A Marina Canoa Barra do Una realiza no próximo fim de semana um coquetel de inauguração para o seu mais novo travel lift – o único desse porte em marinas do litoral norte de São Paulo. Na ocasião, comandantes e seus familiares poderão conhecer um novo conceito de marina, que coloca a Marina Canoa em um novo patamar. O coquetel acontecerá no próximo domingo, 24, às 18h, no bistrô Canoa. A Marina Canoa Barra do Una fica à avenida Magno Passos Bittencourt, 325.
A Mercury Marine, reconhecida pela tradição da marca e qualidade em seus motores para barcos, estará no Rio Boat Show 2016 lançando os três novos motores da linha Sea Pro. Com 90, 115 e 150 hp, os novos propulsores são produzidos com materiais duráveis e leves, com menos peças móveis do que outros motores de 4 tempos, garantindo, segundo a marca, resistência, durabilidade e eficiência, já que a redução do peso permite o pleno uso do torque do motor para a aceleração. O Rio Boat Show acontece entre os dias 8 e 17 de abril e, neste ano, estará de volta à Marina da Glória, agora, totalmente renovada.
A prefeitura de Ilhabela, litoral de São Paulo, anunciou que o arquipélago irá ganhar um novo píer municipal, o píer Ponta Azeda, na região norte do local, que servirá de integração com o Centro Turístico Cultural do sul da ilha. Segundo o órgão local, as obras já estão 95% concluídas e tem grande importância para o turismo náutico do setor, principalmente, para os pescadores. A obra, avaliada, aproximadamente, em R$ 270 mil, deve ser inaugurada em breve e integrará o sistema de transporte marítimo, o Aquabus. Ilhabela conta, ainda, com os píeres Perequê, Vila, Píer dos Pescadores, Praia Grande, Portinho, Cabaraú e Engenho D’Água.
O estaleiro inglês Princess Yachts anunciou a apresentação da sua lancha de 68 pés, recém-chegada ao Brasil, durante o Rio Boat Show 2016, que acontece entre os dias 8 e 17 de abril na nova Marina da Glória. A Princess 68 possui quatro áreas sociais separadas no convés e layout ampliado na cozinha, com portas de correr triplas e uma janela de popa com abertura elétrica que converte o espaço em um bar na cabine de comando. O projeto inclui mais vidros no design da embarcação, o que proporciona maior contato com a área externa e iluminação natural intensificada. Tem capacidade para 20 pessoas de dia e 8, à noite, nos quatro camarotes.
O estaleiro italiano Sanlorenzo lançou recentemente o iate de 29 metros Blue Angel 2, que faz parte dos 15 cascos já vendidos e entregues do modelo SL96. O iate é o primeiro de seis lançamentos que o estaleiro tem programados para os próximos dois meses. Blue Angel 2 será seguido por duas unidades do modelo SL96, três unidades do iate SL106 e uma unidade do novo SL86. O último é o mais recente modelo da gama que o estaleiro apresentou em Cannes, em setembro de 2015. O estaleiro confirmou que 11 unidades já estão vendidas.
Construído em fibra de vidro com casco de aplainamento, Blue Angel 2 é a quarta unidade Sanlorenzo projetada e construída para o mesmo cliente, que escolheu para este iate um layout tradicional, com quatro cabines de hóspedes no andar inferior e cabine do proprietário localizada na proa do convés principal. O modelo possui um sistema localizado na superestrutura da área de jantar e cabine do proprietário, que desliza para cima e para baixo quando necessário, a fim de ampliar as janelas e deixar entrar mais luz. Este sistema tem sido desenvolvido pelo departamento técnico da Sanlorenzo para assegurar que as linhas externas do iate serão mantidas finas e elegantes, sem descontinuidade de forma.
Os pernambucanos Tiago Monteiro e Marina da Fonte, ambos do Cabanga Iate Clube, foram os grandes campeões do 44º Campeonato Brasileiro de Optimist. Em um dia perfeito em Jurerê, as três regatas finais da competição foram realizadas no último domingo, 17, em condições de vento nordeste, com vento soprando entre 8 e 12 nós.
“Com certeza, hoje (domingo) foi o melhor dia do campeonato. Um dia típico de Jurerê. Ventos firmes, entre 8 e 12 nós, proporcionando as melhores regatas da competição. Não poderíamos terminar de melhor maneira”, comentou o presidente da Comissão de Regatas Ricardo Navarro.
Após doze regatas e apenas um descarte, Tiago Monteiro fechou a competição com 52 pontos perdidos, doze a menos do que o vice-campeão Gabriel Kern, do Clube dos Jangadeiros. Giovanne Pistorello, também do Clube dos Jangadeiros, ficou em 3º, completando o pódio. Em seu sétimo e último Campeonato Brasileiro, o velejador pernambucano era só alegria após o anúncio dos resultados.
“Eu já fui para dois mundiais e nos últimos anos sempre fiquei entre os cinco primeiros, mas o título não vinha. Agora chegou minha vez. Esse é meu último ano no Optimist e agora espero fazer uma boa seletiva para me classificar para mais um mundial”, comenta Tiago Monteiro, que havia sido vice-campeão nacional em 2015.
Entre as meninas, mais uma vitória para Pernambuco. Marina da Fonte, também do Cabanga Iate Clube, foi a melhor durante todo campeonato e nesse domingo confirmou o resultado. Marina Hutzler, também do Cabanga, foi a vice-campeã, enquanto Luiza Moré, do Clube dos Jangadeiros – RS, completou o pódio na 3ª colocação.
“Eu velejo faz dois anos e ano passado fui campeã da Copa Brasil de Estreante. Estou muito feliz por em tão pouco tempo ter sido campeã brasileira”, disse Marina.
Treinador da flotilha pernambucana, Edival Pessoal de Moura Jr comentou sobre o trabalho feito no Cabanga Iate Clube. “Terminar o campeonato com dois campeões nacionais dá uma sensação muito boa, mostra que tudo foi bem feito. São muitas pessoas envolvidas e se dedicando para que isso acontecesse”, completou.
O 44º Campeonato Brasileiro de Optimist definiu a equipe brasileira que disputará o Campeonato Sul Americano, a ser realizado em Salinas, no Equador, no mês de março. E entre os classificados estão dois velejadores do Iate Clube de Santa Catarina. José Irineu foi o melhor atleta catarinense na competição, encerrando na sétima posição, enquanto Guilherme Durieux ficou com a última vaga, terminando o evento na 12ª posição geral.
