Para discutir os entraves ao desenvolvimento do turismo náutico no Brasil — e as maneiras de superá-los —, especialistas de diversas áreas participarão do 4º Congresso NÁUTICA, que indicará os caminhos a percorrer, durante o São Paulo Boat Show 2018.
Um dos palestrantes confirmados é o engenheiro Marcos Holzmann, presidente da Teixeira Holzmann Empreendimentos Imobiliários, responsável pelo Resort Maluí Ilha do Sol, na represa de Capivara, no Paraná, que abrigará nada menos do que o primeiro hotel com a bandeira da rede Hard Rock, conhecida pelos restaurantes decorados com instrumentos musicais, no Brasil.
O evento, exclusivo para convidados, acontecerá nos dias 27 e 28 de setembro, é o único encontro nacional do setor que promove a cadeia náutica por meio das prefeituras com o objetivo de gerar renda e desenvolver o turismo náutico local.
O congresso servirá também para a troca de cartões e experiências, visando a ajuda mútua a fim de implantar e, em seguida, incrementar o turismo náutico, atividade que tem tudo a ver com um país com as dimensões — e volume de água — que o Brasil possui. Para saber mais, envie um e-mail para [email protected].
A Intermarine Yachts apresenta o projeto de seu mais novo modelo da linha Yacht, a Intermarine 24M, que será apresentado com exclusividade durante o São Paulo Boat Show 2018. Com 24,8 m de comprimento (81,36 pés), o novo modelo promete, segundo o estaleiro, ser referência em sua categoria por trazer muito volume e espaço, além de elementos inovadores que vão desde o design, layout, acabamento interno e soluções adotadas a bordo. A Intermarine 24M estará posicionada entre os modelos Intermarine 80 e Intermarine 95 e promete estar navegando no primeiro semestre de 2019.
A Intermarine 24M traz uma nova interpretação do design característico da marca, criado pelo estúdio Luiz de Basto Designs. Linhas fluidas e elegantes percorrem todo o barco, com destaque para as grandes janelas e faixa sinuosa em vidro no costado.
A grande plataforma de popa é complementada pelo exclusivo beach club, composta por duas plataformas laterais que se abrem com o barco ancorado. A praça de popa apresentará dimensões generosas e acomoda todos os convidados com conforto.
Outro destaque do convés principal é a grande sacada a boreste, com acionamento hidráulico. É possível contemplar a beleza do mar e este espaço conta ainda com um prático acesso interno, com a porta que abre-se no salão.
Equipada com 2 motores MAN de 1900 hp cada, a nova Intermarine 24M promete, segundo o estaleiro, um desempenho excelente para um iate de seu porte, chegando a 31 nós de velocidade máxima e 25 nós de velocidade de cruzeiro.
Com o tema “O mercado náutico vem com tudo”, o salão náutico paulista, como de costume, reunirá os grandes lançamentos e destaques do setor em um só lugar! Além disso, trará um verdadeiro show de experiência. Veja abaixo outros ótimos motivos para visitar o maior salão náutico da América Latina.
Destinos Náuticos: um pavilhão exclusivo destinado a cidades com potencial náutico, que prometem seduzir os visitantes. A atração mostrará o potencial turístico de diversos lugares, cuidadosamente selecionados. Uma ótima oportunidade para planejar seu próximo passeio.
Espaço dos Desejos: os objetos e serviços mais cobiçados do mercado de luxo, de aeronaves a automóveis, estarão ao alcance dos visitantes no Espaço dos Desejos, que reúne marcas de requinte em uma área de mais de 2,5 mil m² reservada.
Tudo sobre mergulho: pelo quarto ano consecutivo, o PADI Dive Festival, maior evento de mergulho da América Latina, será realizado simultaneamente ao Boat Show, com novidades aos amantes do fundo do mar.
Congresso Náutica: para discutir os entraves ao desenvolvimento do turismo náutico no Brasil e como superá-los, especialistas de diversas áreas participarão do 4º Congresso NÁUTICA, que indicará os caminhos a percorrer. O evento, exclusivo para convidados, acontecerá nos dias 27 e 28 de setembro, e reunirá prefeitos e secretários de turismo.
Sabor do Mar: os visitantes do salão náutico paulista poderão saborear um cardápio único dentro de uma experiência gastronômica inesquecível, preparada por um dos principais chefs do Brasil.
Os principais lançamentos: com o tema “O mercado náutico vem com tudo”, o São Paulo Boat Show reunirá os grandes lançamentos e destaques do setor em um só lugar! Lanchas, equipamentos, acessórios, motores e muito mais!
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O grupo BR Marinas, maior rede de marinas do Brasil, comemorou no feriado desta sexta, 7 de Setembro, 20 anos de vida, com um almoço servido pelo restaurante Bota, no Saco do Céu, na Ilha Grande, maior ilha da região de Angra dos Reis.
Durante a festa, a presidente do grupo, Gabriela Lobato, homenageou seu pai, o criador da BR Marinas, Antonio Carlos Lobato, que eternizou as marcas de suas mãos em cimento, simbolizando o início da Calçada da Fama do grupo.
Após o almoço, os convidados emendaram as comemorações na festa náutica Xuá, que reuniu mais de 500 pessoas e dezenas de barcos no Saco do Céu. Veja mais fotos abaixo:
Nosso #tbt de hoje é um teste feito por NÁUTICA em 2005 por Álvaro Otranto com a lancha Cimitarra 270, uma velha conhecida dos brasileiros, que começou a ser produzida pelo estaleiro Diamar, de Recife, e depois passou a ser fabricada pelo estaleiro Fibrasul Boats, no Rio Grande do Sul. Uma lancha robusta, com a popa bem alta e um dos maiores espaços internos do mercado, com pernoite para quatro pessoas. Na navegação, atingiu 34,1 nós, a 3 850 rpm, com um motor de 200 hp a diesel, com velocidade de cruzeiro de 24,7 nós, a 3 000 rpm. Na época, acredite, custava apenas R$ 90 mil. E já com motor! Fotos Ito Cornelsen.
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Desenvolvida pela Arieltek, a luminária LP-01 é indicada para sinalizar píeres, trapiches e estruturas semelhantes na água, afim de servir de orientação para as embarcações navegando na região. Essa nova luminária 12 volts pode vir com painel solar acoplado ao conjunto, o que dispensa qualquer fonte de energia, ou com fios para alimentação energética externa. A primeira versão vem equipada com fotocélula para funcionamento noturno automático. Projetada para atender a Normam-17/DHN 0317 da Marinha, emite luz amarela contínua com alcance de 2 milhas (cerca de 3,7 km).
Com o tema “O mercado náutico vem com tudo”, o salão náutico paulista, como de costume, reunirá os grandes lançamentos e destaques do setor em um só lugar! Além disso, trará um verdadeiro show de experiência. Veja abaixo 7 motivos para visitar o maior salão náutico da América Latina.
Destinos Náuticos: um pavilhão exclusivo destinado a cidades com potencial náutico, que prometem seduzir os visitantes. A atração mostrará o potencial turístico de diversos lugares, cuidadosamente selecionados. Uma ótima oportunidade para planejar seu próximo passeio.
Espaço dos Desejos: os objetos e serviços mais cobiçados do mercado de luxo, de aeronaves a automóveis, estarão ao alcance dos visitantes no Espaço dos Desejos, que reúne marcas de requinte em uma área de mais de 2,5 mil m² reservada.
Tudo sobre mergulho: pelo quarto ano consecutivo, o PADI Dive Festival, maior evento de mergulho da América Latina, será realizado simultaneamente ao Boat Show, com novidades aos amantes do fundo do mar.
Congresso Náutica: para discutir os entraves ao desenvolvimento do turismo náutico no Brasil e como superá-los, especialistas de diversas áreas participarão do 4º Congresso NÁUTICA, que indicará os caminhos a percorrer. O evento, exclusivo para convidados, acontecerá nos dias 27 e 28 de setembro, e reunirá prefeitos e secretários de turismo.
