Homem morre após raio atingir barco em Ubatuba. Veja alguns cuidados para se proteger

Por: Redação -
01/04/2021

Um homem morreu após a embarcação que ele e um amigo estavam ser atingida por um raio, na madrugada de terça-feira (30), próximo à Ilha das Couves, em Ubatuba. Um morador da ilha ligou para o Corpo de Bombeiros pedindo ajuda após ver sinais luminosos sobre o barco de fibra de aproximadamente 6 metros e também ouvir gritos de socorro.

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No instante em que os bombeiros faziam o atendimento telefônico da ocorrência, um indivíduo chegou na ilha em outra embarcação de pequeno porte pedindo ajuda. Segundo os bombeiros, ele se identificou como uma das vítimas e relatou que seu amigo fora atingido por uma descarga elétrica por raio. Ele contou que tentou reanimá-lo, mas sem êxito.

A embarcação permaneceu fundeada a cerca de 200 metros da ilha. Na chegada da equipe do 2º Pelotão Náutico do Corpo de Bombeiros foi constatado o óbito da vítima atingida pelo raio. O outro ocupante da embarcação estava em estado de choque, mas passa bem. Ambos são moradores de Ubatuba e, de acordo com as informações apuradas, praticavam mergulho livre.

Especialmente no verão, o Brasil é um dos lugares de maior incidência de raios no mundo! Para quem não sabe, um raio é uma mistura de cargas positivas e negativas, que produz uma violenta descarga elétrica dentro de nuvens ou de uma nuvem para a terra ou para a água, atingindo, quase sempre, o ponto mais próximo entre ambos. Ou seja, os pontos mais elevados, como árvores, antenas ou mastros! Até hoje, a única maneira para evitar que os raios ponham em risco o seu barco é equipá-lo com um bom pára-raios. O curioso é que, além de proteger, ele também atrai raios! Por isso, um pára-raios mal instalado não ajuda em nada.

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Separamos algumas dicas para ajudar você a se proteger de raios a bordo:

A placa de escoamento da descarga e aterramento tem que ser de cobre, com mais de 20 cm² de área, e de uma espessura de 4 milímetros, no mínimo, fixada numa posição que a mantenha em contato permanente com a água,sob qualquer condição de navegação.

As emendas e curvas no cabo devem ser mínimas e a trajetória da descarga, a mais reta possível. O cabo precisa ser de cobre e de 50 milímetros, no mínimo.

O captor do raio deve ficar, no mínimo, 15 centímetros mais alto do que qualquer outra parte do barco.

Motor, tanques de água e gasolina, mecanismos do leme, e outros metais devem ser conectados à placa de contato com a água ou ao condutor de descida.

Não é recomendável usar como placa de descarga partes normalmente submersas, como hélice ou pá do leme, pois eles não são bons pontos de aterramento.

Fuja de materiais que não sejam resistentes à corrosão, para que a manutenção seja mínima. Use somente cobre condutor, do tipo eletrolítico, para uso em eletricidade. Abraçadeiras e grampos devem ser de bronze ou cobre. E as conexões nunca podem ser soldadas.

Pode-se usar a antena do rádio como pára-raios, se ela (e o rádio) estiverem equipados com descarregadores.

Os danos em equipamentos eletrônicos são causados pela indução elétrica (processo pelo qual um condutor fica “eletricamente ligado” quando uma corrente elétrica passa muito próximo a ele).A proteção é feita isolando os sistemas. Equipamentos como antenas de rádio VHF GPS devem ser montados na targa com aterramento separado dos demais sistemas.Se os motores forem controlados por manetes eletrônicos, estes também poderão sofrer danos se atingidos por uma descarga.

O mastro é o principal ponto de atração dos veleiros. Por isso, deve ser o primeiro estágio de um aterramento. Isto deve ser feito com fio número 4 ou tira de cobre de 38 milímetros de largura, ligando o mastro à quilha ou a uma placa metálica de 30 x 30 centímetros, para barcos de água salgada,e maior para água doce.

