A FS Yachts estará no Rio Boat Show 2018 com a FS 265 Solaris como um de seus destaques. Se por um lado, esta embarcação abre mão da cabine que a 265 Element oferece, por outro, proporciona um ganho expressivo no espaço de proa aberta, que torna os passeios durante o dia muito agradáveis. Com capacidade para 14 pessoas, a embarcação traz um bom banheiro com ventilação natural, espaço gourmet e design que dá prosseguimento à tradição do estaleiro. O modelo pode ser equipado com motor de centro-rabeta de 170 a 300 hp, a gasolina ou a diesel.
O Rio Boat Show acontece de 14 a 22 de abril, chegando em sua 21ª edição em 2018 consolidado como o maior salão náutico outdoor da América Latina. Serão nove dias de evento com reunindo fabricantes, distribuidores e revendedores do setor na Marina da Glória. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes contarão com diversas atrações.
Os ingressos já estão a venda e podem ser comprados no site oficial do evento pelo valor de R$ 70, com validade para um dia de salão. A compra pode ser efetuada por boleto bancário e pelos cartões de crédito Visa ou Mastercard – a opção de compra com o American Express estará disponível na bilheteria do evento. Pontos de venda em todo o Rio de Janeiro também estão disponibilizando ingressos.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2018
Quando? De 14 a 22 de abril Onde? Marina da Glória Horário?14/04 (primeiro dia) – Das 13h às 22h Dias de semana – Das 15h às 22h Fim de semana – Das 12h às 22h 22/04 (último dia) – Das 12h às 21h
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O maior salão náutico outdoor da América Latina está chegando! De 14 a 22 de abril, a Marina da Glória será palco para a 21ª edição do Rio Boat Show. Inspirado no tema Bossa Nova, que completa 60 anos em 2018, o evento reunirá os principais lançamentos e destaques, entre lanchas, veleiros, jets, infláveis, caiaques, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico, em um só lugar.
Com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, os visitantes contarão com diversas atrações, como o Espaço dos Desejos, pensado para os amantes do mercado de luxo, com itens selecionados e exclusivos de encher os olhos. São canetas, relógios, celulares, bicicletas, carros e, até mesmo, helicóptero, além de artigos de luxo especialmente exibidos para quem vai ao salão.
Os ingressos estão a venda no site oficial do evento pelo valor de R$ 70, com validade para um dia de salão. A compra pode ser efetuada por boleto bancário e pelos cartões de crédito Visa ou Mastercard – a opção de compra com o American Express estará disponível na bilheteria do evento. Pontos de venda em todo o Rio de Janeiro também estão disponibilizando ingressos.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2018
Quando? De 14 a 22 de abril Onde? Marina da Glória Horário?14/04 (primeiro dia) – Das 13h às 22h Dias de semana – Das 15h às 22h Fim de semana – Das 12h às 22h 22/04 (último dia) – Das 12h às 21h
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A equipe do espanhola do MAPFRE completou a sétima etapa da Volvo Ocean Race 2017-18 na madrugada deste domingo (8), mais precisamente às 4h59, na cidade de Itajaí (SC). O barco foi o quinto da perna entre a Nova Zelândia e o Brasil e somou 6 pontos.
O time comandado pelo campeão olímpico Xabi Fernandéz fez o percurso de 7 600 milhas náuticas em 21 dias, 6 horas e 59 minutos. O campeão da etapa foi o Team Brunel que chegou cinco dias antes.
A perna teve pontuação dobrada e com o segundo lugar do Dongfeng Race Team, o MAPFRE perdeu a ponta. ”Precisamos agora retomar a liderança na próxima etapa e velejar melhor do que eles. Saímos de Auckland com seis pontos de vantagem e agora estamos um atrás”, disse Xabi Fernandez. ”Foi uma das etapas mais duras que competi pelos mares do sul. Desde o começo tivemos problemas e planejamos uma parada no Cabo Horn”.
O MAPFRE também foi obrigado a racionar comida na reta final da etapa. ”O barco quebrou e não navegamos 100%. A chegada ao Brasil foi lenta e fizemos racionamento de comida. Agora vamos comer bastante, pegar um pouco de sol e beber caipirinha”, contou o proeiro Ñeti Cuervas-Mons.
Duas equipes abandonaram a sétima etapa. O Team SHK/Scallywag por causa da perda trágica do britânico John Fisher, que caiu no mar, e o o Vestas 11th Hour Racing que perdeu o mastro e ainda está nas Malvinas.
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O barco Turn The Tide On Plastic ficou na quarta colocação da sétima etapa da Volvo Ocean Race 2017-18, concluindo o percurso de 7.600 milhas náuticas em 20 dias, 3 horas e 12 minutos. A equipe cruzou a linha de chegada em Itajaí (SC) na madrugada deste sábado (7).
Os velejadores foram recebidos por centenas de pessoas na Vila da Regata de Itajaí. Era 1h12 (Horário de Brasília). O TTOP – iniciais de Turn The Tide On Plastic – soma 8 pontos pelo resultado. A perna tem pontuação dobrada.
”Foi muito legal ver muita gente essa hora da madrugada nos recebendo e nos aplaudindo. Agora vamos descansar e aproveitar a hospitalidade de Itajaí”, disse a comandante britânica Dee Caffari. ”Foi uma etapa muito difícil, com ventos fortes e condições complicadas. Também ficamos bastante abalados com a perda de um amigo (John Fisher)”.
A equipe do Turn The Tide On Plastic tem dois portugueses que praticamente se revezam nas etapas. Desta vez o escolhido foi Frederico de Melo, que disputou a olimpíada de Londres 2012. O velejador vestia a camisa do Marcílio Dias, uma das equipes da cidade catarinense na hora da chegada.
”Os brasileiros nos recebem com muito carinho. Foi incrível ver tanta gente nas docas. É um incentivo pra gente que sofreu com ventos, neve e ondas gigantes. As noites eram difíceis, com pouca visibilidade. O perigo era constante e infelizmente aconteceu a tragédia com John Fisher, que era um grande amigo”, contou Frederico de Melo.
O veleiro Turn The Tide On Plastic teve problemas no spreader – ou cruzeta na tradução do português – da vela principal e por vários dias navegou sem estar 100%.
O vencedor da etapa entre Auckland (Nova Zelândia) e Itajaí (SC) foi o Team Brunel, seguido por Dongfeng Race Team e team AkzoNobel.
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A mineira Ventura Marine é uma das presenças confirmadas no Rio Boat Show 2018 e lançará sua mais nova lancha, a V195 Crossover. O modelo é mantido sob sigilo pela marca, mas já se sabe, por exemplo, que a nova lancha trará, entre muitas novidades, banheiro, solário rebatível de proa, passarela de passagem de popa e espaço próprio para instalar alto-falante no espelho de popa. A lancha promete ser uma ótima atração para quem busca o primeiro barco.
O Rio Boat Show acontece de 14 a 22 de abril, chegando em sua 21ª edição em 2018 consolidado como o maior salão náutico outdoor da América Latina. Serão nove dias de evento com reunindo fabricantes, distribuidores e revendedores do setor na Marina da Glória. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes contarão com diversas atrações.
Os ingressos já estão a venda e podem ser comprados no site oficial do evento pelo valor de R$ 70, com validade para um dia de salão. A compra pode ser efetuada por boleto bancário e pelos cartões de crédito Visa ou Mastercard – a opção de compra com o American Express estará disponível na bilheteria do evento. Pontos de venda em todo o Rio de Janeiro também estão disponibilizando ingressos.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2018
Quando? De 14 a 22 de abril Onde? Marina da Glória Horário?14/04 (primeiro dia) – Das 13h às 22h Dias de semana – Das 15h às 22h Fim de semana – Das 12h às 22h 22/04 (último dia) – Das 12h às 21h
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Os últimos dias da sétima etapa da Volvo Ocean Race 2017-18 estão se mostrando longos, lentos e dolorosos para os dois barcos que seguem na disputa da perna até Itajaí, em Santa Catarina.
Turn The Tide on Plastic e MAPFRE navegam com velocidade reduzida depois de apresentarem problemas em suas velas durante a prova, que tem ao todo 7 600 milhas náuticas. Não apenas o problema técnico reduz a velocidade dos veleiros! Os ventos seguem com intensidade fraca na costa sul brasileira.
A previsão é que o Turn The Tide on Plastic, que mal consegue andar a 5 nós de vento, chegue neste sábado (7) e os espanhóis do MAPFRE no dia seguinte.
“Não é como os mares do sul! Lá poderíamos fazer essas milhas finais em poucas horas”, disse o navegador Brian Thompson do Turn The Tide on Plastic.
O Turn the Tide on Plastic está mais próximo da linha de chegada em Itajaí, no Brasil, com pouco mais de 120 milhas para andar na medição desta sexta-feira (7).
MAPRE está mais de 320 milhas atrás. ”É inacreditável o quão lentos estamos indo e o quão difícil é essa alta pressão”, escreveu o comandante Xabi Fernández. ”Finalmente vemos um pouco de luz no fim do túnel, já que agora temos 10 nós de nordeste, o que é promissor”.
O MAPFRE está adotando racionamento de comida por causa do atraso na chegada. A equipe foi obrigada a fazer um pit-stop no Cabo Horn para resolver um problema no mastro.
Scallywag e Vestas
A equipe do Sun Hung Kai / Scallywag partiu do Chile nesta quinta-feira (5). Integrantes da equipe de terra assumiram o barco e vão tentar chegar a tempo da largada para Newport, em 22 de abril. O Scallywag e toda a comunidade da vela mundial sofrem com a perda de John Fisher, velejador que caiu no mar na disputa desta etapa.
Enquanto isso, o Vestas 11th Hour Racing ainda está nas Malvinas depois de abandonar a pena por causa da perda do mastro. Uma peça extra está à disposição do time em Itajaí.
”Nossa tripulação ainda está nas Ilhas Falkland (Malvinas) trabalhando duro para chegar a Itajaí. O capitão do barco, Nick Dana, tem colaborado com os locais para preparar o barco para subir a costa sul-americana. Uma equipe de especialistas está chegando ao local para fazer algumas verificações finais antes do embarque do barco no final da semana. Fique atento para uma atualização sobre nossos planos”, disse um comunicado do Vestas 11th Hour Racing.
A sétima etapa da Volvo Ocean Race foi vencida, na última terça-feira (3), pelo Team Brunel, com 15 minutos de vantagem para o vice Dongfeng Race Team. O team AkzoNobel, da brasileira Martine Grael, ficou em terceiro.
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A Armatti 330, da Armatti Yachts, que será apresentada pela primeira vez no Rio Boat Show, já está a caminho do salão náutico carioca. Com 10,15 m de comprimento, a embarcação pensada tanto para quem deseja ingressar no mercado náutico quanto para o navegador que deseja fazer um upgrade. O modelo possui design esportivo e linhas arrojadas e pode receber até 12 convidados de dia e quatro em pernoite.
Conta com amplo cockpit, com boca larga, e plataforma de popa ampliada. Outra característica marcante da Armatti 330 é a altura do pé direito do pavimento interior. Cozinha e banheiro possuem cerca de 1,90 m de altura cada, garantindo mais amplitude ao espaço.