Sabor do Mar: os visitantes do salão náutico paulista poderão saborear um cardápio único dentro de uma experiência gastronômica inesquecível, preparada por um dos principais chefs do Brasil.
Os principais lançamentos: com o tema “O mercado náutico vem com tudo”, o São Paulo Boat Show reunirá os grandes lançamentos e destaques do setor em um só lugar! Lanchas, equipamentos, acessórios, motores e muito mais!
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Esqueça os hotéis cinco estrelas, os resorts luxuosos com praias particulares e os bangalôs idílicos suspensos sobre as águas. Para quem ama o mar, nada se compara aos hotéis que, além de flutuar, oferecem aos clientes — atenção para o detalhe — a opção de fazer as refeições e até de se hospedar em restaurantes e suítes debaixo d’água. Sim, no fundo do mar! Você acorda, abre a cortina e dá de cara com um lindo cardume de peixinhos coloridos. Ou com uma tartaruga solitária.
Ou até com um curioso tubarão. Pode parecer cena de filme de ficção científica, mas hoje em dia qualquer um que quiser, e puder pagar pela mordomia, tem a opção de fazer suas próprias cenas de cinema, conciliando hospedagem, aventura e fantasia. Não se tratam de apenas de quartos e restaurantes com piso de vidro, comuns em lugares como Bora Bora, Maldivas ou Ilhas Maurício. São instalações que ficam abaixo da linha do mar mesmo, nas quais, entre uma soneca e outra, é possível apreciar, por exemplo, o balé das arraias gigantes, entre outros animais marinhos.
Deitado na cama, você observa toda a vida marinha, incluindo tubarões
O Manta Resort Pemba Island, na Ilha do Pemba, no arquipélago de Zanzibar, na Tanzânia, país do leste da África mais conhecido pelos safáris é escolha certa para quem gosta de explorar as maravilhas marinhas do mundo. São 16 quartos na praia, além de uma suíte literalmente dentro d’água, criação do artista-engenheiro Mikael Genberg, que já havia feito para ele a The Utter Inn, uma casa submersa em um lago da Suécia.
O bangalô tem três andares. No nível do mar, fica uma sala e o banheiro. Acima, um terraço. O quarto fica a quatro metros de profundidade, cercado por janelas
O “Underwater Room” é uma espécie de bangalô com três andares construído com madeira sustentável. Está no meio da barreira de corais Blue Hole, piscina natural habitada por diversas espécies marinhas. No nível do mar, fica uma pequena área de estar e o banheiro. No andar de cima, há um terraço com espaço para tomar sol. O quarto fica submerso a quatro metros, cercado por janelas de vidro.
Você se sente dentro de uma bolha de azul turquesa, com quase 360 graus de vista para a água, por onde circulam de animados cardumes de peixes de recife. Com um pouco de sorte, é possível receber até a visita de um golfinho. Anote aí: US$ 1,5 mil, por dia, para duas pessoas, com refeições incluídas.
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Qual é o dia ideal de fechamento de uma marina? Segunda, terça ou quarta-feira? É claro que se não fechasse em nenhum dia seria muito melhor para os usuários dessas estruturas, que oferecem uma boa opção de serviços náuticos, além da vaga do barco. Mas todo mundo tem direito a uma pausa para descanso, ainda mais em um setor que tem suas atividades concentradas nos momentos de lazer dos donos de barcos, que ocorrem especialmente aos sábados, domingos e feriados.
E aí vem à baila a questão: em que dia as marinas devem fechar? Um grande problema é a variação das datas de fechamento. No litoral norte de São Paulo (leia-se São Sebastião, Caraguatatuba e Ubatuba), algumas marinas fecham às segundas, outras, às terças, e a maioria, às quartas-feiras. Alguém pode dizer que não tem problema, porque pouca gente usa o barco durante o meio de semana, então tanto faz se o fechamento ocorre na segunda, na terça ou na quarta-feira. Não é bem assim.
Em primeiro lugar porque, quando se está de férias, a gente usa, sim, a marina durante a semana. Depois, porque os prestadores de serviço nem sempre conseguem concluir uma manutenção no mesmo dia em que começou, o que pode resultar em custos extras para o dono do barco.
Explico: se a marina fecha às quartas-feiras e uma equipe de pós-venda, por exemplo, iniciar uma revisão na terça-feira será necessário concluir o serviço no mesmo dia. Caso contrário, a equipe terá de voltar na quinta-feira, já que a marina fecha na quarta-feira. Para isso, os integrantes da equipe terão de dormir um dia a mais na cidade, o que acarreta custos adicionais (a viagem fica mais cara), que naturalmente serão repassados ao dono do barco.
“A variação do fechamento é péssima tanto para os donos de barcos quanto para os próprios prestadores de serviço”
Desse modo, a variação de dia de fechamento é péssima tanto para os donos de barcos (obrigados a pagar a conta, o que não é nada justo) quanto para os próprios prestadores de serviço, que sofrem para montar uma logística de trabalho.
Pelo bom senso náutico, todas as marinas deveriam fechar no mesmo dia. Se não der para fixar nacionalmente esse dia, que pelo menos se faça isso no âmbito dos estados. E qual seria esse dia, segunda, terça ou quarta-feira? Para cada um desses dias é possível apontar vantagens e desvantagens, prós e contras.
Peguemos a segunda-feira, por exemplo. A sua universalização como dia fixo de fechamento das marinas tem um ponto muito positivo, que é o fato de haver mais tempo para fazer algum reparo no barco até o próximo fim de semana. Em contrapartida, é muito próximo do fim de semana em que você usou o barco — como se sabe, depois de sair para o mar, o barco precisa de pelo menos um bom “banho” (uma esguichada de água no casco, além da limpeza do motor) para garantir uma manutenção melhor —, sem contar que não permite ao dono do barco esticar o passeio do domingo para segunda-feira.
Por sua vez, com o fechamento das marinas na terça-feira, ganha-se a segunda para uma limpeza mais completa do barco, apesar de que o ideal seja lavar o barco assim que ele sai da água. O ponto negativo: perde-se um dia na semana para a realização de algum reparo.
Já a quarta-feira é uma data equilibrada, pois se tem dois dias antes e dois depois do fim de semana para possíveis reparos. Porém (e aqui vai o ponto negativo), tem-se apenas dois dias antes do fim de semana para consertar o barco, caso surja algum pepino. O melhor caminho para este problema é que as marinas se unam em prol de um dia comum de fechamento. Todos ganham: donos de barcos, prestadores de serviço e as próprias marinas.
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Caiçara UV.Line e Kaikias Maserati travaram duelo emocionante ao longo de seis regatas disputadas em dois finais de semana pela 3ª Etapa da Copa Suzuki – Circuito Ilhabela de Vela Oceânica. Com três vitórias contra duas do rival, Caiçara UV.Line foi o vencedor da etapa na Classe C30 por apenas um ponto de vantagem: 8 a 9, incluindo-se um descarte.
O barco eCycle +Realizado obteve uma vitória, mas perdeu a terceira colocação para o Caballo Loco, mais regular após três segundos lugares. No sábado foram duas regatas, com rajadas de sul que chegaram a 18 nós e forte correnteza de 2,5 nós no Canal de São Sebastião. No domingo, o vento sul entrou acima de 15 nós, mas foi diminuindo de intensidade até zerar, o que possibilitou apenas uma regata.
“Vencemos as duas regatas no sábado, sob condição que exigiu muito das tripulações. Domingo, tivemos uma largada muito disputada com todos os barcos tentando ficar à barlavento da linha de partida para seguir o mais rápido possível rumo ao baixio de São Sebastião e fugir da forte correnteza”, contou o comandante do Caiçara UV.Line, Marcos de Oliveira Cesar.
Em regatas com vento e correnteza na direção sul, é comum as tripulações optarem por velejar junto à costa, onde a correnteza costuma ser menos intensa em relação ao meio do canal. “Infelizmente o Caiçara não estava conseguindo acompanhar os concorrentes. Depois da regata descobrimos que havia uma folha de coqueiro presa na nossa quilha, o que nos tirou pelo menos meio nó de velocidade”, relatou Marcos Cesar.
