YouTuber lança câmera a 200 metros de profundidade e registra criatura não identificada
Barny Dillarstone é famoso pelas explorações subaquáticas e surpreendeu até mesmo especialistas com seu achado. Assista!


Muitos mistérios envolvem o mundo que existe nas profundezas do mar. Do que habita lá embaixo, pouco se sabe. Não à toa, o britânico Barny Dillarstone acumula milhões de visualizações em seu canal no YouTube, onde registra suas explorações subaquáticas. No mais recente de seus feitos, ele flagrou, a 200 metros de profundidade, uma criatura não identificada.
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Conservacionista marinho e cinegrafista subaquático, Dillarstone foi explorar as águas de Bali, na Indonésia. Durante duas noites, ele enviou uma câmera presa a uma bola de isca para as profundezas do mar, conseguindo, assim, flagrar todo tipo de criatura noturna que se aproximava do equipamento a 110, 120, 140, 160 e 200 metros de profundidade.


Ao longo do vídeo, é possível ver de perto o interesse dos animais pela isca e a forma como cada um deles reage diante do equipamento. Desde enguias gigantes, náutilos, caranguejos e lagostas até enguias-congro agressivas, caranguejos-aranha e um verme-de-fogo deixam seus rastros na “armadilha”.


É ao final do vídeo, porém, já a 200 metros de profundidade, que uma criatura não identificada se aproxima. Veja:
Nem mesmo especialistas identificaram o animal
A câmera de Dillarstone conseguiu captar um tipo de raia de águas profundas, talvez uma arraia-pintada. Isso porque o cinegrafista revelou que procurou especialistas no assunto para definir a espécie do animal, mas nenhum deles chegou a uma resposta.


Talvez seja uma nova espécie para a ciência. Não é todo dia que se captura uma criatura que pode reescrever parte do registro de espécies da região– destacou
Embora um mistério, o achado de Dillarstone reforça a tese de que, quando o assunto é o fundo do mar, ainda há muito o que se descobrir.


Recentemente, uma nova espécie de raia-manta foi identificada, depois de 15 anos confundindo pesquisadores.


Mobula yarae. Foto: Nayara Bucair / All Angle / Acervo Projeto Mantas do Brasil / Jornal da USPTrata-se da Mobula yarae, a terceira do grupo, ao lado das Mobula alfredi e Mobula birostris. O animal, encontrado no México, nos Estados Unidos e no Brasil, recebeu o nome em homenagem à Iara, personagem da cosmologia indígena conhecida por ser meio mulher e meio peixe.
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