Megaiate que foi de cofundador da Microsoft faz parada no Brasil, a caminho da Antártica
Com 126 metros, Octopus já pertenceu a Paul Allen e agora está disponível para aluguel


Está em águas brasileiras o megaiate Octopus, que já foi um dos maiores iates privados do mundo e ostenta um nível incrivelmente alto de luxo.
Construído pelo estaleiro alemão Lurssen, a embarcação chegou recentemente ao Rio de Janeiro, segundo a BYS International publicou em suas redes sociais.
Sua passagem pelas águas brasileiras, no entanto, será rápida: no início de dezembro ela segue viagem até a Antártica, onde passará a temporada de verão 2022/2023.


Com mais de 126 metros de comprimento, este é o primeiro ano em que a embarcação está disponível para para ser alugada. Vale lembrar que, quando foi finalizado, em 2003, o Octopus foi comprado pelo já falecido cofundador da Microsoft, Paul Allen.
Construído em aço e equipado para realizar missões de reconhecimento e recuperação do oceano profundo, a embarcação já foi inclusive emprestada a governos para missões de recuperação de artefatos da Segunda Guerra Mundial do oceano.
Ver essa foto no Instagram
O iate possui sala médica totalmente equipada, centro de mergulho completo com câmara hiperbárica, um submarino e até dois heliportos. Com todas essas inovações, diversas pesquisas sérias podem ser feitas com a embarcação, que é forte o suficiente para superar as condições extremas das viagens polares.


Seu interior conta com dois elevadores, uma piscina, um cinema, quadra de basquete, um estúdio de gravação com vista para o mar e 13 suítes. Todos os cômodos seguem um alto padrão de qualidade e de sofisticação.


Quando estive nele pela primeira vez, me senti dentro de uma nave espacial – Paul Allen, antigo dono do Octopus


De acordo com a Camper & Nicholsons, responsável pelo fretamento do modelo, o aluguel do megaiate custa a partir de 2,2 milhões de euros por semana (aproximadamente R$ 12,2 milhões, em valores convertidos em novembro de 2022).
Por Felipe Yamauchi, sob supervisão da jornalista Denise de Almeida
Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Relacionadas
Registro feito pelo fotógrafo Gianluca Nonnis, que mostra fenômeno natural na região, já soma 4,3 milhões de visualizações
Uso de revestimentos vinílicos adesivos e práticas de economia circular ganham espaço na indústria náutica; JAQ H1 é exemplo da tendência
Vanderlei Becker precisou de cinco anos e muitos sacrifícios para tirar do papel um barco de alumínio de 36 pés
Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo elencou os principais destinos da categoria. Aqui destacamos as opções mais atrativas para nossos leitores. Confira!
Pesquisa mostra, em tempo real, como os copépodes ingerem e expelem os resíduos, enfraquecendo a capacidade do mar de absorver carbono




