Falta um mês para o São Sebastião Boutique Boat Show

Por: Redação -
07/11/2017

Falta um mês para a primeira edição do São Sebastião Boat Show. O evento vai agitar as águas da mais badalada cidade do litoral norte paulista entre os dias 7 e 10 de dezembro, na Praça de Eventos.

Organizado pela mesma equipe que realiza os salões náuticos do Rio, de São Paulo e de Ilhabela, o São Sebastião Boutique Boat Show promete ser mais um sucesso, reunindo grandes marcas do setor náutico em um ambiente totalmente propício, onde os visitantes poderão ir com suas famílias e amigos conferir de perto (e por dentro) as principais embarcações do mercado.

Além da exposição de barcos, o evento integrará entretenimento náutico com música e boa gastronomia, para unir ao ambiente aconchegante que São Sebastião oferece. Tudo na mais perfeita harmonia para que o visitante e sua família tenham agradáveis momentos de lazer e diversão.

O São Sebastião Boat Show ficará aberto ao público das 16h às 22h, de 7 a 9 de dezembro e, no dia 10, das 15h às 21. Os ingressos terão preço único de R$ 30 e poderão ser adquiridos no local. Fique por dentro do São Sebastião Boutique Boat Show por meio do portal de NÁUTICA e do site oficial do evento: www.saosebastiaoboatshow.com.br.

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    Allied Marine torna-se revendedora exclusiva do Grupo Ferretti na Costa Leste dos Estados Unidos

    Por: Redação -

    A Allied Marine acaba de tornar-se revendedora exclusiva da Ferretti Yachts, Pershing, Itama, Riva e Mochi Craft ao longo da Costa Leste dos Estados Unidos, bem como revendedora autorizada das marcas CRN e Custom Line.

    Focada em vendas de iate e charter dentro da faixa de 50 a 100 pés, bem como uma equipe dedicada a superiates de mais de 100 pés, a Allied Marine poderá desenvolver melhor essas áreas de negócios e, ainda, oferecer um excelente portfólio de novos modelos para sua clientela.

    “Essas marcas abrangem os mais requintados iates e superiates personalizados no mundo de hoje”, disse o diretor de vendas e marketing da Allied Marine, Justin Blue. “Com mais de 70 anos de assistência a nossos clientes para que seus sonhos se tornem realidade, nossa equipe é altamente experiente na indústria. Tornar-se uma concessionária nos dá a amplitude e a capacidade de garantir nossa posição de liderança no mercado global”, completou.

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      Ventos começam a apertar na Transat Jacques Vabre

      Por: Redação -

      Tradicionalmente, os primeiros dias da Transat Jacques Vabre são sempre muito complicados. As condições de vento, sempre acima de 25 nós, somadas às ondas e a frente fria deixam a regata ainda mais emocionante e perigosa. O Canal da Mancha e a Baía de Biscaia, no norte da Espanha nessa época do ano são difíceis de navegar.

      Se a primeira noite da 13ª Transat Jacques Vabre foi difícil, a segunda noite vai ser pior para os 37 barcos e 74 tripulantes. Ventos de de até 45 nós e ondas de 5 metros testam a capacidade de navegação, estômagos e equipamentos.

      ”Os barcos estão muito rápidos. Na próxima noite vão pegar muito vento e ondas gigantes. São as condições de boas-vindas aos velejadores”, disse Francis LeGoff, diretor da Transat Jacques Vabre. ”Pelo jeito que eles estão, os primeiros barcos devem chegar em Salvador em 8 dias”.

      As condições do vento serão difíceis para as quatro classes, até para o Ultime Edmond de Rothschild, que lidera toda a flotilha.

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        Velejadores olímpicos são campeões na Guarapiranga

        Por: Redação -

        O campeão olímpico da classe Tornado nos Jogos de Moscou, em 1980, Alex Welter, e o campeão mundial de Snipe e também velejador olímpico (Sydney e Atenas) Alexandre Paradeda, conquistaram os Campeonatos Paulistas de A-Class e de Snipe, respectivamente, neste fim de semana prolongado na Represa Guarapiranga, em São Paulo. No dia decisivo, rajadas de noroeste acima de 20 nós (mais de 40 km/h) impulsionaram mais de 50 barcos nas duas competições organizadas por Yacht Club Paulista (YCP) e Yacht Club Santo Amaro (YCSA).

        Welter (YCSA) obteve seis vitórias em oito regatas, enquanto Paradeda venceu quatro de sete provas ao lado de Anna Júlia Tenório, representando a Escola de Vela de Ilhabela (EVI). “O Paulista foi muito bom para animar a classe. Depois do Brasileiro em abril, em Búzios, quase não houve movimentação na A-Class. Em 2018 o Brasileiro será na Guarapiranga e esperamos um nível ainda mais elevado. Não posso bobear”, afirmou Welter, referindo-se à evolução dos adversários nos catamarãs (barcos de dois cascos).

        Tetracampeão brasileiro de A-Class, multicasco assim como o Tornado, Welter é sempre referência para os demais velejadores. “Adoro velejar contra o Alex. Raramente eu ganho dele, mas quando venço, posso dizer que ganhei de um campeão olímpico”, brincou Alberto Kunath, terceiro no Paulista e vencedor da última regata. “A diferença é que precisamos treinar muito para nos aproximarmos dele. É uma honra correr com ele, elogiou Kunath”. Ricardo Lowy foi o segundo colocado, com o trio do YCSA no pódio.  

        Alex Wélter, campeão na A-Class (Foto: APJ Esportes)

        O Campeonato Paulista ratificou a consolidação da classe com mais de 40 barcos na Guarapiranga. Duplas de Ilhabela, São Sebastião, Santos, Rio de Janeiro e Porto Alegre disputaram a competição paulistana. Ao lado dos campeões Xandi Paradeda e Anna Júlia, Rafael Gagliotti e Henrique Wisniewski, de Santos (ICS), com a prata, e Rique Wanderley e Richard Zietmann (YCSA), com o bronze, completaram o pódio. José Hackerott e Bernardo Lobo (YCP) venceram na categoria júnior.  

        Contratado há um mês pela prefeitura como técnico da Escola de Vela de Ilhabela, Paradeda foi humilde ao falar sobre o título paulista. “As quatro primeiras regatas foram muito difíceis devido ao vento constantemente rondado. Tudo o que fizemos deu certo. Tivemos mais sorte do que juízo”, declarou o velejador gaúcho, representante da classe 470 em duas olimpíadas e campeão brasileiro de Snipe em janeiro deste ano em Ilhabela.

