertura especial da TV Náutica em Salvador. Fique de olho!
O Festival Náutico de Salvador teve encerramento no domingo, 29, com o 3º Desafio Travessia Mar Grande-Salvador. Cerca de 150 participantes de Stand Up Paddle e Canoa Havaiana fizeram o trajeto de 10 km entre a Praia de Jaburu, em Mar Grande, e o Porto da Barra. Foram 12 equipes com uniforme de cores diferentes.
Imponente, a caixa d´água da Marina Itajaí chama a atenção de quem passa pela Avenida Beira Rio. Com aproximadamente 30 metros de altura, a estrutura ganhou ares de obra de arte, graças ao trabalho de três artistas.
Rodrigo ‘Rizo’ é natural de São Paulo, mas cresceu em Florianópolis, onde despertou o interesse pela arte urbana. Com apenas 28 anos, 15 deles dedicados ao grafite, Rizo já realizou trabalhos em São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Brasília, Copenhagen, Milão, Bergamo, Malmö, Gotenburgo, Miami, Santiago, Valparaíso, Lima e Buenos Aires.
A vasta experiência trouxe credibilidade e respeito por sua arte e os convites começaram a surgir. Após desenvolver uma pintura no apartamento de um dos filhos do Diretor da Marina Itajaí, o desafio foi lançado: desenvolver uma arte para a caixa d´água do maior complexo náutico do país.
Segundo Rizo, a empreitada se apresentou grandiosa, por isso o artista convidou os parceiros João ‘Vejam’ e o Thiago ‘Valdi’, dois grandes expoentes da arte urbana catarinense, para ajudar na missão.
A arte que estampa a estrutura, formada por barcos a vela navegando, foi ideia do amigo e parceiro de pinturas, Thiago Valdi. “Ele ficou responsável pela criação do desenho, pois possui fortes influências de temas náuticos em seu trabalho autoral. Logo era o mais indicado a conduzir essa parte do projeto”, pontuou Rizo.
Após o Lay-out passar pela avaliação do departamento de marketing da Marina, rapidamente a equipe passou para a fase de execução. E a tarefa não foi nada fácil!
A caixa d´água da Marina Itajaí tem cerca de 30 metros de altura por 4,5 m de largura cada uma das 4 faces. Rizo explica que para concluir a obra foram utilizados cerca de 4 galões de 18 litros de tinta acrílica e cerca de 300 latas de spray, numa empreitada que demorou 15 dias para a conclusão. Um desafio e tanto para um artista com artes espalhadas pelo mundo todo.
“Já realizei a pintura de diversos painéis maiores em metragem quadrada, porém todos horizontais. Este é sem dúvida o maior mural vertical que já pintei até então. Arrisco dizer que é o maior de Santa Catarina. Nunca vi nada parecido aqui no estado”, observou Rizo.
Por se tratar de uma arte que sofre com a ação do tempo, o artista explica que em média ela pode durar de 2 a 5 anos, dependendo das condições da superfície antes e durante a aplicação da pintura. Com a aplicação de verniz de qualidade é possível durar até 10 anos, finaliza Rizo.
A marca francesa Jeanneau levou prêmio no Best of Boats 2015 com a embarcação Leader 36, na categoria “Best for Family”. Com júri composto por 15 jornalistas da imprensa marinha, famosos por seus conhecimentos e vasta experiência no campo, a premiação aconteceu durante o Boat & Fun Berlim. O prêmio foi recebido pela concessionária da marca, Aquamarin.
Leader 36 ilustra o espírito da linha Leader, barcos ideais para cruzeiros de fim de semana com a família. Disponível em duas versões, hardtop e open, esta embarcação foi projetada por Garroni Design e possui casco por Michael Peters. Seu layout favorece a interação ao ar livre, já que mesmo na versão hardtop os espaços são interligados. Na cabine, conta com dois camarotes, cozinha e banheiro.
O estaleiro catarinense Schaefer Yachts realiza entre os dias 3 e 6 de dezembro, na unidade de Florianópolis, sede da empresa, o evento Schaefer Yachts Show. Na ocasião, os amantes da náutica poderão ver de perto os diferenciais de toda a linha Schaefer, entre 30 e 83 pés, que estará à disposição dos visitantes, entre 10h e 18h, com embarcações novas e seminovas e condições especiais de pagamento e negociação diretamente com o fabricante. Alguns dos modelos também estarão disponíveis para test-drive.
