Empreendedorismo: homem faz sucesso construindo bancos de areia em praia do Rio

"Móvel" que conta até com suporte para bebidas custa a partir de R$ 50 e tem chamado atenção nas redes; assista

31/01/2024
Foto: Instagram @r.manghi / Divulgação

O que você acharia de ir à praia e, no lugar das cadeiras, se sentar em um banco espaçoso, com direito a mesa de apoio e suporte para bebidas? Se a ideia te chama atenção, saiba que ela já existe, mas há um porém: o “móvel” é feito de areia, e pelas mãos de um artista.

Foi nas areias branquinhas de Pontal do Atalaia, em Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro, que Lei Matias viu a oportunidade de empreender com os bancos feitos de areia. Sua ideia inovadora lhe rende, além de elogios, dinheiro. Por um banco pequeno, o empreendedor cobra R$ 50, enquanto um grande sai por R$ 100.

@lei.matias♬ som original – Lei.Matias


E não é por serem feitos de areia que os bancos são desconfortáveis. Lei pensa em tudo: a canga do cliente é utilizada para “forrar” o “móvel”, que tem até apoio para os braços — em que o artista faz um “suporte” para bebidas –, além, claro, de uma mesa de apoio. O bônus vem com uma pequena piscina, que ele monta cavando um espaço logo à frente do banco com as águas frias de Arraial.

Foto: TikTok @lei.matias / Divulgação

No vídeo anterior, é possível observar um total de 11 pessoas acomodadas no “sofá” construído por Lei. Os turistas em questão vieram de Jacareí, em São Paulo, e aprovaram a obra do artista: “sofázinho confortável, maravilhoso” disse um deles.


Para começar seu expediente, Lei chega à praia cedo, preparado com seus materiais, que se resumem a uma enxada e um retângulo de madeira. O que sai desse acervo simples, porém, são obras que rendem a ele o título de “gênio” de quem passa por ali. “É um prazer servir o turista”, contou ele em entrevista à Record.

@lei.matias♬ som original – Lei.Matias


A ideia inovadora de Lei surgiu quando ele, que também é ambulante, visitava a praia com amigos e fazia os “sofázinhos” para que eles próprios se sentassem. O que era apenas diversão, virou negócio. E aí, você pagaria por um desses?

 

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