        A ilhabelense Anna Júlia, aluna de Paradeda na EVI, foi eficiente como proeira de seu professor em seu primeiro Campeonato Paulista. “Antes da Snipe, eu velejava de Optimist e depois fiquei um ano na Laser. Hoje, aprendo tudo sobre vela com o Xandi. Pretendo cursar Educação Física e seguir carreira na vela”, desejou a estudante e velejadora de 16 anos. O Brasileiro de Snipe de 2018 está marcado para Porto Alegre. No ano seguinte a competição será em São Paulo com projeção de 100 barcos na Guarapiranga.

        Campeonato Paulista de A-Class (8 regatas, 2 descartes)

        1 – Alex Welter (YCSA) – 6 pontos perdidos

        2 – Ricardo Lowy (YCSA) – 14 pp

        3 – Alberto Kunath (YCSA) – 17 pp

        Campeonato Paulista de Snipe (7 regatas, 1 descarte)

        1 – Paradeda / Tenório (Mista – EVI) – 6 pontos perdidos

        2 – Gagliotti / Wisniewski (Sênior – ICS) – 9 pp

        3 – Wanderley / Zietmann (Máster – YCSA) – 17 pp

        Categoria Júnior

        1 – José Hackerott / Bernardo Lobo (YCP) – 39 pp

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          Conheça a âncora de inox Delta, que equipa muitas lanchas importadas à venda no Brasil

          06/11/2017

          A âncora é um dos equipamentos mais importantes a bordo. Afinal, se o barco estiver perto da arrebentação ou das pedras, uma boa ancoragem é fundamental. Imagine, então, se o motor parar de funcionar: fica a cargo da âncora manter no lugar a lancha ou o veleiro (se não estiver ventando), até que o socorro chegue ou, então, o propulsor seja reparado.

          A capacidade funcional da âncora depende muito do tipo de material do fundo, sendo a areia o melhor deles. Outro fator que contribui para essa capacidade diz respeito ao filame, isto é, a quantidade de cabo ou de corrente da proa até o fundo. A regra geral indica que quanto maior o filame, melhor. Na prática, costuma-se adotar a relação de 5:1, o que significa que o filame deve corresponder a cinco vezes a soma da profundidade com o valor da borda-livre na proa. Na verdade, quanto maior o filame, mais a âncora unha.

          NÁUTICA já fez testes com vários tipos de âncoras. Desta vez, fizemos uma avaliação um pouco diferente, usando uma Delta de inox de 6 kg, produzida pela Lewmar. A Delta é uma âncora relativamente conhecida no estrangeiro e equipa muita lanchas importadas à venda no Brasil, sendo recomendada para barcos de 18 a 26 pés — ou até de 30 pés, no caso de embarcações leves e estreitas, como veleiros de competição.

          Para a avaliação, em vez de um barco, usamos uma picape Saveiro Cross 4×2, equipada com dispositivo para transferir a tração sempre para a roda com maior aderência. Sua capacidade de tração na areia equivale, segundo nossas estimativas, a ventos de 15 a 20 nós incidindo sobre uma lancha de 20 pés. Isto nos permitiu verificar como a âncora unhou e facilitou, também, a verificação da imobilização do automóvel travado pelo ferro. Claro que estávamos com um filame muito maior que o usado na água, mas, com o uso da corrente e um filame de 10:1, a haste da âncora acaba trabalhando quase na horizontal, como aconteceu no teste.

          Puxada pelo automóvel, que é impulsionado por um motor de 1.6 litro e 120 cv, da VW, a reluzente Delta unhou rapidamente e logo fez as duas rodas da picape patinarem sem conseguir mover o carro para a frente. Com isso, a força da Saveiro não foi páreo para a capacidade de fixação na areia da âncora de inox. E, assim, o objetivo desta avaliação, que era verificar se o ferro daria conta do recado de segurar um barco em ventos de Força 4 ou 5 (na escala Beaufort, que relaciona a intensidade dos ventos com a altura das ondas), foi cumprido, com resultado positivo para o produto: sim, você pode se sentir seguro se tiver uma Delta na proa do veleiro ou da lancha — muito mais até do que uma âncora Bruce, a mais comum em embarcações de lazer brasileiras.

          Satisfeitos com o resultado na prova de tração, partimos para o acondicionamento da âncora no paiol de uma lancha de 19 pés (5,80 m) de comprimento, portanto, um espaço pequeno. E a âncora da Delta, que não tem partes móveis, adequou-se perfeitamente. Em caso de emergência, situação na qual a âncora tem de ser lançada em fundo rochoso, a resistência do inox é superior à do alumínio, o que também conta pontos para o produto.

          Apenas o manuseio de um ferro de 6 kg não é lá tão fácil, principalmente em mar agitado, estando na proa do barco. Já quanto ao preço, não temos dúvida de que esta âncora custa caro. No entanto, a Navetron promete trazer a Delta de aço galvanizado, o que significa que o custo de ambas, nas capacidades equivalentes, deve ser semelhante. Enfim, logo teremos disponível no mercado mais uma boa opção de âncora.

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            Voga Marine e Nautispecial promovem curso de capacitação

            Por: Redação -

            A Voga Marine, em Ubatuba, e a Nautispecial, marca de produtos náuticos, realizarão um curso de capacitação para marinheiros, sócios, prestadores de serviços e funcionários, nesta terça-feira (7), a partir das 9h, na Voga Náutica.

            A programação terá palestras sobre temas variados, entre eles, uso consciente da água economia dos produtos de limpeza; descarte correto de resíduos contaminados, lixo e recicláveis; apresentação de produtos biodegradáveis; e a importância do uso de capa para as embarcações. Os organizadores promoverão, ainda, parte prática do curso aos participantes, que receberão um kit de brinde e certificado.

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              Salvador recebe 13ª edição da Transat Jacques Vabre

              Por: Redação -

              A 13ª edição da Transat Jacques Vabre, principal regata transatlântica do mundo, começou no domingo (5), em Le Havre, na França, com a participação de mais de 40 barcos. A prova em duplas tem como destino final a cidade de Salvador, na Bahia.

              A partir de 12 de novembro a Vila da Regata, no Terminal Turístico Náutico da Bahia, começará a receber os participantes com muita festa. São esperados pelo menos 450 turistas estrangeiros e um movimento local de mais de R$ 4 milhões com a prova. Antonio Barretto Junior, diretor de turismo da SECULT (Secretaria Municipal de Cultura e Turismo) de Salvador, acompanhou pessoalmente a largada em Le Havre.

              São 80 velejadores de nove países, incluindo o Brasil, representado pelo baiano Leonardo Chicourel, que está a bordo da embarcação Mussulo 40. Atletas de Omã, Alemanha, França, Itália, Espanha, Inglaterra e Suíça estão na disputa de mais de 8 mil quilômetros pelo Oceano Atlântico da travessia.