“Nós fizemos um grande trabalho com a flotilha. Todos se dedicaram muito e o resultado apareceu com dois atletas classificados para o Sul Americano, além de uma ótima evolução de todos os velejadores. Nosso objetivo era colocar um ou dois atletas no Sul Americano e nós conseguimos”, comemorou o treinador Bernardo Luz.
Classificados pela primeira vez para uma competição internacional, a dupla Guilherme Durieux e José Irineu era só alegria. “Estou muito feliz, essa será a primeira vez que vou competir fora do país e espero dar o meu melhor lá”, comentou Guilherme.
Descoberto no Projeto Social do Iate Clube de Santa Catarina, José Irineu terminou muito bem a competição e mostrou otimismo para o que vem pela frente. “Estou feliz, mas ainda quero mais. Vou para o Sul Americano para fazer bonito e quero um bom resultado na Seletiva para tentar uma vaga no mundial”, encerrou.
Além da dupla, o Iate Clube de Santa Catarina foi muito bem representado pelos seguintes velejadores: Guilherme Berenhauser (24º), Samer Kayali (25º), Tiago Canto (52º), João da Silva (65º), Luca Miguel (3º na flotilha prata), Tiago da Silva (7º na flotilha prata), Isabela Faria (16ª na flotilha prata), Lucas Romanovski (21º na flotilha prata), Francisco Fidmmenghi (33º na flotilha prata), Gabriel Steinman (45º na flotilha prata), Pedro Buso (63º na flotilha prata) e Gabriel Oliveira (66º na flotilha prata).
Após o Sul Americano, em março, as atenções da classe Optimist estarão todas voltadas para Ilhabela, em São Paulo. No mês de abril a cidade paulista sedia a seletiva que definira as equipes nacionais para o Mundial, Europeu e Norte-Americano.
O 44º Campeonato Brasileiro de Optimist tem chancela e homologação da CBVela (Confederação Brasileira de Vela) e ABCO (Associação Brasileira da Classe Optimist), com realização do Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha. O evento conta com o apoio da CYRELA.
Classificados para o Sul Americano
Tiago Monteiro (PE), Gabriel Kern (RS), Giovanne Pistorello (RS), Lucas Stolf (RS), Vinicius Koeche (RS), Guilherme Plentz (RS), José Irineu (SC), Guido Hirth (RJ), Nicolas Bernal (SP), Ricardo Continho (BA), Guilherme Durieux (SC), Marina da Fonte (PE), Marina Hutzler (PE), Luiza Moré (RJ) e Ludmila de Lira (PE).
O estaleiro catarinense FS Yachts é uma das empresas já confirmadas para o Rio Boat Show, que em 2016 volta à Marina da Glória. Entre os dias 8 e 17 de abril, o público poderá conferir o mais recente lançamento da marca, a FS 265. Seguindo a tendência de design da nova linha FS 2016, com proa sextavada e vincos bem definidos, esta 26,5 pés possui uma generosa plataforma e espaço gourmet de série, tem capacidade para 12 pessoas, sendo duas delas em pernoite, e pode ser equipada com um motor de centro-rabeta de 220 a 350 hp. Vem para ser uma opção intermediária entre os modelos já consagrados da marca, FS 230 Scappare e FS 275 Concept.
O estaleiro americano Hawk Yachts anunciou seus mais novos conceitos de iates, o Cape Hawk, de 56 metros, e o Sea Hawk, de 75 metros. Segundo o presidente da empresa, Captain Matthais Bosse, a gama de exploradores vem para integrar navegabilidade e beleza. “Nossa crença é de que a funcionalidade deve estar junto com o design”, disse.
O Cape Hawk possui um casco adequado para cruzar regiões polares. Sua forma curva possibilita a navegação em mares agitados sem comprometer o conforto dos passageiros. Suas instalações incluem spa no convés inferior e salão principal, enquanto seus sistemas de bordo minimizam o impacto ambiental. Aos 12 nós, a embarcação chega a uma gama de 6 000 milhas.
A embarcação de 75 metros, Sea Hawk, foi projetada por Marco Casali. Ela vem com heliponto e deque com piscina. Seu casco foi desenhado para segurança de navegação em águas geladas, com função de “empurrar” o gelo. O iate acomoda 12 passageiros e 25 tripulantes.
O Taiwan International Boat Show, que acontece entre os dias 10 e 13 de março, servirá, também, como apresentação do novo modelo da Horizon Yacht, o Horizon RP120. O iate possui exterior desenhado pelo escritório de design JC Espinosa, sediado nos Estados Unidos, e interior contemporâneo por Luca Dini. Com feixe de quase oito metros, a embarcação proporciona amplo espaço e conforto. No deque principal, à proa, está localizada o camarote principal, que inclui banheiro e closet. No convés inferior, quatro suítes duplas e duas VIPs acomodam os hóspedes. O salão principal tem um bar e uma mesa de jantar formal capaz de acomodar até 10 pessoas, além de amplo espaço para entretenimento exterior, incluindo mesa, solários e jacuzzi.
Em março deste ano, a charmosa cidade de Cartagena na Colômbia, banhada pelo mar do Caribe, receberá embarcação fabricada no Brasil pela Azimut Yachts. O modelo Azimut 42, lançado há pouco mais de 1 ano no Brasil conquistou rapidamente o mercado nacional e, em seguida, já despertou o interesse dos norte-americanos durante exposição no Fort Lauderdale Boat Show e no New York Boat Show. Agora, a Azimut do Brasil expande para Colômbia a venda deste e de outros modelos e, segundo a diretoria, novos negócios já estão em andamento.
“A Colômbia é um país estratégico para a Azimut do Brasil. O perfil de público exigente, que preza por conforto, alta qualidade em mobiliários e acabamentos, design exclusivo, tecnologia e desempenho, está diretamente relacionado ao padrão Azimut. Por isso, além de confirmar a venda da Azimut 42 para a Colômbia, em breve, outros modelos fabricados na nossa unidade de produção brasileira navegarão nos lindíssimos mares do país”, destaca o diretor comercial da Azimut do Brasil Francesco Caputo.
