Baixa na America’s Cup!
Um dos sindicatos mais famosos da America’s Cup, o Luna Rossa anunciou, na semana passada, que está se retirando da competição marcada para 2017 nas ilhas Bermudas. Segundo comunicado da equipe patrocinada pela Prada, o conselho não concordou com a mudança dos catamarãs, de 72 pés para 62 pés, para a próxima edição. Os conselheiros alegaram desperdício de recursos após a construção dos AC72 com vela-asa usados na disputa anterior.
O Luna Rossa havia sido nomeado “Challenger of Record” da competição após a desistência do sindicato australiano. Patrizio Bertelli, patrono da equipe, lamentou a situação e garantiu que a Prada vai cumprir seus contratos até o fim.
Em nota o sindicato disse que muitas vezes decisões dolorosas devem ser tomadas em nome de melhorias para o esporte no futuro e ainda aproveitou para agradecer o apoio dos fãs ao longo das quatro participações da equipe na America’s Cup.
Também em nota, a organização da America’s Cup lamentou a decisão do Luna Rossa e afirmou que ofereceu diversas soluções para os problemas dos custos de uma nova classe e que “infelizmente” o Luna Rossa não concordou com a decisão da maioria de construir um novo barco para a próxima edição. A organização também garantiu que a competição está mais acessível e competitiva graças as mudanças nas regras.
Foto: Divulgação
Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.
Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Relacionadas
Movimento sincronizado lembra a famosa "remada viking" dos noruegueses e ainda remete a modalidades náuticas em que o ritmo coletivo é essencial
Unidade industrial da Fibrafort, em Santa Catarina, conta com duas piscinas para testes e outra integrada diretamente ao rio
Aos 33 anos, Kevin Neubeck partiu da Alemanha rumo ao Mar Negro em uma moto aquática e agora planeja uma travessia ainda mais ousada: cruzar o Atlântico
Registros foram feitos em paisagens deslumbrantes de países como México, Tonga, Coreia do Sul e Indonésia
Celebração que remete às navegações nórdicas do século 9 tomou conta das arquibancadas, ruas e até estações dos EUA




