Teste NX 50 Invictus Fly: primeira lancha com flybridge da NX Boats
NX 50 Invictus Fly se destaca na água, combina amplas áreas de convivência, duas suítes e opções com até três motores, em um projeto voltado para longas permanências a bordo


Lançada em 2022 e já com dezenas de unidades na água, a NX 50 Invictus Fly (rmã da NX 50 Invictus HT), chegou para atender aos clientes da marca que desejam aproveitar os dias de sol no chamado terraço, ou convés superior. E logo disse a que veio. Desde que estreou, no Rio Boat Show 2023, a primeira lancha com flybridge da NX Boats já superou em vendas o sucesso da versão HT. Somados os dois cascos, o estaleiro computava a venda de 51 unidades em setembro de 2025, antes do São Paulo Boat Show. Após a realização do salão náutico paulista, esse número cresceu ainda mais (o balanço parcial do estaleiro indicava alta na procura). Para ver como ela se sai na água — e não apenas nas vendas — colocamos a NX 50 Invictus Fly à prova, tendo como cenário a Baía de Guanabara, no Rio, com o Pão de Açúcar ao fundo.
Teste NX44 Pininfarina: uma lancha à altura do estúdio de design italiano
Teste NX 340 Sport Coupe: a lancha mais falada do momento
Inscreva-se no Canal Náutica no YouTube
Para um estaleiro criado em 2014 e que não para de crescer (em 11 anos, a NX Boats já entregou mais de mil barcos, no Brasil e no exterior), a 50 pés com flybridge era um “nascimento”, por assim dizer, mais que esperado. Com ela, a marca eleva para um patamar ainda mais alto a sua linha premium, chamada Yacht Line, caracterizada por embarcações que oferecem design elegante, possibilidades de personalização, acabamentos artesanais, revestimentos nobres, sistemas de navegação avançados e uma estética que se destaca em qualquer marina.


Além de todos esses recursos, a NX 50 Invictus Fly se destaca por reunir espaços generosos e conforto de sobra. A bordo, os ambientes foram pensados para longas permanências, com suítes espaçosas, estofados ergonômicos, banheiros completos e áreas gourmet que garantem praticidade e bem-estar em qualquer situação.


A novidade está no teto
O flybridge, estrela principal da nova versão da 50 pés, soma cerca de 12 metros quadrados (sendo 8,5 m² de área útil) — uma das maiores áreas do gênero em barcos desse porte — e oferece um verdadeiro terraço panorâmico. Ali, há um sofá em “L”, mesa central com pedestal de aço inox e tampo de pedra, geladeira de apoio, cristaleira embutida, porta-copos e cinco alto-falantes, incluindo um subwoofer. O layout favorece a circulação. O posto de comando tem no painel duas telas multifuncionais, além de joystick, bússola centralizada e assento para duas pessoas. A visibilidade é excelente, reforçando o prazer de pilotar a partir do convés superior.


De proa a popa
O acesso à proa é feito pelo salão (não há passagem externa), através de uma abertura a bombordo, que vai do piso até o alto do para-brisa, sem exigir passagens laterais. Lá na frente, a NX 50 Fly reserva uma praça de proa completa, com solário para até quatro pessoas, sofás e mesa central. O ambiente tem ainda carregador por indução para celular, guincho elétrico com paiol profundo, chuveirinho para banho rápido ou lavagem da âncora e cunhos retráteis robustos, com o logo da NX gravado. Por outro lado, a plataforma de popa fixa de quase dois metros de largura conta com extensor e funciona como uma praia particular. O espaço gourmet vem com pia com água doce pressurizada, churrasqueira elétrica com duas grelhas, geleira com ralo e iluminação de cortesia, além de alto-falantes dedicados. Um chuveiro embutido, rebatível, com água quente, garante o conforto de quem volta do mar por uma escada retrátil de quatro degraus, após o mergulho.