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                Tradicional etapa da Volvo Ocean Race larga com brasileira novamente

                Por: Redação -

                A Etapa 2 da Volvo Ocean Race promete ser um verdadeiro jogo de estratégia pelo Oceano Atlântico. Os sete barcos que disputam a Volta ao Mundo partem de Lisboa, Portugal, para a Cidade do Cabo, na África do Sul. Serão 7 mil milhas náuticas ou quase 13 mil quilômetros de regata para mais de 20 dias de prova.

                Confirmada na equipe AkzoNobel, Martine Grael está animada para fazer sua estreia numa verdadeira etapa de Volvo Ocean Race. ”A expectativa para a perna para a África do Sul está bem boa. Agora vamos estar com a tripulação completa. Acho que será um desafio pra mim passar 20 dias confinada num barco. Mas acho que vai ser legal”, disse Martine Grael.

                A etapa até a Cidade do Cabo faz parte da história da regata de Volta ao Mundo. Será a décima vez que os sul-africanos recebem a competição. E descer o Atlântico exige muita atenção. A começar pela passagem pelas ilhas Canárias e Cabo Verde, as calmarias dos Doldrums e agora uma pequena passagem pelos mares do sul antes de dobrar para o destino final.

                Nesta edição, as opções táticas ficaram muito mais abertas, já que foi removido o tradicional gate na ilha de Fernando de Noronha, a 170 milhas da costa do Brasil.

                ”Passar do Equador será um grande marco pra mim, será a minha primeira vez …e depois vou passar pelos mares do sul, pois a antes de chegar na África do Sul a gente faz uma grande curva até lá. Serão cinco dias de bastante vento e onda”, falou a brasileira Martine Grael. O team Akzonobel ocupa a quarta colocação na classificação geral. Líder da Volvo Ocean Race, o comandante Charlie Enright do Vestas 11th Hour Racing espera uma etapa bastante interessante do ponto de vista tático. ”Usualmente tínhamos quase de ir até ao Brasil…como se costuma dizer West is the Best”.

                “Vamos ver no que vai dar”, disse Xabi Fernández, do MAPFRE: “É difícil dizer. O Joan Vila (navegador) vai ter muito trabalho, mas confiamos nos seus instintos e seguramente teremos uma boa passagem pelo Equador.”

                ”Será uma etapa interessante e julgo que vamos ter a maior separação da flotilha em comparação às últimas edições da Volvo Ocean Race. Vamos ver o que acontece”, disse David Witt, skipper do Sun Hun Kai/Scallywag. Antes de se mandar para o Atlântico, terá um percurso dentro do Rio Tejo, com bóias montadas na Praça do Comércio. As equipes rumam depois à África do Sul com ventos soprando entre os 15 e 18 nós.

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                  Pontal Yacht Day reuniu mais de 100 embarcações nas águas da Baía de Paranaguá

                  Por: Redação -

                  Nem o mau tempo atrapalhou a primeira edição do Pontal Yacht Day. Mais de 100 barcos e jets participaram da reunião de barcos na Baía do Maciel, em Pontal do Sul, na Baía de Paranaguá.

                  O encontro, que surgiu de uma iniciativa dos amigos Rômulo Dagostin, Luiz Fernando Brychta, Vinicius Gunha e Weriton Cardoso de Souza, começou ao meio dia e contou com o apoio e empenho de todas as marinas e iates clubes da região, que juntas promoveram uma grande festa náutica.

                  Barco com Dj, sorteio de brindes, pescadores da comunidade do Maciel com suas canoas artesanais e até um barco boate com máquina de fumaça e luzes especiais animaram o encontro. A festa está programada para continuar em janeiro.

                  O evento não teve fins lucrativos e, mais do que isso, fez a arrecadação de cestas básicas e alimentos não perecíveis em prol da comunidade ribeirinha local, chamada de Maciel.

                   

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                    Velejando pelo Mundo estreia primeiro episódio na TV Náutica

                    Por: Redação -
                    04/11/2017

                    Faz quase dois anos que Beto Toledo e Thaís Cañadó, cansados da correria de São Paulo, resolveram mudar radicalmente de vida, virar a mesa e buscar uma vida mais tranquila, mais próxima à natureza. Foi quando Beto propôs a Thaís trocar a terra firme pela vida na água e sair velejando mundo afora.

                    O problema é que eles nunca tiveram um barco a vela, nem sequer sabiam velejar. Teriam de começar do zero! Mesmo assim, acumularam coragem suficiente para abandonar os empregos e começaram a planejar a iniciação à vida náutica.

                    Antes de investir na compra do barco, porém, teriam de enfrentar uma questão doméstica: Thaís é dona de um cachorro da raça golden retriever — o Google, de 3 anos. É claro que o Google embarcou junto.

                    Decisão tomada, o casal fechou a compra do veleiro Shogun, um clássico Peterson 33, fabricado no ano de 1980 no Rio de Janeiro, cujo vendedor era o único dono. Barco na mão, eles enfrentaram a primeira travessia: do Guarujá a Ilhabela.

                    Como a pressa não faz parte do vocabulário do casal, o Shogun ainda está no Rio de Janeiro, de onde produziram o primeiro episódio da viagem para a TV Náutica, no YouTube. A ideia deles é subir a costa brasileira e depois seguir um roteiro ainda não traçado, que tanto pode ser uma velejada até a Europa, via Caribe, como cruzar o Canal do Panamá. Provavelmente, todas as alternativas.

                    A partir de agora, toda quinta-feira, o casal e o fofíssimo Google serão personagens de uma gostosa história que NÁUTICA irá acompanhar e apresentar. Ainda vamos ouvir falar muito sobre eles. Fique ligado na TV Náutica, no YouTube.

                    Veja o primeiro episódio aqui:

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                      Martine Grael aprova estreia na Volvo Ocean Race

                      Por: Redação -
                      01/11/2017

                      Primeira brasileira a correr a Volvo Ocean Race, Martine Grael saiu satisfeita com o seu desempenho e da equipe AkzoNobel na primeira etapa da Volta ao Mundo. O barco da campeã olímpica na Rio 2016 terminou o percurso entre a Espanha e Portugal na quarta colocação, após 6 dias, 6 horas e 11 minutos de regata. O vencedor foi o Vestas 11th Hour Racing, seguido por MAPFRE e Dongfeng Race Team.

                      O team AkzoNobel foi para a disputa com um atleta a menos. Minutos antes da largada, o holandês Simeon Tienpont retornou ao posto de comandante e quatro integrantes fixos deixaram o barco, inclusive o brasileiro Joca Signorini.

                      ”A gente teve um começo muito difícil da regata. Teve muitas manobras e com uma pessoa a menos tivemos dificuldades. Praticamente a tripulação inteira mudou um dia antes da largada. Depois desse momento difícil, a gente teve vários acertos de tática, muita comunicação e trabalho em equipe. Saímos de Gibraltar em segundo! Depois a falta de treino foi contando…foi muito bom como time segurar tão bem com as condições que a gente teve”, disse Martine Grael.

