Regata Aratu-Maragojipe completa 50 anos em 2019

Por: Redação -
04/07/2019

Belas paisagens, grandes disputas e muita emoção nas águas da Baía de Todos-os-Santos. Esses são alguns dos ingredientes da Regata Aratu-Maragojipe, que neste ano de 2019 chega a sua 50ª edição. O evento acontecerá no dia 24 de agosto e a expectativa da organização é a de que mais de 200 barcos se inscrevam para o campeonato. Além dos baianos, devem participar velejadores de outros estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Pernambuco, além de países como Argentina e Uruguai.

De acordo com o comodoro do Aratu Iate Clube, Emerson Meirelles, os participantes saem da região de Ilha de Maré, próximo ao Porto de Aratu, por volta das 10h30, com os primeiros velejadores chegando até a ponte da cidade de Maragojipe, no Recôncavo baiano, pouco depois das 15h. Ao todo, os velejadores devem percorrer um trecho de aproximadamente 60 quilômetros pelo mar.

“A nossa expectativa é a melhor possível por se tratar um grande evento, com belas paisagens e atrai a curiosidade de muitas pessoas que acompanham a Regata também em alto mar. Estamos buscando o apoio de prefeituras nas áreas de cultura e segurança para que o evento, este ano seja melhor do que foi em 2019. Além disso, a Regata vale como incremento para o turismo da região”, afirmou Meirelles. A data do evento também coincide com a festa de São Bartolomeu, tradicional em Maragojipe.

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Criada em 1969, por um grupo de associados do Aratu Iate Clube, agremiação náutica sediada na Baía de Aratu, em Simões Filho, Região Metropolitana de Salvador, a Regata Aratu-Maragojipe contou em sua primeira edição com cerca de 20 embarcações, todas à vela, que partiram das águas próximas ao clube rumo à cidade de Maragojipe.

No início foi batizada de “Regata de São Bartolomeu”, já que os seus criadores eram naturais de Maragojipe e devotos do Santo Padroeiro daquela cidade, São Bartolomeu. Mais tarde, em função dos locais de saída e chegada, passou a ter a nova denominação utilizada até os dias atuais.

Nomes conceituados da vela brasileira como os irmãos Torben e Lars Grael, grandes medalhistas olímpicos, Izabel Pimentel, primeira brasileira a dar a volta ao mundo em solitário, Aleixo Belov, engenheiro, navegador e escritor, Júlio Estevez, velejador baiano que fez a travessia África-Brasil em solitário a bordo de um pequeno veleiro catamarã, já participaram e ainda participam desta grande “festa” do Iatismo na Baía de Todos os Santos.

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