Acontece nos dias 13 e 20 de dezembro a 9ª edição do Mairiporã Ecofest Adventure. Organizado pelo apaixonado por esportes Fernando Brandão, o festival tem o objetivo de mostrar o potencial do turismo de aventura e do ecoturismo da cidade, além de trabalhar o desenvolvimento social, cultural e econômico da região. O evento é parte do calendário oficial do município e promove modalidades como jet-bóia, canoagem, vela e remo, stand up paddle, além de mais de 13 outros esportes.O festival conta, ainda, com estrutura com feira de artesanato, brinquedos infláveis, barracas de alimentação e stand shop.
O 9º Mairiporã Ecofest Adventure tem apoio da Prefeitura Municipal de Mairiporã, Ace, Casc, Adtur Mairiporã e de empresas locais. Uma das preocupações dos organizadores do evento é a preservação do meio ambiente. Na edição passada, foi feito o plantio de mudas, neutralização do carbono, operações cata lixo nos pontos de algumas modalidades e palestra com 500 crianças de escolas públicas da região, visando estimular a conscientização e a preservação ambiental, o consumo de alimentos orgânicos e a prática de esportes na natureza.
A dupla Thibault Hector e Morgan Launay encerrou oficialmente a Transat Jacques Vabre 2015, na última sexta-feira, 27, ao cruzar a linha de chegada a bordo Creno – Moustache Solidaire, veleiro da Class40. O tempo de prova deles foi de 33 dias, 4h, 13min e 20seg a 8,60 nós de velocidade média percorrendo incríveis 6 845 milhas náuticas. Foram 8 dias e 20h depois do primeiro colocado.
Confira o tempo das chegadas da Class40:
1- Le Conservateur (Yannick Bestaven e Pierre Brasseur) em 24 dias, 08h, 10min e 09seg a 10,21 nós de velocidade média.
2- VandB (Maxime Sorel e Samuel Manuard) em 24 dias, 10h, 04min e 31seg a 10,19 nós de velocidade média (1h, 54min e 22 segundo de diferença para o primeiro colocado).
3- Carac-Advanced Energies (Louis Duc e Christophe Lebas) em 25 dias, 21h, 29min e 52seg a 9,60 nós de velocidade média (1 dia, 13h, 19min e 43 segundo de diferença para o primeiro colocado).
4- Solidaires en peloton-ARSEP (Thibaut Vauchel-Camus e Victorien Erussard) em 26 dias, 09h, 34min e 0 seg a 9,48 nós de velocidade média (2 dias, 01h, 23min e 51seg de diferença para o primeiro colocado).
5- TeamWork40 (Bertrand Delesne e Nils Palmieri) em 26 dias, 22h, 25 min e 45 seg a 9,42 nós de velocidade média (2 dias, 14h, 15min e 36seg de diferença para o primeiro colocado).
6- Zetra (Eduardo Penido e Renato Araújo) em 28 dias, 10h, 37min, e 30seg a 9,01 nós de velocidade média (4 dias, 2h, 27min e 21seg de diferença para o primeiro colocado).
7- Groupe Setin (Manuel Cousin e Gérald Quéouron) em 28 dias, 18h, 08min e 10seg a 8,66 nós de velocidade média (4 dias, 9h, 58min e 01seg de diferença para o primeiro colocado).
8- SNBSM Espoir Compétition (Valentin Lemarchand e Arthur Hubert) em 28 dias, 19h, 14min e 05seg a 8,80 nós de velocidade média (4 dias, 11h, 03min e 56seg de diferença para o primeiro colocado).
9- Concise 2 (Phillippa Hutton-Squire e Pip Hare) em 28 dias, 19h, 48min e 20seg a 8,57 nós de velocidade média (4 dias, 11h, 38min e 11seg de diferença para o primeiro colocado).
10- Club 103 (Alan Roura & Juliette Pêtrès) em 32 dias, 22h, 38min e 35seg a 6,83 nós de velocidade média (8 dias, 14h, 28min e 26seg de diferença para o primeiro colocado).
11- Creno Moustache Solidaire (Thibault Hector e Morgan Launay) em de 33 dias, 4h, 13min e 20seg a 8,60 nós de velocidade média (8 dias, 20h, 03 min e 11 seg de diferença para o primeiro colocado).