A vitória no domingo ficou com o Kaikias Maserati, seguido por Caballo Loco. Caiçara Uv.Line chegou em terceiro lugar, à frente de eCycle +Realizado. A Comissão de Regatas (CR) chegou a dar a segunda largada, mas o vento acabou logo na primeira perna e a regata teve de ser cancelada pela CR.
“Foi mais um final de semana duro, com regatas de contraventos longos e pernas de popa muito rápidas. Apesar de a folha de coqueiro nos ter prejudicado no domingo, felizmente mantivemos a liderança na etapa e no campeonato”, comentou o proeiro do Caiçara UV.Line, Gabriel De Capitani.
Nas demais classes em disputa na Copa Suzuki, Ginga venceu na HPE 25, Zeus foi o melhor da etapa na IRC e também na RGS, enquanto H2Orça ganhou na Bico de Proa. O Yacht Club Ilhabela (YCI) receberá a quarta e última etapa de 2018 em 24 e 25 de novembro e 1º e 2 de dezembro, quando serão definidos os campeões da temporada de vela oceânica.
O futuro da vela brasileira mostrou muito trabalho e começou bem o Mundial de Optimist, disputado no Famagusta Nautical Club, na cidade de Limassol, no Chipre. Quatro dos cinco velejadores do país conquistaram a flotilha ouro na disputa individual, ficando, portanto, entre os 64 melhores da competição. Erick Carpes foi o brasileiro melhor colocado, em 27º lugar dentre os 264 competidores. Lorenzo Balestrin foi o 45º, enquanto Mathias Crespo o 54º, e Leonardo Crespo o 61º. Bernardo Martins terminou em 162º.
“O campeonato mundial está apresentando uma raia com ventos oscilantes, diferenças de pressão de vento bastante marcadas e maré com intensidade que é determinante na hora de planejar a táctica e estratégia por parte de nossos atletas”, ressaltou Juan Ignácio Sienra, coordenador técnico da Vela Jovem e chefe da equipe na competição. “Tivemos três dias de ventos suaves e fechamos a primeira instância de classificação, atingido o objetivo de ter quatro velejadores dentro da flotilha de ouro. Estes jovens atletas estão demostrando muita disciplina, garra, e têm uma excelente base técnica, que nos ajuda a detectar que tenham todas as ferramentas para serem futuros atletas de nossas equipes de vela jovem Sub-19, o que é muito importante”.
A equipe brasileira está há pouco mais de uma semana no Chipre, onde fez uma aclimatação antes do Mundial de Optimist. Além de Juan Ignácio Sienra, o país conta ainda com o treinador Felipe Novello como responsável pelo comando técnico. A delegação reúne velejadores de quatro clubes diferentes: Clube dos Jangadeiros/RS (Lorenzo Balestrin), Veleiros do Sul/RS (Erick Carpes), Clube Naval Charitas/RJ (Bernardo Martins) e Iate Clube do Rio de Janeiro/RS (Leonardo Crespo e Mathias Crespo).
Na vela, a classe Optimist é a porta de entrada, já que se trata de uma embarcação de pequeno porte, para crianças de até 60 kg. O Campeonato Mundial terá disputa individual, encerrada nesse dia 31 de agosto, e a Copa das Nações (Nations Cup), com regatas por equipes, de 1º a 5 de setembro.
“Agora temos as regatas classificatórias do mundial por equipes e nossos velejadores estão confiantes e cientes da responsabilidade de vestir a camisa do Brasil nesse evento, então confiamos que darão tudo na água”, complementa Sienra. “Nosso programa de desenvolvimento da Vela Jovem está conseguindo resultados expressivos e aumentando nossa base de atletas jovens, que serão a plataforma de onde se formará o time olímpico do Brasil de cara dos Jogos de 2024”, finaliza.
A Essor, seguradora brasileira do Grupo Scor, uma das maiores resseguradoras mundiais, em parceria com a Brancante Seguros, especialista em seguros náuticos há 20 anos, estará no São Paulo Boat Show, de 27 de setembro a 2 de outubro, para apresentar seus novos planos de cobertura, que contemplam embarcações de recreio de pequeno, médio e grande porte, sendo disponível tanto para veleiros como lanchas, com um conceito diferenciado, que reúne todas as coberturas. Entre os serviços básicos oferecidos estão as coberturas de perda total, assistência e salvamento; roubo e furto total; avaria parcial; e colocação e retirada d’água. “A parceria promete apresentar um conceito diferenciado, que reúne as coberturas para todos os tipos de embarcações, para você desfrutar os bons momentos da vida com tranquilidade e segurança”, Fabio Pinho, presidente de Essor Seguros.
Com o tema “O mercado náutico vem com tudo”, o salão náutico paulista, como de costume, reunirá os grandes lançamentos e destaques do setor em um só lugar! Além disso, trará um verdadeiro show de experiência. Veja abaixo 7 motivos para visitar o maior salão náutico da América Latina.
Destinos Náuticos: um pavilhão exclusivo destinado a cidades com potencial náutico, que prometem seduzir os visitantes. A atração mostrará o potencial turístico de diversos lugares, cuidadosamente selecionados. Uma ótima oportunidade para planejar seu próximo passeio.
Espaço dos Desejos: os objetos e serviços mais cobiçados do mercado de luxo, de aeronaves a automóveis, estarão ao alcance dos visitantes no Espaço dos Desejos, que reúne marcas de requinte em uma área de mais de 2,5 mil m² reservada.
Tudo sobre mergulho: pelo quarto ano consecutivo, o PADI Dive Festival, maior evento de mergulho da América Latina, será realizado simultaneamente ao Boat Show, com novidades aos amantes do fundo do mar.
Congresso Náutica: para discutir os entraves ao desenvolvimento do turismo náutico no Brasil e como superá-los, especialistas de diversas áreas participarão do 4º Congresso NÁUTICA, que indicará os caminhos a percorrer. O evento, exclusivo para convidados, acontecerá nos dias 27 e 28 de setembro, e reunirá prefeitos e secretários de turismo.
Sabor do Mar: os visitantes do salão náutico paulista poderão saborear um cardápio único dentro de uma experiência gastronômica inesquecível, preparada por um dos principais chefs do Brasil.
Os principais lançamentos: com o tema “O mercado náutico vem com tudo”, o São Paulo Boat Show reunirá os grandes lançamentos e destaques do setor em um só lugar! Lanchas, equipamentos, acessórios, motores e muito mais!
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Quando o assunto é velocidade na água, a combinação de um barco catamarã com casco de alumínio é sinônimo de alto desempenho. Projetado e construído pela empresa paulista DL Yacht Design, o novo catamarã Force One CAT 35, de 35 pés de puro alumínio, tem 3,6 metros de boca e pesa apenas 2 100 kg (sem os motores), o que significa que é mais leve que um barco de fibra similar.
E foi criado para navegar muito rápido, muito rápido. Impulsionado por dois motores V8 a gasolina de 600 hp cada, promete, segundo os projetistas, passar dos 70 nós (130 km/h), velocidade que poucos barcos conseguem atingir. Para chegar nesse desempenho, além da leveza representada pela construção em alumínio, o casco tem uma série de degraus no fundo, com o objetivo de reduzir a resistência com a água.
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Esta é a nova lancha que o estaleiro gaúcho Solara irá lançar no São Paulo Boat Show, que acontecerá de 27 de setembro a 2 de outubro, no São Paulo Expo. Trata-se da Solara 360 HT, com 12 metros de comprimento (39,3 pés), 3,45 m de boca e capacidade para 13 pessoas em passeios durante o dia e até seis pessoas em pernoite, em uma cabine com dois metros de altura, segundo o estaleiro. Com tanque de combustível de 750 litros e de 300 litros de água, a nova Solara 360 HT poderá ser equipada com dois motores de 250 a 380 hp. Além desta lancha, o estaleiro irá mostrar no salão o modelo 330 Targa e também apresentará aos visitantes novidades para 2019.
