Pan 2015


Os velejadores brasileiros subiram ao pódio em todas as classes Olímpicas em que disputaram no Pan-Americano de Toronto. Foram seis medalhas e o maior número de pódios, apesar de o Brasil ter conquistado um ouro a menos que a Argentina, que ficou com a primeira colocação no ranking. Destaque para o ouro de Patrícia Freitas, na RS:X, para o tetracampeonato da classe Prancha a Vela, com Ricardo Winicki, e para a 9ª medalha pan-americana de Cláudio Biekarck, nosso Mister Pan, o brasileiro mais velho a subir no pódio em Toronto — levou o bronze na classe Lightning, ao lado de Gunnar Ficker e Maria Hackerott. Nossos velejadores só não chegaram lá em quatro classes que estão na competição, mas fazem parte dos calendários dos Jogos Olímpicos 2016.
Para o coordenador técnico da equipe, Torben Grael, o desempenho foi bom, mas refletiu a prioridade dada às Olimpíadas de 2016.
“A quantidade de medalhas foi boa. Teve menos ouro, mas acho que é normal. O foco é a Olimpíada. O Pan foi um campeonato excepcional, de vento muito fraco, e a gente sabia que ia ser assim. Pegar o atleta que está fazendo campanha olímpica e fazer perder peso só por causa do Pan é um desgaste que não interessa muito à gente. O resultado foi bom”, avaliou.
Torben só não gostou da medalha de prata de Martine Grael e Kahena Kunze, na categoria 49er FX, que por conta da marcação manobra a manobra que elas sofream da dupla argentina, que subiu no topo do pódio. Num desabafo de pai, diante da atitude das argentinas, ele chegou a falar em “lado sujo da vela olímpica”, mas as meninas aceitaram a manobra como parte do jogo.
Os medalhistas
Patrícia Freitas: ouro na prancha à vela (RS:X)
Ricardo Winicki: ouro na prancha à vela (RS:X)
Robert Scheidt: prata na classe Laser
Martine Grael e Kahena Kunze: prata na 49erFX
Fernanda Decnop: bronze na Laser Radial.
Cláudio Biekarck, Gunnar Ficker e Maria Hackerott: bronze na classe Lightning
Foto: Divulgação
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