Bela Babitonga


A baía da Babitonga é bem menos conhecida do que deveria. Ou mereceria. Com raras exceções, só mesmo os donos de barcos da região de Joinville, ou um ou outro de Curitiba, costumam aproveitar as ilhas (são 24, tanto dentro quanto fora) e prainhas (estas, incontáveis, pois rodeiam toda a área) desta tranquilíssima baía, que, em área navegável é quatro vezes maior do que a de Guanabara. E são apenas os frequentadores habituais da Babitonga que costumam aproveitar todas as suas delícias, como rústicos restaurantes de frutos do mar na beira d’água, prainhas de águas quentinhas e um cordão de ilhas permanentemente abrigadas, dentro da baía. Sem falar nos rios repletos de robalos que nela desaguam, nos manguezais preservados das margens e no extraordinário visual das montanhas da Serra do Mar ao fundo. A NÁUTICA Sul de janeiro, que ainda está à venda nas bancas de todo o Brasil, pela loja online e disponível para download, traz tudo sobre esta linda baía para você. Não perca!
Foto: Divulgação
Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingnautica.com.br
Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Relacionadas
Novo acesso, próximo à Baía de Babitonga, foi entregue no último sábado (18). Objetivo é ampliar o fluxo de embarcações de pesca e lazer
Dois wakesurfers profissionais acoplaram um patinete elétrico à moto aquática, que agora consegue acelerar no asfalto
Trajeto de 7,5 km é feito dentro da água, costeando a lagoa em uma experiência imersiva que envolve belas paisagens e a presença de animais nativos
Batizada de Cangarda, embarcação de 125 anos de história já serviu à Marinha Real Canadense na 2ª Guerra Mundial e foi afundada em 1999
Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral




