A bordo


Hoje, tive o prazer de participar, como convidado, ao lado de outros colegas da imprensa, de uma minirregata a bordo do barco chinês Dongfeng. Foi uma espécie de prévia da In-Port Race, a regata local que ocorrerá amanhã, a partir das 14h, em Itajaí. Uma experiência valiosa. E inesquecível. Vestidos com roupas impermeáveis, após recebermos instruções de segurança de um dos tripulantes – a principal delas era manter-se o máximo possível na popa, fora da linha da vela principal –, a coisa pegou fogo! Durante cerca de uma hora, sob o comando do francês Charles Caudrelier, o barco realizou diferentes tipos de manobras. E, o melhor de tudo, com a participação dos convidados. O trabalho a bordo de um veleiro é, praticamente, obrigatório. Porque, no mínimo, você precisa contribuir com o peso do seu corpo, passando de um bordo ao outro, conforme a necessidade (e o comando do skipper). A minirregata durou cerca de uma hora. Pode ser qualificada como uma barla-sota, mas com um detalhe: a comissão de regata colocou, propositadamente, as boias em posições diferentes, de modo que a navegação ficasse mais de través, em vez de contravento – uma orça “folgada”. Por conta disso, foram inúmeras as vezes em que o VO 65 navegou inclinado, quase que “deitando” sobre as agitadas águas do mar catarinense. E também “voando”: o nosso VO 65 passou dos 15 nós, mesmo sendo desafiado por ondas de 1 m a 1,5 m. A minirregata não valeu pontos. Ninguém nem sequer deu bola para a classificação. Para as equipes, foi mais um treino. Porém, para quem estava lá como convidado, como era o meu caso, valeu muito mais que isso. Ficou gravado na retina.
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