Ambientes internos
A praça de popa, integrada ao salão sem degraus, acomoda de nove a dez pessoas em um sofá em “L”, ao redor de uma mesa com seis ou até sete lugares, com a colocação de pufes extras, mas é um pouco compacta, em se tratando de um barco de 50 pés. Entre outros confortos, o projetista incluiu iluminação em LED, carregador de indução e até um terceiro posto de comando, com joystick. É também por ali o acesso à cabine do marinheiro, que conta com cama de dois metros de comprimento, ar-condicionado e vaso sanitário embutido. O salão conta com sofás com estofados ergonômicos, mesa com acabamento em pedra e aço inox e se integra totalmente com a praça de popa com a abertura de uma porta de vidro rebatível. Uma TV de 50 polegadas (embutida) e uma cristaleira generosa completam a área de estar. Por sua vez, a cozinha em “L”, posicionada entre o salão e a praça de popa, tem grandes janelas que garantem iluminação natural e vista panorâmica para o mar.


Posto de comando e camarotes
No posto de comando interno, o piloto dispõe de duas telas de 12 polegadas no painel, além de manetes duplos para controlar os três motores, joystick, comando de estabilizador (opcional) e assento para duas ou três pessoas. Tudo isso protegido por um para-brisa de folha única. Embaixo do banco do piloto fica o quadro elétrico, bem acessível e protegido por uma porta de acrílico.


No convés inferior, com acesso por uma escada do tipo “Santos Dumont” com corrimão e acabamento em couro, há uma saleta central que pode se transformar em terceiro camarote com beliche. A suíte de proa, com cama de 1,85 por 1,50 metro, conta com banheiro reversível. Os banheiros, aliás, são completos, com boxe fechado e chuveiro de teto. A suíte máster, à meia-nau, ocupa toda a boca de mais de quatro metros e oferece conforto digno de um barco maior, na faixa dos 60 pés: sofá lateral, grandes armários e janelas que inundam o ambiente de luz natural. O acabamento premium combina madeira, tecidos tipo linho, couro, inox e pedra, reforçando a sofisticação.


O pé-direito nos vários ambientes fica entre 2,10 e 2,15 metros, com 1,93 metro nos banheiros e quase 1,77 metro na suíte de meia-nau.
Como ela navega
Na casa de máquinas, toda revestida com manta acústica, com gerador de 16 KVA, tanque de combustível de aço inox e todas as ligações (elétricas e hidráulicas) muito bem-feitas, a versão testada por NÁUTICA abrigava três motores Volvo Penta D6 de 440 cavalos de potência cada, capazes de oferecer desempenho empolgante com suavidade na condução, como se verá adiante. Nesta versão, o calado é de 1,10 metro com as rabetas baixas, reduzindo para apenas 80 centímetros quando levantadas, ideal para águas rasas. Outras opções de motorização são os sistemas IPS 600, 650 ou 700. No teste, realizado na Baía de Guanabara, iniciamos a navegação com um desafio: tentar plainar o barco com apenas dois dos três motores acionados (o de bombordo e o de boreste). A bordo tínhamos sete pessoas, 1.100 litros de combustível e 300 de água. Sem o uso de trim nem dos flaps, com 3.000 giros já atingimos 20 nós, em pleno planeio. Uma experiência estimulante!