                      O team AkzoNobel competiu com oito velejadores contra nove das demais equipes. Para formar a tripulação, o comandante holandês ‘pegou emprestado’ o português Antonio Fontes do Sun Hung Kai / Scallywag.

                      ”Foi uma experiência espetacular. Ainda bem que os barcos são one-design, pois é tudo igual e as manobras correram bem. Foi um bom resultado, mas infelizmente perdemos alguns lugares já perto do final”, disse o velejador português.

                      Na Etapa 1, o team AkzoNobel largou em último e conseguiu recuperar posições rapidamente. Nos seis dias de regata, o barco se manteve entre segundo e terceiro lugares, perdendo o lugar no pódio nas últimas 24 horas de prova.

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                        Campeão olímpico ajuda equipe brasileira na Transat Jacques Vabre

                        Por: Redação -

                        O campeão olímpico Eduardo Penido teve um papel fundamental na preparação do barco brasileiro Mussulo 40 Team Angola Cables para a regata Transat Jacques Vabre, que começa no domingo (5), em Le Havre, na França. Ouro em Moscou 1980, o velejador ministrou clínicas com a dupla em Ilhabela (SP) no ano passado e passou algumas dicas de como encarar o percurso em dupla e macetes do veleiro, que é pouco utilizado no Brasil. As 38 equipes inscritas na maior regata transatlântica do mundo vão enfrentar 8 mil quilômetros até o destino final, que é Salvador, na Bahia.

                        Eduardo Penido disputou a Transat Jacques Vabre na edição passada a bordo de um Class40, mesmo modelo de barco que será utilizado por José Guilherme Caldas e Leonardo Chicourel na campanha de 2017.

                        ”Foi muito enriquecedor! As dicas do Edu Penido nos ajudaram a conhecer melhor os limites do barco e saber qual a melhor situação para usar as velas. De certa forma, o Class40 é fácil de velejar em situações extremas, coisas que barcos de regatas de barla-sota não tem. É um barco rápido, seguro e sólido. Estamos sempre com o controle dele”, disse o baiano Leonardo Chicourel.

                        Leonardo e José Guilherme pegaram bem o jeito do barco e já obtiveram resultados expressivos, como o recorde da tradicional CapeTown Rio em janeiro de 2017.

                        Penido na Transat

                        Em 2015, Eduardo Penido e Renato Araújo fizeram história ao se tornarem a primeira dupla brasileira na história da Transat Jacques Vabre. Os velejadores correram a bordo do Zetra, um Class40 como o Mussulo.

                        ”Acredito que a principal dificuldade que eles vão enfrentar na regata é suportar o frio, a fome, a umidade e as tempestades…mas acima de tudo, vão ter muita, mais muita alegria e emoção no final”, disse Eduardo Penido.

                        O Zetra fez o percurso de 10 mil quilômetros entre Le Havre, na França, e Itajaí, em Santa Catarina, em 28 dias, 10 horas e 37 minutos, e encerrou sua participação na sexta colocação da categoria Class40.

                        A Transat Jacques Vabre tem quatro classes em disputa: IMOCA, Ultime, Multi50 e Class40.

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                          Vem aí o primeiro Pontal Yacht Day, nas águas do Paraná

                          Por: Redação -

                          No próximo sábado, dia 04/11, os donos de barcos do Paraná têm um encontro marcado: a tão esperada primeira edição do Pontal Yacht Day, que promete reunir mais de 150 embarcações na Ponta do Maciel, onde deságua o rio de mesmo nome, em frente à ilha do Mel, na Baía de Paranaguá. A reunião de barcos, que promete agitar as águas da baía a partir do meio dia, começou como uma iniciativa dos amigos Rômulo Dagostin, Luiz Fernando Brychta, Vinicius Gunha e Weriton Cardoso de Souza, e conta com o apoio e empenho de todas as marinas e iates clubes da região, que juntas querem fazer do encontro uma grande festa náutica. O evento não tem fins lucrativos e, mais do que isso, fará a arrecadação de cestas básicas e alimentos não perecíveis em prol da comunidade ribeirinha local, chamada de Maciel. Fique ligado! Confira imagens de cobertura do evento no Instagram @nauticaonboard.

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                            Confira as quatro dúvidas mais comuns sobre o sistema de som a bordo

                            Por: Redação -
                            30/10/2017

                            Uma boa música torna ainda mais agradável qualquer passeio de barco. Para isso, mais fundamental do que o aparelho de som em si são os alto-falantes que reproduzirão os sons gerados por ele. E isso tem a ver não só com a qualidade dos alto-falantes, mas, também, com a sua correta instalação a bordo. A diferença costuma ser a mesma de assistir a um filme usando apenas o som da tv ou através de um sistema de áudio, como ilustram estas respostas às dúvidas mais comuns sobre este tema.

                            Há diferenças entre os alto-falantes para carros e para barcos?
                            Sim, e muita. E o principal diferenciador é o ambiente onde eles atuam. A forte presença da umidade e da água, que chega aos alto-falantes através do ar, dos respingos ou mesmo durante a limpeza do barco (sem falar na salinidade, quando usados no mar), exige materiais diferentes nos alto-falantes de uso náutico. Alto-falantes para barcos devem ter estrutura de plástico, em vez de aço, cones de alumínio anodizado ou de polímeros especiais, e não de fibras, e toda sua fiação deve ser isolada e protegida.

                            É melhor usar caixas acústicas prontas ou embutir os alto-falantes?
                            Como as caixas acústicas são projetadas sob medida para os alto-falantes que possuem, costumam ter melhor qualidade sonora. Mas ocupam espaço e interferem na estética do barco. Isso não acontece quando se embutem os alto-falantes, mas essa solução pode afetar a performance sonora, especialmente nos sons mais graves, porque o local da instalação pode limitar a movimentação da parte traseira dos cones dos alto-falantes ou produzir ecos e reverberações indesejáveis.

                            Como escolher a melhor potência dos alto-falantes?
                            O mais importante é saber a potência máxima do seu sistema de som. Mas observe que a potência sonora pode ser especificada de várias maneiras, como “de pico” (PMPO) ou “efetiva” (RMS) — e são grandes as diferenças de valores. Exemplo: um aparelho que indica ter potência sonora de 200 W PMPO atinge essa marca apenas por frações de segundo e terá uma potência efetiva de apenas 10 W no padrão RMS. O que conta é garantir que os alto-falantes ou caixas acústicas suportem, ao menos, 20% a mais que a potência máxima do seu sistema de som.