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Ter um bote de apoio, mais do que um conforto, é uma necessidade para quem tem uma lancha ou um veleiro a partir de 26 pés. Afinal, a partir desse tamanho, os barcos dificilmente podem chegar perto da praia ou de lugares com pouca profundidade, por conta do calado. No caso das lanchas, e considerando uma praia bem mansa e muito íngreme, pode-se até chegar perto da areia, levantando ao máximo a rabeta do motor. Porém, essa é uma situação difícil de ser encontrada na prática. Daí a necessidade de se ter uma embarcação menor para fazer o desembarque. Mas, na hora da escolha do bote, o que devemos prestar atenção? Confira nas dicas de Marcio Dottori.
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Que tal visitar as principais novidades do mercado náutico no maior salão náutico da América Latina e ainda concorrer a um jet Sea-Doo? É isso mesmo! O São Paulo Boat Show 2018 promoverá o sorteio de um divertido jet Sea-Doo Spark Trixx, que faz parte da família de motos aquáticas Sea-Doo Spark, a mais acessível do mercado.
Com os apoios traseiros para os pés e guidão e colunas ajustáveis, o Spark Trixx facilita a realização de uma série de manobras, como empinar na água. O modelo ainda traz manoplas ergonômicas, sistema variável de Trim, iBr (freio e reverso exclusivos da Sea-Doo) e o motor de Eficiência Avançada de Combustão (ACE) Rotax 900 HO. O Spark Trixx é um jet que oferece diversão para toda a família ao proporcionar uma experiência única sobre a água.
COMO GANHAR?
Para concorrer é muito simples. Os visitantes do São Paulo Boat Show 2018 devem preencher um cupom (um por pessoa) e torcer para ser sorteado.
Todas as inscrições recebidas com os dados devidamente preenchidos serão enviadas para o local de apuração e colocadas em uma única urna, durante o salão náutico. Dessa urna, será retirado, manual e aleatoriamente, um cupom que, estando preenchido corretamente e atendendo os requisitos da promoção, será considerado ganhador.
O local do sorteio será o próprio São Paulo Boat Show, no dia 02/10/2018, às 20 horas, com livre acesso ao público.
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Nesta terça-feira (28), em São Paulo, a Associação Brasileira das Escolas Náuticas (a ABENAU, que reúne 50 entidades de ensino credenciadas pela Marinha do Brasil) realizou, para seus associados da região Sudeste, o 1º Workshop de Capacitação de Instrutores de Motonauta, ministrado pelo presidente da entidade, o capitão Marcello Souza, diretor da escola Argonauta.
“O cronograma de treinamento foi detalhado em todos os seus tópicos, passo a passo, com ênfase na forma em que os assuntos devem ser abordados. Os instrutores puderam se reciclar, aprimorar seus conhecimentos e a forma de transmitir seus conhecimentos a seus alunos”, descreve Marcello. “Já a maneira correta de realizar a limpeza e conservação de seu equipamento, ficou a cargo da Nautispecial, que demostrou de forma técnica a eficiência e utilização de seus produtos”, completa Marcello.
A Marinha do Brasil também esteve presente no workshop, representada pelos militares da Capitania dos Portos de São Paulo. “A participação da Marinha é sempre muito importante, porque podem compartilhar toda sua experiencia nas ações de fiscalização, inquéritos navais e assuntos pertinentes a segurança do tráfego aquaviário”, completa Marcello.
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O mundo náutico tem um apelo irresistível. Você começa com um barquinho e logo passa a pensar grande. Os estaleiros são os grandes cúmplices nisso, ao lançar (ou, o que é bem mais frequente, remodelar) seus barcos, dotando-os de novos atrativos.
Até tempos atrás os projetistas preocupavam-se apenas com a navegabilidade. A aparência dos barcos podia ser espartana, mas, se eles navegassem bem, tudo bem. Com a evolução do conceito de bem-estar a bordo e a necessidade mais intensa de lazer com a família, os barcos mudaram, especialmente porque a atividade náutica deixou de ser um programa exclusivamente masculino.
Mulheres e crianças passaram a frequentar cada vez mais os barcos e, hoje, têm voz ativa na escolha do modelo a ser comprado. E as lanchas tiveram que se adequar à nova realidade. Em função disso, três novidades relativamente recentes vieram para ficar: a configuração do casco com capota rígida, o chamado “hardtop”, o crescimento das plataformas de popa e a inserção de minicozinhas, ou “espaço gourmet” nelas. São boas novidades, sem dúvida. Mas, quando adaptadas a um projeto de barco já existente, nem sempre trazem tantos benefícios assim.
Na verdade, quase sempre geram prejuízo. E o primeiro aspecto a ser comprometido é justamente a navegabilidade. O hardtop, por exemplo, reduz a ventilação natural no cockpit, o que, num país tropical como o nosso, é essencial para o conforto a bordo. Ao optar por esta configuração, muitos estaleiros foram obrigados a equipar seus barcos com aparelhos de ar-condicionado e gerador, equipamentos pesados que são instalados na casa de máquinas, ou seja, na popa. Na prática, isso significa um peso extra, que, por consequência, acaba levando à instalação de motores mais potentes e igualmente mais pesados. O acréscimo de peso passa, assim, a ser quádruplo, ocasionado pelo próprio hardtop, pelo ar-condicionado, pelo gerador e pela motorização mais forte.
O que mais se ouve é que tal “novo” modelo é “derivado” do anterior, que, por sua vez, foi uma “evolução” do original. E tome peso na popa…
Já as plataformas de popa aumentaram barbaramente de tamanho, deixando os barcos naturalmente mais pesados na parte de trás do casco. Com as atuais superplataformas, muitas delas ainda equipadas com elevadores hidráulicos, surgiu um acréscimo quíntuplo de peso nos barcos. E sempre concentrado na popa. Como se não bastasse, surgiram os “espaços gourmets”, que se tornaram itens de série na grande maioria das novas lanchas. Por serem massudas estruturas na própria plataforma, acrescentam ainda mais peso à popa da embarcação — e, assim, o aumento passa a ser sêxtuplo.
Não haveria nenhum problema nisso tudo se os barcos já fossem projetados levando em conta este peso na popa. Mas, infelizmente, nem sempre é o que acontece. Ao contrário, via de regra, os “novos modelos” têm sido meras adaptações em barcos já existentes. São remendos. Os estaleiros têm se limitado a esticar os barcos e acrescentar-lhes peso, desequilibrando os cascos. O que mais se ouve é que tal “novo” modelo é “derivado” do anterior, que, por sua vez, já fora uma “evolução” do original. Com acúmulo de peso na popa, os cascos têm seu equilíbrio comprometido e deixam de ser trimados. O resultado é que passam a navegar empopados. E mal.
Nada contra os modismos e as novidades no setor naútico, é claro. Mas é preciso ter em mente que lanchas continuam sendo barcos e, como tal, devem, acima de tudo, navegar direito. Do contrário, estão condenadas a ficarem paradas nas marinas, como simples (mas bem equipados) deques flutuantes.
*JOSÉ MAURO CAVALCANTI é mestre amador, velejador e navegante há quase 40 anos
ESTE ESPAÇO É SEU! Se você tem algo a dizer sobre a vida náutica, mande e-mail para [email protected] com o seu relato.
Nosso #tbt de hoje é um teste feito por Marcio Dottori em 2003 com a histórica lancha Real Racer 26, projetada pelo estaleiro Real Power Boats para navegar bem e rápido, muito rápido – quase um barco de corrida. Foi com uma lancha de mesmo casco que o empresário Paulo Renha bateu o recorde da travessia Santos-Rio a motor em 2002. Feita para receber um motor de popa ou centro-rabeta de até 600 hp, a Racer 26 na época voou baixo a 78,7 nós (146 km/h), equipada com um supermotor de 575 hp. A aceleração também surpreendeu: de 0 a 20 nós em apenas 3,5 segundos. Recordar é viver! Fotos: Bruno Castaing.