Em seguida, já com os três motores ligados, acionamos os manetes. Com 2.200 giros, já atingimos quase 14 nós. Com 2.400 rpm, e 17 nós, o casco já decolou, levantando as turbinas. A gente sente como é rápido e ágil. Damos um pouco mais de motor. A 3.000 giros, com um pouco de trim, o GPS registra 27,7 nós. Bora acelerar mais. Com 3.400 giros, a NX 50 Fly alcança 32,3 nós. É rápida demais!
Hora de ver o seu comportamento nas curvas. A 3.500 giros (33 nós), guinamos para bombordo, depois para boreste. A lancha “deita”, como se fosse uma offshore, sem perder velocidade, com muita agilidade e raio de giro bem pequeno. Não dá para não ficar impressionado. Em todos os momentos — mesmo contra o vento, com muitas marolas pela frente —, navegamos confortavelmente, sem pancadas ou grandes solavancos, tanto em velocidade de cruzeiro econômico (21,5 nós a 2.600 rpm) como em cruzeiro rápido (30,2 nós a 3.200 rpm). No desempenho, graças ao trio de motores, ela também fez bonito, alcançando 37,9 nós de máxima, velocidade muito boa para uma lancha com fly.
Assista ao Teste Náutica da NX 50 Invictus Fly
NX 50 Invictus Fly
- Velocidade máxima: 37,9 nós (a 3.680 rpm);
- Cruzeiro econômico: 21,5 nós (a 2 600 rpm);
- Aceleração: 13 segundos (até 20 nós);
- Autonomia: 269 milhas (a 2.600 rpm);
- Potência: 3 x Volvo Penta de 440 cv cada;
- Preço: A partir de R$ 5.990 milhões, com dois motores de 480 hp cada.
Pontos altos
- É rápida e navega bem;
- Tamanho do flybridge;
- Motorização versátil.
Pontos baixos
- Apenas dois camarotes fechados;
- Praça de popa compacta;
- Não há passagem externa para a proa.


Como ela é
- Comprimento máximo: 14,98 m;
- Boca: 4,05 m;
- Altura na cabine: 2,15 m;
- Altura no banheiro: 1,96 m;
- Combustível: 1.250 litros;
- Água doce: 400 litros;
- Capacidade (dia): 24 pessoas;
- Capacidade (noite): 7 pessoas;
- Motorização: 2 x 440 hp a 2 x 600 hp; ou 3 x 440 hp cada.
Detalhes da navegação
A versão testada por NÁUTICA estava equipada com três motores Volvo Penta D6 de 440 hp cada, capazes de oferecer desempenho empolgante com suavidade na condução. Com 2.400 rpm, 17 nós, o casco já decolou, levantando as turbinas. Com 3 400 giros, alcançou 32,3 nós. A 3.680 giros, alcançou 37,9 nós de máxima, velocidade muito boa para uma lancha com fly.
Mais fotos da NX 50 Invictus Fly
































Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Tags
Relacionadas
NX 50 Invictus Fly se destaca na água, combina amplas áreas de convivência, duas suítes e opções com até três motores, em um projeto voltado para longas permanências a bordo
Manuel Bragança é finalista do prêmio Rolex World Sailor of the Year na categoria jovem masculina; veja como votar
Empresa obteve aprovação para expansão de sua fábrica em Ancona, onde constrói iates para a CRN, Custom Line, Riva e Pershing
Terceiro modelo da linha V do estaleiro, iniciada pela elogiadíssima V33 e seguida pela igualmente bem-sucedida V44, a Schaefer V34 é uma lancha walk around, de conceito esportivo, desenvolvida — assim com suas “irmãs — para o mercado internacional, especialmente os Estados Unidos, para onde são enviadas versões com motores de popa — normalmente, dois de 300 hp cada. No Brasil, porém, há também opções de centro-rabeta (diesel, na faixa de 320 hp ou acima). Curiosamente, a configuração de popa, que parecia destinada apenas ao mercado externo, tem ganhado cada vez mais adeptos por aqui.




