Concordia

Por: Redação -
23/07/2014

Só agora o Costa Corcordia é rebocado. O barco naufragou em 2012 matando 32 pessoas. A embarcação deve viajar quatro dias até chegar a Gênova, onde será desmontado. A operação primeiro teve um giro de 180 graus que posicionou a proa da para o norte. Com isso, o navio, com a ajuda de um rebocador, pode sair. Ele será transportado com o auxílio de dois rebocadores e outros 12 navios que o acompanharão para prestar assistência e supervisionar a viagem. Especialistas marítimos e organizações ambientais como o Greenpeace vão fazer análises periódicas da água para evitar qualquer tipo da contaminação do mar pelo vazamento de substâncias nocivas.

O acidente ocorreu após o seu comandante, Francesco Schettino, se aproximar do litoral rochoso da ilha de Giglio, na Itália, fazendo com que o navio batesse nas pedras e sofresse danos em seu casco.

Foto: Divulgação

 

Curta a revista Náutica no Facebook e fique por dentro de tudo que acontece no mundo náutico.

 

 

Náutica Responde

Faça uma pergunta para a Náutica

    Relacionadas

    Conclusão das obras dos molhes do rio Saí-Mirim, em Itapoá (SC), promete impulso no turismo náutico

    Novo acesso, próximo à Baía de Babitonga, foi entregue no último sábado (18). Objetivo é ampliar o fluxo de embarcações de pesca e lazer

    Ícone dos anos 90, jet stand-up Kawasaki foi transformado em scooter elétrica

    Dois wakesurfers profissionais acoplaram um patinete elétrico à moto aquática, que agora consegue acelerar no asfalto

    Conheça a hidrotrilha, nova forma de explorar a Lagoa da Conceição, em Florianópolis

    Trajeto de 7,5 km é feito dentro da água, costeando a lagoa em uma experiência imersiva que envolve belas paisagens e a presença de animais nativos

    Único iate a vapor americano ainda existente é relançado após reforma

    Batizada de Cangarda, embarcação de 125 anos de história já serviu à Marinha Real Canadense na 2ª Guerra Mundial e foi afundada em 1999

    Resultado histórico! Barco Brasil conquista título inédito na Globe 40

    Única equipe brasileira na regata de volta ao mundo, o veleiro comandado por José Guilherme e Luiz Bolina venceu a categoria Sharp e terminou em 3º lugar na classificação geral