Desde junho de 2015, a Azimut do Brasil iniciou o processo de expansão internacional. Além da Colômbia e dos Estados Unidos, também já exportou outros de seus modelos, de 42 a 70 pés, para o Paraguai e Uruguai e, neste ano, pretende reforçar e abrir novos mercados, especialmente na América Latina. Em pouco mais de 6 meses, a unidade de produção brasileira da marca já comercializou mais de 14 iates de luxo ao mercado internacional. Os negócios correspondem a cerca de 30 % da produção anual. Com a exportação dos iates fabricados no Brasil, a meta é quase dobrar a produção até 2017.
São quase 13 metros de luxo e sofisticação em cada detalhe que fazem da Azimut 42 ideal para aproveitar o melhor da experiência da navegação. São 3 pavimentos e uma área externa privilegiada, além de tecnologia de ponta em seu processo construtivo e nos dois postos de comando – um localizado no salão principal e o outro no flybrigde. Destaque, também, ao espaço gourmet na praça de popa, com churrasqueira e área para refeições, que tem agradado brasileiros e estrangeiros. Possui, ainda, salão principal, cozinha, suíte do proprietário, quarto de hóspedes e um banheiro decorados com mobiliários e acabamentos nobres característicos da marca.
A Uniworld Boutique River Cruises, empresa do grupo The Travel Corporation, anuncia o lançamento de duas novas saídas de cruzeiros temáticos para 2016 na Europa. O roteiro The Monarch Collection, por exemplo, convida os hóspedes a explorar o legendário estilo de vida da aristocracia europeia em itinerários durante o verão no Hemisfério Norte, enquanto o Connoisseur Collection, com cruzeiros luxuosos pelos rios franceses, explora o universo da rica culinária do país com excursões e eventos exclusivos.
Entre as possibilidades de roteiros, a coleção The Monarch oferece aos viajantes a oportunidade de desfrutar de vivências dignas do melhor da aristocracia europeia, como por exemplo ser recepcionado com um coquetel de boas-vindas no Castelo de Artstetten com a presença da princesa Anita Von Hohenberg, fazer uma visita privativa ao Haras Royal Lipiszzan Stallions e Spanish Riding School e ao Castelo de Hofburg, em Viena. A bordo, os hóspedes poderão acompanhar um concerto de piano e participar de jantares temáticos e workshop de pâtisserie. Por sua vez, os cruzeiristas do roteiro European Jewels também poderão participar de um jantar e um concerto no Castelo de Weikersheim, enquanto os hóspedes do itinerário Enchanting Danube irão desfrutar de um concerto exclusivo em um palácio vienense. As saídas acontecem entre junho e agosto, período em que o European Jewels navegará entre Budapeste e Amsterdã e o Enchanting Danube, entre Budapeste e Passau.
Já os roteiros da coleção Connoisseur proporcionam aos hóspedes a oportunidade de saborear os tradicionais sabores da culinária francesa e, em alguns momentos, colocar, literalmente, a mão na massa. Além disso, amantes do idioma francês e enófilos desfrutarão de diversas atividades em terra conforme o itinerário escolhido. Entre as possibilidades, degustações de chocolates e vinhos, workshop culinário e chá da tarde especial no Instituto Paul Bocuse. Outros destaques da viagem incluem degustações de maçãs, queijos, cidras e calvados em uma fazenda local, prova de conhaque Rémy Martincaça às trufas em uma fazenda. Os hóspedes podem optar entre os roteiros “Paris & Normandy”, “Burgundy & Provence” e “Bordeaux, Vineyards & Châteaux”, além da combinação dos cruzeiros “A Portrait of Majestic France” e “Grand France”.
Entre os dias 27 e 30 de janeiro, o Iate Clube de Santa Catarina organiza a 27ª edição do Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina. A competição, considerada como uma das três maiores do país, terá um peso ainda maior em 2016, pois além dos títulos da competição os velejadores de ORC e RGS disputam também o Campeonato Brasileiro das categorias.
Participam da competição, além das classes ORC e RGS, embarcações de IRC, C30 e HPE-25. Durante os quatro dias de evento estão previstas uma regata longa e cinco barla-sota, sendo que uma das regatas barla-sota pode ser substituída por uma média. Todas as disputas estão previstas para início ás 12h, na raia de Jurerê, exceto no dia de regata de percurso longo, que terá sinalização de partida a partir das 11h.
“Nós teremos uma quantidade muito boa de embarcações, mas mais do que isso, teremos uma qualidade muito boa. Por ser um Brasileiro de ORC e RGS, esperamos um nível técnico altíssimo. Eu já participei de todas as edições do Circuito Oceânico e acredito que esse evento tem tudo para ser um dos mais disputados entre todos já realizados”, explica o comandante Marcelo Gusmão, que já venceu o Brasileiro de ORC por seis vezes e esse ano tenta, à frente do Itajaí Sailing Team, mais um título nacional.
Inclusive, o Itajaí Sailing Team tem uma árdua missão pela frente. Atual bicampeão da competição na classe ORC, o carioca Ângela Star já confirmou presença na competição e vem atrás de mais um título. Vice-campeão na edição passada, a equipe de Itajaí protagonizou um duelo acirrado com a embarcação do Rio de Janeiro e em 2016 a disputa promete ser ainda mais equilibrada com a presença de mais equipes.
Além do Ângela Star, a edição de 2015 teve como campeões os catarinenses Zeus Team (C30) e Flash Best Fellow (RGS) e o gaúcho Tereza (HPE-25). A expectativa da organização é de que aproximadamente cinquenta embarcações participem do Circuito Oceânico.
As inscrições para o 27º Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina já estão abertas. Para mais informações basta entrar em contato com a Secretaria de Eventos Náuticos do Iate Clube de Santa Catarina através do email [email protected] ou no (48) 3225-7799 com Lucas, Fogaça ou Bruno.
Aconteceu no último fim de semana a 6ª edição da Expedição Náutica Cromwell Wall de Carvalho, reunindo cerca de 60 embarcações no Rio Parnaíba. Com o objetivo de alertar as autoridades do Estado do Piauí para a preservação do rio, os barcos saíram do Iate Clube de Teresina para a cidade de Luís Correia, a 340 km da capital.
Para participar desta edição, os interessados deveriam comparecer ao local da saída com a embarcação devidamente regularizada e com o piloto portando a habilitação específica para a embarcação participante. Neste ano, o encontro também homenageou o médico Alberto Monteiro Júnior, um dos principais incentivadores do esporte e engajado nas questões ambientais.