O Rio Boat Show acontece de 14 a 22 de abril, chegando em sua 21ª edição em 2018 consolidado como o maior salão náutico outdoor da América Latina. Serão nove dias de evento com reunindo fabricantes, distribuidores e revendedores do setor na Marina da Glória. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes contarão com diversas atrações.
Os ingressos já estão a venda e podem ser comprados no site oficial do evento pelo valor de R$ 70, com validade para um dia de salão. A compra pode ser efetuada por boleto bancário e pelos cartões de crédito Visa ou Mastercard – a opção de compra com o American Express estará disponível na bilheteria do evento. Pontos de venda em todo o Rio de Janeiro também estão disponibilizando ingressos.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2018
Quando? De 14 a 22 de abril Onde? Marina da Glória Horário?14/04 (primeiro dia) – Das 13h às 22h Dias de semana – Das 15h às 22h Fim de semana – Das 12h às 22h 22/04 (último dia) – Das 12h às 21h
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Depois de mais de 20 anos sem fabricar barcos com motorização de popa, a catarinense Schaefer Yachts acaba de colocar na água sua primeira Schaefer 303 (que já conta com mais de 1 500 unidades navegando pelo Brasil, Europa, Estados Unidos e Ásia) com dois Mercury Verado de 300 hp cada.
“O modelo deu um show nas águas da Baía de Florianópolis, alcançando 50 nós de velocidade nos primeiros testes, além de manter a estabilidade e de ter um planeio rápido. Um baita de um barco!”, afirmou Marcio Schaefer, presidente do estaleiro. “Agora, vamos finalizar a preparação para os barcos de série e poder fazer a exportação”, completou. O modelo estará disponível para pré-venda no Rio Boat Show 2018.
A embarcação pode receber dois motores de popa de 200 a 300 hp cada e foi desenvolvida devido ao aumento de mercado deste tipo de motorização nos Estados Unidos. “O aumento de barcos com motores de popa, que são silenciosos e confiáveis, será uma tendência no mercado mundial no futuro”, afirma Marcio Schaefer. A empresa também anunciou que tem planos para uma nova versão do modelo 365 com este tipo de motorização.
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A 21ª edição do Rio Boat Show começa no próximo fim de semana e as embarcações que serão destaques do evento já estão a caminho da Marina da Glória. É o caso da Sessa C36, fabricada pela Intech Boating, em Santa Catarina.
Cominteligente conceito modular, onde é possível adaptar o espaço interno, criando até duas cabines espaçosas com acessos independentes para cozinha e banheiro, a C36 tem entre seus destaques o aproveitamento do espaço e o acabamento. Para o Rio Boat Show, o estaleiro traz uma oferta especial com a versão standard do produto fabricado no Brasil mais pacote de opcionais exclusivos e dois motores Volvo D4 260 hp a diesel, de R$ 1 328 724 por R$ 1 124 705. Mais informações obre a oferta no www.sessac36.com.br. Outros destaques da marca no salão carioca serão a C40 e a F42.
O Rio Boat Show acontece de 14 a 22 de abril, chegando em sua 21ª edição em 2018 consolidado como o maior salão náutico outdoor da América Latina. Serão nove dias de evento com reunindo fabricantes, distribuidores e revendedores do setor na Marina da Glória. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes contarão com diversas atrações.
Os ingressos já estão a venda e podem ser comprados no site oficial do evento pelo valor de R$ 70, com validade para um dia de salão. A compra pode ser efetuada por boleto bancário e pelos cartões de crédito Visa ou Mastercard – a opção de compra com o American Express estará disponível na bilheteria do evento. Pontos de venda em todo o Rio de Janeiro também estão disponibilizando ingressos.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2018
Quando? De 14 a 22 de abril Onde? Marina da Glória Horário?14/04 (primeiro dia) – Das 13h às 22h Dias de semana – Das 15h às 22h Fim de semana – Das 12h às 22h 22/04 (último dia) – Das 12h às 21h
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Palco de muitas emoções com a recepção de três veleiros participantes da Volvo Ocean Race, a Vila da Regata brasileira oferecerá muito mais do que o receptivo aos barcos da “Fórmula 1 dos Mares”. Atrações culturais, entretenimento, boa gastronomia, ações de sustentabilidade e educacionais estão programadas para os 18 dias de evento. A expectativa da organização do Itajaí Stopover é que mais de 30 mil pessoas cruzem os portões da festa apenas no primeiro final de semana. A abertura oficial, realizada na noite desta quinta-feira (5/4) por autoridades locais e representantes da Volvo Ocean Race, já superou as expectativas, atraindo 9,5 mil pessoas apenas nas primeiras quatro horas de evento.
Até o domingo (22/4) uma programação especial irá animar os frequentadores da Vila da Regata em Itajaí (SC). Mais de 50 atrações musicais e teatrais se apresentarão em dois palcos. Já a programação gastronômica conta com a oferta de mais de 40 opções de pratos para todos os gostos e estilos, como comida oriental, italiana, norte-americana e até, a típica da festa de Outubro, Marejada, com variedades de pescado e derivados da cultura portuguesa.
Como a Volvo Ocean Race percorre o planeta para transmitir a mensagem de sustentabilidade, o Itajaí Stopover contará ainda com mais de 20 ações com foco na limpeza dos oceanos, entre elas a adesão à campanha global “Clean Seas: Turn the Tide on Plastic”, em português: “Mares limpos: o mar não está para plástico”, da ONU Meio Ambiente. Diariamente também serão realizadas visitas guiadas com quase 10 mil estudantes da região que percorrerão as estações educacionais que utilizam tecnologia e práticas interativas.
A expectativa é que mais de 400 mil pessoas passem pela Vila da Regata até o domingo (22/4) e que o impacto econômico seja superior a R$ 82 milhões.
Mais veleiros podem chegar
Os ventos favoráveis da última semana anteciparam a chegada dos veleiros Team Brunel, Dongfeng e AkzoNobel, mas a Vila da Regata brasileira ainda vive a expectativa da aproximação de outros participantes da Volvo Ocean Race. As equipes Turn the Tide on Plastic e MAPFRE são aguardadas no fim de semana. O Itajaí Stopover irá montar um receptivo especial aos velejadores e toda a comunidade é convidada a participar desta grande festa.
Foto: Oficina das Palavras
Foto: Oficina das Palavras
Foto: Marcos Porto
Foto: Oficina das Palavras
Foto: Marcos Porto
Programação da primeira semana da Volvo Ocean Race Itajaí:
Sexta-Feira (6/4)
– Das 14h às 18h – “Encontro De Jovens Pelos Oceanos”. Local: Auditório Da Vila Da Regata
– 19h – Espetáculo: “Mulheres que acordam despencadas” com atriz Elizabeth Savalla na Vila da Regata
– 19h30min às 21h – Alessandra Cipriane Trio Acústico no Palco Principal
– 21h30min à 0h – Carol Hends no Palco Principal
Sábado (7/4)
– 12h30min às 14h30min – Mari Monteiro & Banda6 no Palco Principal
– 15h às 17h – Ricardo Pauletti Trio no Palco Principal
– 16h às 17h – Union Dance Company no Palco Pódium
– 19h – Espetáculo: “Mulheres que acordam despencadas” com atriz Elizabeth Savalla na Vila da Regata
– 19h30min às 21h – Bateria Pura Kdência no Palco Principal
– 21h30min à 0h – Grupo Desafio no Palco Principal
Domingo (8/4)
– 12h30min às 14h30min – Susi Brito e Banda no Palco Principal
– 15h às 17h – Fábio Campos Trio no Palco Principal
– 16h às 17h – CIA de Dança Eduxi no Palco Pódium
– 19h30min às 21h – Srta. V Forró Catarina no Palco Principal
– 21h30min à 0h – Sambatop no Palco Principal
Ações sustentáveis realizadas diariamente:
– Campanha global “Clean Seas: Turn the Tide on Plastic” – ONU Meio Ambiente.
– Copos reutilizáveis. Local: guichê de retirada das bebidas
– Pratos biodegradáveis. Local: restaurantes
– Seleção do lixo pela Cooperfoz. Local: ao lado do Planetário
Ações educacionais realizadas diariamente:
Manutenção dos barcos: rotina das tripulações, manutenção e reparo dos veleiros e interação com 12 displays com peças de barco;
Experiência com os barcos: barco de tamanho real que foi cortado ao meio. Possui sons reais da rotina na corrida;
Pavilhão Volvo: telão e área interativa para conhecer mais sobre os detalhes técnicos dos barcos;
O Globo: cúpula para projeções em 3D de temas relacionados a sustentabilidade;
Planetário: transmissão de filmes interativos selecionados pela Secretaria de Educação de Itajaí;
Chute a gol: parceria entre o Clube Náutico Marcílio Dias e a Fundação de Esportes. O jogo irá envolver pontaria e mobilidade.
Vila de trânsito: ação da Secretaria de Segurança, conta com triciclos, pista sinalizada como uma via e é possível tirar ‘carteira de habilitação’para criar consciência de trânsito;
Pavilhão Dongfeng: novidade na edição, conta com óculos de realidade virtual e fones de ouvido para participar de jogos como a montagem de um quebra-cabeça 3D ou a realização de manobras com guindastes.
Turn the Tide on Plastics Team Base: terá exposições “A Gut Full” (quantidade de plástico ingerida por pássaros marinhos), “Recycle” (objetos transformados) e a “Successful” (opções sustentáveis para materiais);
Desafio Musto Grinding: corrida “de braço” com a máquina que é utilizada para mover as velas dos veleiros;
Zona de Exploração do Time Vestas: displays focados na água e no vento e óculos de realidade virtual;
Hortinha dos Pequenos Heróis: Itajaí Shopping ensinará a plantar uma muda de plantinha em garrafa pet;
Oficina de Sustentabilidade da Famai: aula interativa sobre cuidados com o meio ambiente, a fauna e a flora.
Atividades esportivas: Fundação Municipal de Esportes e o Clube Náutico Marcílio Dias terão um stand para prática de futebol de mesa, pebolim, tênis de mesa, entre outras práticas;
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O estaleiro paulista Intermarine reuniu clientes e amigos na noite desta quarta-feira, 4, para comemorar o sucesso da Intermarine 62, lançada no último São Paulo Boat Show, em outubro passado.
Na ocasião, a empresa aproveitou para apresentar uma grande surpresa: o projeto da nova Offshore 58. Com design futurista arrojado, este projeto totalmente novo traz proa mais reta e características esportivas, colocando a performance em primeiro lugar – esta lancha pode ser equipada com até três motores! -, mas com a proposta de trazer para o cliente um ótimo acabamento e muito conforto.
Fotos: Otto Aquino
Confira o que rolou no evento na reportagem de Tatiane Guerreiro:
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O maior salão náutico outdoor da América Latina está chegando! De 14 a 22 de abril, a Marina da Glória será palco para a 21ª edição do Rio Boat Show. Inspirado no tema Bossa Nova, que completa 60 anos em 2018, o evento reunirá os principais lançamentos e destaques, entre lanchas, veleiros, jets, infláveis, caiaques, motores e os mais diversos equipamentos e acessórios do mundo náutico, em um só lugar.