Não completaram a prova nesta categoria:
Eärendil (Catherine Pourre e Antoine Carpentier)
Team Concise (Jack Bouttell e Gildas Mahé)
Bretagne – Crédit Mutuel Élite (Nicolas Troussel e Corentin Horeau)
A tradicional regata de percurso da Copa Swift Sport, Volta à Ilha – Sir Peter Blake, em homenagem ao velejador neozelandês, tornou-se um desafio de mais de 13 horas para os últimos barcos a cruzar a linha de chegada. Sol, chuva, vento forte e calmaria impuseram aos velejadores as mais variadas condições durante o percurso de 40 milhas (72 km) entre a Praia da Armação (noroeste de Ilhabela) e a Ponta da Sela (sudoeste). O fita azul, primeiro barco a chegar no tempo real, foi o Caiçara Porsche, da classe C30, comandado por Marcos de Oliveira Cezar.
Havia a expectativa de que o melhor tempo da prova, 6h05m12, estabelecido pelo Montecristo em 2014, fosse superado, mas o Porsche concluiu a regata às 20h59, com o tempo de 8h54, enquanto o último barco a chegar foi o BL3, à 1h16m42 deste domingo (29), após 13h11m42 de velejada. Entre os 26 barcos da Volta à Ilha, 17 completaram a prova, com nove desistências. Outras 14 embarcações, sendo dez HPE 25 e quatro RGS C, correram regata mais curta, entre as praias da Armação e Jabaquara.
Na classe RGS (A e B), flotilha mais numerosa do campeonato, vitória do barco de Ilhabela, Jazz, após 9h14m57. “Fizemos a regata das quatro estações. Teve de tudo no percurso: sol, chuva, névoa, vento forte, calmaria. Foi ao mesmo tempo um desafio e uma diversão. Ainda tivemos um alagamento porque a mangueira da pia estourou e colocou 300 litros de água a bordo. Poderíamos ter sido ainda mais rápidos se não tivéssemos que drenar a água”, avaliou o comandante do Jazz, John Jansen. “Já de noite, após a tempestade, optamos por afastar o barco da Ilha e fomos favorecidos pela correnteza de sul”.
O Jazz chegou à frente de Inaê Transbrasa, Fram, Orson e Montecristo na divisão “A”. Na “B”, apenas o Helios (Marcos Lobo) cruzou a linha de chegada, enquanto na RGS Cruiser, Alforria, H2Orça e BL3 completaram a prova. “Estamos invictos desde que decidimos competir, neste ano”, comemorou o comandante do Alforria, Luiz Villares. “Vencemos a Regata do Camarão na categoria Família e a Caipirinha’s Cup, ambas em Ilhabela. Hoje, chegamos à frente do Orson no tempo real. É um orgulho”, destacou Villares.
Match Race na C30 – Na briga pela fita azul, Troféu Almirante Tamandaré em homenagem ao Dia do Marinheiro, a competitiva classe C30 proporcionou um duelo sensacional na linha de chegada. O Porsche chegou apenas 30 segundos à frente do Caballo Loco (Mauro Dottori). O terceiro colocado na classe foi o Kaikias (Felipe Echenique). O Tahiti Nui, líder da classe HPE 30, liderou a maior parte da regata. “Quando faltavam 2,5 milhas dissemos: não perdemos mais. Logo em seguida veio raio, trovão, chuva e caímos em um buraco de vento, em baixo de uma nuvem. Na escuridão só víamos as luzes dos barcos nos passando no vento leste”, lamentou Ricardo Costa, tripulante do Tahiti Nui. Os barcos #04 (Henrique Haddad) e Capatosta (Marcelo Bellotti) chegaram à frente do Tahiti Nui (André Fonseca, o Bochecha).
Susto na HPE 25 – Logo depois da largada em frente à Praia da Armação, o HPE 25 Suzuki Bond Girl deu um bordo rente à costa de Ilhabela e acabou projetado contra as pedras, devido a um “buraco de vento”. Com o auxílio do bote da Comissão de Regata a tripulação comandada por Rique Vanderley foi resgatada, ilesa, e retornou velejando ao Grêmio de Vela de Ilhabela (GVI) para revisão do casco e da quilha. Mostrando poder de superação, os velejadores do Bond Girl venceram a Ilhabela Sailing Week, em julho, após a quebra do mastro, logo no primeiro dia, também em regata de percurso.
A quarta e decisiva etapa da Copa Swift Sport, XV Circuito Ilhabela de vela oceânica define a temporada de 2015 no próximo fim de semana (5 e 6/12).