O mais recente conceito de iate do estúdio londrino Winch Design é uma impressionante embarcação de 100 metros com pista de pouso para uma aeronave tiltrotor Agusta Westland 609. Originalmente criados para uso nas forças armadas, o AW609 voa a uma velocidade de até 275 nós e 25 000 pés de altitude, com um alcance de 700 nm. A aeronave é capaz de realizar longas viagens com até nove passageiros e dois tripulantes a bordo, com o tanque cheio.
Além das instalações destinadas à aeronave, a embarcação também contará com amplos espaços interiores e espaçosas garagens para concurso. O conceito foi desenvolvido em colaboração com o estaleiro holandês Oceanco e, segundo Winch Design, o iate contará com um elevado nível de eficiência de combustível com uma velocidade máxima de 28 nós.
A Yacht Center Group, representante da marca francesa Prestige no Brasil, apresentará pela primeira vez no Rio Boat Show os modelos Prestige 77 BR, Prestige 54 BR e Prestige 59 BR, com nomenclatura específica para o nosso país. Considerando o comprimento da plataforma de popa como parte da medida total do barco, como é de costume no mercado brasileiro, os modelos têm como destaque a sua tropicalização, com a “cara” do público brasileiro, apresentando espaço gourmet na popa, flybridge mais amplo, proa bem aproveitada e ar-condicionado mais potente.
Em 2016, o Rio Boat Show, que acontece entre 8 e 17 de abril, volta a ter como palco a Marina da Glória, agora, totalmente, renovada. Você não pode perder!
Por mais incrível que possa parecer, dentre os maiores sobreviventes encontramos alguns dos maiores trapalhões dos sete e outros mares. Alguns deles deveriam ter ficado 171 dias no mar, o que seria mais apropriado às suas historias.
100 dias: Richard Van Pham, o reincidente!
Natural de Long Beach, California, Richard Van Pham tinha 62 anos quando saiu para uma pequena travessia rumo à Ilha de Catalina. A viagem, que deveria durar três ou quatro horas, foi radicalmente prolongada devido a uma tempestade. O barco perdeu o mastro, as antenas de rádio e, depois, o motor. Impossibilitado de retornar, ele foi levado pela correnteza e permaneceu à deriva por mais de três meses.
Conseguindo capturar uma tartaruga, utilizou-a como isca para aves que tentavam pegar os pedaços de carne presos ao convés. Ele conseguiu destilar água com a luz do sol, bebendo o produto e, ainda, utilizando o sal para conservar a carne. Chegou até mesmo a cozinhar gaivotas utilizando parte da madeira do barco como combustível em uma fogueira improvisada.
Todos os dias ele vigiava o horizonte à procura de terra ou de outro barco, mas sem sucesso, até que certo dia foi visto por um pequeno avião que notificou às autoridades e, algumas horas depois, foi resgatado após quase quatro meses no mar.
Devido à fama conseguida pelo seu admirável feito de sobrevivência, Pham acabou recebendo de doação um barco novo, equipado com tudo o que havia de mais moderno em equipamentos de comunicação e navegação.
Pasme, cerca de dois anos depois, foi encontrado novamente à deriva, após apenas alguns dias de desaparecido, porém sem sinal dos caros equipamentos que havia sido presenteado. Após o resgate, a US Coast Guard o multou por não possuir nem ao menos o equipamento obrigatório a bordo.
117 dias: Maurice e Marilyn Baily
Marilyn e Maurice partiram de South Hampton no mês de junho de 1972 em seu veleiro de 31 pés com o plano de emigrar para a Nova Zelândia. Em fevereiro do ano seguinte, passaram pelo Canal do Panamá e, uma semana depois, enquanto navegavam pelo Pacifico, foram atingidos violentamente por uma baleia. A água entrava com violência pelo enorme rombo. Imediatamente, o casal inflou sua balsa de abandono e seu bote de apoio.
Rapidamente, lançaram para os mesmos tudo o que puderam salvar, levando algumas latas de comida, um fogareiro a gás, carta náutica, bússola, um reservatório de água, passaportes e um estojo de reparo de bote. A bordo e com os dois barcos amarrados entre si, acompanharam o naufrágio de seu veleiro, até então sua casa.
Nos primeiros dias, comeram os alimentos em conserva, porém, depois, alimentaram-se de aves marinhas, tartarugas e peixes que conseguiram pescar com equipamento improvisado. As chuvas lhes forneceram água.
Durante o tempo em que estiveram à deriva, contaram sete navios passar ao largo sem vê-los. Os dias se tornaram semanas e, depois, meses, que foram sendo vencidos. Suas roupas se gastaram, seus infláveis de deterioraram e os esforços para mantê-los inflados eram contínuos. Feridas se abriram em suas peles ressecadas pelo sol e sal.
No dia 30 de junho, seu martírio chegou ao fim, quando um barco de pesca coreano viu o pequeno ponto escuro no vasto oceano e resolveu inspecionar mais de perto. Ao se aproximar, laçaram a balsa e encontraram em seu interior o casal desmaiado, provavelmente em seus últimos minutos de vida. Cada um perdeu mais de 20 quilos e se encontravam totalmente anêmicos, desidratados e em confusão mental. Eles haviam derivado mais de 1 300 milhas.
133 dias: Poon Lim
Poon Lim, 25, foi o recordista de sobrevivência no mar por quase sessenta anos. Embarcado em um navio mercante britânico como taifeiro (um tipo de garçon), partiu de Cape Town no dia 23 de novembro de 1942. Torpedeado por um submarino alemão, apenas alguns dias após a partida, viu seus 53 companheiros perderem a vida, no rápido naufrágio.
Tendo se atirado antes do afundamento, manteve-se à superfície na esperança de achar algum dos barcos salva-vidas. Após quase duas horas, pôde localizar um, embarcando exausto.
A bordo, encontrou um pequeno suprimento de água, biscoitos de ração, alguns foguetes e uma lanterna. Ele resolveu manter seu consumo em apenas dois biscoitos por dia e alguns goles de água, a fim de sobreviver por cerca de um mês. No final do primeiro mês, e tendo avistado vários navios que não o viram, concluiu que teria de sobreviver até que chegasse a algum ponto de terra.