Embarcações pequenas também podem ser atingidas. Por isso, use um pequeno mastro, com o aterramento correto, para servir de pára-raios.

5 dicas para lidar com raios:

  1. Durante a tempestade, permaneça dentro das cabine;

  2. Se não houver, fique abaixado, em posição fetal: joelhos juntos, cotovelos encostados no corpo e mãos protegendo a cabeça;

  3. Jamais toque em mais de um objeto aterrado ao mesmo tempo. Se “fechar o circuito”, você receberá a descarga;

  4. Materiais não-condutores de energia não fornecem proteção contra raios. É lenda;

  5. Todos os tripulantes devem ficar longe de objetos metálicos.

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    A embarcação tem 8,62 m de comprimento, boca máxima de 2,84 m e pé-direito da cabine de 1,52 m. Sem o motor, pesa 2.700 kg e conta com tanque de combustível com capacidade para 380 litros e reservatório de água doce de 50 litros, além de capacidade para até 13 pessoas.

    Motorização

    A Focker 288 GTS pode receber diferentes configurações de motorização. Nas versões centro-rabeta, as opções vão de 300 hp a 350 hp. Já com motores de popa, o modelo pode ser equipado com um motor de 300 hp ou 350 hp, ou dois motores de 200 hp.   Em desempenho, a embarcação registra velocidade de cruzeiro de 29 mph, com consumo médio de 55 litros por hora, e pode atingir velocidade máxima de 37 mph.

    Principais características da Focker 288 GTS

    Segundo Danilo Fontana, diretor de operações da Fibrafort, três características se destacam no novo modelo: a robustez dos estofamentos, a plataforma de popa, apontada pela fabricante como a maior da categoria, e a estrutura do T-top, que contribui para o espaço e o pé-direito a bordo.   O executivo também destacou o espaço gourmet, desenvolvido para ampliar as possibilidades de convivência. “É um item muito solicitado pelos nossos clientes, para que essa área não seja apenas um espaço gourmet, mas também tenha um banco onde as pessoas possam conviver”, explicou.
    [caption id="attachment_209858" align="alignnone" width="920"] Danilo Fontana, diretor de operações da Fibrafort, no São Paulo Boat Show 2026. Foto: Focker 288 GTS, lançamento da Fibrafort no São Paulo Boat Show 2026. Foto: Alexandre Battibugli / Revista Náutica[/caption]

    Linha Explorer da Fibrafort

    A Focker 288 GTS é o segundo modelo da linha Explorer da Fibrafort, que também conta com a Focker 355 GTS. Apesar de pertencerem à mesma família, as embarcações apresentam propostas diferentes.
    A 288 é para um convívio mais de exploração, de day use, com pequenos trajetos e mais esportes náuticos, como mergulho. Já a 355 é para uma exploração em uma ilha com amigos e familiares, um churrasco a bordo ou uma outra gastronomia, com uma pegada também para o pernoite - explicou Fontana
    De acordo com o diretor, enquanto a 288 GTS aposta em uma proposta mais esportiva e voltada ao uso durante o dia, a 355 GTS oferece cabine maior e banheiro individual, características que ampliam as possibilidades de permanência a bordo e permitem, por exemplo, passar um fim de semana na embarcação.

    São Paulo Boat Show 2026

    O maior salão náutico da América Latina leva seus visitantes para uma verdadeira imersão no universo das águas. Mais de 170 embarcações, passando por botes, lanchas e jets, tomam conta do pavilhão do São Paulo Expo e podem ser vistas de perto. [caption id="attachment_207151" align="alignnone" width="920"] Foto: Victor Santos / Revista Náutica[/caption] O público ainda encontra uma ampla variedade de equipamentos, motores, acessórios e serviços náuticos das principais marcas do mercado. Veículos off-road, projetos inovadores e atrações para toda família, como o NÁUTICA Talks, complementam o evento, que traz ainda o Espaço dos Desejos, área de luxo que expõe carros esportivos, helicópteros, relógios de alto padrão e até obras de arte. [the_ad_placement id="post-middle-desktop-970-250"] [the_ad_placement id="post-vertical-mobile-328-400"]

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