Serão nove dias de interação entre clientes, fabricantes, distribuidores e revendedores do setor. Entre as marcas confirmadas, estão Armatti, Azimut, Beneteau, Cimitarra, Coral, Fishing, Fountaine Pajot, FS Yachts, Jeanneau, Lagoon, NX Boats, Prestige, Real Power Boats, Royal Mariner, Schaefer, Sedna, Sessa Marine, Triton, Ventura, além de motores BRP, Mercury Marine, Volvo Penta e Yanmar.
Com barcos na água e a bela Baía de Guanabara como cenário, os visitantes contarão com diversas atrações, como o Espaço dos Desejos, pensado para os amantes do mercado de luxo, com itens selecionados e exclusivos de encher os olhos; e o Desfile de Barcos, uma novidade que já virou tradição na edição carioca do salão náutico e acontecerá pelo 3º ano consecutivo, com show de luzes, música e mestre de cerimônias, transformando as águas da Marina da Glória em uma verdadeira passarela de barcos.
Os ingressos estão a venda no site oficial do evento pelo valor de R$ 70, com validade para um dia de salão. A compra pode ser efetuada por boleto bancário e pelos cartões de crédito Visa ou Mastercard – a opção de compra com o American Express estará disponível na bilheteria do evento. Pontos de venda em todo o Rio de Janeiro também estão disponibilizando ingressos.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2018
Quando? De 14 a 22 de abril Onde? Marina da Glória Horário?14/04 (primeiro dia) – Das 13h às 22h Dias de semana – Das 15h às 22h Fim de semana – Das 12h às 22h 22/04 (último dia) – Das 12h às 21h
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Na noite da última quarta-feira, 4, o estaleiro catarinense Fibrafort Boats promoveu um sofisticado encontro na Marina de Itajaí, em Itajaí (SC), para apresentar ao mercado o mais novo modelo de embarcação da linha Yachts, a F420 Gran Coupé.
No evento, cerca de 150 convidados conheceram os detalhes e as inovações da embarcação. O encontro foi marcado por um momento de interação com Marcio Ferreira, presidente do estaleiro, e a imprensa, discutindo sobre assuntos relacionados ao novo modelo e, também, ao rumo do mercado náutico brasileiro.
A F420 Gran Coupé foi projetada para ter navegação equilibrada, com ângulo do casco pensado para cortar melhor as ondas e melhorar o tempo de planeio e navegabilidade. O modelo conta com plataforma de popa submergível que suporta até 400 kg e tem calado de até 60 cm da linha da água. Na cabine, um dos pontos altos da embarcação é a vasta entrada de luz natural.
O estaleiro aproveitou o momento para premiar os seus concessionários, com o Prêmio de Concessionária Premium edição 2017/18, que destaca as revendas que tiveram o melhor índice de satisfação de clientes e melhor desempenho em vendas da marca no país. Para fechar a noite, o estaleiro entregou a terceira unidade vendida da embarcação a um proprietário de Florianópolis e concretizou a venda de mais uma unidade do modelo ainda no evento.
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O comandante do Itajaí Sailing Team, Marcelo Gusmão Reitz, fará parte do comitê de arbitragem do Stopover Itajaí da edição 2017-18 da Volvo Ocean Race. Gusmão deve atuar em água durante a realização da regata In-Port Race, no dia 20 e abril, e na largada, dia 22. Responsabilidade que não é pequena, pois trata-se, sem dúvida, da principal regata de volta ao mundo e reúne os melhores velejadores e pessoas ligadas à vela do planeta.
O currículo de Marcelo Gusmão Reitz é extenso. Velejador, técnico e juiz de vela homologado pela Confederação Brasileira de Vela e Motor, ele foi seis vezes campeão brasileiro de oceano; 10 vezes campeão catarinense de laser; campeão e vice-campeão sul americano de Snipe; campeão brasileiro da classe Soling entre outros títulos, além de já ter representado o país nas olimpíadas de Atlanta, em 1996.
O velejador também foi um dos grandes responsáveis pelo surgimento do Itajaí Sailing Team, time de vela que representa o município nos cenários nacional e internacional na categoria Oceano, com diversos títulos acumulados desde sua primeira temporada, em 2015.
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Itajaí (SC) entrou para a história da Volvo Ocean Race no Brasil como sendo a cidade a receber a primeira brasileira a participar da “Fórmula 1 dos Mares”. A campeã olímpica Martine Grael chegou com sua equipe AkzoNobel na madrugada desta quinta-feira (5/4), à 1h38min, à cidade catarinense após 18 dias de navegação entre Auckland, na Nova Zelândia, e o Brasil. Embora a Vila da Regata ainda não esteja aberta de maneira oficial, uma recepção especial foi preparada. A população pôde entrar para torcer e vibrar junto com a equipe. Martine foi recebida pelo seu pai, o medalhista e embaixador do Itajaí Stopover, Torben Grael, e sua mãe, Andrea Grael, que estavam a bordo do Itajaí Sailing Team. “Itajaí tem um grande potencial e a Volvo Ocean Race trouxe uma grande visibilidade para o mercado náutico local”, avalia Torben Grael. A chegada de mais um barco e da única brasileira participante na competição é um momento marcante na regata e especial para Itajaí e para o Brasil. “Este é mais que um marco para a história da vela e do esporte, é um acontecimento que nos dá orgulho de ser brasileiro. Agora, vamos nos unir e fazer a nossa parte. Vibrar, torcer e dar aquela energia para que eles sigam este desafio em segurança e motivados”, afirma o presidente do Itajaí Stopover, Evandro Neiva.
Abertura oficial da Vila da Regata
A solenidade de abertura oficial da Vila da Regata brasileira será realizada às 19h desta quinta-feira (5/4). Até domingo (22/4), cerca de 400 mil visitantes de todo o Brasil e do mundo poderão aproveitar tudo que o Itajaí Stopover tem a oferecer. Além da recepção aos heróis dos mares do mundo e atividades esportivas, esta edição da Volvo Ocean Race percorre o planeta para transmitir a mensagem de sustentabilidade em prol dos oceanos. Mais de 20 ações com a adesão a campanha global “Clean Seas: Turn the Tide on Plastic”, em português: “Mares limpos: o mar não está para plástico”, da ONU Meio Ambiente.
O Itajaí Stopover contará ainda com diversas estações educacionais que utilizarão tecnologia e práticas interativas. Diariamente serão realizadas visitas guiadas com quase 10 mil estudantes da região. Para quem busca diversão e entretenimento, a Vila da Regata brasileira terá uma programação especial. Ao todo, mais de 50 atrações musicais e teatrais irão animar o público em dois palcos. E a gastronomia promete encher a festa de sabor, com a oferta de mais de 40 opções de pratos e tendo a típica festa de Outubro, Marejada, como foco principal, completando o cardápio com variedades de pescado e derivados da cultura portuguesa. Com expectativa de trazer um impacto econômico de R$ 82 milhões e gerar mais de 2 mil empregos, a Volvo Ocean Race Itajaí contará ainda com uma feira multissetorial e o World Business Show que terá diversos expositores. A programação será diária e a entrada é gratuita.
Programação da primeira semana da Volvo Ocean Race Itajaí:
Quinta-Feira (5/4)
– 19h – Cerimônia de abertura da Vila da Regata
– 19h30min às 21h – Louise Lucena e banda no Palco Principal
– 21h30min à 0h – João Coiote no Palco Principal
Sexta-Feira (6/4)
– Das 14h às 18h – “Encontro De Jovens Pelos Oceanos”. Local: Auditório Da Vila Da Regata
– 19h – Espetáculo: “Mulheres que acordam despencadas” com atriz Elizabeth Savalla na Vila da Regata
– 19h30min às 21h – Alessandra Cipriane Trio Acústico no Palco Principal
– 21h30min à 0h – Carol Hends no Palco Principal
Sábado (7/4)
– 12h30min às 14h30min – Mari Monteiro & Banda6 no Palco Principal
– 15h às 17h – Ricardo Pauletti Trio no Palco Principal
– 16h às 17h – Union Dance Company no Palco Pódium
– 19h – Espetáculo: “Mulheres que acordam despencadas” com atriz Elizabeth Savalla na Vila da Regata
– 19h30min às 21h – Bateria Pura Kdência no Palco Principal
– 21h30min à 0h – Grupo Desafio no Palco Principal
Domingo (8/4)
– 12h30min às 14h30min – Susi Brito e Banda no Palco Principal
– 15h às 17h – Fábio Campos Trio no Palco Principal
– 16h às 17h – CIA de Dança Eduxi no Palco Pódium
– 19h30min às 21h – Srta. V Forró Catarina no Palco Principal
– 21h30min à 0h – Sambatop no Palco Principal
Ações sustentáveis realizadas diariamente:
– Campanha global “Clean Seas: Turn the Tide on Plastic” – ONU Meio Ambiente.
– Copos reutilizáveis. Local: guichê de retirada das bebidas
– Pratos biodegradáveis. Local: restaurantes
– Seleção do lixo pela Cooperfoz. Local: ao lado do Planetário
Ações educacionais realizadas diariamente:
Manutenção dos barcos: rotina das tripulações, manutenção e reparo dos veleiros e interação com 12 displays com peças de barco;
Experiência com os barcos: barco de tamanho real que foi cortado ao meio. Possui sons reais da rotina na corrida;
Pavilhão Volvo: telão e área interativa para conhecer mais sobre os detalhes técnicos dos barcos;
O Globo: cúpula para projeções em 3D de temas relacionados a sustentabilidade;
Planetário: transmissão de filmes interativos selecionados pela Secretaria de Educação de Itajaí;
Chute a gol: parceria entre o Clube Náutico Marcílio Dias e a Fundação de Esportes. O jogo irá envolver pontaria e mobilidade.
Vila de trânsito: ação da Secretaria de Segurança, conta com triciclos, pista sinalizada como uma via e é possível tirar ‘carteira de habilitação’para criar consciência de trânsito;
Pavilhão Dongfeng: novidade na edição, conta com óculos de realidade virtual e fones de ouvido para participar de jogos como a montagem de um quebra-cabeça 3D ou a realização de manobras com guindastes.
Turn the Tide on Plastics Team Base: terá exposições “A Gut Full” (quantidade de plástico ingerida por pássaros marinhos), “Recycle” (objetos transformados) e a “Successful” (opções sustentáveis para materiais);
Desafio Musto Grinding: corrida “de braço” com a máquina que é utilizada para mover as velas dos veleiros;
Zona de Exploração do Time Vestas: displays focados na água e no vento e óculos de realidade virtual;
Hortinha dos Pequenos Heróis: Itajaí Shopping ensinará a plantar uma muda de plantinha em garrafa pet;
Oficina de Sustentabilidade da Famai: aula interativa sobre cuidados com o meio ambiente, a fauna e a flora.