                            Qual a bitola correta para a fiação dos alto-falantes?
                            A bitola varia de acordo com a potência e a distância entre o sistema de som e os alto-falantes. Para os barcos, cabos de duas vias, com bitola de 1,5 mm2 e estanhados, são boas escolhas. Para distâncias inferiores a cinco metros, pode-se usar cabos mais finos, de 1 mm2. Um ponto relevante são os conectores, que devem ser banhados a ouro, para resistir bem à corrosão e evitar mau contato.

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                              Jangadeiros é campeão em três classes do Estadual de Monotipos da Fevers 2017

                              Por: Redação -

                              O Clube Jangadeiros saiu vitorioso nas classes Hobie Cat 16, Laser Radial e 29er no Estadual de Monotipos 2017 da Federação de Vela do Estado do Rio Grande do Sul (Fevers). A competição aconteceu nos dois últimos finais de semana (21/22 – 28/29), com entrega de prêmios no Veleiros do Sul neste domingo (29).

                              Na Hobie Cat 16, a dupla Mario Dubeux e Karol Bauermann confirmou o resultado da primeira etapa e trouxe o título para o Jangadeiros mais uma vez. A competição foi um aquece de motores para a dupla. “É bem importante esse momento, pois estamos nos preparando para o Brasileiro de Hobie Cat, evento em que seremos anfitriões. Isso nos dá confiança e alegria para enfrentar esse próximo desafio”, comenta Karol. O 2° lugar ficou com João Kraemer e Lawson Beltrame (CDJ), seguidos por Pierre Horta e Alexandre Capra (VDS).

                              O Clube saiu campeão também na Laser Radial com João Emilio Vasconcellos em 1° e Guilherme Perez, em 3°. O vice-campeão da categoria foi Nicolas Mueller, do Veleiros do Sul (VDS). “É sempre muito legal velejar no Guaíba, no lugar onde nasci e onde sempre velejei”, celebra João Emilio.

                              Fotos: Ane Meira Mancio

                              Na classe 29er, a dupla do Jangadeiros Breno Kneipp e Ian Paim foi a grande vencedora, seguida por Giovanne Pistorelo e Gabriel Simões (CDJ). “O campeonato contou com diversos tipos de ventos e diferentes condições. Conseguimos aproveitar bem essa situação e ficamos em 1° lugar”, comemora Iam. “É a terceira vez que conquistamos o Estadual. Serviu também como um grande treino para o Mundial da Juventude que vamos participar em dezembro na China”, complementa Breno.

                              Na disputa da 420, os vencedores foram Gabriel Lopes e João Antônio (VDS). Já na Soling, quem saiu na frente foi o trio George Nehm, Marcos Pinto Ribeiro e Alexandre Mueller (VDS) e, na Laser Standard, Philipp Grochtmann (VDS) foi o grande vitorioso.

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                                Grupo Ferretti apresentará dois novos modelos ao mercado americano em Fort Lauderdale

                                Por: Redação -

                                O Grupo Ferretti apresentará dois novos modelos ao mercado americano durante a 58ª edição do Fort Lauderdale International Boat Show, que acontece de 1º a 5 de novembro. Ferretti 780 (foto em destaque) e Riva 76 Bahamas estarão entre as 18 embarcações da marca exibidas no salão náutica, que contará com modelos abertos, coupé, frybridge e maxi, de 33 a 92 pés, das marcas Ferretti, Riva, Pershing e Custom Line.

                                “Fort Lauderdale é a ocasião ideal para apresentar ao mercado dos EUA e aos entusiastas de iates os novos modelos lançados durante os shows europeus no outono”, explica Stefano de Vivo, o CCO do Grupo Ferretti. “Além disso, os visitantes poderão ver modelos adicionais exibidos em nosso showroom no evento. O Boat Show deste ano marca uma renovação para a nossa sede local, pois vamos revelar notícias importantes sobre a sede e toda a rede de distribuição dos Estados Unidos. Por último, mas não menos importante, Fort Lauderdale também será uma oportunidade para compartilhar nossos primeiros novos projetos de 2018”, destaca Stefano.

                                 

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                                  Vestas 11th Hour Racing confirma vitória em Portugal. Time de Martine Grael é o quarto

                                  Por: Redação -

                                  O Vestas 11th Hour Racing foi o primeiro a cruzar a linha de chegada da Leg 1 da Volvo Ocean Race 2017-18. Mesmo com a falta de vento na chegada ao Rio Tejo de Lisboa na manhã deste sábado (28) e a aproximação do MAPFRE, o time confirmou o prognóstico completando o percurso de 1.870 milhas náuticas em 6 dias, 2 horas e 8 minutos. Mais de duas horas de vantagem para o espanhol MAPFRE, que cruzou em segundo lugar na capital portuguesa. O Dongfeng Race Team completou o pódio, superando nas últimas horas o team AkzoNobel, da brasileira Martine Grael.

                                  “Nós temos um longo caminho a percorrer certamente, mas essa foi uma boa maneira de estrear”, disse Charlie Enright. “O navegador Simon Fisher fez um ótimo trabalho. Ele não cometeu nenhum erro. O resultado nos dá confiança”.

                                  A equipe comandada pelo norte-americano Charlie Enright soma agora oito pontos e lidera a classificação geral. Com o ponto de bonificação pela vitória – será concedido a todos os vencedores das pernas – o Vestas 11th Hour Racing abre dois pontos para o MAPFRE.

                                  Charlie Enright foi o vencedor da última etapa da Volvo Ocean Race de 2014-15, comandando o Team Alvimedica na prova entre Lorient (França) e Gotemburgo (Suécia).

                                  Se o retrospecto anterior valer, o Vestas 11th Hour Racing pode sonhar com o título. Os outros dois comandantes norte-americanos na regata que venceram uma etapa de abertura da Volvo Ocean Race fecharam a temporada como campeões. John Kostecki, com o illbruck em 2001-02, e Paul Cayard, com o EF Language em 1997-98.

                                  A próxima etapa terá início em 5 de novembro. Os barcos saem de Lisboa rumo à Cidade do Cabo, na África do Sul, para 7 mil milhas náuticas de regata no Oceano Atlântico.

                                  Pódio completo com MAPFRE e Dongfeng

                                  Segundo colocado, o MAPFRE mostrou que quer levar a taça pela primeira vez para a Espanha. ”O Vestas fez uma regata perfeita. Velejar no Mediterrâneo é sempre muito complico e com surpresas. Após a passagem pelo Cabo de Gata, a gente decidiu aproximar mais da costa da África e perdemos as posições. Mas depois nos recuperamos”, disse Xabi Fernández, comandante do MAPFRE, barco com três campeões olímpicos a bordo.

                                  ”O segundo lugar em Lisboa é um bom resultado, pois são adversários muito difíceis e qualificados. Espero que a gente siga bem”.

