Veleiro é interceptado com 2,2 toneladas de cocaína a 270 quilômetros da costa do Recife


O veleiro Guruçá Cat foi interceptado, na noite do domingo (14), com 2,2 toneladas de cocaína, em uma operação conjunta da Polícia Federal e da Marinha do Brasil, com apoio de informações de agências de Portugal, Estados Unidos e Reino Unido.
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No momento da abordagem, a 270 quilômetros da costa do Recife, cinco pessoas, todas brasileiras, que estavam na embarcação foram presas. Segundo a Marinha, o barco teria como destino a Europa. Escoltado, o barco com a droga e a tripulação chegou à capital pernambucana na manhã desta terça-feira (16).
Construído em 2010 pelo casal de velejadores Guta Favarato e Fausto Pignaton, que venderam o veleiro há quase um ano – em março de 2020 -, o modelo já participou até de uma volta ao mundo!
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Feito todo de madeira, com capacidade para até 10 pessoas, o Guruçá Cat passou por lugares como Polinésia Francesa, Samoa Americana, Ilhas Salomão, Indonésia, Malásia, Tailândia, Madagascar e Moçambique.
De acordo com o G1 Pernambuco, Guta relatou que o veleiro já foi vendido outras duas vezes desde o ano passado. Ela e o marido lamentam que a embarcação, que foi lar do casal por uma década, tenha sido utilizada para tráfico internacional de drogas.
Apesar do ocorrido, Guta e o marido esperam que o veleiro apreendido pela Polícia Federal e pela Marinha do Brasil tenha um final feliz. “Não acredito que seja o fim do Guruçá. Ele é um barco muito forte, com uma história de vida bonita. Ele foi usado. Não é uma pessoa. Não tem culpa de nada. Esperamos que o barco seja leiloado logo e que possa ficar em boas mãos”, afirmou a velejadora.
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