Catamarã com “cápsula” submergível de passageiros deve ganhar as águas em 2025

02/08/2024

Embarcações sustentáveis e que trazem possibilidades de exploração do fundo do mar parecem ser os mais novos objetos de desejo do mercado náutico internacional. A novidade da vez, contudo, consegue unir as duas coisas. Isso porque um catamarã, ao mesmo tempo que tem em sua base uma “cápsula” submergível para passageiros, pode navegar com motores elétricos.

Tido como um “catamarã semissubmersível”, a embarcação de 28 pés que deve ganhar as águas já em 2025 é fruto de um projeto pensado 10 anos atrás pela francesa Platypus Craft e que, agora, rendeu uma linha completa, com três modelos.

Foto: Platypus Craft / Divulgação

A linha Platypus, como foi batizada, traz três barcos capazes de navegar acima ou debaixo d’água, sendo eles o Sanctuary, de nível básico; a Yacht Edition, mais moderna, e uma variante mais robusta, chamada Tourer.

Foto: Platypus Craft / Divulgação

Todas as versões trazem uma plataforma submergível no casco da embarcação, capaz de transportar até seis pessoas com equipamentos de respiração, que garantem um passeio tranquilo explorando o universo subaquático.

Foto: Platypus Craft / Divulgação

Para navegar aos mais paradisíacos destinos, o catamarã com cápsula submergível é equipado com motores elétricos livres de emissões e ruídos — que ajudam a preservar a vida marinha ao redor.


Duas baterias de 63 kW proporcionam entre 30 e 80 milhas náuticas de alcance. Um pacote de bateria de mergulho ainda fornece entre seis e 12 horas de autonomia subaquática.

Foto: Platypus Craft / Divulgação

Apesar da inovação elétrica, a embarcação não dispensa o uso dos motores comuns e é equipada com dois de popa Evoy Breeze, que podem produzir 120 cavalos.

Ao combinar os poderosos sistemas de motor elétrico da Evoy e o conceito inovador da Platypus Craft, é possível explorar a natureza sem impactá-la– Leif Stavøstrand, cofundador e CEO da Evoy

Os equipamentos garantem uma velocidade de cruzeiro de 15 nós ou uma velocidade máxima de 25 nós na superfície. Já debaixo d’água, o ritmo é mais tranquilo: entre três e cinco nós.

 

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