A vez da vela
Chegou a vez da vela na Paralimpíada Rio-2016! Nesta segunda-feira, 12, os 80 atletas da modalidade, vindos de 23 países, foram às águas da Baía de Guanabara para abrir as regatas do grande evento do esporte nas classes SKUD18 (barco quilha fixa dupla), Sonar (barco quilha fixa 3 pés) e 2.4mR (barco quilha fixa ind). O Brasil conta com Bruno Landgraf e Marinalva de Almeida como representantes da SKUD18; Antônio Marcos do Carmo, José Matias Gonçalves de Abreu e Herivelton Ferreira Anastácio, na Sonar; além de Nuno Rosa, na 2.4mR.
Na SKUD18, Bruno Landgraf e Marinalva de Almeida ficaram em 7º lugar, depois de uma prova de 53 minutos e 26 segundos, na primeira regata. Os três primeiros lugares ficaram, respectivamente, com os australianos Daniel Fitzgibbon e Liesl Tesch, os italianos Marco Carlo Gualandris e Marta Zanetti, e os poloneses Monika Gibes e Piotr Cichocki.
Já na Sonar, os australianos Colin Harrison, Jonathan Harris e Russell Boaden, ocupam a primeira colocação, seguidos dos canadenses Paul Tingley, Scott Lutes e Logan Campbell, na segunda, e dos gregos Vasileios Christoforou, Theodoros Alexas e Anargyros Notaroglou, em terceiro lugar. Os brasileiros Antônio Marcos do Carmo, José Matias Gonçalves de Abreu e Herivelton Ferreira Anastácio estão na 13ª posição, após um hora, dois minutos e dois segundos de regata.
Nuno Rosa ficou na 12ª posição da 2.4mR, que está com Helena Lucas, do Reino Unido, Heiko Kroger, da Alemanha, e Matthew Bugg, da Austrália, em primeiro, segundo e terceiro lugares, nesta ordem. Vale lembrar que as competições de vela contam com barcos para um, dois ou três tripulantes e que todas as provas do esporte nos Jogos Paralímpicos são mistas, com homens e mulheres competindo nas mesmas regatas.
Foto: Divulgação
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