Ele pescou utilizando um pedaço de fio e um pedaço de biscoito como isca. Após pegar o primeiro peixe, começou a utilizar parte dele como isca e, assim, sucessivamente. Conseguiu pegar aves marinhas e tubarões, bebendo seu sangue para complementar a pouca água de que dispunha. No melhor estilo náufrago, fez marcas na borda da balsa, para controlar o tempo de sobrevivência e nadava duas vezes ao dia, a fim de não perder a capacidade física (somente um oriental iria tomar este cuidado).
No dia de número 131, notou uma mudança na coloração da água, aves marinhas e algas, indicando que estaria próximo de terra. No 133º dia, ele viu uma pequena vela no horizonte, que veio em seu auxilio. Ele estava nas proximidades da “nossa” foz do Rio Amazonas, e havia derivado todo o Atlântico Sul e já beirava outro hemisfério.
Neste enorme período, ele perdeu apenas 10 Kg e manteve sua saúde inalterada, não necessitando de apoio para caminhar após seu resgate.
147 dias: Os Sobreviventes da Caixa de Gelo
Em um dia 23 de agosto, um barco de pesca tailandês de apenas dez metros, com cerca de vinte tripulantes, rompeu o fundo ao enfrentar mares revoltos ao largo da costa australiana. Dezoito deles se perderam no mar e dois nativos de Burma conseguiram se salvar, entrando em uma grande caixa de gelo.
A tormenta que atingiu a frágil embarcação foi o Ciclone Charlotte, com ventos de mais de 50 nós, e por muita sorte a caixa não emborcou nestas condições de mar. Por ser a estação das monções, conseguiram sobreviver devido à chuva que caía diariamente, pois o único alimento que tiveram foram os peixes que estavam no interior da geleira.
No dia 17 de janeiro, um avião da Alfândega Australiana os localizou durante um vôo de rotina, enviando um helicóptero de resgate. Após serem tratados de desidratação, anemia profunda e queimaduras de sol, foram enviados de volta às suas famílias.
300 dias: Pescadores Mexicanos
Lucio Rendon, Salvador Ordonez, Jesus Eduardo Vivand e mais dois companheiros partiram em uma baleeira de 25 pés para uma pescaria de três dias, no início de outubro de 2005, do porto de San Blas Nayarit, México.
Após lançar seu equipamento de pesca, voltaram ao litoral e comemoraram no aguardo de uma grande pescaria (coisa de latino). No dia seguinte, retornaram para retirar o equipamento de pesca e nada encontraram. Rodaram algumas horas atrás do caro equipamento, e acabaram ficando sem combustível. Como estavam muito longe de terra, não puderam remar, e os ventos ajudados pela correnteza levaram o barco para longe do litoral.
Eles tinham suprimentos para uns quarto dias, após este período começaram a passar muita sede e fome, permanecendo sem comer e beber nada. No terceiro dia após o fim dos víveres, começaram a beber água do mar, o que os fez apenas piorar. No dia seguinte, começou a chover e com o auxílio dos tambores de combustível, que foram lavados com água do mar, puderam recolher cerca de 200 litros de água. A fome continuava intensa e a primeira refeição que conseguiram foi provida por uma tartaruga que passou ao lado do barco. Ergueram o animal e cortaram-lhe a cabeça recolhendo e bebendo seu sangue, e depois dividiram sua carne. Dois dos companheiros não conseguiram comer a carne crua e acabaram morrendo de fome, antes do final de novembro.
Eles continuaram caçando tartarugas, somando 103 animais até a data do resgate. Caçaram aves marinhas e, com o auxilio de uma ferramenta improvisada, rasparam as cracas que haviam aderido ao casco e as utilizaram como isca para pequenos peixes, que foram utilizados de isca para peixes maiores, completando a cadeia alimentar em seu modo mais primitivo.
Por precaução, salgaram a carne de peixes e tartarugas, guardando para quando não pudessem pescar. Acredita-se que não morreram de escorbuto, pois pequenas quantidades de Vitamina C podem ser encontradas na carne crua e visceras de peixes e outros animais.
O barco derivou até 9 de agosto de 2006, quando foram detectados pelo radar de um pesqueiro de Taiwan. O resgate os encontrou bastante magros, mas ainda saudáveis. Eles estavam a 200 milhas ao Norte do litoral da Austrália, e singraram 5 500 milhas através do Pacífico.
No dia 25 do mesmo mês, os integrantes Jesus, Salvador e Lucio (que significa Luz ou Iluminado) foram recebidos em sua terra natal, festejados como um milagre divino.
390 dias: José Salvador Albarengo, ganhou mas não levou!
Nosso recordista, um pescador salvadorenho de 37 anos foi encontrado nas Ilhas Marshall em estado de confusão mental. O relato dele trouxe o fato de que havia passado cerca de 13 meses no mar, pois afirmou que seu barco quebrou no litoral do México, tendo derivado mais de 5 mil milhas. Durante este período, ele se alimentou de tartarugas, aves marinhas e peixes apanhados com as mãos, bebendo até mesmo sua própria urina.
Ele havia saído em seu barco de apenas 23 pés para pescar com um jovem, e foi arrastado de sua área habitual por ventos fortes. Com a quebra do motor, permaneceu sem conseguir chamar a atenção de outros barcos, até ser arrastado pelas correntes. Cerca de um mês depois da quebra, o rapaz que o acompanhava faleceu de fome e sede.
Sua história, porém, ainda não foi aceita pelas autoridades, que desconfiam de que ele, na realidade, foi utilizado como “mula” de drogas, entre o México as Ilhas Marshall, onde o consumo de cocaína é liberado, mas o tráfico não. Seu estado clínico foi considerado “irreal” pelos médicos, pois nem queimaduras de sol ele tinha e gozava de boa saúde ao ser encontrado (meio gordinho como se vê na foto).
É prática comum entre os traficantes, “absorver” alguns dos pequenos barcos que levam as drogas do litoral do México para a embarcação-mãe, que irá fazer o transporte oceânico da droga. Muitas vezes, os botes são embarcados e transportados a fim de facilitar o desembarque em seu local de destino. Este fato, aliado a complicações anteriores do sobrevivente com a justiça, deixam ainda muitas dúvidas no ar e no mar…
Alvaro Otranto é navegador de longas travessias, um dos mais antigos colaboradores da revista Náutica e criador da Moana Livros, primeira livraria na internet especializada em temas de mar e aventura.