Atividades esportivas: Fundação Municipal de Esportes e o Clube Náutico Marcílio Dias terão um stand para prática de futebol de mesa, pebolim, tênis de mesa, entre outras práticas;
Gastronomia:
Cardápio Volvo Ocean Race Itajaí:
Bacalhau às Natas
Bacon Burguer
Batata Frita
Batata Recheada
Batata Recheada Premium
Bolinho de Bacalhau
Brownie
Brusqueta
Burguer Vegetariano
Caixa com mix de salgados e doces (6 opções de sabores);
Caldinho de Feijão
Camarão à milanesa com fritas
Camarão Soltinho
Ceviche
Cheddar Burguer
Cheeseburguer
Duplo Burguer
Escondidinho de Carne Seca
Esfiha
Feijoadinha
Frango à milanesa com fritas
Hot Dog
Isca de Peixe
Lasanha
Lasanha Premium
Palha Italiana
Peixe com fritas (Fish and Chips)
Pizza Brotinho
Poke Tradicional
Poke sem Arroz
Porções (4 opções de sabores)
Risoto Camarão e Lulas
Risoto de Linguiça Blumenau
Sardinha na brasa com pirão de camarão
Sunomono
Temaki
SERVIÇO
Volvo Ocean Race Itajaí
Data: 5 a 22 de abril
Horário: De segunda-feira a sexta-feira das 12h às 24h, exceto a abertura, no dia 5 de abril que será a partir das 19h;
Fim de semana das 10h às 24h
Local: Vila da Regata – Centreventos Itajaí
Entrada gratuita
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A concessionária BRP Vittacar montou estande exclusivo para receber o público no feriado de Páscoa na vila de Barra Grande, localizada em Maraú, litoral sul da Bahia. O espaço, que funcionou até o domingo, dia 1º, das 15h às 22h, contou com exposição da linha 2018 das motos aquáticas da Sea-Doo e dos quadriciclos e UTVs da Can-Am – com destaque para os lançamentos Maverick Trail e Defender.
“Foi a primeira vez que expomos em Barra Grande e as estávamos com grande expectativa”, contou Bruno Ferreguete, proprietário do Grupo Vittacar. A empresa é responsável pelas concessionárias BRP em Teixeira de Freitas (BA), Lauro de Freitas (BA), Vitória (ES) e Linhares (ES).
“O litoral sul da Bahia possui uma frota imensa de veículos off-road, é muito comum as pessoas usarem os quadriciclos e UTVs para o trabalho e para o lazer. Há diversas trilhas e praias incríveis na região, que ainda tem todos os atrativos para os usuários de motos aquáticas”, concluiu.
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O velejador Lorenzo Balestrin, do Clube dos Jangadeiros, conquistou o título de vice-campeão no Sul-americano de Optimist 2018 após correr nove regatas nas águas do Rio da Plata em quatro dias de competição e mais um quinto dia disputado pela equipe brasileira. A competição encerrou no último sábado (31), no Yacht Club Uruguayo, com a presença de 168 jovens atletas de 12 países.
O próximo desafio do jovem será buscar um bom resultado no campeonato Brasil-Centro de Optimist – de 16 a 21 de abril, no Iate Clube do Rio de Janeiro, sub sede Cabo Frio – para alcançar classificação para o Mundial, que será disputado no segundo semestre, no Chipre. A liderança do Sul-americano 2018 ficou o argentino Santino Marcatelli.
Lorenzo, é uma das grandes promessas do Jangadeiros. Foi 5º colocado na Geral no 46º Brasileiro de Optimist disputado na Bahia, em janeiro. Ele também ficou em 4º lugar – entre 178 atletas de 20 países – no Campeonato Norte-Americano de Optimist, em julho do ano passado, além de ter conquistado o Brasil Centro de Optimist, no Rio de Janeiro. “Foi muito legal, um campeonato com muitos caras bons juntos, de alto nível. E isso me motiva a vencer”, diz Lorenzo.
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O team AkzoNobel se aproxima de Itajaí (SC) para completar a sétima etapa da Volvo Ocean Race 2017-18 na manhã desta quinta-feira (5). A equipe holandesa, que conta com a brasileira Martine Grael, será a terceira colocada na perna de 7.600 milhas náuticas entre Auckland (Nova Zelândia) e a cidade catarinense. Os dois primeiros colocados foram Team Brunel e Dongfeng Race Team.
A equipe de Martine Grael se aproxima do terceiro pódio consecutivo, após uma vitória em Auckland e um terceiro lugar em Hong Kong. A atleta é a primeira brasileira a correr a Volvo Ocean Race. Martine participou de todas as sete etapas até agora do campeonato.
A cidade de Itajaí (SC) se prepara para receber a campeã olímpica da Rio 2016. Mesmo ainda não inaugurada, a Vila da Regata será aberta ao público uma hora antes da chegada do veleiro AkzoNobel.
Já em Santa Catarina, Torben Grael e Andrea Grael, pais de Martine, estão ansiosos com a chegada da atleta. Os dois estarão a bordo do Itajaí Sailing Team para recepcionar ainda na água a filha. O barco é usado por atletas da cidade para competir regatas importantes do calendário brasileiro de vela oceânica.
”O vento diminuiu um pouco e nós estamos ansiosos”, disse Torben Grael. ”Acompanhamos a largada em Auckland. Foi uma perna difícil e os percalços que aconteceram foram bastante duros. Mas ocorreram alguns acidentes, ficamos muito apreensivos com ela nos mares do sul. Mas passou tudo bem. Estamos esperando ela chegar para dar um abraço”.
Torben Grael acompanha de perto as ações da filha na regata Volvo Ocean Race. O velejador tem história na competição, após liderar o inédito barco Brasil 1 na edição 2005-06 e ser campeão como comandante do Ericsson 4 (Suécia), em 2008-09.
”Ela (Martine) me incentivou quando eu fui fazer a segunda volta ao mundo, quando a gente ganhou com o Ericsson. Agora, ela está fazendo a primeira pela AkzoNobel. Os resultados estão muito bons, pegou o terceiro pódio de etapa seguida, parece que a coisa vem ficando mais serena e o ambiente melhorando o que ajuda muito”.
Outros dois barcos devem chegar depois do AkzoNobel. O Turn the Tide on Plastic é esperado no sábado (7) e o MAPFRE no dia seguinte. Ambas as equipas tiveram problemas com os mastros e spreaders nesta etapa. O MAPFRE chegou a parar no Cabo Horn.
Duas equipes se retiraram da sétima etapa. O Vestas 11th Hour Racing quebrou o mastro e agora corre contra o tempo para voltar na próxima perna. Já o SHK / Scallywag saiu após a tragédia envolvendo seu tripulante John Fisher, que se perdeu no mar.
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O estaleiro argentino Segue Yachts acaba de apresentar seu mais novo projeto, a Segue 90 Sport Fly. Assinado por Corgo Design, o modelo de 26,45 m de comprimento tem 5,95 m de boca (largura) e 70 m² de área externa. Seu layout inclui área de estar e solário na proa, sofás e solário no flybridge e praça de popa com área para refeições. Internamente, o modelo contará com quatro camarotes e acomodações para quatro tripulantes.
A Segue é representada no Brasil pela carioca Yacht Center Group e será uma das marcas participantes do próximo Rio Boat Show, que acontece de 14 a 22 de abril, na Marina da Glória.
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Depois de três dias de competição e muita camaradagem entre grandes nomes do Snipe, chegou ao fim neste sábado (31) o Sul-americano da Classe Snipe 2018. O campeonato reuniu no Clube dos Jangadeiros, em Porto Alegre, mais de 100 atletas da Argentina, Brasil, Cuba, Chile, Guatemala, Peru, Porto Rico e Uruguai. Para o último dia, estavam previstas mais duas regatas que foram canceladas pela inconstância do vento, somando um total de oito regatas disputadas.
O carioca Bruno Bethlem está conquistando o seu segundo título no Sul-americano, o primeiro foi em 2000. No seu longo currículo de vitórias, constam dois títulos mundiais (2009/ 2013), nove brasileiros e Medalha de Ouro nos Jogos Pan-Americanos em 2003. “Foi uma semana bastante difícil, com vento fraco e inconstante. A gente fez uma boa preparação e chegamos bem tranquilos. Estávamos há um bom tempo sem vencer no Snipe depois que eu voltei das Olímpiadas, então teve um sabor especial”, diz Bethlem.
O título de vice-campeão ficou com uma nova dupla formada no Jangadeiros por Rodrigo Linck Duarte, o Leiteiro, e Lucas Mazim, com uma diferença de sete pontos do 1º lugar. Velejador com duas Olimpíadas no currículo, Atenas (2004) e Pequim (2008), duas vezes campeão brasileiro e vice-campeão mundial, entre outros títulos, Leiteiro comenta a conquista: “Eu e o Lucas (campeão brasileiro em 2017/2018) estamos muito felizes com o resultado. Foi a primeira vez que velejamos juntos e já deu para ver que a gente se acertou bem. Vamos ver se seguimos tendo bons resultados em outros campeonatos e quem sabe vamos competir no Hemisfério, em Buenos Aires”.
Rodrigo Linck Duarte e Lucas Mazim, do Jangadeiros, são os vice-campeões do Sul-americano de Snipe 2018
Jangadeiros também é vice-campeão na categoria Júnior com Philipp Rump e Luis Eduardo Pejnovic. Entrega foi feita pelo atleta do Jangadeiros, Gabriel Kieling, bicampeão no Sul-americano
No Feminino, o título é das gêmeas Amanda e Geórgia Rodrigues, também do Jangadeiros, atuais campeãs brasileiras do Snipe na categoria
O pódio com os três primeiros lugares do Sul-americano de Snipe 2018
O pódio da categoria Júnior: 1° lugar é da dupla atual campeã brasileira na categoria, Felipe Rondina e Christian Shaw, do Iate Clube de Brasília. Os vices-campeões são Philipp Rump e Luis Eduardo Pejnovic, do Jangadeiros, e o 3° lugar foi conquistado por Matheus Oliveira e Rafael Carpallo, da Escola de Vela de Ilhabela.
Fotos: Cláudio Bergman
O 3° lugar do pódio ficou com o argentino René Hormazabal e Sidney Bloch, da Escola de Vela de Ilhabela. “Foi um campeonato muito difícil para a gente, de alto nível. Chegamos sem expectativas e fizemos uma média boa nos primeiros dias e acabamos com um ótimo resultado”,comenta René.
Em 4º lugar no Open ficou Alexandre Paradeda e Ana Júlia Tenório, dupla campeã no Misto que representou a Escola de Vela de Ilhabela e garantiu para o Brasil vaga nos Jogos Pan-Americanos de 2019, em Lima. O 5º lugar é do Uruguai, conquistado pelo multicampeão Ricardo Fabini e a sua dupla Florencia Panizari. Relembrando os títulos: Fabini foi campeão mundial em 1989, do Hemisfério Ocidental em 1991, três vezes campeão no Sul-americano e Medalha de Prata no Pan-Americano.
Na categoria Júnior, o 1° lugar é da dupla atual campeã brasileira na categoria, Felipe Rondina e Christian Shaw, do Iate Clube de Brasília. Os vices-campeões são Philipp Rump e Luis Eduardo Pejnovic, do Jangadeiros, e o 3° lugar foi conquistado por Matheus Oliveira e Rafael Carpallo, da Escola de Vela de Ilhabela.
No Feminino, o título são das gêmeas Amanda e Geórgia Rodrigues, também do Jangadeiros, campeãs brasileiras do Snipe na categoria.
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora!
App Revista Náutica
Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O Brasil está participando do 49º Troféu Princesa Sofia, que teve abertura na última sexta-feira (30 de março), em Palma, na Espanha, com uma delegação renovada e jovem. Ao todo, 16 velejadores estão representando o país na tradicional competição espanhola, que este ano será a maior da história, com cerca de 1 200 atletas inscritos. A Equipe Brasileira conta com nomes consagrados como Jorge Zarif, 4º colocado nos Jogos Rio 2016 na classe Finn; e revelações como Gabriel Bastos Pereira, campeão da última Copa Brasil na RS:X masculina.
