Luxuoso e sustentável: conheça o megaiate movido por sua própria produção de hidrogênio
A sustentabilidade tem sido um dos grandes pontos de partida de novas embarcações na indústria naval. Barcos movidos por fontes sustentáveis de energia já não são novidade e, cada vez mais, parecem ser o futuro da navegação. Seguindo essa linha, o ONYX H2-BO 85, da italiana MASK Architects, chega como o primeiro megaiate do mundo movido por sua própria produção de hidrogênio.
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A embarcação luxuosa e minimalista combina eletrólise — utilizando água do mar — com turbinas hidrelétricas, para fornecer uma solução de energia sustentável para curtas distâncias de cruzeiro. Com essa tecnologia, o barco não emite gases nocivos, minimizando impactos ambientais — quase que inevitáveis em grande parte das embarcações ao redor do mundo.


Segundo o portal DesignBoom, os geradores convencionais são superados graças às turbinas hidrelétricas do ONYX H2-BO 85, que são capazes de capturar a energia cinética da água circundante, permitindo assim a geração e o armazenamento de hidrogênio a bordo, o que elimina a necessidade de grandes reservas de combustível.


Ou seja, a embarcação deixa de depender de combustíveis fósseis (recursos naturais não-renováveis), já que a tecnologia utilizada é capaz de fornecer energia facilmente acessível durante a navegação ou ancoragem em baixa velocidade.
Este notável navio não só anuncia uma nova era de sustentabilidade na indústria náutica, mas também estabelece novos padrões de luxo e consciência ecológica – MASK Architects em postagem no Instagram
O ONYX H2-BO 85 se destaca não somente por ser um megaiate sustentável, mas também por seu visual. A embarcação de 85 metros de comprimento tem um exterior refinado e, por dentro, é repleta de elegância e muito luxo.






Segundo a MASK Architects, o visual do barco se deu graças aos designers de interiores renomados que trabalharam juntos em cada detalhe do barco. Os profissionais buscaram combinar materiais refinados com tecnologia de ponta a elementos sustentáveis, para que, assim, a embarcação tivesse um ambiente convidativo e ainda ecologicamente correto.
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