No último sábado, 16, foi inaugurada, em São José dos Campos, interior de São Paulo, a loja Brasil Boats. Na ocasião, estiveram presentes Glenn Brian Harley e John Robert Harley, da Marina Porto do Mar – Maria Farinha (Paulista/PE), acompanhados por Paulo Rabelo Filho da Royal Mariner e José Carlos Galvão de Oliveira (foto), que comandará o espaço que é a nova revenda da Marca Royal Mariner na região Sudeste.
Mais de 100 jovens velejadores brasileiros tiveram uma sexta-feira especial no Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha, em Florianópolis. Com a participação de André “Bochecha” Fonseca, atleta com três participações olímpicas no currículo, foi realizada a segunda edição do “Conhecendo Novas Velas”. O projeto, que tem como principal objetivo dar a crianças e adolescentes a oportunidade de conhecer classes que fazem parte do programa do Campeonato Mundial da Juventude, mobilizou os meninos e meninas que estão reunidos na cidade para a disputa do Campeonato Brasileiro da classe Optimist.
“Essa ação faz parte de todo um plano em relação à Vela Jovem. Uma das grandes lacunas que a gente tinha era a saída dos atletas da classe Optimist. Na transição, acabávamos perdendo muitos deles. Essa apresentação das classes de Vela Jovem é um trabalho que estamos fazendo para que se perca menos gente nessa transição. O “Conhecendo Novas Velas” é um projeto fundamental nesse ponto, pois os jovens descobrem uma classe nova e se interessam. É muito importante para a Confederação manter esses atletas no esporte”, explica Alexandre Paradeda, diretor de Vela Jovem da CBVela e atleta olímpico da classe 470 nos Jogos Olímpicos de Sydney 2000 e Atenas 2004, que realizou um seminário para os jovens velejadores durante o evento.
Nas atividades desta sexta-feira, 15, os jovens velejadores puderam conhecer barcos das classes 29er, 420, Hobie Cat 16, Laser e pranchas. Além disso, foram orientados por André “Bochecha” Fonseca, que tem no seu currículo três participações olímpicas — uma na classe 470 (Sydney 2000) e duas na classe 49er (Atenas 2004 e Pequim 2008) — e três regatas de Volta ao Mundo (Volvo Ocean Race).
Na vela, a classe Optimist é a porta de entrada para os atletas da modalidade, uma vez que se trata de uma embarcação de pequeno porte, para crianças de até 60kg. Contudo, com o objetivo de se preparar melhor para as classes olímpicas, os adolescentes precisam antes passar pelos barcos de Vela Jovem.
“Temos que parabenizar a Confederação por ações como essa. Esse projeto é importante para a permanência dos atletas na vela. O Brasil é conhecido por ter uma classe Optimist muito forte, mas depois se perde muito até eles (atletas) crescerem e encontrarem as classes sucessoras. Na minha época, não tínhamos um incentivo assim, que dá oportunidade às crianças de se encontrarem nas classes subsequentes, com a possibilidade de formar velejadores no futuro”, declarou André “Bochecha”, que no fim da tarde deu palestra para os jovens velejadores.
O estaleiro gaúcho Cimitarra, sempre presente nos salões náuticos do Rio e de São Paulo, confirmou participação no Rio Boat Show 2016, que acontece de 8 a 17 de abril na nova Marina da Glória. A marca exibirá a versão com flybridge da sua lancha de 76 pés. Com mais de 23 metros de comprimento, a Cimitarra 760 Fly apresenta espaçoso flybridge, quatro suítes, três banheiros, sala de estar na proa e dependências para o marinheiro.
Projetada pelo renomado arquiteto e designer Marino Alfani – que já realizou projetos como a Bellagio, da Rio Yachts, e trabalhou na Riva -, a Cimitarra 760 Fly pode ser personalizada de acordo com o perfil do cliente, garantindo, assim, que cada proprietário terá uma embarcação única. Sua motorização fica por conta de dois propulsores Volvo IPS 1200 a diesel.
A empresa também levará para a Marina da Glória seus modelos menores, entre eles a Cimitarra 440 com certificação Volvo Penta e as versões HT e Targa da Cimitarra 360.
Não é apenas propondo novos processos administrativos e produtivos que o Sebrae de Santa Catarina está ajudando os pequenos estaleiros do estado e crescerem. O empenho da entidade inclui, também, a capacitação do setor de turismo náutico, até como consequência natural do desejado fortalecimento dos estaleiros do estado – havendo mais barcos, haverão, também, mais consumidores do turismo movido a água.
Nasceu daí o Projeto de Desenvolvimento Sustentável do Turismo Náutico Catarinense, uma ação conjunta entre o Sebrae e a Associação de Marinas Acatmar, casino online que começou no ano passado, mas já produziu alguns resultados. Como encontros para entender as necessidades do setor, workshops e início da capacitação de pequenas empresas que atuam nas áreas de passeios de barco, mergulho recreativo, receptivo de navios e tudo o mais que tenha a ver com diversão no mar do litoral de Santa Catarina.
“O turismo representa 12,5% do PIB catarinense, mas o potencial dos atrativos náuticos do estado ainda não foi explorado”, diz a coordenadora do Sebrae da Grande Florianópolis, Soraya Tonelli, que está à frente do Projeto do Turismo Náutico e que continuará sendo incrementado este ano. “Todas as pequenas empresas que atuam nestas áreas, entre os municípios de Palhoça e Navegantes, estão convidadas a participar”, completa Soraya.
A Sunseeker Internacional lançou o seu novo iate de 131 pés durante o London Boat Show, que acontece até domingo, 17, em Londres. Zozo, como foi nomeado, é o primeiro de outros três iates da marca a ser lançados em 2016 e tem 40 metros de comprimento. Vem com cinco camarotes, para 10 ou 12 pessoas, possibilitando que o proprietário personalize o espaço de acordo com suas necessidades.
Uma das características de destaque no modelo é o uso de vidro na suíte master e nos salões, criando um ambiente descontraído, confortável e com abundância de luz para o proprietário e os hóspedes. A espaçosa garagem pode acomodar um concurso de até 6 metros de comprimento. Com boa angulação de V no casco, este tri-deque proporciona conforto operando a 10 nós em um cruzeiro prolongado de 1 500 milhas náuticas ou em 23 nós, velocidade máxima que pode alcançar.