                                  O Dongfeng Race Team mostrou poder de recuperação após largar bem em Alicante e perder a vantagem na primeira noite, ainda no Mediterrâneo. ”No começo a gente foi bem, mas na primeira noite perdemos as primeiras posições. Por isso tivemos que lutar muito para recuperar. Cansamos muito”, disse a holandesa Carolijn Brouwer, velejadora do Dongfeng Race Team. ”Os barcos são idênticos e a equipe precisa trabalhar muito para andar mais do que o outra”.

                                  Estreia brasileira

                                  A campeã olímpica Martine Grael fez sua estreia na Volvo Ocean Race a bordo do team AkzoNobel, quarto colocado. A atleta ajudou o barco holandês a obter o resultado improvável, já que a equipe foi oficialmente confirmada minutos antes da largada em Alicante.

                                  O team AkzoNobel chegou a ameaçar o primeiro colocado nos primeiros dias e defendeu o pódio até a noite desta sexta-feira (27), quando o Dongfeng Race velejou mais rápido e terminou a Leg 1 em terceiro.

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                                    Por: Redação -
                                    27/10/2017

                                    Por meio do dealer americano HMY Yachts, o estaleiro brasileiro Okean Yachts irá lançar nos próximos dias, nos Estados Unidos, seu fast trawler projetado na Itália e construído no Guarujá, em São Paulo. Trata-se do Okean 50, testado por NÁUTICA em junho, que acabou de desembarcar na cidade de Fort Lauderdale, onde irá participar de um dos maiores salões náuticos do mundo, a partir do dia 1º de novembro.

                                    Um dos seus destaques fica por conta de um recurso que amplia o convés na popa, por meio do rebatimento hidráulico das bordas falsas na parte traseira do casco, o que proporciona um aumento substancial da área externa e, consequentemente, de integração com a natureza.

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                                      Por: Redação -

                                      A primeira edição do São Sebastião Boat Show vai agitar as águas da mais badalada cidade do litoral norte paulista entre os dias 7 e 10 de dezembro, na Praça de Eventos da cidade.

                                      Organizado pela mesma equipe que realiza os salões náuticos do Rio, de São Paulo e de Ilhabela, o São Sebastião Boutique Boat Show promete ser mais um sucesso, reunindo grandes marcas do setor náutico em um ambiente totalmente propício, onde os visitantes poderão ir com suas famílias e amigos conferir de perto (e por dentro) as principais embarcações do mercado.

                                      Além da exposição de barcos, o evento integrará entretenimento náutico com música e boa gastronomia, para unir ao ambiente aconchegante que São Sebastião oferece. Tudo na mais perfeita harmonia para que o visitante e sua família tenham agradáveis momentos de lazer e diversão.

                                      O São Sebastião Boat Show ficará aberto ao público das 16h às 22h, de 7 a 9 de dezembro e, no dia 10, das 15h às 21. Os ingressos terão preço único de R$ 30 e poderão ser adquiridos no local. Fique por dentro do São Sebastião Boutique Boat Show por meio do portal de NÁUTICA e do site oficial do evento: www.saosebastiaoboatshow.com.br.

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                                        Por: Redação -

                                        No próximo dia 25 de novembro, o grupo BR Marinas fará a inauguração de sua mais nova marina, em Búzios. Em atividade desde 1999, com a inauguração da Marina Piratas, em Angra dos Reis, a empresa foi pioneira na utilização do sistema de Forklifts, revolucionando a operação de embarcações em vagas secas, reduzindo significativamente o tempo de transporte do barco para a água. Atualmente, o grupo conta com seis marinas em operação: Itacuruçá, Marina da Glória, Verolme, Piratas, Bracuhy e Ribeira.

                                         

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                                          O último ato da etapa de abertura da Volvo Ocean Race

                                          Por: Redação -

                                          O Vestas 11th Hour Racing deve confirmar a vitória da primeira etapa da Volvo Ocean Race, entre Alicante e Lisboa. O barco de Charlie Enright se mantém firme no topo praticamente de ponta a ponta do percurso de 1 450 milhas náuticas. A tendência é que o veleiro de bandeira dinamarquesa cruze a linha de chegada na madrugada deste sábado (28), horário de Brasília, manhã em Lisboa.

                                          ”Aqui todos estão pensando no final, mas ninguém está falando sobre isso ainda. Nós temos que fazer o nosso trabalho! Não podemos relaxar…temos que continuar navegando o mais rápido possível”, disse o velejador Tom Johnson, do Vestas 11th Hour Racing.

                                          A briga pelos outros lugares do pódio segue aberta. O espanhol MAPFRE se mantém em segundo lugar, mas sem poder respirar. O team AkzoNobel, da brasileira Martine Grael (foto), e agora o chinês Dongfeng Race Team apertam nas milhas finais.

                                          “Há uma grande diferença entre os três primeiros e nós. Acho que a situação é complicada, mas podemos pegar ainda o terceiro”, escreveu no blog da Volvo Ocean Race o comandante do Dongfeng Charles Caudrilier.

                                          ”A nossa chance pra pegar os Vestas será na entrada de Lisboa, que sempre tem suas surpresas”, disse o espanhol Antonio ‘Neti’ Cuervas-Mons, do MAPFRE.

                                           

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                                            Por: Redação -

                                            O casco e a superestrutura completos de um novo projeto de iate a motor da Lürssen foram lançados na água pela primeira vez, já que o projeto terá a construção finalizada em Rendsburg, na Alemanha. O novo modelo, de 98 metros de comprimento, deverá ser concluído em 2019.

                                            Fotos: Carl Groll

                                            Quando finalizado, o Projeto Maui, como está sendo chamado, acomodará 20 convidados em 10 camarotes. Projetado para cruzeiro mundial, o iate contará com uma piscina de 12 metros e um amplo espaço de mergulho. A área da proa poderá armazenar um helicóptero abaixo do convés.

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                                              Por: Redação -

                                              O Estadual de Monotipos da Fevers teve início no fim de semana passado com regatas na raia da Pedra Redonda, do Clube dos Jangadeiros, e na raia do Cristal, do Veleiros do Sul. Na classe Laser, Antonio Rosa (CDJ) está em 1° lugar, seguido por Philipp Grochtmann, do Veleiros do Sul (VDS) e Andre Streppel (VDS). Ao todo, 23 atletas participam desta categoria.

                                              O Jangadeiros aparece também em 1° lugar na Classe Laser Radial com João Emilio Vasconcelos (CDJ). Em 2°, está Nicolas Mueller (VDS), seguido por Diego Falcetta (CDJ). Nessa classe competem 16 atletas.

                                              Foto: Ricardo Pedebos

                                              Outra classe em que o Clube aparece na ponta é a 29er com Breno Kneipp e Ian Paim em 1° e Giovanne Pistorelo e Gabriel Simões em 2°. Na classe 420, quem lidera é Gabriel Lopes e João Antônio (VDS).

