De trawler em Noronha

Por: Redação -
27/01/2016

Cruzeiristas subindo a costa brasileira a bordo de veleiros há aos montes. Raros são os que ousam encarar longas travessias no comando de barcos a motor, já que veleiros exigem apenas ventos, enquanto barcos a motor requerem, obviamente, combustível para navegar.

Um desses casos incomuns foi protagonizado há poucos meses pelo empresário paulista José Medeiros Nicolau, também conhecido como Zezeco, de 26 anos, que, ao lado da mãe e alguns amigos, partiu da Barra de São Miguel, em Maceió, fez escala em Recife e, depois, rumou a Fernando de Noronha de um jeito que poucos brasileiros se arriscaram até hoje: a bordo do Petit Bateau I, um Swift Trawler 44, da francesa Beneteau. “Foi a melhor das muitas viagens que fiz para Noronha”, exalta Zezeco.

Você pode conferir toda a interessante história desta aventura na edição de janeiro de NÁUTICA, à venda nas bancas de todo o Brasil e pela loja online. Não perca!

Assine a revista NÁUTICA: www.shoppingnautica.com.br

Náutica Responde

Faça uma pergunta para a Náutica

    Relacionadas

    De outra galáxia: estúdio britânico lança conceito fictício de megaiate do Star Wars

    Tradição da ThirtyC desde 2015, design foi projetado apenas para celebrar o Dia do Star Wars. O projeto, contudo, não sairá do papel

    Projeto que leva pessoas com deficiência visual para a vela abre novas turmas em São Paulo

    Iniciativa da Sailing Sense, criada em 2007 pelo velejador Miguel Olio, está com inscrições abertas. Primeira aulas devem começar ainda em maio

    Giallo Fly: Ferrari anuncia cor oficial do Hypersail, seu primeiro barco

    Pintura representa a "segunda alma" da Ferrari, já estampada em clássico dos anos 1960

    Mais de 3 mil moedas: maior tesouro viking da história da Noruega é encontrado

    De acordo com os arqueólogos, as peças são datadas de 980 a 1040 d.C. e originárias de vários países da Europa

    Correio por barco: mulher mantém viva tradição centenária na Alemanha

    Andrea Bunar entrega correspondências pelos rios e canais ao redor de Lehde, em um percurso de 8 km por dia