Veleiro Bravura: máquina de solda quebra, mas montagem do casco avança no 6º episódio da série
Problema com pregos e preparativos para a virada do casco dão o tom deste capítulo da construção do barco, que levará motores Yanmar


A essa altura do campeonato, não é qualquer imprevisto que fará Angelo Guedes desistir de produzir o seu sonhado barco. Agora, o construtor amador precisa, mais do que nunca, contornar problemas — e você acompanha tudo no 6º episódio de “Construção do Veleiro Bravura” , que estreia nesta terça (09), às 20h, no Canal Náutica do YouTube.
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Máquinas começam a quebrar, os materiais precisam ser adaptados, mas o projeto deixar de ser embrionário para ganhar mais cara de barco.
Mas como não é só de perrengues que se vive, Angelo também consegue dar longos passos a caminho do lançamento do barco a vela, que será motorizado por Yanmar. O novo episódio dessa jornada deixa nítido os avanços na produção do Bravura — que reproduzirá o modelo Kiribati 36.
O maior exemplo deste avanço é o casco, cada vez mais fechado. Num processo incansável de colocar a placa de alumínio, envergar e soldar (e assim sucessivamente, várias vezes), uma das partes mais nobres do Bravura ganha corpo. Detalhe: a solda tem que ser feita tanto do lado interno quanto externo da embarcação.


Em meio a placas de alumínio gigantes e correntes pesadas, dessa vez foi um pequeno material que tirou o sono de Angelo: um prego. Durante a montagem do suporte de quilha, o corretor notou que não tinha o haste do tamanho necessário para o projeto. Qual será que foi a solução?


Como nada é desperdiçado, uma viga encontrada na sucata vira um pilar para um momento crucial da construção do barco: a virada do casco. Conforme explica o construtor amador, a viga será fincada num buraco de 1 metro de profundidade, altura ideal para içar a proa.


O skeg do leme já está montado e um dos moldes da quilha estão preenchidos com chumbo. Nem mesmo uma queda de energia e um problema na máquina de solda parou Angelo. Ao que tudo indica, a saga pelo veleiro Bravura só vai terminar sobre a água.
Impulsionado pela Yanmar
Não que Angelo Guedes precisasse de um incentivo ainda maior para realizar o seu sonho. Mas, com o apoio da fabricante de motores Yanmar, tudo ficou mais fácil — pelo menos no quesito motorização.


O equipamento que será o “coração” do Veleiro Bravura é o Yanmar 3JH40, tido como o menor motor marítimo diesel common rail interno do mundo em termos de deslocamento, dimensões e peso.
Com 3 cilindros, o motor oferece uma potência de 40mhp, que, segundo a marca, permitirá que novos proprietários de barcos de lazer menores se beneficiem, pela primeira vez, das vantagens de eficiência e desempenho, por conta da tecnologia de injeção de combustível CR gerenciada eletronicamente.


De acordo com a Yanmar, a tecnologia common rail do 3JH40 oferece consumo mínimo de combustível e níveis de ruído e emissão excepcionalmente baixos, que resultam numa operação praticamente sem fumaça e odor.
O 3JH40 de quatro tempos refrigerado a água é a solução ideal para novas construções e aplicações de repotenciação, especialmente para pequenos barcos a motor, saveiros, embarcações comerciais leves e veleiros monocasco — como é o caso do Bravura.
Acompanhe tudo no Canal Náutica do YouTube!
Para não perder nenhum episódio dessa épica jornada, inscreva-se no Canal da Náutica no YouTube e ative o sininho. Assim, você sempre será notificado quando um vídeo estrear — não só da “Construção do Veleiro Bravura”, mas também de outras produções NÁUTICA.
A série terá episódios novos toda terça-feira, às 20h (horário de Brasília). Embarque nessa aventura com a gente!
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