                                              No Jangadeiros, onde ocorrem os campeonatos de Hobie Cat 16 e Soling, Mario Dubeux e Karol Bauermann (CDJ) fizeram bonito nas seis regatas disputadas na Raia da Pedra Redonda e lideram na classe Hobie Cat 16. Em 2°, vem João Kraemer e Lawson Beltramo, também do Jangadeiros. Na Soling, por sua vez, George Nehm, Marcos Pinto Ribeiro e Alexandre Mueller estão na frente até o momento após correrem quatro regatas.

                                              Foto: Ricardo Pedebos

                                              As disputas seguem neste fim de semana (28 e 29/10). A entrega de prêmios acontece no domingo (29), a partir das 18h, no Veleiros do Sul.

                                              Náutica Responde

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                                                Por: Redação -

                                                O estaleiro Inace entregou, no mês passado, o segundo rebocador de uma série de quatro unidades, encomendados pela empresa Svitzer.

                                                O rebocador “Svitzer Jamil Darian” é um modelo da série Rapport 2400. Seu projeto básico foi desenvolvido pela empresa canadense Robert Allan LTD e o Inace elaborou todo o projeto detalhado, incluindo modelos 3-D da estrutura, tubulação e acessórios de casco e convés.

                                                “Svitzer Jamil Darian” possui a classificação ABCU, que compreende um elevado grau de automação na operação e monitoração remota da propulsão, geração de energia e outros equipamentos. A embarcação teve seu projeto e construção acompanhados e certificado pela sociedade classificadora norte-americana ABS (American Bureau of Shipping).

                                                O terceiro rebocador da série, nomeado de “Svitzer Setimio”, também já foi lançado. A embarcação foi batizada por Julianna Vulcão, engenheira naval da equipe INACE. “Svitzer Setimio” está atualmente em processo de finalização, testes de cais e mar. Em breve será entregue para a Svitzer e operará em portos brasileiros.

                                                Náutica Responde

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                                                  Por: Redação -

                                                  A Radiomar, representante oficial da Furuno e Icom, entre outras marcas de equipamentos, está comemorando 43 anos e irá inaugurar novo escritório na torre do Rio Sul, no Rio de Janeiro.

                                                  No local, funcionarão os departamentos comercial e de engenharia. A assistência técnica, o administrativo e os setores de logística e importação continuarão no endereço da empresa na Glória.

                                                  O novo espaço proporcionará mais conforto aos clientes e refletirá o compromisso de sempre melhorar a qualidade e a eficiência da empresa.

                                                   

                                                  Náutica Responde

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                                                    26/10/2017

                                                    Depois dos resultados alcançados pelo Team Angola Cables na Cape2Rio 2017, com direito a quebra de recorde, a embarcação Mussulo 40 se prepara para a 13ª edição da Transat Jacques Vabre, a maior regata transatlântica do mundo. Com largada em 5 de novembro na cidade portuária de Le Havre, na França, a competição que tem seu percurso também conhecido como “Rota do Café” promete ser um dos maiores espetáculos da vela oceânica do ano. A chegada ocorre no Terminal Turístico Náutico da Bahia, em Salvador, entre os dias 12 e 24 de novembro.

                                                    O Mussulo 40, barco patrocinado pela Angola Cables, será comandado pelo experiente velejador e renomado neurocirurgião José Guilherme Pereira Caldas, que contará ao seu lado com o Skypper Leonardo Chicourel, único brasileiro presente nesta regata.

                                                    “Estamos correndo contra o tempo para preparar o barco. Para deslocarmos e montarmos a vela mestra, necessitávamos de carrinhos especiais fabricados pela Ronstan, uma empresa australiana especializada em materiais para veleiros. Assim, precisei viajar até a Dinamarca para comprar o equipamento. Leo tem trabalhado na arrumação dos cabos e nas amarrações. Estamos também ajustando a calibração dos instrumentos e do piloto automático”, relata José Guilherme, único representante africano na competição.

                                                    Navegando em alguns dos mares mais difíceis, a dupla que integra a tripulação do Mussulo 40 enfrentará um percurso de 4.350 milhas náuticas – equivalente a 8.056 quilômetros – com alto grau de exigência e terá suas habilidades (e corpos) testados por extremos nas condições meteorológicas e de navegação enquanto cruzam o Equador e o segundo maior oceano da Terra. Eles competirão contra 16 outros barcos em sua categoria.

                                                    “Esta é a primeira vez que participaremos da Transat. Acredito que a maior parte da regata será favorecida com vento de popa, o que auxilia bastante barcos como o nosso, da Classe 40, que são muito rápidos“, avalia José Guilherme.

                                                    “Enquanto estamos construindo conectividade em todo o Atlântico, nossa equipe de vela está testando as águas”, observa António Nunes, CEO da Angola Cables. “Com essa regata, temos uma conexão simbólica entre continentes, que se encaixa perfeitamente no que fazemos como negócio. Estamos atravessando o Atlântico a partir da África com nosso cabo submarino SACS, que chega ao Brasil até o início do próximo ano e agora, por conta da Transat, estamos cruzando o Atlântico partindo da Europa”.

                                                    O Mussulo 40 surpreendeu na Cape2Rio, em janeiro deste ano, uma das principais regatas transatlânticas mais respeitadas do segmento, conquistando o primeiro lugar na categoria “Double Hand”. Na ocasião, o barco largou de Cape Town, na África do Sul, com destino ao Rio de Janeiro, no Brasil, chegando a linha final em quarto lugar na classificação geral e batendo o recorde de 16 dias, 14 horas, 22 minutos e 12 segundos, que valeu a vitória na sua classe.

                                                    Hoje a Angola Cables está aportando 300 milhões de dólares no Brasil e seus empreendimentos têm como objetivo criar rotas marítimas internacionais alternativas e inovadoras para as que existem, como é o caso da que será usada pelo South Atlantic Cable System (SACS), cabo de fibra óptica que ligará Luanda, em Angola, à Fortaleza, via Atlântico Sul. “A vela tem total sinergia e representatividade com os negócios da empresa, já que o esporte está  intimamente ligado a travessia oceânica, seja dentro da costa brasileira ou de forma intercontinental. O mesmo acontece com os nossos cabos, que têm como objetivo principal promover a conexão de povos de continentes diferentes, estimulando assim a troca de conteúdos, estudos, pesquisas científicas e informações”, completa Nunes.

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                                                      Paraense e festa são quase sinônimos. Agora, imagine muitos — mas muitos barcos, mesmo! — reunidos em torno de um enorme palco flutuante, com músicos e DJs tocando ao vivo, como se fosse uma balada sobre a água. Mas não qualquer água. Mas em um pedaço quase intocável do Rio Tocantins, o segundo maior do Brasil, com uma temperatura tão gostosa que ninguém sequer pensa em trocá-la pela plataforma de popa ou o cockpit dos barcos.