O iate Grace E, da Vitruvius Yachts, recebeu o prêmio de Melhor Iate na categoria de 65 metros ou mais da International Superyacht Society Design Awards 2015, que aconteceu no Fort Lauderdale Internacional Boat Show (EUA). A premiação, que celebrou o seu 25º aniversário, analisou e considerou os maiores arquitetos navais e designers da indústria de iates. Os juízes concederam o prêmio para o Grace E pela forma do seu casco, o seu estilo interior e pelo seu design inovador. Projetado por Philippe Briand, o iate foi entregue aos seus proprietários no estaleiro Picchiotti em La Spezia, na Itália.Ele combina uma arquitetura naval avançada com propulsão diesel-elétrico para maximizar a sua eficácia durante longas viagens.
O estaleiro paulista Flexboat, especialista em embarcações infláveis, também está participando da maior promoção do ano em todo o mercado brasileiro. Com a Black Weekend Flexboat, de hoje até a segunda-feira (30), toda a linha de produtos da marca está com até 60% de desconto no plantão da fábrica, em Atibaia, e pelo site www.flexboat.com.br/loja. Aproveite! A Flexboat fica à avenida Industrial Walter Kloth, número 621, Jardim Cerejeiras, em Atibaia. Para mais informações, ligue: (11) 4414-1250.
O mais potente jet do mundo já está no Brasil. O novo Kawasaki Ultra 310 LX tem funcionalidades que vão desde o guidão ajustável até um aparelho de som estéreo, devidamente equipado com cartão de memória à prova d’água. Tudo para tornar este modelo luxo mais confortável. Já o Ultra 310R, a segunda versão, é mais focado em uma proposta para corrida. Em vez do guidão ajustável, possui um sistema que oferece mais controle e firmeza em altas velocidades. O modelo também não vem com som estéreo, mas ambos vêm com assento confeccionado em um material que não esquenta.
O Ultra 310 conta com um motor DOHC de 310 cavalos e quatro cilindros, com injeção de 1,5 litro e resfriamento líquido. Vem equipado, ainda, com duas chaves, uma amarela e outra verde. que funcionam como um controle de potência, enquanto uma coloca a máquina para exercer todo o seu potencial, a outra faz com que o motor seja ativado com redução de 30% em sua potência. Quem quiser conhecê-lo de perto, o novo jet está na Pica Pau Racing, em São Paulo, mas o produto ainda não está à venda.
O estaleiro francês Jeanneau e a distribuidora Harken tiveram a honra de receber o prêmio 2015 Boat Builder, na categoria “Boat Builder & Equipment Manufacturer Collaborative Solution”, pela tecnologia AST (Assisted Sail Trim). Este prêmio reconhece o importante trabalho que Jeanneau e Harken alcançaram juntos, a partir da fase conceitual, para melhorar o desempenho de um barco ou serviços a bordo.
O sistema, que consiste em três pacotes OEM, foi concebido para contribuir para um dia relaxante na água, oferecendo auxílio por sensores e controle da vela. A premiação foi organizada pela revista IBI e METS, para reconhecer os sucessos individuais e de equipe dentro das empresas de construção de barcos em todo o mundo, em seis categorias de realização de negócios.
A tecnologia AST é exclusiva da Jeanneau para 2016.
Confira o vídeo que mostra a nova tecnologia em ação:
A quarta e decisiva etapa da Copa Swift Sport vai definir os campeões do 15º Circuito Ilhabela de vela oceânica em dois finais de semana: 28 e 29/11; 05 e 06/12. A primeira das atrações é a mais longa regata da competição, a Volta à Ilha – Sir Peter Blake, em homenagem ao velejador neozelandês, bicampeão da America’s Cup e que disputou a edição inaugural da prova. Neste mês, Blake, assim como Torben Grael, foi para o Hall da Fama da Federação Internacional de Vela (ISAF), pelas cinco participações na Regata Volta ao Mundo, incluindo a vitória em 1989/90.
A largada da regata mais esperada da Copa Swift Sport está prevista para meio-dia deste sábado (28/11) no Canal de São Sebastião. O melhor tempo da história foi estabelecido em 2014 pelo Montecristo, que aproveitou as rajadas de leste para completar 47 milhas (84 km) em 6h05m12, novo desafio para a própria tripulação do barco do Ubatuba Iate Clube (UIC) e para as demais embarcações. A Volta à Ilha também é comemorativa ao Dia do Marinheiro (13 de dezembro), motivo de o “fita azul” (primeiro barco a cruzar a linha de chegada) receber o troféu transitório Almirante Tamandaré, patrono da Marinha do Brasil.