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Nos dias 24 e 25 de agosto, o tradicional Aratu Iate Clube, na Baía de Aratu, cidade de Simões Filho, realizou mais uma edição da Regata Aratu-Maragojipe, que completou sua 49ª edição. Foram 120 veleiros inscritos, dentre eles embarcações de outros estados do Brasil, como Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Pernambuco. Cerca de 900 velejadores navegaram as 32 milhas náuticas que separam a Baía de Aratu da cidade histórica de Maragojipe, entre o mar da Baía de Todos os Santos e o belíssimo Rio Paraguaçu.
Foto Mauricio Cunha Jr
Além das dezenas de veleiros inscritos oficialmente, outros 80 barcos acompanharam a competição, como os tradicionais saveiros. Centenas de embarcações a motor, a exemplo de escunas, lanchas e jets também participaram “cortejo náutico”. O evento contou com o importante e numeroso apoio da Marinha do Brasil através da Capitania dos Portos da Bahia. O próprio Capitão dos Portos, o comandante Leonardo Silva Reis, fez questão de acompanhar todas as etapas da prova.
Foto Mauricio Cunha Jr
Este ano a 49ª Regata Aratu-Maragojipe teve incorporada ao campeonato brasileiro de MOCRA 2018, que reuniu veleiros catamarãs. A competição foi precedida por uma cerimônia de abertura na sede do Aratu Iate Clube, que reuniu um público estimado de 900 pessoas, entre autoridades da Marinha do Brasil, do Estado da Bahia através da Secretaria de Turismo, municípios de Simões Filho e Maragojipe e a comunidade náutica. O veleiro Maguni foi o primeiro a cruzar a linha de chegada e o veleiro ODARA sagrou-se campeão brasileiro de MOCRA 2018.
Foto Mauricio Cunha Jr
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Nem só de submarinos constituiu o arsenal marítimo dos nazistas na Segunda Guerra Mundial, travada entre 1939 e 1945. Boa parte das glórias obtidas pelos soldados de Adolf Hitler aconteceu graças à ação de um veículo cujo nome recheado de consoantes e de difícil pronúncia — Schwimmwagen — significa “carro flutuante” ou “carro que nada”. Sim, um anfíbio. Seria exagero dizer que os Schwimmwagen foram armas tão poderosas e decisivas na guerra quanto metralhadoras, canhões, tanques e submarinos. Mas tiveram sua importância como veículo de reconhecimento do terreno, reforçando o exército nazista nas travessias de rios, lagos e desertos — neste caso, o Saara, no norte da África, região conquistada por Hitler e seus aliados no meio do conflito.
Fotos Fernando Monteiro
Construído pela Volkswagen por ordem expressa de Adolf Hitler, o anfíbio é a versão militar do famoso Fusca, desenhado por Ferdinand Porsche no início dos anos 1930. Tem as portas soldadas e isoladas, que impedem a entrada de água. O primeiro protótipo foi apresentado aos militares em novembro de 1940. Aprovado, teve 100 unidades construídas, que ficaram conhecidas como modelo 128. Em 1941, um programa de aperfeiçoamento deu origem às séries 129 e 138. Porém, todos apresentam um problema comum: a dificuldade em sair da água em margens irregulares e com maior inclinação.
Um novo upgrade levou a uma versão com a distância entre eixos menor e um hélice na traseira: o Typ 166, a nomenclatura final, com a sopa de letrinhas à frente. Foi essa versão que passou a ser produzida em série. Entre 1942 e 1944, teriam sido construídas pouco mais de 14 mil unidades, o que transforma o Schwimmwagen no mais fabricado veículo anfíbio da história. Porém, quase todos os Fuscas anfíbios foram destruídos pelos Aliados ao fim da guerra perdida pela Alemanha. Por sua vez, a fábrica do carro — que tinha mão de obra escrava — foi bombardeada, tomada pelos ingleses, devolvida aos alemães depois da guerra e enfim privatizada para se tornar a Volkswagen que conhecemos. Hoje, restam cerca de 150 Schwimmwagen espalhados pelo mundo. Três estão no Brasil, sendo que dois foram trazidos pelo alemão Dieter Leonard Adolf Schnur, que, junto com os carros, trouxe uma história saborosa, digna de roteirista de cinema.
Senão, vejamos: Dieter tinha 14 anos de idade quando dois Schwimmwagen foram abandonados pelas tropas alemãs em fuga em frente à sua casa. Para que não fossem destruídos pelas tropas Aliadas, o jovem desmontou os modelos, embalou peça por peça e enterrou tudo no quintal. Dez anos mais tarde, em 1954, quando o governo alemão autorizou a compra oficial de artefatos de guerra, ele desenterrou seu tesouro e remontou os carros, que funcionaram perfeitamente.
Dieter veio para o Brasil em 1961, a fim de conhecer a recém-inaugurada fábrica da Volkswagen em São Bernardo, na Grande São Paulo. Trouxe, claro, suas relíquias de navio, armazenadas em contêineres. E teve uma surpresa: ao trocar um disco de embreagem, achou cartuchos com balas de metralhadora escondidos sob a carroceria de uma delas. Certo dia, uma dessas máquinas de guerra teve um pneu furado. Foi quando o atual empresário — e antigo borracheiro — Erineu Cicarelli entrou na história. “Foi amor à primeira vista. Fiquei apaixonado pelo carrinho e jurei que um dia ele seria meu.
E só sosseguei quando finalmente consegui comprá-lo, em 1985”, conta o empresário, de 73 anos. A lamentar, apenas o então mau estado do veículo. “Ele estava triste, debaixo de uma lona preta, perto de muita madeira. Aquilo podia até pegar fogo e destruí-lo”, lembra.
Restaurado ao custo de US$ 30 mil, hoje esse carro de guerra é atração por onde anda (e navega!). Preserva todos os itens da época em que serviu ao exército de Hitler: suporte, capota conversível e até uma metralhadora! E, por incrível que pareça, até hoje navega (e anda!) como no tempo da guerra. “Ele atinge 80 km/h em terra firme e 4 nós dentro d’água”, conta Erineu, que costuma pilotá-lo na represa Billings, em São Paulo.
O carro está equipado com um motor Volkswagen 1 300 — o original era de 1 130 cm3 e 25 hp — e suspensões independentes nas quatro rodas, além de tração 4×4 (somente na primeira marcha e na ré) e reduzida. Uma de suas peculiaridades é a cor amarelada, usada para camuflá-lo nas areias do deserto do Saara, quando o exército de Hitler conquistou a Líbia, o Egito e o Marrocos. É uma estrela andando pelas ruas. Parece um ET no planeta dos automóveis. Já na água, um ET no planeta dos barcos. NÁUTICA acompanhou Erineu num passeio de uma margem a outra na Billings, depois de rodar num trecho da Rodovia Anchieta com o velocímetro na casa dos 60 km/h. “Não gosto de maltratar”, justifica Erineu, lembrando que já atingiu 80 km/h com ele. O carro sai da terra e entra na água sem dificuldades. Para navegar, basta abaixar um hélice retrátil na traseira, que recebe a força vinda do motor, cujo ronco é o mesmo peculiar de um Fusca. As rodas da frente atuam como leme, seguindo a direção. “Já reboquei barcos com ele”, diverte-se Erineu.
O momento mais emocionante é a troca da terra pela água, num inusitado mergulho. Sobe uma adrenalina gostosa. A água chega a atingir mais da metade do capô e a impressão é de que toda a embarcação vai afundar. Depois de poucos segundos, o anfíbio retoma seu prumo na superfície. Dificilmente, porém, ele poderia navegar no mar, nem nos mais calmos dias do Mediterrâneo, já que a linha d’água fica muito alta. Igual a este “carro nadador” usado pelo exército alemão há 70 anos, há outros dois no Brasil. Um deles está em Campos do Jordão, o outro, sabe-se lá, provavelmente nas mãos de outro colecionador. Mas apenas o de Erineu está assim, impecável!
