Seis amigos foram de Mangaratiba a Ilhabela. De jet!

Por: Redação -
09/04/2021

Da ilha de Itacuruçá (perto de Mangaratiba, no Rio de Janeiro) a Ilhabela, no litoral Norte de São Paulo, uma distância de 500 quilômetros, ou 270 milhas náuticos. De jet! Esse foi o desafio a que se lançaram seis amigos, que largaram em dias diferentes, mas voltaram juntos, pelo mesmo trajeto.

A ideia pode parecer meio maluca e arriscada. Mas nada aconteceu, a não ser um enorme prazer, como contam José Carlos Brito, Guilherme Leite, Flávio Sobral e Eduardo Barbosa, que zarparam no dia 9 de novembro, enquanto Flávio Serpa e Cristiano Guimarães saíram no dia 10.

Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações

Não se trata de aventura, como pode parecer à primeira vista. Antes de iniciar a travessia, os amigos planejaram cada passo da jornada, durante doze meses, tomando todos os cuidados que o mar exige e aconselha. O maior desafio seria lutar contra o cansaço físico, a possível falta de visibilidade em alguns trechos e os humores do tempo.

Os seis amigos a bordo de seis jets

“Foram várias reuniões de planejamento. Além disso, fizemos alguns treinamentos utilizando o material da expedição, incluindo uma volta completa à Ilha Grande, para nos testar em mar aberto”, explica Flávio Sobral.

Leia mais:

>> 500 km de caiaque pelo litoral: amigos enfrentam o mar entre o Paraná e Ilhabela a remo

>> Renomada marca de carros elétricos entra no mercado de iates com modelo de 130 pés

>> 100 anos de história: estaleiro português constrói tradicionais barcos rabelos à mão

Os amigos em terra firme – Imagem: Acervo Pessoal

A primeira perna da expedição foi entre Itacuruçá e a Ilha Grande, onde fizeram o primeiro abastecimento. Depois, seguiram para Ponta da Joatinga, em Ubatuba, onde reabasteceram mais uma vez, e dali seguiram para Ilhabela.

“Chegar lá, sentar no restaurante e tomar uma cerveja gelada, vendo o pôr do sol, trouxe uma sensação de dever cumprido maravilhosa”, diz Flávio, revelando o estado de espírito do grupo.

Apesar de alguns contratempos, que foram aliviados pelo prazer de contemplar a bela paisagem da região, os amigos conseguiram realizar a expedição e chegar em casa três dias depois, sem tantos problemas, mas com uma bela história para contar.

Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

Gostou desse artigo? Inscreva-se no canal de NÁUTICA no YouTube e ATIVE as notificações para ser avisado sobre novos vídeos.

Náutica Responde

Faça uma pergunta para a Náutica

    Relacionadas

    Fountaine Pajot leva catamarã de 16 metros ao Rio Boat Show 2024

    Aura 51 é o maior catamarã a vela sem flybridge do estaleiro francês e estará no evento náutico de 28 de abril a 5 de maio

    No NÁUTICA Talks, Elio Crapun palestra sobre revolução dos hidrofólios nas embarcações

    Velejador abordará detalhes sobre realidade e avanços de barcos que navegam sobre fólios durante o Rio Boat Show 2024

    Casarini Boats levará mistura de bote com jet ao Rio Boat Show 2024

    Embarcação inovadora será um dos destaques do evento que acontece de 28 de abril a 5 de maio, na Marina da Glória

    No NÁUTICA Talks, Paula Vianna mergulha nos desafios da fotografia subaquática

    Vencedora de concursos internacionais, fotógrafa é presença confirmada no Rio Boat Show 2024

    Série de NÁUTICA com família a bordo de barco centenário já tem data de estreia

    Com 10 episódios, “A Europa como você nunca viu” acompanhará um casal, uma criança e um cachorro pelos canais dos Países Baixos