“Esse é o presente”: Secretária do Meio Ambiente do RS destaca papel do JAQ H1 na transição energética
Um marco na navegação sustentável, o JAQ H1, exposto na COP30, recebeu a presença de Marjorie Kauffmann, Secretária do Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul, que prestigiou a embarcação em Belém (PA). O primeiro barco-escola do mundo movido 100% a hidrogênio encantou a chefe da pasta, que sonha em levar a tecnologia da embarcação para as águas gaúchas.
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Em entrevista à NÁUTICA, Kauffmann destacou a versatilidade do navio, que foi lançado com as suas operações (hotelaria) utilizando o poder da molécula. Durante a COP30, por uma questão logística, o barco está funcionando com baterias de lítio, tecnologia também de zero emissão de carbono, que mantém a proposta de navegação limpa e sustentável.


No evento, a comitiva do Rio Grande do Sul pôde conhecer todos os detalhes da embarcação. A delegação já esteve presente em outros momentos do projeto, como na visita específica que ocorreu na China, ainda durante a fase de planejamento. “Isso mostra o quanto que nós estamos conectados”, apontou a Secretária.
Tido como uma plataforma da descarbonização, do conhecimento e da ciência, o “laboratório flutuante” de 36 metros de comprimento navegará em águas gaúchas para difundir a navegação limpa e sustentável.


Queremos essa tecnologia e com certeza vamos usar o barco para poder dividir isso com o público em geral– enfatizou Kauffmann
A missão do navio será atuar como uma plataforma de pesquisa e educação ambiental nos biomas brasileiros. Para a Secretária, um desafio no Rio Grande do Sul será a popularização do hidrogênio verde — mas nada melhor que um barco-escola para ensinar uma navegação ecológica.


Ser um barco-escola é fundamental para que a gente possa evoluir como sociedade e colocar esse combustível, esse energético, de uma vez por todas para dentro da cadeia– afirmou Marjorie
Depois de ver com os seus próprios olhos o barco na COP30, Kauffmann parabenizou o Grupo Náutica pela iniciativa — e mais do que isso, pela conclusão.
Precisamos ver o que já está acontecendo. Ver que não é o futuro, é o presente– conclui
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