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O que você prefere? A suavidade do velejar ou a adrenalina de um barco a motor? Assim como muitos, Andrés Cárdenas, dono do estaleiro espanhol Nuva Yachts, fica com as duas opções. Daí ter encomendado ao estúdio Barcelona Yacht Design uma embarcação que levasse o prazer de navegar, em igual medida, a neófitos no mundo náutico e a navegadores experientes.
Foi assim que nasceu o Nuva MS6, que mede apenas 19,65 pés (5,99 m) de comprimento e 2,47 m de boca. Ele pode parecer pequenino ao primeiro olhar (e é, mesmo!), mas surpreende pelas múltiplas possibilidades que oferece. A começar pelo fato de ser híbrido, ou seja, poder ser usado como veleiro ou lancha. A bordo deste barquinho revolucionário, é possível cumprir distâncias razoáveis, com rapidez (no modo motor), passar o dia velejando no destino da sua preferência (no modo vela) e, antes de voltar para a marina, tomar sol nos amplos solários do brinquedinho (amplos para valer, já que se estendem sobre a água, por causa de um recurso que prolonga o cockpit lateralmente) ou até tirar um cochilo em sua cabine (sim, há uma pequena cabine). É ou não é uma embarcação que entrega muito mais do que se poderia esperar dela?
Fácil de transportar e manusear, o Nuva pode ser transportado numa carreta rodoviária com freio próprio, porque é leve (seu peso é de apenas 1 350 kg). É, também, um barco seguro (com casco insubmergível) e confortável, já que sua cabine é equipada com cama para duas pessoas e sanitário químico. Mas o que mais surpreende talvez seja a incorporação de um conceito que virou tendência na indústria náutica mundial: o beach club.
O cockpit pode ser expandido lateralmente, ampliando a boca em quase um metro, à medida que essas “plataformas” avançam sobre a água. É que os bordos da embarcação, na área da popa, onde ficam os bancos laterais, podem ser como que destacados do corpo do barco (ainda que ligados a ele, claro), criando dois grandes solários — ou, se você preferir, uma bela praia particular. Cá entre nós, é uma façanha e tanto para um barco com dimensões tão reduzidas.
E a “mágica” não para por aí. O mágico barquinho tem ainda uma pequena cabine com cama (onde duas pessoas podem tirar ao menos um cochilo) e banheiro químico. Graças às suas dimensões, o Nuva permite ancoragens em espaços exíguos. Mesmo porque sua quilha é retrátil e cabe completamente dentro do casco — cujo calado, nessa condição, é de apenas 0,45 m. Tal recurso, visto somente em veleiros maiores, é acionado ao toque de um botão e favorece também a aceleração no modo lancha, já que diminui o arrasto. Da mesma forma, é fácil instalar e desinstalar o leme, que pode ser guardado no convés.
O motor que impulsiona a embarcação é um popa Yamaha de quatro tempos, com potência de 70 hp, que permite navegar a 14 nós na velocidade de cruzeiro e a 20 nós na máxima, segundo o fabricante. No modo veleiro, a performance não deixa de ser satisfatória: o barco atinge cerca de 6 nós e fornece reações rápidas a partir de ventos na casa dos 8 nós. Equipado com mastro de carbono de 8,8 m, o Nuva permite a instalação de gennaker (opcional) — somente a área vélica da mestra é de 16,8 m². Você já viu tantos atributos em um barco tão pequenino?
A próxima geração da vela brasileira está no Chipre para a disputa do Campeonato Mundial de Optimist, no Famagusta Nautical Club, na cidade de Limassol. Cinco velejadores vão representar o país na competição, que será aberta nesta terça-feira, dia 28, com as medições de barcos. A disputa de regatas começa na quarta-feira, dia 29, e Leonardo Crespo, Mathias Crespo, Bernardo Martins, Lorenzo Balestrin e Erick Carpes estarão na água com o colete do Brasil. O projeto de Vela Jovem da Confederação Brasileira de Vela (CBVela) tem patrocínio do Grupo Energisa. A CBVela conta com o patrocínio máster do Bradesco.
“Estamos levando uma excelente equipe para representar o Brasil e temos uma expectativa positiva. É um campeonato superimportante para o desenvolvimento dos velejadores, já que é a classe na qual se consegue detectar novos talentos da vela”, explicou Juan Ignácio Sienra, coordenador técnico da Vela Jovem e chefe da equipe na competição.
A equipe já passou a última semana fazendo aclimatação no Chipre. No Mundial de Optimist, o treinador Felipe Novello é o responsável pelo comando técnico do time brasileiro. A delegação reúne velejadores de quatro clubes diferentes: Clube dos Jangadeiros/RS (Lorenzo Balestrin), Veleiros do Sul/RS (Erick Carpes), Clube Naval Charitas/RJ (Bernardo Martins) e Iate Clube do Rio de Janeiro/RS (Leonardo Crespo e Mathias Crespo).
“Claro que estaremos observando atentamente os resultados e a competitividade, mas esta é uma fase de formação para todos os atletas que estão aqui. É um momento importante de dar aos velejadores a vivência em uma competição de nível internacional, desde a preparação do barco às regatas em si”, afirma Juan.
Na vela, a classe Optimist é a porta de entrada, já que se trata de uma embarcação de pequeno porte, para crianças de até 60kg. O Campeonato Mundial terá disputa individual, prevista para ir até o dia 31 de agosto; e a Copa das Nações (Nations Cup), com regatas por equipes, de 1º a 5 de setembro.
O primeiro fim de semana da 3ª Etapa da Copa Suzuki – Circuito Ilhabela de Vela Oceânica foi marcado pelos ventos rondados no Canal de São Sebastião, o que equilibrou a disputa da Classe C30. Após três regatas, uma no sábado e duas no domingo, Kaikias Maserati e Caiçara UV.Line somam sete pontos perdidos, contra oito de eCycle +Realizado e Caballo Loco.
O vento demorou para entrar no sábado, o que impediu a Comissão de Regatas de realizar mais de uma prova. A regata na Ponta das Canas, com vento leste em torno de oito nós, teve vitória do líder do campeonato Caiçara UV.Line. No domingo, com duas largadas, em raias diferentes, eCycle +Realizado venceu a primeira e Kaikias Maserati, a segunda, em cima da linha, aproveitando-se do Caballo Loco retido pela correnteza. O vento em torno de oito nós rondou de norte para sueste.
A variação do vento deixou as regatas abertas e ofereceu diferentes opções táticas às tripulações. “Com os ventos rondados, tivemos muitas alternativas na raia. Vencemos a primeira porque estávamos no lugar certo após mais uma rondada. Parecia regata de represa”, observou o trimmer (responsável pelas velas) do eCycle +Realizado, Ricardo Apud.
“Na segunda regata de domingo, ficamos a três metros da linha de chegada, mas não conseguíamos cruzar por causa da forte correnteza no canal. Foi difícil, mas interessante. Uma regata maluca”, definiu Apud. A terceira das quatro etapas do circuito de 2018 será concluída no próximo fim de semana, 1º e 2 de setembro.
O atual tricampeão Caiçara UV.Line lidera a temporada, além de ter conquistado em julho, também em Ilhabela, a Semana de Vela e o Campeonato Brasileiro da Classe C30. O Yacht Club Ilhabela (YCI) recebeu mais de 30 embarcações entre as classes C30, HPE 25, IRC, RGS e Bico de Proa.
Casa de máquinas do inflável Flexboat SR-1000 (Foto Otto Aquino)
Não são todos os estaleiros que se preocupam com isso, mas deveriam: instalar uma grade de proteção no paiol dos motores, como neste inflável Flexboat SR-1000, pode livrar os motores de grandes estragos e até evitar acidentes graves. O motivo? Quando instalada no compartimento dos motores, uma grade como esta evita com que objetos esquecidos ou guardados neste espaço (como coletes salva-vidas ou até a mesinha de centro, por exemplo) atinjam os motores, durante o movimento da navegação, o que pode causar travamento das correias, por exemplo, e problemas em mangueiras e outras partes dos motores. “Deveria ser um equipamento obrigatório em qualquer barco”, contesta Marcio Dottori. Veja a explicação neste vídeo de Márcio Dottori.