Interior refinado
Apesar de privilegiar as áreas externas, a V34 tem uma cabine com cama para duas pessoas, banheiro completo, pia e armários — ou seja, oferece um bom conforto para os pernoites. O acesso é feito por uma porta deslizante localizada a bombordo do posto de pilotagem, com trava de segurança. A escada tem degraus fundos e largos. Lá dentro, há um bom sofá em V que se converte em uma cama de casal, além de uma bancada com cuba e armários a bombordo (que não chega a ser uma cozinha, apenas permite a instalação de uma geladeira de 12 volts) e, a boreste, um armário vertical, que pode ser usado como guarda-roupa de uma porta. A iluminação, de teto, é confortável, e existem várias tomadas (de 127 ou 220 volts) distribuídas pelo ambiente. [caption id="attachment_211589" align="alignnone" width="920"]





Console central bem protegido
O posto de comando também foi redesenhado. Em vez de um banco corrido, como na V33, a nova lancha oferece dois bancos individuais. Por sua vez, o para-brisa é integral, conectado ao teto, e ainda há dois vidros laterais rentes ao painel, com proteção efetiva contra vento, respingos e até frio — um ganho considerável para quem navega em diferentes condições. No painel, há espaço para duas telas de 12 polegadas. O volante tem ajuste de altura. A posição de pilotagem é confortável, com assento rebatível e apoio para os pés nas duas posições. Por se tratar de um barco com console central — tanto o piloto como seu acompanhante têm boa visão dos dois bordos. Para não dizer que tudo é perfeito, a posição do rádio VHF, que fica meio escondido, poderia ser um pouco melhor; mesmo assim, dá para visualizar bem o canal. Em compensação, a bússola está centralizada em relação ao piloto, como dever ser. [the_ad_placement id="post-middle-desktop-970-250"] [the_ad_placement id="post-vertical-mobile-328-400"] Quanto ao conjunto de botões para acionar luzes e equipamentos a bordo, a popular “botoeira”, a Schaefer Yachts opta por manter os interruptores individualizados, em vez de agrupá-los em blocos. A solução privilegia a leitura e o manuseio: com cada comando separado e devidamente identificado, reduz-se o risco de confusão — algo comum em painéis com botões muito próximos entre si — e ganha-se em praticidade no uso diário. Fora do console central, na parede da amurada a boreste, há um painel no qual, em caso de emergência, basta apertar dois botões e cortar o combustível que alimenta os motores. [caption id="attachment_211602" align="alignnone" width="920"]

Circulação exemplar, proposta bem definida
Como toda boa walkaround, a V34 privilegia a circulação. E aqui o estaleiro foi especialmente feliz: passagens laterais amplas e seguras permitem contornar toda a embarcação sem esforço; os pegadores são firmes e as amuradas, acolchoadas, o que aumenta o conforto ao se deslocar e evita impactos, especialmente com o barco em movimento. Vale observar, porém, que a adoção do hard-top integral — que se estende até os bordos — a targa acaba limitando a movimentação em situações específicas de pesca esportiva, já que as varas podem esbarrar na estrutura durante a briga com o peixe. Não chega a ser um problema propriamente dito, mas um indicativo claro do posicionamento do modelo: ao contrário da V33, a V34 nasce com foco no lazer e no passeio, e não na pesca. No piso, a madeira teca é item opcional. Nas laterais internas do casco, há lugares para guardar varas de pescar, arpões e demais instrumentos de pesca ou caça submarina, além de um degrau embutido. [caption id="attachment_211592" align="alignnone" width="920"]







Casa de máquinas
A V34 pode ser equipada com um motor de centro-rabeta a diesel ou um par de motores de popa. Neste teste de NÁUTICA, estava equipada com dois motores de popa de 300 hp cada. O acesso ao porão se dá com o levantamento — por meio de um mecanismo elétrico — de um dos sofás e do piso sob ele. Tudo muito simples e rápido. Na versão popa, com a ausência dos motores, sobra espaço para armazenar muita coisa, como parte do material de salvatagem, por exemplo. Por esse porão tem-se acesso aos tanques de água, de 150 litros, e de combustível, de 700 litros. [caption id="attachment_211595" align="alignnone" width="920"]

