Voz dos atletas

Por: Redação -
20/01/2015

O velejador medalhista olímpico Lars Grael será o presidente da Comissão Nacional de Atletas, ligada ao Conselho Nacional do Esporte (CNE). O convite foi feito pelo ministro do Esporte, George Hilton, em reunião realizada nesta terça-feira (20), em Brasília. Segundo o titular da pasta, Lars Grael contribuirá também na elaboração de um Sistema Nacional do Esporte, com a formação de um fundo nacional que vai determinar o fomento ao esporte de base no país. “Disse no meu discurso de posse que iria dialogar com o setor esportivo, com pessoas com experiência e que dominam o assunto. Nós convidamos o Lars para assumir a presidência da Comissão de Atletas. Ele trará a experiência acumulada ao longo dos anos, inclusive como secretário nacional do Ministério do Esporte e abrirá um amplo diálogo com os atletas”, ressalta o ministro.

O medalhista olímpico explica que a comissão será uma voz direta dos atletas com o governo federal. “Penso que o ministro mostrou um caminho e estendeu a mão à comunidade esportiva reativando uma comissão, que estava inativa, para que ela traga uma voz representativa do atleta olímpico, do atleta paraolímpico e até de modalidades não olímpicas. Assim, eles poderão trazer sugestões e reivindicações”, explica Lars Grael, ao acrescentar que “o ministro mostrou disposição de ter os atletas como parceiros diretos na sua gestão ministerial”.

Para o ministro George Hilton, Lars tem um respeito enorme do segmento para conduzir o diálogo com o meio esportivo. “Tenho certeza que faremos uma parceria fundamental para a consolidação, não só de uma legislação nacional, mas também de apoio a prática esportiva em todo país”, ressalta Hiton.

Além da Comissão Nacional de Atletas, George Hilton vai reativar a Comissão de Clubes Esportivos Sociais. Ela vai propor ações voltadas para o desenvolvimento e incentivo a prática esportiva nesses locais. “Hoje, os clubes são representados pela Confederação Brasileira de Clubes (CBC), que trabalha em conjunto com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). Com a comissão, as agremiações terão acesso direto ao Ministério do Esporte. Assim, terão um canal aberto para sugerir ações, uma vez que os clubes são os verdadeiros formadores de atletas olímpicos e paraolímpicos”, lembra o Lars Grael.

Foto: Gustavo Rampini/LIDE

 

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