“Esse momento representa muito para mim. É a oportunidade de mostrar resultado. É o sonho de todo velejador estar viajando com a Equipe Brasileira de Vela. Estou muito feliz e espero poder ter o melhor desempenho possível”, afirma Gabriel, de 23 anos, que durante os Jogos Rio 2016 fez parte do programa Vivência Olímpica, de desenvolvimento de atletas do COB.
Para a jovem delegação do Brasil, o Troféu Princesa Sofia é uma grande oportunidade de desenvolvimento. Além disso, o evento será classificatório para a próxima etapa da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela). Só irão para a regata de Hyères, na França, em abril, os velejadores brasileiros que terminarem no top 20 de sua respectiva classe. As regatas de medalha em Palma estão marcadas para o próximo dia 7.
Confira a relação completa de atletas do Brasil na competição:
Laser – Bruno Fontes;
Laser – João Pedro Souto de Oliveira;
470 Masculino – Geison Mendes/ Gustavo Thiesen;
470 Masculino – Pedro Correa/ Rodolfo Streibel;
49er – Carlos Robles/ Marco Grael;
Finn – Jorge Zarif;
Finn – Antonio Moreira;
Nacra17 – João Bulhões/ Gabriela Nicolino;
Nacra 17 –Samuel Albrecht/ Bruna Martinelli;
RS:X Masculino – Gabriel Pereira;
RS:X Masculino – Brenno Francioli.
Na classe Nacra 17, o Troféu Princesa Sofia vai definir a vaga de titular da Equipe Brasileira de Vela. A dupla que tiver o melhor resultado conquista o posto.
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Elogiado pelas inovações que vem introduzindo em seus barcos, o estaleiro pernambucano NX Boats vem conquistando um número crescente de apaixonados por lanchas, com vendas distribuídas por boa parte do país, e não apenas no Nordeste. Para isso, investiu na contratação de um escritório especializado na projeção de barcos modernos, o Rinaldi Yacht Design, que criou uma identidade visual para as lanchas do estaleiro, que tem sede em Jaboatão dos Guararapes, na região de Recife. Além disso, montou uma equipe de produção com profissionais experientes e criou uma rede de 17 pontos de revenda espalhada pelo Brasil. Sem contar a presença nos boat shows de São Paulo e Rio, o que ajuda a tornar seus barcos conhecidos em todo o país.
Atualmente, o estaleiro produz quatro lanchas, sendo duas de proa aberta, de 25 e 27 pés, e outras duas cabinadas, de 28 e 38 pés. Essa aqui, a NX 380 HT Horizon — com capota rígida, grandes janelas laterais e teto solar elétrico, o que explica HT, de hard top, em seu nome, oferece pernoite para até seis pessoas em um camarote fechado de meia-nau, outro aberto de proa (que opcionalmente pode ser fechado) e um sofá reversível em cama na sala. Esta 38 pés forma um bom conjunto com um par de motores de centro-rabeta V8, a gasolina, da Volvo, de 350 hp cada.
Confira tudo sobre o modelo na edição do mês de Náutica, disponível nas principais bancas e livrarias do país, na loja online e, também, na versão digital.
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
O Campeonato Sul-brasileiro da classe Hobie Cat 16 encerrou neste domingo (1º), no Veleiros do Sul, sem a disputa das regatas finais devido à falta de vento em Porto Alegre. O título do SulCat ficou com Felipe Frey e Geisa Frey e, em segundo lugar, José Jesus e Marina Silva, as duas tripulações de São Paulo. Na terceira colocação ficaram os gaúchos João Kraemer e Lawson Beltrame.
No penúltimo dia houve a polarização entre as duplas paulistas pela liderança do campeonato. Felipe e Geisa terminaram com apenas um ponto de vantagem sobre os vice-campeões. Felipe Frey é o atual campeão brasileiro de HC 16, título conquistado também Porto Alegre em novembro do ano passado.
O Sul-brasileiro teve seis regatas das nove previstas. No sábado apesar da chuva forte teve condições de vento para a realização das provas. Já neste domingo a primeira largada estava prevista para às 11 horas, mas a instabilidade do tempo com garoa intermitente e falta de vento não partiu a disputa final. Participaram 19 tripulações do Rio Grande do Sul e São Paulo. O capitão da flotilha de Hobie Cat, Guilherme Borges disse que o campeonato foi bom em todos os sentidos e algumas duplas confirmaram o favoritismo na disputa pelo título. “Nós competimos, mas também confraternizamos bastante, algo que faz parte do espírito da classe”.
A premiação foi realizada no final da tarde de domingo com a presença da Comodoria, associados e velejadores da flotilha de HC. O Comodoro Eduardo Ribas abriu a cerimônia e falou sobre o campeonato e agradeceu a “família Hobie Cat” e equipe de funcionários do Clube pela realização do SulCat 2018. Antes da entrega de prêmios, as crianças dos pais catistas ganharam ovos de Páscoa e diplomas de membros da flotilha Gaúcha de Hobie Cat, pois algumas já velejam na classe.
Prêmio especial Fayr Play – por ter prestado socorro a outra dupla durante a regata
André Huyer e Paula Letícia (VDS
Estreante – Timoneiro que nuca disputou o SulCat
Cleiton Fronckowiak e Carolina Gralt (SAVA)
Duplo Gran-Master 100 – Timoneiro com 55 anos ou mais e idade mínima do proeiro que some 100 anos
Marcelo Vera e Maria Inês Vera (VDS)
Gran-Master – Timoneiro com 55 anos ou mais, proeiro idade livre
Cláudio Roberto (Mika) e Daniele Capiotti (CDJ)
Master – Timoneiro com 45 anos ou mais, proeiro idade livre
José Roberto Jesus e Marina Silva (GVI)
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora!
App Revista Náutica
Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A etapa da Volvo Ocean Race mais difícil de sua história foi concluída nesta terça-feira (3), em Itajaí (SC). Depois de percorrem 7 600 milhas náuticas desde Auckland, na Nova Zelândia, os barcos Team Brunel (Holanda) e Dongfeng Race Team (China) chegaram praticamente empatados ao litoral de Santa Catarina no fim da manhã, com termômetros marcando 32 graus.
O Team Brunel segurou o ataque do adversário e completou a prova em 16 dias, 13 horas e 45 minutos, diferença de apenas 15 minutos para o vice-campeão, o Dongfeng Race Team. Nem mesmo a falta de ventos na aproximação a Itajaí mudou o resultado
”Foi uma etapa dura do começo ao fim, uma prova que exigiu bastante do nosso psicológico e do nosso corpo”, disse o comandante holandês Bouwe Bekking. ”Foi incrível vencer, mas não estamos felizes em virtude da perda de John Fisher (SHK/Scallywag). Foi um soco no queixo”.
Os vencedores foram recebidos na Vila da Regata de Itajaí pelas autoridades e pelo público. O barco do Itajaí Sailing Team acompanhou de perto as equipes vencedoras. Não houve estouro de champagne tradicional e muito menos a banda da cidade em respeito à memória do britânico John Fisher, que está perdido no mar.
A sétima etapa foi considerada a mais difícil para a maioria dos atletas já em terra. Os ventos fortes do começo ao fim, ondas gigantes, neve e as quebras de equipamento fizeram com que os mares do sul e a rondagem do Cabo Horn se transformassem em um tormento!
A força do ‘Furious Fifties’ (ventos da latitude 50) atingiram em mais de 35 nós os velejadores, que beiraram em quase todo percurso os limites de gelo. A bonificação para os barcos foi dobrada. O Team Brunel levou 16 pontos pra casa (incluindo um pelo Cabo Horn) e o Dongfeng Race Team 12.
O francês Charles Caudrelier e sua equipe chinesa devem assumir a liderança da classificação geral com o pódio. “Foi um resultado fantástico pra gente. E se o Turn The Tide on Plastic segurar o MAPFRE em quinto lugar pode ficar ainda melhor”.
”Foi a etapa mais difícil que corri, fisicamente e mentalmente. A força dos ventos e o percurso complicado, com muita neve, frio e ondas gigantes foram difíceis de encarar”, disse a holandesa Carolijn Brouwer, do Dongfeng. ”A melhor coisa seria abraçar meu filho e minha família. Mas como fizemos a etapa em 16 dias, muito rápido, não deu tempo deles chegarem a Itajaí”.
O team AkzoNobel, da brasileira Martine Grael, estão um dia e meio da chegada e devem cruzar a linha ainda até a quinta-feira (5).
O barco de John Fisher, o Sun Hung Kai/Scallywag, conseguiu chegar ao Chile depois de uma semana da tragédia nos mares do sul. A equipe deve decidir os próximos rumos em breve.
Ainda sobre o fato, a MRCC – Maritime Rescue Coordination Centre Chile – confirmou que as buscas pelo velejador foram suspensas.
O Vestas 11th Hour Racing permanece nas Ilhas Falkland (Malvinas) estudando a logística para chegar a tempo em Itajaí antes da largada da oitava etapa. A equipe perdeu o mastro.
A Volvo Ocean Race desembarcou pela terceira vez consecutiva em Itajaí trazendo dos mares do sul os melhores atletas do mundo. Já virou uma tradição o País sediar a prova, sendo o único representante da América do Sul no trajeto ao redor do globo. A regata de Volta ao Mundo já parou outras oito vezes no Brasil e as cidades do Rio de Janeiro (RJ) e São Sebastião (SP) reservam histórias imperdíveis do evento.
1973-74: Sydney (Austrália) até Rio de Janeiro (RJ)
Vencedor: Great Britain II (Reino Unido)
1977-78: Auckland (Nova Zelândia) até Rio de Janeiro (RJ)
Vencedor no corrigido: Gauloise II (França).
Fita-Azul: Great Britain II (Reino Unido)
1997-98: Auckland (Nova Zelândia) até São Sebastião (SP)
Vencedor: EF Language (Suécia)
2001-02: Auckland (Nova Zelândia) até Rio de Janeiro (RJ)
Vencedor:illbruck Challenge (Alemanha)
2005-06: Wellington (Nova Zelândia) até Rio de Janeiro (RJ)
Vencedor: ABN AMRO ONE (Holanda)
2008-09: Qindao (China) até Rio de Janeiro (RJ)
Vencedor: Ericson 3 (Suécia)
2011-12: Auckland (Nova Zelândia) até Itajaí (SC)
Vencedor: PUMA (EUA)
2014-15: Auckland (Nova Zelândia) até Itajaí (SC)
Vencedor: Abu Dhabi (EAU)
2017-18: Auckland (Nova Zelândia) até Itajaí (SC)
Vencedor: Team Brunel (Holanda)
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Para esquentar no frio e refrescar no calor; proteger da chuva, do vento e dos raios solares; com estrutura de alumínio ou de inox; de fechamento total ou parcial… Não tem jeito, no Brasil brasileiro, do sol intenso e das chuvas repentinas, quem tem uma lancha aberta ou com flybridge vai, em algum momento, precisar de uma capota. No mar, nossa pele costuma ser bombardeada por uma quantidade muito grande de luz ultravioleta, dos tipos UVA e UVB, que causam o envelhecimento precoce da pele e suscitam queimaduras, podendo provocar até câncer de pele. Tem também aquelas chuvinhas chatas. Daí a necessidade de uma boa cobertura, que deixa o passeio mais agradável e seguro.
