Boatlux democratiza mercado náutico com compartilhamento de lanchas e jets e multipropriedade


Comprar uma lancha envolve algumas minúcias, como custo de aquisição, manutenção, cuidados, segurança, entre outras. Pensando nisso, a Boatlux entrou no mercado náutico oferecendo um sistema de compartilhamento de embarcações, time share ou multipropriedade, que visa reduzir todos os custos à uma fração e amplia as possibilidades de uso, unindo lazer ao bom custo x benefício e atraindo ainda mais pessoas para o setor.
Através dos seus sócios diretores, Monique Barreiros, Carlos Jr, Jorge Miguel e Rafael Constermani, a empresa atua, desde 2012, no mercado náutico com a proposta de entregar momentos únicos a bordo para milhares de pessoas no país, através do modo de compartilhamento de lanchas e moto aquáticas (jets).
Neste sistema, o cotista não precisa se preocupar com nada relacionado à sua embarcação, pois a Boatlux cuida desde o local mais adequado para guardar sua embarcação, marinheiro de confiança, além de lidar com as burocracias necessárias, entre outros.
“Poderíamos enumerar aqui as preocupações para o proprietário de uma lancha, como conserto, guarda, revisões, limpeza e manutenção. Muitas vezes, o tempo que o proprietário passa cuidando da lancha é igual ou maior ao que aproveita navegando”, diz Carlos Jr.
O compartilhamento, além de viabilizar financeiramente a possibilidade de aquisição de uma embarcação, proporciona tranquilidade para o proprietário em relação aos problemas de manutenção, guarda da embarcação, contratação e supervisão de mecânicos, marinheiros e demais prestadores de serviços necessários.
Com o sistema de compartilhamento, o valor é dividido entre cotistas, deixando o custo de aquisição e manutenção acessíveis. O sonho se torna realidade e cabe no bolso tanto de quem está entrando na náutica como de quem deseja ter uma embarcação maior.
“Atualmente, para uso imediato, no Rio de Janeiro, oferecemos embarcações em Cabo Frio, Angra dos Reis, Paraty, Niterói, Marina da Glória, Itacuruçá e Barra da Tijuca. Nossa pergunta é: dinheiro traz felicidade? Não sabemos, mas garantimos que com pouco dinheiro se compra cota náutica. Nunca vimos ninguém triste andando de lancha ou jet”, ressalta Rafael Constermani.
Atualmente, já são mais de 2 mil cotas gerenciadas, 270 embarcações em mais de 50 unidades no país. No primeiro semestre de 2022, deu-se início ao processo de expansão em franquias para todo o país e também para alguns países na América do Sul, trazendo o conceito do GNU, Grupo Nacional de Utilização, para todos os clientes do continente, passando a ser GMU, Grupo Mercosul de Utilização. Já pensou em poder usar embarcações onde quer que tenha unidades Boatlux? Agora é possível, mas este benefício é apenas para cotistas da empresa.
Náutica Responde
Faça uma pergunta para a Náutica
Relacionadas
Salão catarinense acontecerá de 2 a 5 de julho, na Marina Itajaí. Ingressos já estão disponíveis com 30% off para o leitor NÁUTICA
Time brasileiro finalizou empatado na 12ª colocação do ranking geral, ao lado do time suíço. Próxima etapa acontece em Nova York
Famosa na costa de Bangladesh, a embarcação artesanal chama atenção pelo formado arqueado do casco, que lembra uma lua crescente
Testamos o maior barco em fibra de vidro produzido em série no Brasil, a Ferretti FY1000 — com cinco suítes e flybridge de 55 m² — fabricada pelo Grupo Okean em Santa Catarina. Uma embarcação que combina conforto, desempenho e a exclusividade de um iate de alto padrão
Com quase 6 metros de envergadura, fêmea surpreendeu equipe do Projeto Mantas do Brasil em Itanhaém, na Baixada Santista




