O artista francês Julien Berthier queria apenas aparecer. E como conseguiu!
O que você vê não é um naufrágio, até porque a expressão de tranquilidade do dono do barco não combinaria com isso. Mas tampouco é um encalhe, porque, embora não pareça, este barco está em movimento! E é assim, navegando como se estivesse afundando, que o artista plástico francês Julien Berthier vem se apresentando com seu irônico (semi) veleiro em águas europeias.
Ele partiu de um barco de verdade, cortou fora a proa, tapou o buraco com fibra de vidro, instalou uma quilha a 45 graus e — voilá! — saiu para “navegar”, de uma maneira que o mundo jamais viu. E conseguiu o objetivo de todo artista, que é o de chamar a atenção das pessoas.
LEIA TAMBÉM
>>Veleiro francês da Jeanneau será exibido no Rio Boat Show 2019
>>Robert Scheidt conquista medalha de prata na Star Sailors League Finals 2018
>>Novo VQ58, da Vanquish Yachts, poderá alcançar os 50 nós. Confira
Julien já navegou com seu curiosíssimo barco-naufrágio até no célebre Rio Tâmisa, perante uma plateia acostumada a ver quase tudo nas ruas de Londres. Menos um dono de barco tomando um tranquilo banho de sol no meio de uma tragédia — mas que não passava de uma comédia.
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora!
App Revista Náutica
Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Relacionadas
Novo acesso, próximo à Baía de Babitonga, foi entregue no último sábado (18). Objetivo é ampliar o fluxo de embarcações de pesca e lazer
Dois wakesurfers profissionais acoplaram um patinete elétrico à moto aquática, que agora consegue acelerar no asfalto
Trajeto de 7,5 km é feito dentro da água, costeando a lagoa em uma experiência imersiva que envolve belas paisagens e a presença de animais nativos
Batizada de Cangarda, embarcação de 125 anos de história já serviu à Marinha Real Canadense na 2ª Guerra Mundial e foi afundada em 1999
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral




