Confira a nova embarcação autônoma C-Worker 5, produzida no Reino Unido

Por: Redação -
10/01/2018

Embarcações autônomas estão se tornando cada vez mais uma realidade. O fabricante ASV, com sede no Reino Unido, apresentou recentemente seu mais novo modelo autônomo, o C-Worker 5.

Segundo a empresa, a embarcação de 5 m de comprimento é capaz de operar em 7 nós por cinco dias antes de ter que reabastecer. Projetado para funcionar como barco autônomo e como multiplicador de força, ele também pode operar junto com as embarcações de pesquisa tradicionais para aumentar a eficiência do trabalho.

Em julho, o C-Worker 5 participou da pesquisa hidrográfica ao lado de uma empresa chamada TerraSond. Sarah Dyer, coordenadora de vendas e marketing explica: “TerraSond está usando nosso C-Worker 5 como um multiplicador de força. O que isso significa é que eles estão utilizando sua embarcação de pesquisa normal, juntamente com o C-Worker 5. Isso duplica a cobertura da pesquisa porque você tem dois barcos em vez de apenas um. Os dois estão executando linhas paralelas. O C-Worker 5 está sendo controlado pela embarcação principal”.

“Os regulamentos em torno do uso de navios não tripulados podem ser vistos como um desafio, no entanto, há muito trabalho a ser feito nesta área. Em março deste ano, a MIA (UK Marine Industries Alliance) lançou o Código de Conduta dos Sistemas Autônomos Marítimos. Um guia aprovado pela indústria, sobre como as operações devem ser realizadas no mar”, explicou Dyer sobre os desafios que envolvem o trabalho com embarcações autônomas.

A ASV acrescenta que há uma variedade de operações que são realizadas (ou podem ser realizadas) por um barco não tripulado. Do lado militar, pode incluir varredura, caça e eliminação de minas, além de segurança e vigilância portuária, entre outros; já comercialmente, pode incluir posicionamento submarino, pesquisa hidrográfica, coleta de dados oceanográficos, científicos e inspeção de ativos submarinos.

A ASV foi iniciada pelo diretor-gerente, Dan Hook, que a partir da paixão pela tecnologia não tripulada, viu que a área tinha o potencial de melhorar o funcionamento do setor no mar para melhor.

 

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