Aruna Ubatuba é lar dos sonhos para quem tem barco em São Paulo

06/09/2023

Quem tem barco em uma marina como as do Saco da Ribeira, o maior ancoradouro de Ubatuba, certamente já sonhou com um condomínio de alto luxo localizado perto do polo náutico ubatubense. Moradias do tipo existem aos montes em Ubatuba. No entanto, de alto luxo e ainda por cima à beira-mar, do lado da praia, há apenas um: o Aruna Resort Ubatuba.

O empreendimento fica de frente para o mar, numa bela praia, com todo conforto e uma série de serviços agregados (típicos de resort). Refúgio de luxo, é ideal tanto para passar as férias de verão, feriados e fins de semana ensolarados com a família quanto para morar.

Fotos: Divulgação / Aruna Resort Ubatuba

Recém-construído, na área mais nobre da Praia da Enseada, entre ruas pavimentadas no entorno, o Aruna Resort Ubatuba fica a apenas 70 metros da faixa de areia.

“É o único empreendimento novo e de alto padrão de Ubatuba em que não é preciso atravessar a rodovia para se chegar à praia, oferecendo mais comodidade e segurança para curtir com a família sem preocupação”, garante Patrícia Zuin, da construtora e incorporadora Zuin & Zuin, especializada no mercado de alto padrão, com mais de 33 anos de tradição em construção civil.

Não é exagero: encontrar um terreno disponível à beira-mar para a construção de torres residenciais em Ubatuba é tarefa impossível. Poucas são as praias que permitem a construção de edifícios de até quatro andares, ainda mais do outro lado da rodovia Governador Mário Covas (a popular Rio-Santos). Isso faz do Aruna Resort Ubatuba um empreendimento, literalmente, único na região.

O condomínio Aruna Resort Ubatuba — que se diferencia tanto pelas linhas arquitetônicas quanto pela qualidade da construção e de acabamentos — conta com apartamentos de 85 m², 106 m², 122 m² e lindas coberturas de 151 m², com pelo menos duas confortáveis suítes cada, além de varanda gourmet com churrasqueira a gás.

A vista é cinematográfica, tanto do mar quanto de dentro do condomínio, com identidade única de arquitetura e paisagismo, como da natureza ao redor. E sempre há um barco na paisagem, uma vez que, logo ali, encontra-se uma região de forte vocação náutica de onde partem lanchas, escunas e veleiros para passeios.

Outros diferenciais do projeto do Aruna Resort Ubatuba — pensado para oferecer conforto, funcionalidade e beleza — são a qualidade de construção e os acabamentos (aqueles toques finais), simplesmente incomparáveis.

 

A arquitetura e o design da fachada são de estilo contemporâneo, com elementos marcantes, como não se vê na região, diferenciando-se da tradicional pastilha que predomina nos imóveis tradicionais da cidade.

Destaque também para os móveis das áreas de lazer, todos de primeira linha, desenhados especialmente para o ambiente.

 

Lindos elementos (decorativos, de controle e proteção) nas varandas gourmet (com pintura que imita madeira), dão um toque final de conforto, beleza e funcionalidade.

Janelas com persianas de enrolar proporcionam controle de luminosidade e mais conforto acústico do que as convencionais, enquanto brises de alumínio protegem da insolação e garantem privacidade, além de oferecerem movimento à fachada, pois possuem trilhos de correr.

 

Ubatuba oferece diversas atrações para quem gosta de navegar: de ilhas praticamente intocadas, como Anchieta, das Couves, do Mar Virado, das Palmas, dos Porcos, do Prumirim, da Rapada e da Vitória, a praias quase desertas, como Cassandoquinha, do Cedro, do Cedrinho, do Félix, Picinguaba, Puruba e Ubatumirim, entre muitas outras atrações em meio a muita natureza.

O espaço (área de 6.412 m²) onde foi erguido o condomínio Aruna Resort Ubatuba pertenceu a um navegador de mão cheia, com título de capitão, e que sentia falta de um refúgio em terra firme, próximo à marina em que mantém seu barco, no Saco da Ribeira, depois das jornadas ao mar.

 

“A ideia surgiu da minha necessidade pessoal mesmo”, conta o empresário e navegador, que é dono de uma lancha Sessa C44 e filho de um dos fundadores do Iate Clube de Ubatuba. “Dali até o Saco da Ribeira é quase um pulinho”, diz ele.

De fato, de carro ou de bicicleta (pela ciclovia), não é preciso rodar nem três quilômetros para se chegar ao ancoradouro ubatubense. O mais convidativo, porém, é a possibilidade de fazer esse percurso embarcado.

 

O bote vai te buscar na “porta” do condomínio, na areia. Basta se aproximar da orla e fazer o embarque (ou desembarque) com um bote inflável, enquanto o marinheiro leva a embarcação principal até a marina, ou vice-versa.

O bairro ainda oferece todas as facilidades para quem quer desfrutar de um descanso com conforto e conveniência, como posto de gasolina, supermercados para ir a pé, farmácias, restaurantes e lojas de serviços.

 

A escolha do nome do condomínio não poderia ter sido mais feliz. Em sânscrito, uma língua ancestral da Índia, Aruna significa “o nascer do sol”, ou “amanhecer”, o que tem total relação com o lindo nascer do sol na Praia da Enseada. Aruna também pode ser traduzido como renovação, ou recomeço. Tudo a ver com um refúgio perfeito para aproveitar e relaxar na maior tranquilidade.

A infraestrutura do Aruna Resort Ubatuba é, como o próprio nome já indica, de um resort de luxo: tem academia, espaço gourmet com churrasqueiras, spa com sauna, piscina com deques seco e molhado para se tomar sol sem precisar ir à praia e tudo o que se pode esperar de um condomínio desse nível para viver uma verdadeira experiência de lazer, em meio à natureza, longe do barulho, do trânsito e das aglomerações.

Para quem gosta de colocar os pés na areia, a Praia da Enseada é ótima para caminhadas, corrida, andar de bicicleta e a prática de esportes; por sua vez, o mar ali é tranquilo para atividades náuticas, como jet ski, caiaque, natação e stand up paddle. O condomínio conta, inclusive, com bicicletas e pranchas de SUP para os condôminos usufruírem.

Enfim, um empreendimento dos sonhos, numa pontinha charmosa e bem protegida (pela topografia) da praia da Enseada, para quem elege Ubatuba (e outras cidades do litoral norte de São Paulo, de São Sebastião a Caraguatatuba, passando por Ilhabela) para atividades náuticas, tendo como diferencial a localização.

A ideia é que as pessoas usem os barcos não apenas para passear pelas ilhas e praias aprazíveis, mas também para ir e voltar para casa, ficando livre do trânsito lento que costuma ocorrer na alta temporada. Não existe nada parecido na região. Em resumo, o Aruna Resort Ubatuba é um refúgio perfeito em terra firme para quem é do mar.

 

Para mais informações das últimas unidades disponíveis, conecte o Comercial Zuin & Zuin pelo Whatsapp (12) 97408-4386 ou no site arunaubatuba.com.br.

 

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    Quem fala pela náutica?

    Salvador recebeu o 2º Fórum Náutico Internacional, realizado pela Associação Náutica da Bahia, com empresários, gestores públicos, especialistas e convidados de fora do país. A Baía de Todos-os-Santos é um dos maiores ativos náuticos do mundo, e ninguém na plateia precisava ser convencido disso. Ouvimos casos de sucesso, projetos de marinas, roteiros, regatas, oportunidades de investimento. Mas, quando chegou a minha vez de encerrar, preferi falar sobre o que ainda nos impede de transformar todo esse potencial em desenvolvimento de verdade.

     

    O setor náutico brasileiro ainda não sabe se defender.

    Um setor que conversa consigo mesmo

    Somos estaleiros, marinas, garagens náuticas, clubes, escolas de vela, operadores de passeio, fornecedores, mecânicos, marinheiros, guias, pescadores esportivos, agências de turismo. Cada elo da cadeia tem sua associação, seu grupo de WhatsApp, sua pauta. E, enquanto conversamos entre nós, as decisões que definem o nosso futuro são tomadas em outros lugares, quase sempre sem a gente na mesa.

     

    Pense em quantas instâncias de poder tocam a náutica. O licenciamento ambiental de uma marina. A alíquota de ICMS sobre a embarcação. As normas da Marinha. O plano diretor que define o uso da orla. O ordenamento de praias e acessos públicos à água. As linhas de crédito para o pequeno empreendedor. A formação de mão de obra. O saneamento. Câmaras municipais, assembleias legislativas, Congresso Nacional, conselhos, órgãos ambientais, ministérios. Em cada um desses espaços, alguém está falando sobre o nosso setor. A pergunta é: somos nós?

     

    Na maioria das vezes, não. E quem não está na mesa costuma estar no cardápio.

