Thermomatic levará produtos para controle de umidade ao Marina Itajaí Boat Show
Empresa terá em seu estande três desumidificadores de ar de sua marca Desitrat; salão acontece de 4 a 7 de julho


O Marina Itajaí Boat Show 2024 está prestes a atracar em um dos principais polos náuticos do Brasil. De 4 a 7 de julho, além de uma grande variedade em embarcações, o salão levará aos visitantes uma imensa variedade de equipamentos e acessórios náuticos. Nessa lista entra a Thermomatic, que exibirá no Boat Show de Itajaí produtos para controle de umidade, que ajudam a conservar o ambiente interno dos barcos.
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Estreando no evento em Itajaí, a Thermomatic vai ao salão com desumidificadores de sua marca Desitrat — já há 40 anos no mercado — para pequenos e grandes barcos. No meio náutico, a alta umidade contribui consideravelmente na deterioração das embarcações, prejudicando tanto móveis e acabamento interno quanto sistemas elétricos e equipamentos eletrônicos.


“Estar presente em um evento de grande porte como o Marina Itajaí Boat Show é uma oportunidade única para a Thermomatic. Além de reforçar nosso compromisso com o setor náutico, podemos demonstrar nossas soluções de controle de umidade para preservação e manutenção das embarcações e agregando valor aos estaleiros”, destaca Sven von Borries, CEO da Thermomatic.
Entre os produtos da Thermomatic no Boat Show de Itajaí estará o Desidrat New Mini, um desumidificador para pequenos espaços, como armários, gaveteiros, guarda-roupas e demais ambientes que necessitam de controle de umidade para evitar a proliferação de mofo e bolor. O equipamento é portátil, e custa a partir de R$ 498.


A marca apresentará ainda os modelos Desidrat New Plus 150 e Desidrat Max 500 Wi-Fi, além de soluções em controle de umidade e temperatura para estaleiros, o que, segundo a marca, auxilia os processos de construção e manutenção das embarcações, como na colagem da resina ou na laminação.
Marina Itajaí Boat Show 2024
O Marina Itajaí Boat Show 2024 vai reunir lazer e negócios à beira-mar, além de trazer as principais novidades em embarcações, produtos, acessórios, serviços no shopping náutico e opções de entretenimento para toda a família, em um circuito 360° sobre as águas. Com passarelas flutuantes e uma ponte móvel, o salão está com novo layout e 30% maior do que a edição anterior.
A campanha de conscientização ambiental “Só jogue na água o que o peixe pode comer”, criada pelo saudoso Ziraldo em parceria com Náutica, também vai atracar em Itajaí.
A projeção deste ano é que cerca de 20 mil pessoas passem pela Marina Itajaí durante os quatro dias de Boat Show. A edição deste ano ainda terá um propósito solidário, direcionando esforços para apoiar a população do Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes: 5% da arrecadação com a venda de ingressos será destinada a apoiar essa importante causa, reforçando o compromisso do evento com a solidariedade e a responsabilidade social.
Anote aí!
Quando: De 4 a 7 de julho de 2024
Onde: Marina Itajaí (Av. Carlos Ely Castro, 100, Centro, Itajaí-SC)
Horário: Quinta e sexta-feira das 13h às 21h; sábado e domingo das 11h às 21h
Mais informações: site do evento
Ingressos: site oficial de vendas
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Advocacy não é palavrão
Por isso defendi, no encerramento do fórum, que o mercado náutico precisa se unir para construir um trabalho permanente de advocacy. Não se trata de lobby no sentido pejorativo, nem de defender o interesse de uma empresa isolada. É representação organizada: uma agenda comum, dados confiáveis, propostas técnicas e presença constante em todos os espaços onde se decide algo que afeta o setor.
Tenho visto de perto o que isso produz. Em São Paulo, o Fórum Náutico Paulista reúne voluntariamente empresários, gestores públicos e pesquisadores há quase duas décadas. Foi esse trabalho paciente, reunião após reunião, que ajudou a construir o plano de desenvolvimento do turismo náutico sustentável que virou programa de estado, o decreto de fomento ao setor, a nova regulamentação ambiental para estruturas náuticas e a agenda de redução de ICMS e de crédito para o setor. Nada disso caiu do céu. Aconteceu porque havia alguém, em nome do setor, sentado à mesa certa, com a proposta pronta.
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Explicar para quem não navega
O segundo ponto da minha fala é tão importante quanto o primeiro: precisamos de assessoria de imprensa e de comunicação profissional para o setor.
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Temos uma história poderosa para contar e não contamos. Um estudo do Fórum Náutico Paulista mostrou que a cadeia náutica de lazer movimentava cerca de R$ 5,3 bilhões por ano no estado de São Paulo e gerava mais de 27 mil empregos. E apenas 0,8% da população paulista usava embarcações de lazer, contra 5,3% no Reino Unido. Ou seja, o potencial de crescimento é enorme, e esse crescimento significa renda para o marinheiro, para o mecânico, para o laminador, para a cozinheira do restaurante da marina, para o operador de passeio caiçara que se formaliza.
Essa é a náutica que precisa chegar ao jornal, à TV, às redes sociais, à conversa de bar. O cidadão que entende que a cidade náutica gera emprego para o filho dele deixa de ser opositor e passa a ser aliado. E o político que percebe que a população apoia o setor passa a apoiá-lo também. Comunicação e advocacy andam juntas.
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Náutica precisa de água limpa
Não poderia falar de união do setor sem lembrar de uma bandeira que o Dr. Castello Branco, presidente do Fórum Náutico Paulista, repete há anos e que se tornou princípio do nosso trabalho: náutica precisa de água limpa.
É simples e é definitivo. Não existe turismo náutico, não existe marina, não existe regata, não existe mergulho, não existe passeio de barco em água poluída. O setor náutico é, por natureza, o maior interessado em rios, represas, baías e mares saudáveis. E é exatamente por isso que essa bandeira deveria estar no centro do nosso advocacy.
Quando o setor náutico se coloca como defensor do saneamento, da qualidade da água e da conservação dos ambientes aquáticos, ele inverte a narrativa. Deixa de ser visto como ameaça ambiental e passa a ser reconhecido como guardião da água. Um setor unido, que cobra investimento em saneamento nas mesmas instâncias em que discute tributo e licenciamento, ganha legitimidade para todo o resto da agenda.
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