Mesmo casco, mesma confiança
Hora de navegar. Segundo as projeções do estaleiro, com essa motorização, a Schaefer V34 pode alcançar velocidade máxima na casa dos 40 nós. Para conferir se entrega mesmo o que promete, levamos a irmã da V33 para ás águas de Bertioga, no litoral de São Paulo. Estava equipada com dois motores Mercury V8 de 300 hp.Se o design e o layout evoluíram, o casco permanece o mesmo — e isso é uma ótima notícia. A V34 herda da V33 um casco já amplamente testado e aprovado. Durante o teste, o desempenho confirmou a reputação: navegação macia, sem pancadas secas, com controle total tanto contra quanto a favor das ondas. A 24 nós contra o mar, o casco manteve compostura exemplar. A favor, navegando a 32 nós, mostrou estabilidade e precisão. Em outras palavras: continua sendo um barco fácil de pilotar, previsível e prazeroso — características fundamentais para o público que busca esse tipo de lancha. Com dois motores de popa Mercury V8 de 300 hp e condições ideais, a velocidade pode chegar a cerca de 43 nós. Neste teste, em mar mexido, com ondas de cerca de 1 metro e ventos de 10 a 12 nós, alcançou 42,4 de top, a 6 000 rpm. Para quem busca ainda mais desempenho, há opção de motorização mais potente, como dois motores de popa de 400 hp cada, com os quis é possível superar a casa dos 50 nós. A velocidade de cruzeiro com a motorização testada foi de 27,4 nós, a 4 000 giros, com autonomia próxima de 211 milhas. Em resumo, a Schaefer V34 não tenta reinventar a fórmula — e acerta justamente por isso. Mantém o que a V33 tinha de melhor (casco, desempenho, proposta) e eleva o conjunto com melhorias práticas e perceptíveis no uso real. Mais protegida, mais integrada e mais madura, ela se posiciona como uma evolução natural dentro da linha V do estaleiro e como uma alternativa extremamente consistente para quem busca uma walkaround moderna, eficiente e pronta para diferentes cenários de navegação. A sensação é clara: a V33 cresceu. E virou um barco ainda melhor. [caption id="attachment_211600" align="alignnone" width="920"]

Pontos altos
— Qualidade construtiva — Acabamento de primeira — Casco estável e cortador de onda [caption id="attachment_211596" align="alignnone" width="920"]

Pontos baixos
— Diâmetro da corrente da âncora deveria ser maior — Falta trava para a corrente da âncora — Não tem opção de verificação visual do nível dos tanques de combustívelDetalhes da navegação
A V34 estava equipada com dois motores Mercury V8 de 300 hp cada, num dia de mar mexido, com ventos de 12 nós e ondas de 1,00 metro de altura. A bordo três pessoas, 150 litros de água e 80 litros de combustível. VELOCIDADE MÁXIMA: 42,4 nós (a 6 000 rpm) CRUZEIRO ECONÔMICO: 27,4 nós (a 4 000 rpm) ACELERAÇÃO 7,4 segundos até 20 nós POTÊNCIA: 2 x motores de popa de 300 hp PREÇO: A partir de R$ 2,4 milhões, equipada com dois motores de popa de 300 hp cada (preço pesquisado em abril/2026) [caption id="attachment_211590" align="alignnone" width="920"]

Como ela é
Ficha técnica da Schaefer V34 — Comprimento total: 10,33 m (33,9 pés) — Boca máxima: 3,35 metros. — Calado: 0,45 metros — Tanque de combustível: 700 litros — Tanque de água doce: 150 litros — Capacidade de passageiros (dia/noite): 10/2 pessoas — Ângulo de V na popa (deadrise): 18,9° — Deslocamento (leve): 4.950 kg [caption id="attachment_211705" align="alignnone" width="920"]





















Praia do Santinho, em Florianópolis (SC), receberá 4ª etapa do Campeonato Sul-Americano de Jet Waves
Modalidade de alta performance acontecerá nos dias 31 de outubro e 1º de novembro; evento contará com atletas mirins e transmissão ao vivo pelo YouTube