    [caption id="attachment_208270" align="alignnone" width="920"] Foto: NatalieZera / Envato[/caption]

    Advocacy não é palavrão

    Por isso defendi, no encerramento do fórum, que o mercado náutico precisa se unir para construir um trabalho permanente de advocacy. Não se trata de lobby no sentido pejorativo, nem de defender o interesse de uma empresa isolada. É representação organizada: uma agenda comum, dados confiáveis, propostas técnicas e presença constante em todos os espaços onde se decide algo que afeta o setor.

     

    Tenho visto de perto o que isso produz. Em São Paulo, o Fórum Náutico Paulista reúne voluntariamente empresários, gestores públicos e pesquisadores há quase duas décadas. Foi esse trabalho paciente, reunião após reunião, que ajudou a construir o plano de desenvolvimento do turismo náutico sustentável que virou programa de estado, o decreto de fomento ao setor, a nova regulamentação ambiental para estruturas náuticas e a agenda de redução de ICMS e de crédito para o setor. Nada disso caiu do céu. Aconteceu porque havia alguém, em nome do setor, sentado à mesa certa, com a proposta pronta.

     

    Esse modelo precisa existir na Bahia, em cada estado com vocação náutica e, sobretudo, em escala nacional.

     

    Explicar para quem não navega

    O segundo ponto da minha fala é tão importante quanto o primeiro: precisamos de assessoria de imprensa e de comunicação profissional para o setor.

     

    Para boa parte da população, a náutica ainda é "coisa de rico". Uma marina nova é vista como ameaça ao acesso à praia; um projeto de garagem náutica, como problema ambiental. E, quando não explicamos, alguém explica por nós, quase sempre mal.

     

    Temos uma história poderosa para contar e não contamos. Um estudo do Fórum Náutico Paulista mostrou que a cadeia náutica de lazer movimentava cerca de R$ 5,3 bilhões por ano no estado de São Paulo e gerava mais de 27 mil empregos. E apenas 0,8% da população paulista usava embarcações de lazer, contra 5,3% no Reino Unido. Ou seja, o potencial de crescimento é enorme, e esse crescimento significa renda para o marinheiro, para o mecânico, para o laminador, para a cozinheira do restaurante da marina, para o operador de passeio caiçara que se formaliza.

     

    Essa é a náutica que precisa chegar ao jornal, à TV, às redes sociais, à conversa de bar. O cidadão que entende que a cidade náutica gera emprego para o filho dele deixa de ser opositor e passa a ser aliado. E o político que percebe que a população apoia o setor passa a apoiá-lo também. Comunicação e advocacy andam juntas.

    [caption id="attachment_206807" align="alignnone" width="920"] Foto: nd3000/ Envato[/caption]

    Náutica precisa de água limpa

    Não poderia falar de união do setor sem lembrar de uma bandeira que o Dr. Castello Branco, presidente do Fórum Náutico Paulista, repete há anos e que se tornou princípio do nosso trabalho: náutica precisa de água limpa.

     

    É simples e é definitivo. Não existe turismo náutico, não existe marina, não existe regata, não existe mergulho, não existe passeio de barco em água poluída. O setor náutico é, por natureza, o maior interessado em rios, represas, baías e mares saudáveis. E é exatamente por isso que essa bandeira deveria estar no centro do nosso advocacy.

     

    Quando o setor náutico se coloca como defensor do saneamento, da qualidade da água e da conservação dos ambientes aquáticos, ele inverte a narrativa. Deixa de ser visto como ameaça ambiental e passa a ser reconhecido como guardião da água. Um setor unido, que cobra investimento em saneamento nas mesmas instâncias em que discute tributo e licenciamento, ganha legitimidade para todo o resto da agenda.

    O próximo passo é nosso

    Saí da Bahia convencida de que o Brasil náutico tem tudo: costa, rios, represas, gente talentosa, empresas competentes, gestores públicos interessados. O que falta é organização. Falta transformar dezenas de vozes isoladas em uma voz coletiva, técnica e presente.

     

    Fóruns como o da Bahia são o começo dessa conversa. O desafio agora é que ela não termine no encerramento do evento. Que vire rede, agenda comum, representação permanente e comunicação com a sociedade.

     

    A pergunta que deixei para a plateia, e que deixo para você, leitor, é a do título: quem fala pela náutica? Enquanto a resposta for "cada um por si", seguiremos perdendo espaço. Quando a resposta for "todos nós", o setor finalmente vai ocupar o lugar que merece no desenvolvimento do país.

      Mestre em Comunicação e Gestão Pública, Bianca Colepicolo é especialista em turismo náutico e coordena o Fórum Náutico Paulista. Autora de “Turismo Pra Quê?”, Bianca também é consultora e palestrante.

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