Paragon completa 30 anos atuando no mercado de motores de popa

Por: Redação -
30/06/2021

A Paragon, empresa de atendimento personalizado no segmento de motores de popa, completou 30 anos nesta semana. Ela foi fundada em 1991, na Ilha de Guaratiba, no Rio de Janeiro, pelos irmãos Jorge e Ricardo Paragon.

No início, a proposta era oferecer montagem de motores de estaleiros específicos, como a Real Powerboats, por exemplo. Só nessa fase, foram mais de mil embarcações concluídas e prontas para utilização, devido aos trabalhos da Paragon.

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Dois anos depois, em 1993, o caminho da empresa começava a trilhar uma trajetória de sucesso: foi quando ela se tornou a primeira oficina autorizada OMC (Johnson e Evinrude) da America Latina e Caribe.

Pouco tempo depois, a Bombardier comprou essas marcas e, só então, a Paragon adicionou os jets BRP Sea-Doo à linha de prestação de serviços. Para isso, a expert em montagem de motores de popa conta ter sempre investido na atualização e treinamento da equipe na própria fábrica, frisando, principalmente, a importância dos sistemas de diagnósticos mais recentes.

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A partir de então, a crescente participação em fóruns estadunidenses e compartilhamento de tecnologia tomou proporções imensas, e um dos tópicos mais abordados (e solucionados) pela Paragon era a utilização e aplicação do etanol nas embarcações do país norte-americano — uma problemática há muito solucionada pelos brasileiros, principalmente devido à forte cultura de utilização de gasolina nos barcos do Brasil.

Desde 2019, a Paragon expandiu seus negócios para o Brasil e, desde 2000, está localizada na Marina Piratas, em Angra dos Reis — proporcionando, inclusive, atendimento na água.

Devido à pandemia, a empresa de montagem de motores passou a fornecer atendimento inclusive pelo WhatsApp e, de acordo com Ricardo Paragon, “há 30 anos, essas atualizações fazem parte do próprio cotidiano da empresa: enfrentando desafios e estabelecendo metas para sempre fornecer a melhor e mais avançada tecnologia aos clientes”.

Por Naíza Ximenes, sob supervisão da jornalista Maristella Pereira.

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