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Mais do que apresentar as grandes novidades do setor náutico, o São Paulo Boat Show 2018 chega para ser um verdadeiro show de experiência. Veja 7 motivos para visitar o maior salão náutico da América Latina, que acontecerá de 27 de setembro a 2 de outubro, no São Paulo Expo.
Destinos Náuticos: um pavilhão exclusivo destinado a cidades com potencial náutico, que prometem seduzir os visitantes. A atração mostrará o potencial turístico de diversos lugares, cuidadosamente selecionados. Uma ótima oportunidade para planejar seu próximo passeio.
Espaço dos Desejos: os objetos e serviços mais cobiçados do mercado de luxo, de aeronaves a automóveis, estarão ao alcance dos visitantes no Espaço dos Desejos, que reúne marcas de requinte em uma área de mais de 2,5 mil m² reservada.
Tudo sobre mergulho: pelo quarto ano consecutivo, o PADI Dive Festival, maior evento de mergulho da América Latina, será realizado simultaneamente ao Boat Show, com novidades aos amantes do fundo do mar.
Congresso Náutica: para discutir os entraves ao desenvolvimento do turismo náutico no Brasil e como superá-los, especialistas de diversas áreas participarão do 4º Congresso NÁUTICA, que indicará os caminhos a percorrer. O evento, exclusivo para convidados, acontecerá nos dias 27 e 28 de setembro, e reunirá prefeitos e secretários de turismo.
Sabor do Mar: os visitantes do salão náutico paulista poderão saborear um cardápio único dentro de uma experiência gastronômica inesquecível, preparada por um dos principais chefs do Brasil.
Os principais lançamentos: com o tema “O mercado náutico vem com tudo”, o São Paulo Boat Show reunirá os grandes lançamentos e destaques do setor em um só lugar! Lanchas, equipamentos, acessórios, motores e muito mais!
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Com a presença do prefeito de São Paulo, Bruno Covas, e do apresentador Rodrigo Faro, o estaleiro Sedna Yachts, uma das principais marcas de pesca no Brasil e América do Sul, inaugurou nesta sexta-feira (24) seu novo showroom em São Paulo, localizado na Avenida Europa, 421, no Jardim Europa, uma das regiões mais nobres da capital paulista.
O novo espaço, batizado de Sedna Group, é uma espécie de boutique náutica, com uma série de marcas do mercado, como Volvo Penta e Marine Express, onde os clientes e convidados terão contato com modernas e luxuosas instalações, equipamentos náuticos, artigos de decoração e um espaço gourmet completo para confraternizações. Um conceito inovador em atendimento a clientes náuticos em São Paulo. Fotos: Cassiano de Souza.
A Sedna Yachts está confirmada no São Paulo Boat Show 2018, que acontecerá de 27 de setembro a 2 de outubro, no São Paulo Expo e, como de costume, reunirá os grandes lançamentos e destaques do setor em um só lugar! Os visitantes poderão conferir de perto iates, lanchas, barcos de pesca, equipamentos, acessórios, motores e muito mais. Serão atrações para toda a família, incluindo o já tradicional Espaço dos Desejos, PADI Dive Festival e a primeira edição do Destinos Náuticos, um pavilhão exclusivamente destinado a cidades com potencial náutico, que prometem seduzir os visitantes do salão.
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Nosso #tbt de hoje é um teste publicado em NÁUTICA (edição 153), no ano de 2001, realizado por Marcio Dottori, durante o Rio Boat Show daquele ano, com a Phantom 345, uma das lanchas de peso com comando aberto da época. Na avaliação, contra ventos nordestes de 15 nós e ondas curtas de 80 cm que dificultavam a navegação, a antiga lancha do estaleiro Schaefer Yachts, com dois motores Volvo de 243 hp cada, atingiu 39,3 nós, a 3 950 rpm. Repare na popa: as grandes plataformas e o móvel gourmet ainda não eram tendência no Brasil. Recordar é viver! Fotos: Ito Cornelsen.
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O fabuloso mundo dos superiates cresce de maneira tão acelerada, que mesmo novíssimos barcos não têm conseguido entrar para a seleta lista dos 100 maiores do planeta — objetivo secreto da maioria dos seus vaidosos donos. Antes mesmo de saírem dos estaleiros, já foram superados em tamanho por outros projetos.
Uma das mais recentes vítimas dessa disputa por um lugar no rol dos 100 mais foi este esplendoroso superiate, o Galaxy of Happiness. Com 174 pés de comprimento e um show de amenidades a bordo, este trimarã, em outros tempos, teria, fácil, fácil, lugar garantido entre os 50 maiores iates do mundo — hoje, não está nem entre os 100. Para almejar um lugar na lista, ele teria que ser, no mínimo, 90 pés maior do que é. E, ainda assim, ficaria em último. Nem isso seus 53 m de comprimento conseguiram.
Sim, parece uma nave espacial recém-pousada na água que, à luz do sol, cintila o tom prateado que predomina em seu casco futurista. E até o nome parece fazer referência a uma espaçonave. Mas o Galaxy of Happiness, construído na Europa, dentro dos mais altos padrões que a tecnologia atual permite, é um luxuoso superiate — mais especificamente, o maior trimarã particular a motor do mundo e, ainda por cima, híbrido, que pode ser impulsionado tanto por motores a diesel quanto por eletricidade. E é muito mais do que parece. Por fora, por dentro e pelo que entrega. Uma maravilha da arquitetura naval que faz jus à palavra “felicidade” estampada em seu exótico casco.
Lançado no ano passado, o Galaxy of Happiness está avaliado em 23 milhões de euros, de acordo com a Fraser Yachts, uma das mais importantes empresas de vendas de superiates do mundo. Navegando na velocidade de cruzeiro (24 nós), a embarcação, impulsionada por dois motores MTU diesel de 2 600 hp cada, tem autonomia de 2,3 mil milhas — a velocidade máxima é de 30 nós. Segundo o fabricante, o estaleiro Latitude Yachts, com sede na Letônia, o multicasco usa 40% menos energia para atingir a mesma velocidade máxima que um monocasco convencional, porém oferecendo mais conforto e estabilidade. Já com os propulsores elétricos, capazes de gerar 120 kW, a velocidade é de 6 nós e a autonomia, superior a uma hora. E, o que é melhor, no maior silêncio possível. Apenas ouvindo o som da água batendo em seus três cascos.
Tanto nas áreas externas quanto no interior, o multicasco — que leva em sua estrutura compostos de materiais como plástico reforçado e fibra de vidro — ostenta uma qualidade excepcional. Foi construído a partir de uma mistura de fibra de vidro e fibra de carbono. Do convés de teca ao suntuoso camarote do proprietário, passando pelo amplo salão com bancadas de mármore e piso de mogno vermelho, o barco inspira solidez e, ao mesmo tempo, suavidade. A generosa praça de popa abriga muitos sofás e uma grande mesa para refeições. Dali saem duas escadas (uma em cada bordo) que conduzem ao flybridge, onde não há posto de comando, e sim uma jacuzzi conjugada a um minibar.
Depois de ser entregue ao dono, a embarcação fez um giro por alguns portos da Europa. E, como não poderia deixar de ser, atraiu muitos holofotes. Construído com base em um projeto francês, o Galaxy of Happiness foi concebido em sua maior parte numa peça única, a exemplo de seu irmão-gêmeo, batizado simplesmente de Galaxy (e que pertence ao mesmo dono, acredite…). “Esses dois superiates significam dois anos e meio de um trabalho intenso, complicado e muito interessante”, disse Valdis Irbe, um dos sócios da Latitude Yachts, à época do lançamento.