O problema é que esse tipo de cobertura quase sempre é oferecido apenas como item opcional pelos estaleiros, exigindo um investimento extra. Mas, qual modelo escolher? Sob medida ou encomenda? Diante das muitas opções do mercado, qualquer um acaba confuso e indeciso na hora da compra. Para facilitar a sua escolha, e reunir as melhores dicas de manutenção, entrevistamos um dos maiores especialistas no assunto: Roberto Bailly, velejador e proprietário da Bailly Capotaria Náutica, profissional com mais de 30 anos de experiência no setor. O resultado você confere a seguir:
Como calcular o tamanho da capota?
Depende da lancha e do projeto. Muitas vezes, o barco tem um espaço grande para ser coberto, ou o proprietário prefere cobrir toda a área. Outras vezes, a lancha tem um local específico (o solário, por exemplo) em que não é desejável uma sombra permanente. Assim, o tamanho é bastante variável.
Qual a altura ideal de uma capota?
Normalmente, é o projeto que vai determinar. No caso de uma embarcação em que o piloto e/ou seus convidados fiquem de pé embaixo da capota, a altura ideal é a que possibilite que ninguém bata a cabeça. No caso de grandes barcos, a capota pode ser bem ampla e alta, o que dá mais conforto. Já uma capota muito alta em um bote pequeno não vai ter área suficiente para oferecer boa proteção. Neste caso, se a cobertura for mais baixa vai proporcionar maior e melhor proteção.
Como escolher o melhor tecido?
Há décadas, o material mais usado para a confecção de capotas é a lona acrílica, com proteção solar, bloqueando os raios ultravioleta. Trata-se de um tecido repelente à água — mas não impermeável —, o que torna o ambiente sob a capota menos abafado. Por ser permeável, permite a passagem do vapor por entre as suas tramas, evitando o efeito estufa. Além disso, tem variadas opções de cores e não desbotam, oferecendo uma combinação perfeita com a decoração do barco. Cerca de 90% dos barcos do mundo usam a lona acrílica na capota. Outra opção de tecido, esta mais econômica, é a lona de poliéster. Porém, este tipo de material é mais usado nas capas de cobertura, que exigem melhor resistência à abrasão. O tempo útil de uma capota varia bastante, dependendo das condições climáticas e dos cuidados dispensados a ela. Uma lona acrílica pode durar até dez anos, contra cerca de três anos do poliéster. Além disso, a qualidade do tecido da lona interfere no conforto. Uma capota feita de lona plástica, por exemplo, deixaria o ambiente quente e abafado.
Qual o melhor tipo de costura? A linha faz diferença?
A lona acrílica tem uma durabilidade incrível, podendo resistir firme e forte por até dez anos, mesmo exposta ao sol. Porém, o fio de costura não acompanha essa duração. Se a costura é feita com uma linha fraca, a capota vai se desfazer, pode apostar, antes mesmo de a lona estar danificada. A linha de teflon é a mais resistente, pois não acaba nunca nem degrada sob o sol. Quer dizer, não vai ser necessário recosturar a capota a toda hora. Enquanto isso, uma boa linha de poliéster não dura mais que dois anos, no máximo, quando exposta ao sol.
Não tem jeito. Quem tem um barco vai, em algum momento, precisar instalar uma capota
Qual a melhor cor para uma capota?
Esqueça o branco, pois esta cor não protege direito, por causa dos raios de sol refletidos da água para o convés. A capota branca reflete esses raios novamente, direcionando-os para cima de quem está no barco. Já uma capota com cor escura oferece, além de conforto visual, aquela sensação de sombra, protegendo melhor contra o sol. As cores mais escuras esquentam um pouco mais, principalmente se a capota for toda fechada. Em compensação, proporcionam maior conforto visual e melhor efeito de sombra.
Quais os modelos de capota mais usados?
A mais comum é a bímini, que não impede a boa circulação do ar e é rebatível, o que é bom para não prejudicar o desempenho durante a navegação. O toldo é o mais básico, usado em veleiros, quando ancorados, para cobrir o cockpit ou apenas a proa, permitindo que a gaiuta fique aberta. Já a capota T-top (estrutura fixa em forma de T) é ideal para lanchas de pesca, pois permite ao pescador dar a volta no barco, passando por fora de sua estrutura, facilitando, consequentemente, a pescaria.
Qual é o melhor material para as ferragens?
As estruturas de alumínio são leves, fortes e duráveis, e ainda custam menos que o inox. Mas, se em seu barco houver outras peças de inox, uma estrutura do mesmo material vai combinar melhor e vai oferecer um padrão mais luxuoso ao conjunto. No caso do alumínio, o fabricante deve usar uma liga especial, anodizada, com uma barreira endurecida na camada superficial, evitando, assim, arranhões e corrosão. No caso do inox, o indicado para a estrutura da capota é o tipo 316, que oxida menos. Para isso, porém, ele precisa ser limpo periodicamente com produtos específicos.
Como saber se as ferragens têm a liga ideal?
Nesse caso, é necessário confiar no fornecedor. É uma relação de confiança. Na Bailly, por exemplo, o material vem todo etiquetado, com informação sobre a liga do fornecedor. Além disso, são feitos testes de molibdênio, com a aplicação de um líquido reagente sobre o inox, para determinar o nível da substância.
Qual é a espessura ideal do tubo da capota?
Depende do tamanho da capota. Se você colocar um tubo muito grosso em uma capota muito pequena, a cobertura vai ficar pesada, sem necessidade. Por outro lado, se você colocar um tubo muito fino em uma capota muito grande, a estrutura ficará fraca. Então, é necessário levar em conta o tamanho da capota.
É melhor reformar a capota antiga ou trocar por uma nova?
Na maioria dos casos, a reforma é possível. Porém, vale a pena trocar a capota quando o tecido estiver danificado ou se ela estiver com estrutura danificada, amassada, condição em que não é possível fazer nada. A vida útil de uma capota depende muito do uso que ela tem e da manutenção, mas existem capotas que duram dez anos em perfeitas condições.
Quando o barco volta do mar, deve-se enxaguar a capota com água doce, para remover o sal, coisa que nem todo mundo faz
Como lavar e prolongar a vida útil da capota?
Para garantir que a capota se mantenha em bom estado, é preciso tomar alguns cuidados na manutenção, como não guardar o toldo quando estiver molhado — sempre que possível, seque-o antes de recolher. A limpeza pode ser feita a seco ou com detergente neutro. Se usar uma escova, ela deve ter cerdas macias e os movimentos devem ser feitos somente no sentido do fio, e nunca devem ser circulares. Se a capota fica mais exposta à sujeira, o intervalo entre uma lavagem e outra diminui. Além disso, cada vez que o barco voltar do mar, deve-se enxaguar a capota com água doce para remover o sal, coisa que nem todo mundo faz. Evitar exposição desnecessária ao sol, lubrificar com silicone os acessórios — botão, zíper — e nunca cobrir a lancha com lona com a capota aberta são outros cuidados básicos. Ah, e se os passarinhos fizerem as suas necessidades sobre a lona, trate de removê-las rapidamente, pois as fezes são muito abrasivas e podem danificar a capota. Quanto ao mofo, o ideal é evitar que o mal chegue. Para isso, basta evitar a sujeira e a umidade, mantendo a capota limpa e seca. No caso de o problema surgir, pode-se usar uma solução de água, cloro e detergente neutro, aplicada com escova de cerdas macias.
É recomendado impermeabilizar?
Sim. A Bailly, por exemplo, faz impermeabilização durante a fabricação, mas, por ser um processo complicado, recorre a uma lavanderia de terceiros. A impermeabilização que vem de fábrica na capota é feita com um material que polimeriza a quente, chamado fluorcarbono. Antes de aplicá-lo, deve-se lavar a capota com uma solução ácida. Depois de aplicado o produto, é feita a secagem, a 80 graus. Esse procedimento tem de ser feito por um profissional. Não dá para o próprio dono fazer.
É melhor navegar com capota aberta ou fechada?
Aqui o que vale é o bom senso. A capota não foi desenhada para ser usada com a lancha em movimento, pois a pressão provocada pelos ventos pode causar danos. Mas, com velocidade baixa, tudo bem. Já em se tratando de uma travessia rápida, contra o vento, é preferível recolher a capota, sob pena de danificá-la e até machucar alguém a bordo. Já na hora de guardar o barco, o ideal é manter a capota fechada, evitando a exposição ao sol, se a lancha estiver em local aberto, e a produção de mofo, caso o barco esteja com capa. Além disso, o peso da capa sobre a capota pode acabar danificando-a.
Quanto mais esticada, melhor?
Durante o uso, deve-se deixar a capota bem esticada. Assim, evita-se que ela paneje e que acumule água — se chover, a água vai escorrer com facilidade. Se a capota estiver mal ajustada, vai acumular água e vai ficar batendo no vento. Já na hora de guardar o barco, a estratégia de fechar ou manter a capota aberta depende do modelo da embarcação. Quando a lancha tem targa, a capota é projetada para ela rebater ali. Então, quando fechada, já fica apoiada na targa. Quando a lancha não tem targa, a capota vai rebater atrás ou em cima do banco. Ou seja, a decisão de fechar ou manter aberta não depende da capota e sim do modelo da lancha. O fechamento total é recomendado quando se tem uma lancha para pernoite ou do tipo daycruiser, com cozinha no cockpit, ou mesmo para o caso de pegar chuva no passeio. Funciona como uma proteção extra. O fechamento é feito na própria lona da capota, com janelas transparentes — de plástico —, para que se possa enxergar o lado de fora.
Quanto custa uma capota?
O preço médio gira em torno de R$ 1,5 mil, mas a variação de preço é muito grande. Uma capota básica, simples, pode custar apenas cerca de R$ 400, contra até R$ 50 mil de uma megacapota luxuosa, com acionamento hidráulico e acabamento refinado.
Para limpar
A Nautispecial, especializada em produtos de limpeza para barcos, conta em sua linha com um impermeabilizante, que promete aumentar a vida útil da capota. Além disso, tem um detergente neutro, o Lava Lanchas sem cera, que também pode ser aplicado na capota. Como é 100% neutro, não tira a impermeabilização natural da capota. Tem ainda o Limpa Inox, que protege o aço e dá brilho, e o Silicone Náutico Spray, que evita que o sal se deposite no zíper, engripando e travando.
A capota não foi desenhada para ser usada com o barco em velocidade alta, pois a pressão do vento pode causar danos. Em passeios curtos e em baixa velocidade, tudo bem
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Os ventos favoráveis auxiliaram os participantes da Volvo Ocean Race para uma chegada antecipada a Itajaí (SC), após quase duas semanas de travessia desde Auckland, na Nova Zelândia. Embora a Vila da Regata brasileira só abra de maneira oficial na quinta-feira (5/4), a organização do Itajaí Stopover prepara um receptivo especial aos velejadores entre a tarde e a noite desta terça-feira (3/4), previsão de chegada dos primeiros barcos.
A comunidade local poderá participar da festa de recepção. Será liberado um acesso exclusivo pelo gradil lateral esquerdo da Vila da Regata, já que o Centreventos ainda não estará aberto. “A notícia é ótima e vamos ter que antecipar um pouco a recepção aos velejadores, mas mesmo assim, garantimos que será um espetáculo empolgante, que irá emocionar a todos. Contamos com a participação de toda a comunidade”, afirma o presidente do Itajaí Stopover, Evandro Neiva.
Além da recepção aos heróis dos mares do mundo e atividades esportivas, esta edição da Volvo Ocean Race percorre o planeta para transmitir a mensagem de sustentabilidade em prol dos oceanos. Após a abertura da Vila da Regata, entre 5 e 22 de abril, mais de 20 ações serão realizadas na Vila da Regata em Itajaí (SC) com a adesão a campanha global “Clean Seas: Turn the Tide on Plastic”, em português: “Mares limpos: o mar não está para plástico”, da ONU Meio Ambiente.
A Volvo Ocean Race promove iniciativas e atrações que visam impactar positivamente a comunidade por onde passa. O Itajaí Stopover contará com diversas estações educacionais que utilizarão tecnologia e práticas interativas. Diariamente serão realizadas visitas guiadas com quase 10 mil estudantes da região. Para quem busca diversão e entretenimento, a Vila da Regata brasileira terá uma programação especial. Ao todo, mais de 50 atrações musicais e teatrais irão animar o público em dois palcos. E a gastronomia promete encher a festa de sabor, com a oferta de mais de 40 opções de pratos e tendo a típica festa de Outubro, Marejada, como foco principal, completando o cardápio com variedades de pescado e derivados da cultura portuguesa. Com expectativa de trazer um impacto econômico de R$ 82 milhões e gerar mais de 2 mil empregos, a Volvo Ocean Race Itajaí contará ainda com uma feira multissetorial e o World Business Show que terá diversos expositores.
Programação diária Volvo Ocean Race Itajaí:
Quinta-Feira (5/4)
– 19h – Cerimônia de abertura oficial da Vila da Regata
– 19h30min às 21h – Louise Lucena e banda no Palco Principal
– 21h30min à 0h – João Coiote no Palco Principal
Sexta-Feira (6/4)
– Das 14h às 18h – “Encontro De Jovens Pelos Oceanos”. Local: Auditório Da Vila Da Regata
– 19h – Espetáculo: “Mulheres que acordam despencadas” com atriz Elizabeth Savalla na Vila da Regata
– 19h30min às 21h – Alessandra Cipriane Trio Acústico no Palco Principal
– 21h30min à 0h – Carol Hends no Palco Principal
Sábado (7/4)
– 12h30min às 14h30min – Mari Monteiro & Banda6 no Palco Principal
– 15h às 17h – Ricardo Pauletti Trio no Palco Principal
– 16h às 17h – Union Dance Company no Palco Pódium
– 19h – Espetáculo: “Mulheres que acordam despencadas” com atriz Elizabeth Savalla na Vila da Regata
– 19h30min às 21h – Bateria Pura Kdência no Palco Principal
– 21h30min à 0h – Grupo Desafio no Palco Principal
Domingo (8/4)
– Estimativa de chegada dos primeiros barcos
– 12h30min às 14h30min – Susi Brito E Banda No Palco Principal
– 15h às 17h – Fábio Campos Trio No Palco Principal
– 16h às 17h – CIA de Dança Eduxi No Palco Premium
– 19h30min às 21h – Srta. V Forró Catarina No Palco Principal
– 21h30min à 0h – Sambatop No Palco Principal
Segunda-Feira (9/4)
– Das 14h às 17h – Distribuição De Sementes Na Vila Da Regata
– Das 14h às 17h – Visitação Das Escolas – Visita Guiada
– 14h30min – Vem Ver Nosso Boi Brincar (Teatro) No Auditório Da Vila Da Regata
– Das 19h às 21h – Carlos Cória No Palco Principal
Terça-Feira (10/4)
– Das 14h às 17h – Distribuição De Sementes Na Vila Da Regata
– 14h – Visita ao Parque do Atalaia
– 14h às 17h – Visitação das Escolas – Visita Guiada
– 14h30min – Espetáculo Bolsa Amarela (Teatro) No Auditório Da Vila Da Regata
– Das 19h às 21h – Vintage Cult No Palco Principal
Quarta-feira (11/4)
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– Das 14h às 17h – Visitação das Escolas – Visita Guiada
– 14h30min – “Diferente: Narrativa De Histórias” (Teatro) no Auditório da Vila da Regata
– Das 19h às 21h – Chico Preto no Palco Principal
– Das 21h30min à 0h – Dazaranha no Palco Principal
Quinta-feira (12/4)
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– 14h – Visita ao Parque do Atalaia
– Das 14h às 17h – Visitação das Escolas – Visita Guiada
– 14h30min – Água Mole Em Pedra Dura (Teatro) – no Auditório da Vila da Regata – Das – 19h às 21h – Daniel Montero Trio no Palco Principal
– Das 20h às 21h30min – Noite De Corais no Auditório da Vila da Regata
– Das 21h30min à 0h – Giana Cervi e Banda no Palco Principal
Sexta-feira (13/4)
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– Das 14h às 17h – Visitação das Escolas – Visita Guiada
– 14h30min – Meu Pai É Um Homem Pássaro (Teatro) – no Auditório da Vila da Regata
– Das 19h às 21h – Banda Terravista no Palco Principal
– Das 21h30min à 0h – Nego Joe no Palco Principal
Sábado (14/4)
– Das 12h30min às 14h30min – Quintal Da Su: Familía Oliveira no Palco Principal
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– Das 17h às 19h – Bebê Kramer – Convida Choro Na Rua no Palco Principal
– Das 16h às 17h – Espetáculo De Dança “O Outro” no Palco Pódium
– Das 19h30 às 21h – Oktoberfest Na Volvo No Palco Principal
– Das 21h30 à 0h – Grupo Destak no Palco Principal
Domingo (15/4)
– Chegada do Veleiro Eco à Vila da Regata
– Das 9h às 15h – Limpeza da praia do Atalaia e campeonato de surfe com pranchas feitas com garrafas pet
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– 12h30 às 14h30min – Fino Tom no Palco Principal
– 15h às 16h30 – Giovanni Sagaz Quarteto no Palco Principal
– 16h às 17h – Queen B – Grupo Tríade no Palco Pódium
– 17h às 19h – Roda De Samba no Palco Principal
– 19h30 às 21h – Samba De Bárbara no Palco Principal
– 21h30 à 0h – Me Gusta no Palco Principal
Segunda-feira (16/4)
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– Das 14h às 17h – Visitação das Escolas – Visita Guiada
– 14h30min – Meu Pai É Um Homem Pássaro (Teatro) no Auditório da Vila da Regata
– Visita ao Veleiro Eco à Vila da Regata
– Das 19h às 21h – Atalaia Reggae Trio no Palco Principal
Terça-feira (17/4)
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– Das 14h às 17h – Visitação das Escolas – Visita Guiada
– 14h – Visita ao Parque do Atalaia
– 14h30min – João Pescador (Teatro) no Auditório da Vila da Regata
– Visita ao Veleiro Eco a Vila da Regata
– Das 19h às 21h – Reijow E Banda no Palco Principal
Quarta-feira (18/4)
– Das 12h às 19h – Seminário Técnico Científico “O futuro dos oceanos: Combate ao lixo no mar”. Local: Auditório da Vila da Regata
– Das 14h às 17h – Visitação das Escolas – Visita Guiada
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– Visita ao Veleiro Eco a Vila da Regata
– Treino Oficial
– Das 19h às 21h – Yellow Box no Palco Principal
– Das 21h30min à 0h – Banda Billbird no Palco Principal
Quinta-feira (19/4)
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– Das 14h às 17h – Visitação das Escolas – Visita Guiada
– 14h – Visita ao Parque do Atalaia
– 14h30min – Tudojunto (Teatro) no Auditório da Vila da Regata
– Das 20h às 21h30min – Noite De Corais no Auditório da Vila da Regata
– Visita ao Veleiro Eco à Vila da Regata
– Pró-AM Race 1 & 2 (regatas festivas / não contam pontos)
– Das 19h às 21h – Trio Nó De Oito E Larissa Marinonio no Palco Principal
– Das 21h30min à 0h – The HeadcutterS no Palco Principal
Sexta-feira (20/4)
– Das 12h às 14h – In-Port Race (Banda Siri Na Lata) no Palco Pódium
– Das 18h às 20h – Nego Joe no Palco Pódium
– Das 14h às 17h – Distribuição de sementes na Vila da Regata
– Das 14h às 17h – Visitação das Escolas – Visita Guiada
– 14h30min – Vem Ver Nosso Boi Brincar (Teatro) no Auditório da Vila da Regata
– Visita ao Veleiro Eco à Vila da Regata
– Jantar de premiação dos vencedores da etapa Auckland/Itajaí
– Das 19h30min às 21h – Victor Praun E Banda no Palco Principal
– 21h30min à 0h – Maloka Nunes E Banda no Palco Principal
Sábado (21/4)
– Das 9h às 17h – Volvo Academy
– Visita aos barcos
– 12h30min às 14h30min – Natália Pereira Quinteto no Palco Principal
– 16h às 17h – Grupo de Dança Millenium – Palco Pódium
– 17h às 19h – Nós Iii Rústico E Acústico no Palco Principal
– 19h30min às 21h – Mbp Trio- no Palco Principal
– 21h30min à 0h – Banda Gt 80 no Palco Principal
Domingo (22/4)
– Largada para Newport/EUA
– 12h – Cerimônia (Banda Siri Na Lata) no Palco Principal
– 12h30min às 14h30min – Elisa Cordeiro E Trio no Palco Principal
– 15h às 18h – Roda De Samba no Palco Principal
– Das 16h às 17h – Cia Backsdance Family – Dança, Amor Em Movimento no Palco Pódium
Ações sustentáveis realizadas diariamente:
– Campanha global “Clean Seas: Turn the Tide on Plastic” – ONU Meio Ambiente.