O tempo de construção de cada novo 131 Yacht é de cerca de um ano, com capacidade de construir cinco unidades simultaneamente. As cinco primeiras unidades do novo Sunseeker 131 Yacht já estão vendidas.
Com o intuito de desenvolver o turismo náutico nas principais estâncias balneárias paulistas, integrantes do grupo de turismo do Fórum Náutico Paulista estudam lançar critério de classificação dos municípios do estado, no sentido de identificar as facilidades e os atrativos para quem tem barcos. Junto com prefeitos e representantes das autoridades máximas de vários municípios paulistas foram relacionados 20 itens desejáveis para que uma cidade possa ser classificada como um ponto atraente para quem tem barco, o chamado Índice de Desenvolvimento Náutico ou IDN. Os critérios em análise para que o município ponteie no IDN são:
1- Águas abrigadas (pontos para fundeadouros)
2- Proximidade dos grandes centros urbanos
3- Facilidade de acesso
4- Segurança
5- Quantidade de lugares para guardar barcos (marinas e iates clubes)
6- Potencial de crescimento para construção de marinas e iates clubes
7- Rampas ou praias abrigadas para lançamento de barcos pequenos (até 6m ou 20 pés), incluindo lugar para estacionar o veículo e a respectiva carreta
9- Atrativos artificiais (bares e restaurantes com atracadouros)
10- Águas limpas
11- Infraestrutura técnica de náutica (cursos e mão de obra especializada em mecânica, elétrica, laminação, marcenaria, capotaria e serralheria)
12- Atrativos históricos
13- Águas piscosas
14- Águas claras
15- Diferencial ambiental (Bandeira Azul)
16- Quantidade e qualidade dos hotéis e pousadas
17- Quantidade e qualidade dos bares e restaurantes
18- Posto de abastecimento náutico
19- Apoio médico
20- Turismo náutico acessível
A classificação, seguindo estes critérios, deverá ser feita em conjunto com a Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo e a Revista Náutica e a previsão é para que este trabalho seja concluído até o fim deste ano.
O Campeonato Brasileiro de Laser acabou nesta quinta-feira, 14, e levou ao lugar mais alto do pódio o velejador Robert Scheidt, conquistando o 13º título brasileiro de sua carreira ao vencer as duas regatas finais na raia olímpica da Baía de Guanabara. O campeonato, que teve “cara” de Mundial, contou com a participação do inglês Nick Thompson, atual campeão mundial da classe, e do guatemalteco Juan Maegli, vencedor dos Jogos Pan-Americanos de Toronto/2015, além do principal adversário de Scheidt, o catarinense Bruno Fontes.
“Pela proximidade com os Jogos (Olímpicos), a competição atraiu alguns velejadores estrangeiros e teve um nível altíssimo. Além do Nick Thompson, o Bruno Fontes exigiu muito de mim, durante a semana. Foi uma briga boa”, avaliou Scheidt.
O velejador foi o mais consistente no Brasileiro de Laser, somando sete vitórias em dez provas, realizadas numa das raias olímpicas da Baía de Guanabara. A competição é mais uma etapa na preparação de Scheidt, na busca pela sexta medalha olímpica – ele soma dois ouros, duas pratas e um bronze, além de 14 títulos mundiais, entre Laser e Star.
“As condições que tivemos aqui não são as mesmas que teremos nos Jogos (Olímpicos). A brisa em janeiro é um pouco mais forte, e utilizamos apenas uma das raias. Mas o importante, agora, é competir o máximo possível no local. E a conquista do título brasileiro me dá a tranquilidade de saber que estou no caminho certo”, destacou Scheidt.
Scheidt tem uma programação intensa no primeiro semestre, entre competições e treinos, na reta final de preparação para os Jogos do Rio 2016. O próximo compromisso do multicampeão é a etapa de Miami da Copa do Mundo de Vela, entre os dias 23 e 29. Em março, Scheidt voltará ao Rio para um período de treinos e, na sequência, disputará o Trofeo Princesa Sofía, na Espanha, e a etapa de Hyères da Copa do Mundo de Vela, na França. Também está na mira de Scheidt o Mundial de Laser Standard, em Nuevo Vallarta, México, de 10 a 18 de maio.
Classificação final, após dez regatas e dois descartes
1. Robert Scheidt (BRA) – 10 pontos perdidos (1+1+3+[4]+1+1+[4]+1+1+1)
2. Bruno Fontes (BRA) – 17 pp (2+[4]+1+1+2+3+2+[4]+2+4)
3. Nick Thompson (GBR) – 27 pp (5+2+[10]+2+5+[40]+1+6+4+2)
4. Elliot Hanson (GBR) – 28 pp (4+3+2+[11]+8+[40]+3+2+3+3)
5. João Pedro de Oliveira (BRA) – 36 pp (3+6+6+3+[10]+2+5+[40]+6+5)
6. Juan Maegli (GUA) – 53 pp (6+7+8+5+[40]+[40]+8+3+9+7)
7. Matheus Dellagnelo (BRA) – 53 pp (7+5+4+8+7+[40]+9+[11]+7+6)
8. Alex Veeren (BRA) – 63 pp (9+11+7+6+11+4+[12]+7+8+[13])
9. Gustavo Correa Nascimento (BRA) – 63 pp (8+10+5+[12]+6+5+[11]+9+10+10)
10. Andreas Perdicaris (GRE) – 65 pp ([12]+8+9+10+12+7+6+5+[13]+8)
O estaleiro Astondoa completa 100 anos em 2016 e, para comemorar, lança o modelo 110 Century. A embarcação possui 743 m², pode ser conduzida por uma tripulação de seis pessoas, e vem equipada com cozinha principal no convés, todos os seus sofás podem ser convertidos para camas extras para hóspedes, possui TV entre a área de salão e de jantar, além de ter uma parede de vidro na suíte master que muda de cor para a privacidade. Astondoa 110 Century poderá alcançar os 24 nós com motores MTU. A estreia mundial do modelo comemorativo será durante o Miami Beach Show, que acontece no próximo mês.
Confira algumas imagens do interior do Astondoa 110 Century:
O estaleiro italiano Benetti anunciou a venda da primeira unidade do projeto FB802 Breeze, Vica, lançado em 2014 e com entrega prevista para junho deste ano. A venda foi feita por intermédio da Fraser Yachts e o estaleiro já está na construção do casco número três, que deverá ser entregue em 2017.
Segundo Fabio Ermetto, CCO da Benetti, esta venda confirma o sucesso da estratégia de construção de embarcação de mais de 50 metros. Vica é o terceiro Benetti vendido para o mesmo cliente, de acordo com a Fraser Yachts, e proporcionará amplo espaço para o proprietário, incluindo varanda e arranjo funcional para a tripulação.
A italiana Azimut Yachts, com fábrica em Itajaí, é um dos estaleiros confirmados para a edição 2016 do Rio Boat Show, que neste ano volta a ter como palco a Marina da Glória, agora, totalmente renovada. A marca fará a estreia nacional do seu mais recente modelo produzido no Brasil, a Azimut 56, que é considerada a irmã mais nova da Azimut 83 devido as suas características inovadoras.
Um dos destaques desta embarcação são as grandes janelas espelhadas que propiciam mais luz natural e um visual incrível enquanto se está navegando. Em seu flybridge, há espaço apropriado e equipado para lazer com os convidados, além de solário e segundo posto de comando. Também conta com área gourmet com churrasqueira na praça de popa. No interior, os móveis nobres inspiram classe e conforto, imprimindo a qualidade e o DNA italiano característicos da marca.
Durante o evento, que acontece entre os dias 8 e 17 de abril, o público poderá prestigiar, ainda, os modelos de 42, 50, 60 e 70 pés da empresa.
A restinga da Marambaia tem um formato muito curioso: duas porções de terra em forma de triângulo, interligadas por uma comprida e fina língua de areias brancas. De uma ponta a outra, são mais de 40 quilômetros de uma simples linha, que, em alguns trechos, não passa dos 50 metros de largura, separando, feito um risquinho, a costa sempre revolta do litoral sul fluminense das tranquilas águas da baía de Sepetiba.
Vista do alto mais parece um caprichoso desenho da natureza, feito especialmente para impressionar os passageiros da Ponte Aérea Rio-São Paulo, praticamente os únicos a apreciá-la, já que o acesso à restinga é proibido. Toda a área pertence às três Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica), que ali praticam exercícios e treinamentos militares, com disparos (até de canhões!) de verdade. Mas, não fosse isso, a imagem acima há muito teria deixado de existir, engolida, como fatalmente seria, pela massiva especulação imobiliária na parte mais cobiçada do litoral brasileiro.
Conheça mais sobre este pedaço proibido na NÁUTICA Sudeste de dezembro, que está disponível nas bancas de todo o país, na loja online e para download pelo site.
O estaleiro francês Astus anunciou o lançamento do seu mais novo modelo, o Astus 16,5, durante o Düsseldorf Boat Show, que acontece entre os dias 23 e 31 de janeiro, na Alemanha. A embarcação é a primeira unidade que resulta da parceria entre a marca e o estúdio de arquitetura naval VPLP.
Com quase 5 metros de comprimento, este trimarã foi projetado para proporcionar fácil manuseio, portabilidade e desempenho. Ele possui flutuadores telescópicos que fazem o transporte possível, sem a necessidade de desmontagem.
Astus 16,5 possui, ainda, formato moderno e linha esportiva, com curvas harmoniosas e dispõe de um amplo armário de armazenamento. Pode dispor de um motor de popa para viagens costeiras. O modelo está disponível nas versões clube e esporte.
Começa neste sábado, 16, o Campeonato Brasileiro da Classe 420, no Veleiros do Sul, em Porto Alegre. Com os primeiros três dias para as medições e a regata de abertura, a série de regatas do campeonato, que já conta com 11 tripulações inscritas do Rui de Janeiro, São Paulo e Argentina, terá início do dia 19, próxima terça-feira.
A expectativa é de receber cerca de 20 barcos na raia do Cristal, no Guaíba. Parte da vela de base, a 420 é conhecida como uma classe muito organizada, jovem e competitiva, onde duplas de velejadores a partir de 15 anos aprimoram em equipe os conhecimentos e onde muitos deles ensaiam o ingresso na vela olímpica. Embora a estrutura do barco 420 seja semelhante ao barco olímpico 470, a classe prepara o velejador para o ingresso em qualquer uma das classes olímpicas ao integrar o Mundial da Juventude da Federação Internacional de Vela (World Sailing).
O Veleiros do Sul deverá contar com três equipes na competição. O Clube está empenhado em fomentar a renovação de talentos da vela brasileira e em dezembro de 2015 habilitou-se junto à Confederação Brasileira de Clubes a receber um novo aporte de R$ 1,067 milhões em recursos provenientes da Lei Pelé via Ministério dos Esportes para a execução dos seus projetos esportivos voltados às categorias de base e olímpica. Com o repasse do projeto anterior (o Formação Olímpica I) o Veleiros do Sul adquiriu quatro barcos para a classe 420. Uma das equipes do Veleiros do Sul beneficiadas pelo projeto é Tiago Quevedo e Erik Hoffmann, que em sua primeira disputa nacional na Copa Brasil de Vela Jovem em dezembro fez o quinto lugar. A dupla também representará o Clube em casa no Brasileiro de 420.
A data já está marcada. Em 29 de fevereiro próximo, a nova Marina da Glória estará 100% pronta e será inaugurada, junto com o projeto de revitalização do Aterro do Flamengo em torno dela, que também já estará finalizado. O objetivo não é apenas cumprir o cronograma do Comitê Olímpico para as competições de vela das Olimpíadas, cuja sede será na marina, mas também celebrar o novo Aterro. “Fomos a locomotiva das mudanças no Aterro”, comemora Gabriela Lobato, presidente do grupo BR Marinas, que detém a concessão da Marina da Glória. “O objetivo do entorno da marina foi resgatar os conceitos tanto da criadora do aterro, a arquiteta Lota Macedo, que queria uma área recreativa, quanto do paisagista Burle Max, que buscava algo mais contemplativo”, explica Gabriela. “Vai ficar lindo”, garante. Já, para os usuários da marina, as mudanças são ainda mais positivas. “Teremos vagas na água com acesso exclusivo para os donos dos barcos, 240 vagas no seco e nada menos que seis restaurantes, um deles o mais famoso bar náutico do mundo, o Peter Café Sport, dos Açores, que terá sua primeira filial mundial na Marina da Glória”, vibra Gabriela.
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