Segundo ele, foi um grande desafio tocar esse trabalho. E, sem economizar na modéstia, acrescentou: “Fui corajoso o suficiente para concordar em trazer este projeto à vida”. O executivo agradeceu também ao cliente, “pela confiança e oportunidade de realizar este projeto de imensa complexidade, aplicando os mais altos padrões do mundo dos iates exclusivos”. Para o criador desta obra, os supertrimarãs de luxo podem inaugurar um promissor nicho a ser explorado nos próximos anos, principalmente para quem gosta de navegar com velocidade e autonomia. O design interior é assinado pela própria Latitude Yachts, em parceria com Jean-Jacques Coste, conhecido por projetar catamarãs a vela que ganharam elogios mundo afora, como o Cartouche, de 95 pés. Apesar do tamanho, o Galaxy of Happiness abriga apenas três exclusivos camarotes, sendo um do proprietário (pelo que consta, trata-se de um reservado magnata russo), com capacidade para acomodar um total de seis pessoas em pernoite — seis também é o número de tripulantes a bordo.
Por outro lado, são muitas as áreas comuns (só o salão possui três ambientes de entretenimento). Um sistema especial acoplado às janelas controla a entrada de luz natural, funcionando como uma espécie de dimmer, ao passo que o teto tem uma grande claraboia, por onde a luz do sol pode entrar sem limitação. À noite, entra em cena o sistema de iluminação artificial, com (muitas) luzes de led.
As áreas externas foram recobertas de peças de teca natural fabricadas com uma inovadora tecnologia de vácuo. Não apenas pelo fato de ser um multicasco, mas a estabilidade do Galaxy of Happiness é garantida por conta do posicionamento dos estabilizadores, instalados na parte traseira, próximo das “asas” que se ligam ao casco. São essas asas, a propósito, que permitem à embarcação alcançar maior velocidade durante a navegação, diminuindo sensivelmente o arrasto e proporcionando economia de energia. Por sua vez, o tanque de combustível tem capacidade para 18 mil litros e o de água pode receber incríveis 5 mil litros — bem mais do que muitas mansões em terra firme.
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Que tal visitar as principais novidades do mercado náutico no maior salão náutico da América Latina e ainda concorrer a um jet Sea-Doo? É isso mesmo! O São Paulo Boat Show 2018 promoverá o sorteio de um divertido jet Sea-Doo Spark Trixx, que faz parte da família de motos aquáticas Sea-Doo Spark, a mais acessível do mercado.
Com os apoios traseiros para os pés e guidão e colunas ajustáveis, o Spark Trixx facilita a realização de uma série de manobras, como empinar na água. O modelo ainda traz manoplas ergonômicas, sistema variável de Trim, iBr (freio e reverso exclusivos da Sea-Doo) e o motor de Eficiência Avançada de Combustão (ACE) Rotax 900 HO. O Spark Trixx é um jet que oferece diversão para toda a família ao proporcionar uma experiência única sobre a água.
COMO GANHAR?
Para concorrer é muito simples. Os visitantes do São Paulo Boat Show 2018 devem preencher um cupom (um por pessoa) e torcer para ser sorteado.
Todas as inscrições recebidas com os dados devidamente preenchidos serão enviadas para o local de apuração e colocadas em uma única urna, durante o salão náutico. Dessa urna, será retirado, manual e aleatoriamente, um cupom que, estando preenchido corretamente e atendendo os requisitos da promoção, será considerado ganhador.
O local do sorteio será o próprio São Paulo Boat Show, no dia 02/10/2018, às 20 horas, com livre acesso ao público.
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Como transportar um colosso de 88 toneladas, com quase 30 m de comprimento e largura de 7,05 m, por ruas e rodovias, ao longo de exatos 131 km, entre Osasco, na Grande São Paulo, e o litoral paulista?
A resposta a esta “equação” não é simples, mas os números falam por si. A primeira viagem da Intermarine 95 — maior barco já construído pela marca —, registrada por NÁUTICA no fim do ano passado, envolveu 50 pessoas, entre colaboradores do estaleiro paulista, que produziu o iate em questão, e prestadores de serviços, que se dedicaram a esse trabalho por quatro dias (ou melhor, noites, já que o deslocamento de cargas desse porte raramente acontece à luz do sol) do mês passado.
Isso sem contar o período de preparação necessário para o início da saga. Não foi a primeira vez que São Paulo parou para ver um barco desfilar no asfalto. Há 15 anos, o veleiro Paratii 2, de Amyr Klink, de 70 toneladas, 28,34 m de comprimento e 8,5 m de boca, cumpriu praticamente o mesmo roteiro, antes de estrear no mar e ganhar o mundo — uma ideia do caminho de sucesso que a Intermarine deverá percorrer.
A viagem em 8 momentos. De Osasco, na Grande São Paulo, ao Guarujá: o caminho percorrido pela Intermarine 95 (Fotos Paulo Schlick)
1 — Casco e fly separados
Por conta da altura, a Intermarine 95 precisou ser desmontada em duas partes. Uma carreta de 38 m de comprimento, com uma dúzia de eixos, foi reservada para o casco e o convés, enquanto outra menor, de 30 m, carregou a superestrutura do flybridge com hardtop. Antes disso, porém, o estaleiro contratou um guindaste extra apenas para içar as duas partes e colocá-las nas jamantas — o que foi feito ainda dentro do galpão, em Osasco, na Grande São Paulo.
2 — Primeira etapa vencida
O maior desafio para a Intermarine não foi transportar o casco em si até o mar (algo que sempre fez com maestria), mas carregar a imponente, porém delicada, superestrutura do flybridge com hardtop em uma carreta. O início do primeiro dia da viagem foi cumprido com êxito, quando, à noitinha, a carreta se aproximou da estrada que dá acesso à Rodovia dos Imigrantes, caminho para o Guarujá, no litoral paulista.
3 — Pernoite na estrada
Durante todo o trajeto, a preciosa carga recebeu escolta especializada. Como não é permitida a movimentação de embarcações na Imigrantes no fim de semana, as carretas pernoitaram na estrada em duas ocasiões. E, em ambas, seguranças particulares foram contratados para evitar curiosos.
4 — A descida da serra
Cercada de muita expectativa, especialmente por conta das curvas da estrada, a descida da serra do mar levou dois dias. Em um dos trechos, graças à altura da carga, foi preciso desviar de uma passarela e, para isso, as carretas tiveram de trafegar fora da pista. A propósito, todas as licenças para o transporte do iate (inclusive o desvio) foram obtidas junto aos órgãos de trânsito e concessionárias das rodovias.
5 — No nível do mar
No penúltimo dia de viagem por terra, as carretas percorreram o trecho urbano do Guarujá, chegando ao bairro de Astúrias. Durante a travessia, curiosamente, os veículos jamais ultrapassaram a velocidade de 30 km/h.
6 — Montagem final
Após a chegada do iate ao Guarujá, caminhões com itens de marcenaria, elétrica, mecânica, decoração, além de ferramentas de produção da Intermarine, seguiram até o mesmo destino para iniciar os detalhes finais da montagem. Cerca de 20 pessoas foram mobilizadas para concluir a obra.
7 — Bem perto do mar
Para os primeiros testes de mar, além dos engenheiros do próprio estaleiro, parceiros e fornecedores dos Estados Unidos e o criador da obra, o designer brasileiro Luiz de Basto, que mora em Miami, vieram exclusivamente ao Brasil para acompanhar o processo.
8 — A estreia de uma grande estrela
Se estivesse vivo hoje, o saudoso fundador do estaleiro paulista Intermarine, Gilberto Ramalho, estaria orgulhoso de toda a sua equipe e, em especial, de sua filha, Roberta Ramalho, atual presidente do estaleiro, que brilhantemente seguiu seus passos e lançou a Intermarine 95. Um iate único. A começar pelo tamanho dos cômodos. A proposta é justamente estimular a criatividade do dono, que deve imaginá-lo como uma folha em branco, onde pode colocar o que quiser — porque, muito possivelmente, caberá. A Intermarine 95, com pouco mais de 29 metros de comprimento, tem uma aparência claramente esportiva — embora ofereça um nível de conforto altíssimo. As linhas são ousadas e fazem parte da ideia de mostrar um iate não tão convencional quanto os demais do mesmo porte. E consegue. Um barco feito para impressionar.
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