– Copos reutilizáveis. Local: guichê de retirada das bebidas
– Pratos biodegradáveis. Local: restaurantes – Seleção do lixo pela Cooperfoz. Local: ao lado do Planetário
Manutenção dos barcos: rotina das tripulações, manutenção e reparo dos veleiros e interação com 12 displays com peças de barco; Experiência com os barcos: barco de tamanho real que foi cortado ao meio. Possui sons reais da rotina na corrida; Pavilhão Volvo: telão e área interativa para conhecer mais sobre os detalhes técnicos dos barcos; O Globo: cúpula para projeções em 3D de temas relacionados à sustentabilidade; Planetário: transmissão de filmes interativos selecionados pela Secretaria de Educação de Itajaí; Chute a gol: parceria entre o Clube Náutico Marcílio Dias e a Fundação de Esportes. O jogo irá envolver pontaria e mobilidade. Vila de trânsito: ação da Secretaria de Segurança, conta com triciclos, pista sinalizada como uma via e é possível tirar ‘carteira de habilitação’ para criar consciência de trânsito; Pavilhão Dongfeng: novidade na edição, conta com óculos de realidade virtual e fones de ouvido para participar de jogos como a montagem de um quebra-cabeça 3D ou a realização de manobras com guindastes. Turn the Tide on Plastics Team Base: terá exposições “A Gut Full” (quantidade de plástico ingerida por pássaros marinhos), “Recycle” (objetos transformados) e a “Successful” (opções sustentáveis para materiais); Desafio Musto Grinding: corrida “de braço” com a máquina que é utilizada para mover as velas dos veleiros; Zona de Exploração do Time Vestas: displays focados na água e no vento com óculos de realidade virtual; Hortinha dos Pequenos Heróis: Itajaí Shopping ensinará a plantar uma muda de plantinha em garrafa pet; Oficina de Sustentabilidade da Famai: aula interativa sobre cuidados com o meio ambiente, a fauna e a flora. Atividades esportivas: Fundação Municipal de Esportes e o Clube Náutico Marcílio Dias terão um stand para prática de futebol de mesa, pebolim, tênis de mesa, entre outras práticas; Gastronomia:Cardápio Volvo Ocean Race Itajaí
Bacalhau às Natas
Bacon Burguer
Batata Frita
Batata Recheada
Batata Recheada Premium
Bolinho de Bacalhau
Brownie
Brusqueta
Burguer Vegetariano
Caixa com mix de salgados e doces (6 opções de sabores);
Caldinho de Feijão
Camarão à milanesa com fritas
Camarão Soltinho
Ceviche
Cheddar Burguer
Cheeseburguer
Duplo Burguer
Escondidinho de Carne Seca
Esfiha
Feijoadinha
Frango à milanesa com fritas
Hot Dog
Isca de Peixe
Lasanha
Lasanha Premium
Palha Italiana
Peixe com fritas (Fish and Chips)
Pizza Brotinho
Poke Tradicional
Poke sem Arroz
Porções (4 opções de sabores)
Risoto Camarão e Lulas
Risoto de Linguiça Blumenau
Sardinha na brasa com pirão de camarão
Sunomono
Temaki
Horário de funcionamento da Vila da Regata:
Abertura: 5 de abril de 2019 às 19h
Dias de semana: das 12h às 24h
Fim de semana: das 10h às 24h
Ações / estações da Volvo Ocean Race: da abertura dos portões até às 23h
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A regata internacional Velas Latinoamérica 2018 teve início no Rio de Janeiro na última semana e reuniu, no Cais do Píer Mauá, sete veleiros de marinhas oficiais de muitos países da América Latina, incluindo o brasileiro Cisne Branco. Os veleiros partiram rumo ao Uruguai no domingo, 1º de abril, e percorrerão mais de 12 mil milhas náuticas durante 157 dias. Curaçao será um dos destinos de parada da etapa, entre 15 e 18 de julho.
O destino de colonização holandesa foi representado por uma delegação composta por Lourdes Ezechiels, Renard Hurtado e Jiwan Gonesh, da Curaçao Sail Foundation, entidade que cuida da memória do patrimônio náutico na ilha e responsável pela etapa local do Velas Latinoamerica 2018, além destes, Jurjen Evertz, representante da Real Marinha Holandesa, acompanhou o grupo.
“A visita ao Rio de Janeiro foi espetacular. Prestigiar esse momento histórico e intercambiar nossa experiência na organização do evento por Curaçao foi muito enriquecedor. Em julho, receberemos todos esses veleiros, além de outros que serão incorporados durante o trajeto latinoamericano”, contextualiza Lourdes Ezechiels, presidente da Curaçao Sail Foudation. A delegação visitou jornais, manteve reuniões com empresas do segmento e participou da VI Conferência de Grandes Veleiros da Associação Brasileira de Vela (Abravela).
“Promover a etapa Curaçao no percurso Velas Latinoamerica é muito importante para nós, pois todos que pararem na ilha poderão conhecer melhor toda nossa potencialidade desde o turismo de sol e praia, o turismo cultural, mergulho, ecoturismo, gastronomia, negócios etc”, finaliza Andre Rojer, Gerente de Marketing do Curaçao Tourist Board para América do Sul.
Calendário do “Velas Latinoamerica 2018”
Montevideo: 10 a15 Abril Buenos Aires: 17 a 23 de abril Ushuaia: 04 07 de maio Cabo de Hornos: 08 de maio Punta Arenas: 11 a 15 de maio Talcahuano: 23 a 26 de maio Valparaíso: 28 a 03 de junho Antofagasta: 08 a 11 de junho Callao: 17 a 22 de junho Guaiaquil: 28 de junho a 02 de julho Balboa: 07 a 10 de julho Curaçao: 15 a 18 de julho Cartagena das Índias: 21 a 26 de julho La Guaira: 31 de julho a 04 de agosto Santo Domingo: 08 a 12 de agosto Cozumel: 21 a 23 de agosto Veracruz: 27 de agosto a 02 de setembro
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Mais uma vez a Intech Boating marca presença no Rio Boat Show, expondo três embarcações da linha Sessa Marine, que também estarão disponíveis para teste drive: a Fly 42, a Cruiser 40 (foto em destaque) e a Cruiser 36, que terá uma oferta especial durante o evento.
“O Rio Boat Show já faz parte da nossa agenda desde 2011, quando firmamos a parceria com a Sessa Marine, ele é um evento fundamental para encontrarmos nossos clientes e apresentarmos nossos produtos e novidades. A possibilidade da realização de teste drive é um diferencial muito importante, os visitantes podem avaliar não só o design e acabamento das embarcações, mas também como elas se comportam na prática, atestando a importância em navegar em um barco bem equilibrado”, afirma José A. Galizio Neto, presidente da Intech Boating.
A Intech Boating também aproveita o evento para comemorar o sucesso do seu programa de relacionamento PIT STOP Sessa. O programa, que já atendeu 65% das embarcações Sessa Marine em atividade no Brasil, já tem o próximo destino definido: Mangaratiba/Parati/Angra dos Reis. As visitas devem acontecer logo após o Rio Boat Show, durante o mês de maio.
Sessa Fly 42
Sessa C36
O Rio Boat Show acontece de 14 a 22 de abril, chegando em sua 21ª edição em 2018 consolidado como o maior salão náutico outdoor da América Latina. Serão nove dias de evento com reunindo fabricantes, distribuidores e revendedores do setor na Marina da Glória. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes contarão com diversas atrações.
Os ingressos já estão a venda e podem ser comprados no site oficial do evento pelo valor de R$ 70, com validade para um dia de salão. A compra pode ser efetuada por boleto bancário e pelos cartões de crédito Visa ou Mastercard – a opção de compra com o American Express estará disponível na bilheteria do evento. Pontos de venda em todo o Rio de Janeiro também estão disponibilizando ingressos.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2018
Quando? De 14 a 22 de abril Onde? Marina da Glória Horário?14/04 (primeiro dia) – Das 13h às 22h Dias de semana – Das 15h às 22h Fim de semana – Das 12h às 22h 22/04 (último dia) – Das 12h às 21h
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
Os vencedores de sétima etapa da Volvo Ocean Race 2017-18 serão definidos nesta terça-feira (3) em chegada emocionante na cidade de Itajaí (SC), destino final da perna de 7 600 milhas náuticas de regata. A previsão – pode variar de acordo com o vento – é de termino nas primeiras horas da manhã.
Dois barcos brigam pela vitória e pela chance de levar pontuação dobrada pra casa. Team Brunel e Dongfeng Race Team protagonizam uma disputa equilibrada desde a subida pelo Atlântico Sul.
As milhas finais prometem muita adrenalina, principalmente pela previsão de ventos fracos na aproximação à costa catarinense.
Na tarde desta segunda-feira (2), a diferença entre holandeses e chineses era de apenas 4 milhas náuticas. Brunel e Dongfeng navegam na altura de Pelotas (RS) ainda com ventos de média intensidade.
”A boa notícia é que estamos ganhando milhas até a chegada rapidamente”, disse o holandês Bouwe Bekking, comandante do Team Brunel. ”Nas últimas horas andamos a 24 nós, mas o Dongfeng está na nossa cola. Não existe mais vantagem e teremos uma batalha até a chegada”.
Com as temperatura aumentando – as equipes ficaram semanas sofrendo com o frio dos mares do sul – o clima fica melhor a bordo. ”A temperatura da água subiu de 9 para 20 graus e do ar de 3 para 18 graus em menos de 48 horas. Saímos da pressão e agora podemos relaxar, mas temos que tentar passar o Brunel”, disse Charles Caudrelier, do Dongfeng. ”Todas as equipes tiveram seus problemas e agora todos querem apenas chegar”.
Já o team AkzoNobel, da brasileira Martine Grael, conserva a terceira colocação, só que mais de 230 milhas náuticas atrás dos dois primeiros. O barco está na linha de Buenos Aires, Argentina, e deve chegar até o início da quarta-feira (4).
”Essa etapa foi uma das mais difíceis. Passamos por momentos difíceis e de muita pressão para não dar nada errado. Foi uma etapa incrível, bonita, mas ao mesmo tempo triste”, disse a brasileira Martine Grael.
Em quarto lugar está o Turn the Tide on Plastic, seguido de perto pelo MAPFRE. As duas equipes devem cruzar a linha de chegada apenas no dia 6 de abril.
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A italiana Azimut Yachts apresentará quatro embarcações produzidas na fábrica brasileira da marca no Rio Boat Show. A novíssima Azimut 74 será apresentada pela primeira vez ao público carioca. A embarcação de mais de 22 metros de comprimento lançada recentemente no mercado traz uma inovação à indústria náutica brasileira por possuir fibra de carbono em grande parte da sua superestrutura. O material, também utilizado em foguetes e carros de corrida, promove melhores acabamento, desempenho, leveza e mais estabilidade.
Outro destaque da marca será o iate de mais de 25 metros de comprimento, a Azimut 83, que também será aberto aos clientes e interessados para visitação no evento. A Azimut 56 e o modelo da linha esportiva Verve 40 (foto em destaque) também serão apresentados de 14 a 22 de abril, no estande da marca, na Marina da Glória.
O Rio Boat Show acontece de 14 a 22 de abril, chegando em sua 21ª edição em 2018 consolidado como o maior salão náutico outdoor da América Latina. Serão nove dias de evento com reunindo fabricantes, distribuidores e revendedores do setor na Marina da Glória. Com barcos na água e a encantadora vista da Baía de Guanabara, os visitantes contarão com diversas atrações.
Os ingressos já estão a venda e podem ser comprados no site oficial do evento pelo valor de R$ 70, com validade para um dia de salão. A compra pode ser efetuada por boleto bancário e pelos cartões de crédito Visa ou Mastercard – a opção de compra com o American Express estará disponível na bilheteria do evento. Pontos de venda em todo o Rio de Janeiro também estão disponibilizando ingressos.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2018
Quando? De 14 a 22 de abril Onde? Marina da Glória Horário?14/04 (primeiro dia) – Das 13h às 22h Dias de semana – Das 15h às 22h Fim de semana – Das 12h às 22h 22/04 (último dia) – Das 12h às 21h
Quer conferir mais conteúdo de NÁUTICA?
A edição deste mês já está disponível nas bancas, no nosso app
e também na Loja Virtual. Baixe agora! App Revista Náutica Loja Virtual
Disponível para tablets e smartphones
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral
A NÁUTICA usa cookies para proporcionar a melhor experiência possível em nosso portal. Ao utilizar o nautica.com.br você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para mais informações sobre como isso funciona, clique em "Política de privacidade".OkPolítica de Privacidade