                                                      Há quatro anos, essa feliz história vem se repetindo. Faz parte da animada Marabá Summer Fest, festa náutica promovida em parceria da JC Náutica, maior marina da região de Marabá, no sul do estado do Pará, e a revenda de barcos Carajás Náutica. Em pleno mês de agosto, época que marca o fim da temporada de praias — quando o rio começa a subir de nível, por conta das chuvas de verão, fazendo desaparecer as faixas de areia —, as águas bem em frente à cidade de Marabá se transformam.

                                                      Não se fala em outra coisa nas ruas, nos bares, nas marinas. Donos de barcos de cidades vizinhas (de 100, 200, 300 km de distância…) se mobilizam em comboios náuticos com um único objetivo: não perder o agito da mais gostosa festa náutica do Norte do país. “O turismo ainda não é o forte da nossa cidade, mas, mesmo assim, o evento atrai embarcações de cidades próximas e muita gente vem curtir a agitação com a família e os amigos”, conta Ciro Damacena, à frente da JC Náutica, um dos organizadores do agito. “Praticamente todas as lanchas da marina descem para a festa. E ainda damos o apoio aos barcos que vêm de fora”, completa.

                                                      Neste ano, em sua quarta edição, mais de 100 embarcações pintaram de branco as águas escuras do Tocantins. Jets, canoas, pequenas e grandes lanchas e até casas flutuantes, muito comuns na região, participaram do encontro. Confira tudo o que rolou na festa na edição do mês de Náutica, disponível nas principais bancas e livrarias do país, na loja online e, também, na versão digital.

                                                      Náutica Responde

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                                                        Por: Redação -

                                                        O estaleiro polonês Sunreef Yachts lançará novos catamarãs da sua linha de vela em 2018 e já conta com duas unidades do modelo de 80 pés encomendadas.

                                                        Sunreef 80 pode ter até cinco camarotes para convidados, incluindo uma suíte master situada a estibordo. As acomodações para a tripulação permitem uma equipe de até cinco pessoas, dependendo do layout selecionado.

                                                        O modelo conta com salão espaçoso no convés principal e diversos itens de relaxamento, como jacuzzi, solários, bar, churrasqueira, etc. O design interior, também desenvolvido pela equipe da Sunreef Yachts, prioriza o espaço e a iluminação, tem uso generoso de teca, e muitas possibilidades de personalização. Sunreef 80 tem duas opções de motorização – a maior delas com 560 hp de potência.

                                                        Outros projetos em desenvolvimento na fábrica da marca incluem o Sunreef 80 Carbon, com design semelhante, mas construído em de fibra de carbono para um peso geral mais leve e melhor desempenho.

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                                                          A flotilha da Volvo Ocean Race contornou, nesta quinta-feira (26), a ilha de Porto Santo – marca virtual obrigatória para os barcos passarem. A briga pela vitória na etapa de abertura da Volta ao Mundo segue viva, mesmo com o Vestas 11th Hour Racing dominando a prova de 1.450 milhas náuticas de ponta a ponta.

                                                          A equipe da Dinamarca foi a primeira a passar pelo waypoint, mantendo team AkzoNobel – da brasileira Martine Grael – e MAPFRE mais atrás. Os dois brigam pela segunda posição, mas ainda têm chances de pegar o Vestas 11th Hour Racing.

                                                          A previsão é que os veleiros acelerem com vento de popa rumo à capital portuguesa num verdadeiro teste de velocidade. Eles devem chegar na madrugada deste sábado (28). “Nós vamos pegar novamente o vento de popa até Lisboa”, disse Simon Fischer, navegador do Vestas 11th Hour Racing.

                                                          A equipe teve um susto durante a noite, quando uma mangueira saiu de um tanque de lastro de água de 800 litros que deveria ter ajudado a estabilizar o barco. A parte interior do veleiro ficou parcialmente inundada. “Quando me sentei na estação de navegação, eu vi um pouco de água na parte de trás do barco. A mangueira de lastro de água soltou. Isso explica nossa performance”.

                                                          Um pouco mais atrás aparece o Dongfeng Race Team, que tenta se deslocar do segundo pelotão.

                                                          “Agora vamos navegar contra o vento, então quanto mais você estiver ao norte, mais você estará andando na frente deles”, disse o navegador Pascal Bidégorry. “Por isso que puxamos o ritmo durante a noite”.

                                                          Náutica Responde

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                                                            Os destroços de um navio centenário encontrados na Praia do Embaré, em Santos, no litoral de São Paulo, podem se tratar do veleiro inglês Kestrel, que afundou nessa região em fevereiro de 1895.

                                                             

                                                            De acordo com uma publicação da época, o encalhe do Krestel ocorreu pela ausência de um capitão a bordo. Uma ventania levou a embarcação à praia e um rebocador que navegava pela barra da cidade ainda tentou fazer o resgate, sem sucesso. “Era um veleiro de três mastros, que se assemelha aos destroços localizados”, relatou o arqueólogo Manoel Gonzalez.

                                                             

                                                            Análises revelaram que a embarcação está toda enterrada e que, dentro dela, há um objeto de metal do tamanho de um carro popular. Uma equipe de arqueólogos aguarda liberação para poder realizar a escavação do local.

                                                             

                                                            Segundo a prefeitura, os destroços – formados de pedaços de madeira e metal – têm pouco mais de 50 metros de comprimento e 12 metros de largura, aproximadamente. A equipe que estuda a descoberta constatou que trata-se de uma embarcação de mais de 100 anos, por conta do material encontrado.

                                                             

                                                            Arqueólogos e historiadores de Portugal foram acionados para auxiliarem nas investigações. Gonzalez lidera um grupo de seis pesquisadores eaguarda autorização da Marinha do Brasil para realizar uma escavação prévia de trechos da área, para complementar a análise e encontrar outras pistas, como eventuais cargas que ele transportava. “Por enquanto, é um fragmento sem vida. Tendo todas as informações encontradas, ajuda a criar uma vida para ele”.

                                                             

                                                            A Marinha do Brasil ainda analisa os documentos protocolados pelo arqueólogo sobre a descoberta. Apenas a autoridade marítima pode autorizar a escavação do sítio arqueológico, que é monitorado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e pelo Ministério Público, na esfera Estadual e Federal.

                                                             

                                                            A intenção dos pesquisadores é escavar toda a área e retirar por completo o navio. “É uma operação que deve ser feita para preservá-lo, além de garantir a segurança dos banhistas. Depois, ele pode ser exposto”, fala. Estima-se que o trabalho custe R$ 1 milhão, e o grupo ainda estuda uma maneira de viabilizá-lo.

                                                             

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