O Yacht Club de Ilhabela (YCI) receberá cerca de 40 barcos, entre os quais, o atual vencedor da Volta à Ilha, Montecristo. “O moral da tropa está elevado. Corremos recentemente duas regatas de percurso em Ubatuba e conseguimos fazer os ajustes que faltavam nas velas novas. Queremos manter o Troféu Almirante Tamandaré, oferecido pela Marinha, no Ubatuba Iate Clube. Não estamos pensando apenas na Volta à Ilha, mas também na etapa e no campeonato”, avisa o comandante Julio Cechetto, comodoro do UIC.
Na classificação após três etapas, o Montecristo, de Julio Cechetto, é o terceiro na classe RGS Geral, atrás de Asbar Total Balance e de Inaê Transbrasa, e segundo na RGS “A”, com Inaê em primeiro e Jazz em terceiro lugar. “Temos de defender a fita azul e se possível melhorar o ‘recorde’. No ano passado pegamos rajadas de 18 nós (32 km/h) após breve calmaria na Ponta Grossa (nordeste de Ilhabela). Pouco antes da chegada o punho da vela-balão rasgou, senão faríamos um tempo ainda mais reduzido”, recorda o tripulante Eduardo Cardoso, um dos quatro táticos do Montecristo, que leva 12 tripulantes distribuídos em 52 pés (17 metros).
Outra atração da regata deste sábado é a classe HPE 30, lançada na Ilhabela Sailing Week, em julho deste ano. Embora os “designs” sejam diferentes existe a expectativa de desempenho principalmente em relação à classe de mesmo tamanho, C30, já consolidada nas regatas de oceano. A HPE 30 também se mostrou muito veloz e competitiva na terceira etapa, em setembro, quando recebeu inclusive velejadores olímpicos como Jorge Zarif, Martine Grael e André Fonseca, o Bochecha, que acabará de dar a volta ao mundo. Enquanto os barcos maiores contornam a ilha, a classe HPE 25 correrá regata no Canal de São Sebastião.
As inscrições serão feitas na secretaria do evento no YCI em 27 e 28 de novembro, sendo no dia 27, das 18h às 21h, e no dia 28, das 8h às 11h30. O valor é de R$ 85 por tripulante, exceto tripulante-mirim, isento de taxa de inscrição.
Marcada por quase tragédias e muitas desistências, a 12ª edição da regata Transat Jacques Vabre, entre a França e o Brasil, teve, pela primeira vez, a participação de uma dupla 100% brasileira. Eduardo Penido, medalha de ouro nos Jogos de Moscou-1980, na classe 470, e Renato Araújo compraram o ex-GDF Suez, rebatizado de Zetra, que, em 2013, sob o comando de Sébastien Rogues e Fabien Delahaye, conquistou o título da Class40 da Jacques Vabre, sem perder a liderança desde a largada. Desde março, Penido e Araújo vinham treinando na França para participar da tradicional prova.
A dupla terminou a categoria Class40 na sexta colocação e foi recebida no píer ao som de uma batucada de escola de samba, além dos familiares. Assista aqui a entrevista que Eduardo concedeu à NÁUTICA, além de algumas imagens da chegada do Zetra. A matéria completa sai na edição de dezembro, edição especial de aniversário de 28 anos da revista!
O Rally Náutico da Bahia chega à sua 7ª edição e, neste ano, acontece como parte dos eventos do 1º Festival Náutico de Salvador, três semanas antes da temporada de verão. O evento, promovido pela Prefeitura de Salvador, através da Saltur, acontecerá no sábado, dia 28, na Baía de Todos os Santos, e espera mais de 60 competidores. Em 2015, a novidade é a ampliação das tradicionais categorias participantes, que antes contavam apenas com lanchas, com a inclusão dos jets no páreo. O encerramento do evento será animado pela banda Jammil.
A expectativa é de que mais de 60 competidores participem da versão 2015. O ponto neutro do evento será na Bahia Marina, na praça próxima ao píer D, com intervalo de uma a duas horas para congraçamento. O Rally Náutico da Bahia, promoção da Bahia Marina, Yatch Clube da Bahia é atualmente o único evento do gênero no Norte e Nordeste e conta com o apoio de divulgação da conceituada Revista Náutica.
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